Boulos tem 31,1% e Ricardo Nunes 25,4% na disputa pela Prefeitura de SP, diz pesquisa

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De acordo com o levantamento divulgado nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Paraná Pesquisas, o deputado federal Guilherme Boulos e o atual prefeito de São Paulo Ricardo Nunes, estão empatados tecnicamente na disputa pela prefeitura de São Paulo.

Segundo o levantamento, Boulos tem 31,1% das intenções de voto, seguido por Nunes, que tem 25,4%, no principal cenário da pesquisa. Desta forma, eles estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro, que é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa ouviu 1.046 eleitores de São Paulo, com 16 anos ou mais, de 6 a 9 de dezembro de 2023. O grau de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Regiões, sob o número 3.122/2023.

No principal cenário, em que aparecem os nomes do deputado federal Ricardo Salles e do ex-dirigente do PSDB Marco Vinholi, a pesquisa apresenta o seguinte:

Primeiro Cenário

  • Guilherme Boulos – 31,1%
  • Ricardo Nunes – 25,4%
  • Tabata Amaral – 8,9%
  • Ricardo Salles – 8,3%
  • Kim Kataguiri – 5,4%
  • Marina Helena – 3,1%
  • Marco Vinholi – 0,6%
  • Não Sabe/Não Respondeu – 5,3%
  • Nenhum/Branco/Nulo – 12,0%

No segundo cenário, sem Ricardo Salles nem Marco Vinholi, o deputado federal tem 32,4%, oscilando entre 29,3% e 35,5% na margem de erro. Nunes tem 29,1%, variando entre 32,2% e 26%.

Segundo Cenário:

  • Guilherme Boulos – 32,4%
  • Ricardo Nunes – 29,1%
  • Tabata Amaral – 9,2%
  • Kim Kataguiri – 6,4%
  • Marina Helena – 3,9%
  • Não Sabe/Não Respondeu – 5,5%
  • Nenhum/Branco/Nulo – 13,5%

Já no terceiro cenário, em que aparecem apenas os nomes de Boulos e Nunes, o prefeito de São Paulo aparece na frente do deputa federal, com 41,3% (entre 38,2% e 44,4% na margem de erro) para Nunes, contra 39,8% (variando entre 42,9% e 36,7% na margem de erro) para Boulos. 

Leia também: “O grupo político (Gil Arantes) insiste em tentar enganar o povo”, disse o vereador Fabião


*Com informações R7.com – Foto Motagem: Estadão Conteúdo

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“A privatização da Sabesp vai acontecer e vai ser um grande sucesso”, afirmou Tarcísio durante greve geral

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Durante pronunciamento, o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) caracterizou a greve do Metrô, CPTM e Sabesp como uma paralisação política, uma vez que afirma que não há uma pauta trabalhista ou salarial.

“Não aceitar essa posição (da privatização) é não aceitar o resultado das urnas. Estamos cumprindo as promessas de campanha”, disse em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (28).

O governador deixou claro que não vai voltar atrás na decisão de privatizar empresas, conforme propôs na campanha eleitoral. “Não concordar é legítimo, mas não é punindo o cidadão que se vai chegar a um resultado”, argumentou.

“Os estudos para a desestatização vão continuar. Foi promessa de campanha. A privatização da Sabesp vai acontecer e vai ser um grande sucesso”, disse Tarcísio.

Nas redes sociais, o governador já tinha postado uma mensagem afirmando que o governo trabalhava para minimizar os impactos causados por uma greve considerada por ele como “ilegal e abusiva”, uma vez que a alegação é de que as assembleias que decidiram pela greve teriam tido baixa adesão.

“Uma minoria que não se constrange em impor prejuízo e sofrimento a milhares de trabalhadores por puro oportunismo. Não é só egoísmo, é irresponsabilidade e crueldade com quem depende do transporte público”, postou o governador.

Essa é a terceira paralisação esse ano. A expectativa é de que 4,6 milhões de pessoas sejam atingidas.

Durante a última greve, em outubro, somente para o comércio na região metropolitana foram estimados R$ 55 milhões em perdas pela Associação Comercial de São Paulo. Dessa vez, o prejuízo pode chegar a mais de R$ 60 milhões.

Por outro lado, as categorias que lideram a paralisação defendem que a luta contra a privatização dos serviços essenciais é um ponto em comum para trabalhadores da Sabesp, Metrô, CPTM e trabalhadores da educação.

“A Sabesp e o transporte não podem virar uma Enel. A população de São Paulo não esqueceu o quanto ficou abandonada à própria sorte. Foi aberta CPI da Enel na Alesp. Não queremos que o mesmo aconteça com a Sabesp e nem com o transporte público”, afirma em nota a direção do Sindicato dos trabalhadores em água, esgoto e meio ambiente do estado de São Paulo (Sintaema).

Leia também: SP decreta ponto facultativo por conta de mais uma greve no transporte sobre trilhos


Fonte: CNN Brasil – Foto: Flickr/Governo de SP

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Presidente do Republicanos diz rejeitar extremos em SP e sinaliza apoio a Nunes

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O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, sinaliza que seu partido apoiará a reeleição do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).

“Não gostaria de ver a polarização entre os dois extremos políticos na cidade em que escolhi para viver”, disse ele ao Painel, em referência às pré-candidaturas de Guilherme Boulos (PSOL) e Ricardo Salles (PL).

O Republicanos tem cargos na administração Nunes e vem cobrando mais espaço na prefeitura, o que vem sendo visto como uma ameaça velada de desembarcar do apoio ao prefeito.

Filiado ao partido, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, tem se mantido próximo do prefeito, no entanto, e sua opinião deverá ter peso na decisão final.

Leia também: Vereadores do PT pedem que Boulos se filie ao partido para disputar Prefeitura de SP

Fonte: Coluna Painel/Folha de S. Paulo – Foto: Arquivo/Folhapress

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