Ratinho Junior recua de disputa em 2026 e decide permanecer no governo do Paraná

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O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), anunciou nesta segunda-feira (23) que não disputará as eleições de 2026. Com a decisão, ele permanece no comando do Estado até o fim do mandato, em 31 de dezembro de 2026, e deixa de participar da corrida presidencial ou de uma eventual candidatura ao Senado.

A informação foi divulgada por meio de nota oficial. Segundo o comunicado, a decisão foi tomada na noite de domingo (22), após reflexão com a família, e já foi informada ao presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab.

Com isso, Ratinho Junior também se retira das discussões internas do partido sobre a escolha de um candidato à Presidência da República nas próximas eleições.

De acordo com a nota, o governador justificou a escolha afirmando que pretende cumprir integralmente o compromisso assumido com os eleitores do Paraná. Ele destacou que a prioridade será dar continuidade à gestão até o último dia do mandato.

O comunicado ressalta ainda que Ratinho Junior considera que não deve interromper o projeto em andamento no Estado, citado como responsável por um ciclo de crescimento econômico. A nota menciona indicadores da atual gestão, como aprovação popular de 85%, avanços na educação, redução de índices criminais, ampliação de investimentos em infraestrutura e reconhecimento na área de sustentabilidade.

A decisão ocorre em meio às articulações nacionais do PSD, que busca consolidar um nome competitivo para a disputa presidencial de 2026. Sem Ratinho Junior no cenário, o partido deverá intensificar as negociações internas em busca de um candidato.

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Foto: Agência Estadual de Notícias do Paraná

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Simone Tebet anuncia intenção de disputar o Senado por São Paulo em 2026

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A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), anunciou nesta quinta-feira (12) que pretende disputar uma vaga no Senado por São Paulo nas eleições de 2026. A confirmação foi feita durante entrevista a jornalistas em Campo Grande (MS).

Segundo Tebet, a decisão ainda não inclui a definição do partido pelo qual concorrerá ao cargo. A ministra afirmou que a candidatura em São Paulo foi sugerida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e conta com o apoio do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Durante a declaração, Tebet destacou sua ligação com o Mato Grosso do Sul, estado onde construiu sua trajetória política. Ela foi senadora pela unidade federativa e também prefeita de Campo Grande.

“Tenho eterna gratidão ao Mato Grosso do Sul”, afirmou a ministra ao comentar sua carreira política no estado natal.

De acordo com Tebet, a escolha de São Paulo para a disputa também foi influenciada pelo desempenho eleitoral obtido no estado durante a eleição presidencial de 2022. Segundo ela, cerca de um terço dos votos recebidos naquela eleição veio do eleitorado paulista.

Um levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado na última segunda-feira (9), aponta que Tebet aparece tecnicamente empatada em um cenário para o Senado em São Paulo com o deputado federal Guilherme Derrite (PP) e com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede).

Nas eleições de 2026, dois terços das cadeiras do Senado estarão em disputa. Cada estado elegerá dois representantes para a Casa.

Antes de confirmar a intenção de disputar o Senado, Tebet também chegou a ser citada como possível candidata ao governo de São Paulo. Em janeiro, a ministra afirmou que colocaria seu “destino político na mão do presidente” Lula.

No cenário desenhado pelo governo federal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), deve disputar o governo paulista. A candidatura ocorreria como oposição ao atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que deve tentar a reeleição.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Lula deve anunciar Guilherme Boulos como novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve oficializar nas próximas horas a nomeação do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) como novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República. A decisão, que vinha sendo articulada nos bastidores do Palácio do Planalto, é vista como um movimento estratégico para fortalecer a base de esquerda e reaproximar o governo dos movimentos sociais.

A Secretaria-Geral é responsável por manter o diálogo direto entre o governo federal e organizações da sociedade civil — um campo em que Boulos, liderança nacional do PSOL e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), tem forte atuação. A entrada dele na Esplanada dos Ministérios deve ampliar a interlocução com esse segmento e reforçar o discurso de unidade entre as forças progressistas, mirando as eleições de 2026.

Para que a nomeação se concretize, Lula precisa definir o destino do atual titular da pasta, Márcio Macedo. De acordo com informações de bastidores, ele não será demitido, mas realocado em outra função dentro do governo ou em um cargo de destaque no Partido dos Trabalhadores (PT), do qual é um dos quadros históricos e ex-tesoureiro nacional.

O anúncio oficial deve ocorrer ainda nesta segunda-feira (20), antes da viagem do presidente à Ásia. Lula tem reuniões previstas ao longo do dia, incluindo um encontro com Márcio Macedo no fim da tarde, quando os últimos detalhes da transição devem ser acertados.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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