A força da assessoria de imprensa nos pequenos negócios – por Adriana Vasconcellos

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Ainda é comum que pequenos empreendedores pensem que a assessoria de imprensa é um recurso reservado às grandes empresas. No entanto, é justamente entre os pequenos negócios que esse serviço revela seu maior potencial de transformação. Em um mercado cada vez mais competitivo, a visibilidade conquistada por meio da imprensa pode ser o diferencial entre ser mais um ou se tornar uma referência no seu segmento.

A imprensa tem um poder que vai além da divulgação, pois valida o que você faz. Quando um pequeno negócio conquista espaço em portais de notícias, revistas, rádios ou programas de TV, não está apenas promovendo um produto ou serviço. Está construindo reputação e credibilidade, dois pilares fundamentais para o crescimento sustentável. A exposição em um veículo de comunicação reconhecido desperta confiança no público, atrai novas oportunidades e posiciona a marca como autoridade no assunto.

Os resultados mostram claramente o alcance e o impacto dessa estratégia. Em outubro de 2025, o médico ortopedista Dr. Guilherme Falótico, cliente da Six Comunicação Integrada, teve matérias publicadas em veículos como Boa Forma, Zero Hora Digital, Webrun e Diário do Noroeste, alcançando juntos centenas de milhares de leitores e uma equivalência publicitária que ultrapassa R$ 23 mil em mídia espontânea. Já a psicóloga Sirlene Ferreira, também cliente da Six Comunicação Integrada, foi destaque em uma matéria no UOL, veículo com mais de 84 milhões de visitantes mensais, o que representa um retorno estimado de R$ 2,4 milhões em visibilidade, tudo isso sem investir em anúncios pagos.

Esses resultados mostram o quanto a assessoria de imprensa é uma ferramenta de excelente custo-benefício. Diferente da publicidade tradicional, que exige investimento direto para gerar alcance, a assessoria trabalha com credibilidade editorial, construindo pontes entre marcas e jornalistas. Quando um profissional ou empresa se torna fonte de informação, passa a ocupar um espaço de confiança junto ao público e à mídia.

Outro ponto importante é que a assessoria de imprensa se adapta ao porte e ao momento de cada negócio. Pequenas empresas e profissionais autônomos podem contar com estratégias sob medida, alinhadas à sua realidade e aos seus objetivos. É possível começar com ações pontuais, como o envio de releases e artigos assinados, e avançar para planejamentos mais amplos que envolvem relacionamento contínuo com a imprensa e fortalecimento da imagem pública.

Mais do que divulgar produtos, a assessoria ajuda o empreendedor a contar boas histórias, reais e com propósito, que despertam identificação e interesse. Pequenas empresas e profissionais liberais com propósito claro e posicionamento coerente têm mais chances de se destacar, conquistar espaço na mídia e transformar visibilidade em crescimento.

Em um cenário em que a atenção do público é disputada por milhares de marcas e profissionais de valor, aparecer na imprensa não é mais um luxo. É uma estratégia inteligente e acessível para quem quer crescer com consistência, construir autoridade e consolidar sua presença no mercado. Pequenas empresas com grandes histórias são as que mais têm potencial para ganhar espaço na mídia. Basta transformar propósito em pauta e deixar que a comunicação trabalhe a seu favor. Por isso, a assessoria de imprensa é um investimento estratégico que gera resultados reais de visibilidade, credibilidade e crescimento, especialmente para quem ainda está construindo sua marca.

Quer entender como aplicar isso na prática e fortalecer a presença da sua marca? Fale comigo. Juntos, podemos construir uma comunicação que gera resultados de verdade.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Zero Hora Digital.

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Em abril, 76% dos postos de trabalho criados correspondem a pequenos negócios

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Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que, no mês de abril, 76% dos postos de trabalho criados correspondem a pequenos negócios.

No período observado, foram gerados 180 mil empregos no Brasil. Destes, 136,3 mil foram originados por pequenas e microempresas.

Outros 33,8 mil postos de trabalho foram gerados por negócios de médio e pequeno porte. Já a administração pública foi responsável por 4,6 mil novos empregos.

A área que mais se destacou foi o setor de serviços, no qual foram oferecidas 69,4 mil vagas.

Leia também: Donos de quase 6 milhões de veículos deixaram de pagar o IPVA em 2023


Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Ag. Brasil

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Pequenos negócios foram os maiores geradores de empregos em março

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Levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostra que as micro e pequenas empresas (MPE) expandiram, no último mês de março, a sua participação proporcional na geração de novos postos de trabalho no país.

Segundo o Sebrae, o segmento abriu 88,9% de todas as vagas no terceiro mês deste ano. De acordo os dados, os pequenos negócios contabilizaram mais de 1 milhão de admissões e um saldo positivo de 121 mil empregos.

No acumulado do ano, o Brasil já registra um saldo de 615 mil novos postos de trabalho, sendo as micro e pequenas empresas as grandes fornecedoras de emprego, com 430 mil vagas, correspondendo a 70% do total. Por sua vez, o levantamento indica que as médias e grandes empresas registraram um saldo de 148 mil empregos, 24,1% do total.

Na comparação entre o primeiro trimestre de 2021 e o primeiro trimestre deste ano, os cenários são relativamente semelhantes. “Todos os portes de empresa apresentaram saldos positivos, sendo que as MPE tiveram resultados quase três vezes maior do que as médias e grandes”.

Serviços lideram

Segundo o Sebrae, o setor de serviços continua como o maior gerador empregos. Em março, as MPE desse segmento contrataram 74.255 pessoas, com um total, até o momento, de 273.698 novos postos de trabalho, em 2022.

Já no comércio, tanto as MPE quanto as médias e grandes empresas (MGE) apresentaram saldos menores de emprego. Contudo, no acumulado do ano, as médias e grandes foram as que mais fecharam postos de trabalho: 43.361 mil desligamentos nas MGE, contra 17.434 das micro e pequenas empresas.


Por Aécio Amado* – Repórter da Agência Brasil  *Com informações do Sebrae – Foto: Tânia Rêgo/Ag. Brasil

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Barueri oferece orientação a pequenos e microempresários sobre compliance e LGPD

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A Prefeitura de Barueri está oferecendo orientação aos pequenos e microempresários da cidade sobre as determinações da LGPD – Lei Geral de Proteção dos Dados Pessoais (Lei 13.709/2018), assim como as de compliance digital.

A preocupação da administração municipal deve-se à possibilidade de as empresas sofrerem sanções judiciais e prejuízos reputacionais em caso de descumprimento das normas apontadas na legislação.

“As grandes empresas já estão se adaptando à nova realidade e nossa preocupação neste momento é como as pequenas e microempresas estão tratando o assunto”, disse o secretário da pasta, Joaldo Macedo Rodrigues, o Magoo.

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Secretaria de Indústria, Comércio e Trabalho (Sict) de Barueri – Foto: Divulgação/SECOM-Barueri

Esclarecimentos
Para tanto, a Secretaria está disponibilizando informações sobre a legislação. Os esclarecimentos aos empresários já podem ser encaminhados à Sict pelo e-mail [email protected] ou no telefone (11) 4161-7777.

Muitas empresas já exigem de seus parceiros, clientes e fornecedores tanto a aplicação da LGPD quanto a adoção do compliance digital. Apenas no que diz respeito aos microempreendedores, Barueri contabiliza 9.270 registros na Prefeitura.

Protocolos de segurança
Em síntese, o compliance digital é um conjunto de medidas para que as empresas garantam a proteção de dados particulares e de informações pessoais de seus públicos, seguindo protocolos de segurança e o cumprimento das leis, normas e regras na internet.

Cada empresa pode adotar sua política de compliance, como por exemplo, desenvolvendo um código de conduta próprio, criando medidas de gestão e operacionais, realizando auditorias periódicas e tomando outras medidas de acordo com as políticas de privacidade para assegurar o cumprimento da lei.

“Não basta o empresário adotar medidas de proteção, mas é importante também ele demonstrar que tem disposição em assumir uma política de compliance séria e responsável para o seu empreendimento”, completou Magoo.

Processos
As normas de compliance também servem ao empresário para minimizar riscos de processos e sanções judiciais e manter a organização nos limites da legalidade. No caso da LGPD, algumas das sanções previstas vão desde a advertência, passando por multa simples (até 2% do faturamento, limitado a R$ 50 milhões), multa diária, publicização da infração, bloqueios dos dados pessoais do empresário até a regularização da situação, entre outras.

De modo geral, os temas que a Sict vai esclarecer junto aos pequenos e microempresários são o compliance digital e a lei geral de proteção de dados brasileira, o conhecimento dos direitos dos titulares de dados, o entendimento da diretriz da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) sobre segurança da informação para as pequenas empresas e as penalidades previstas na legislação.


Fonte/fotos: SECOM-Barueri

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Sebrae revela aumento de pequenos negócios que fabricam chocolates

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Um levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que o número de pequenos negócios que fabricam produtos derivados de chocolate aumentou durante a pandemia de covid-19. Neste ano, a Páscoa, melhor momento para as vendas no setor, será comemorada em 17 de abril.

Segundo a entidade, a abertura de novos negócios na área aumentou 57% em 2021 em comparação com o resultado de 2019. Os dados foram obtidos a partir da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), que é formalizada pelos empreendedores no momento da abertura do negócio.

Em relação ao faturamento, a pesquisa mostrou que 42% dos empreendedores venderam mais em 2020 – primeiro ano da pandemia – em relação a 2019.

Os dados também indicam que o número de empresas abertas no setor foi maior do que o fechamento de firmas por três anos seguidos. Somente em 2021, foram registradas 2.397 aberturas e 883 encerramentos. A maioria dos negócios (2.319) foram abertos por microempreendedores individuais (MEIs). Os demais envolvem microempresas (72) e empresas de pequeno porte (6).

De acordo com o Sebrae, o setor de chocolates atrai microempreendedores por ser uma área que não exige formação profissional prévia. Não são necessárias máquinas sofisticadas e a matéria-prima é acessível. Além disso, é um setor caracterizado pela facilidade em empreender, seja por necessidade ou por oportunidade.

A analista de competitividade do Sebrae Mayra Viana avalia que o crescimento do setor está relacionado à falta de barreiras para entrada no mercado.

“Temos um contingente de empreendedores que normalmente elaboram ovos e bombons a partir da barra de chocolate comprada pronta, em sua própria casa, sem grande necessidade de máquinas e equipamentos. Estão incluídos também os doceiros ocasionais, que buscam uma renda extra em determinadas épocas do ano, como a Páscoa”, disse.

O Sebrae também oferece dicas para o microempreendedor alavancar suas vendas na Páscoa. A entidade sugere o investimento em kits e cestas, antecipação do período de encomendas pelas redes sociais, apostas em embalagens que facilitem o transporte e também o planejamento da produção e logística.

Ovos mais caros

No caso dos ovos de Páscoa vendidos em supermercados, os produtos estão até 40% mais caros em relação ao ano passado, segundo pesquisa realizada pela Associação Paulista de Supermercados (Apas).

Pela expectativa do setor, os consumidores devem optar pelos ovos menores, de cerca de 250 gramas, além de chocolates e bombons.


Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Foto: Marcelo Camargo/AB

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