Após rompimento com o Podemos, PSDB busca federação com novos partidos

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O processo de fusão entre PSDB e Podemos chegou oficialmente ao fim após divergências sobre o comando da nova sigla. A principal razão para o rompimento foi a exigência da presidente do Podemos, deputada Renata Abreu, que queria o controle total da legenda unificada por um período de quatro anos — proposta considerada “inaceitável” pelas lideranças tucanas.

Segundo dirigentes do PSDB, a proposta inicial previa um sistema de rodízio na presidência durante o período de transição, com alternância no comando a cada seis meses inicialmente, e posteriormente a cada ano. A falta de consenso sobre esse ponto central inviabilizou a fusão entre os dois partidos, que têm tamanhos semelhantes no Congresso: 13 deputados tucanos contra 15 do Podemos na Câmara, e três senadores do PSDB frente a quatro do Podemos no Senado.

Diante do impasse, o PSDB voltou a dialogar com outras legendas em busca de novas alianças. Entre os partidos com os quais os tucanos mantêm conversas estão o MDB e os Republicanos, com a possibilidade de uma federação partidária. Há ainda diálogos com o Solidariedade, embora, nos bastidores, integrantes do PSDB considerem improvável uma junção com o partido comandado por Paulinho da Força.

Atualmente federado ao Cidadania, o PSDB já tem definido que essa união será desfeita assim que expirar sua validade legal, no início de 2026, devido a conflitos regionais entre os dois partidos.

A busca por uma nova aliança tem caráter urgente. Em declínio desde os últimos ciclos eleitorais, o PSDB corre o risco de ser extinto caso não supere a cláusula de desempenho estabelecida pela Emenda Constitucional de 2017. Essa cláusula define critérios para que os partidos tenham acesso ao fundo partidário e ao tempo de propaganda no rádio e na televisão — mecanismos fundamentais para a sobrevivência política.

O objetivo da cláusula é justamente incentivar a fusão ou incorporação de partidos menores, de modo a reduzir a fragmentação do sistema partidário brasileiro. Diante disso, o PSDB se vê pressionado a buscar uma saída para garantir sua continuidade no cenário político nacional.

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Foto: Reprodução/Instagram/Aécio Neves

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Solidariedade apresenta nova diretoria em Osasco

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O Partido Solidariedade de Osasco está entusiasmado em anunciar a nova diretoria para o mandato vigente, com importantes figuras assumindo cargos vitais na liderança do partido. Sob a presidência do empresário do ramo da tecnologia, Alex Cassundé, o Solidariedade espera fortalecer seu compromisso com a comunidade e promover mudanças positivas na cidade.

Juntando-se a Alex Cassundé, Marcelo Lins assume o cargo de vice-presidente do partido. Marcelo é um engenheiro respeitado e um empresário de sucesso no segmento da construção, trazendo uma vasta experiência e conhecimento para a posição. Sua liderança será fundamental para impulsionar os projetos do Solidariedade em Osasco, especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento urbano.

Outro membro-chave da nova diretoria é Cacildo Nunes, que assume como primeiro secretário do partido. Cacildo é um empresário destacado no ramo da construção civil, trazendo um histórico de realizações significativas em seu setor. Sua presença no Solidariedade certamente agregará um valioso entendimento das necessidades específicas da comunidade de Osasco na área da construção civil, além de ser uma importante contribuição para o desenvolvimento econômico local.

O Partido Solidariedade está confiante de que a nova diretoria será capaz de promover um ambiente político inclusivo e transparente em Osasco, trabalhando em estreita colaboração com os cidadãos e todas as partes interessadas para atender às necessidades da comunidade. Acreditamos firmemente em nossa missão de promover o bem-estar social, a justiça e o desenvolvimento sustentável.

“Nós, do Partido Solidariedade Osasco, estamos animados em receber Alex Cassundé, Marcelo Lins e Cacildo Nunes em nossa nova diretoria”, disse Paulinho da Força, vice presidente nacional do Solidariedade. “Com sua experiência diversificada e paixão pelo serviço público, eles são líderes notáveis que ajudarão a impulsionar nossos esforços comunitários a um novo patamar. Juntos, estamos comprometidos em trabalhar incansavelmente para criar um futuro promissor para todos os cidadãos de Osasco”.

O Partido Solidariedade convida a imprensa, bem como a comunidade de Osasco, a se juntar a nós na celebração deste novo capítulo. Continuaremos a promover uma governança aberta e transparente, alinhada com os princípios e valores que norteiam nosso partido.

Sobre o Partido Solidariedade:

O Partido Solidariedade é um partido político comprometido com a transformação social, promovendo uma governança ética e transparente. Temos como objetivo principal atender às necessidades da comunidade e promover o bem-estar social, a justiça e o desenvolvimento sustentável. Através do engajamento e da parceria com a comunidade, buscamos construir um futuro melhor para todos.

Leia também: Welington Formiga é eleito presidente do PDT em Cotia


Foto: Divulgação/Solidariedade Osasco

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