Santana de Parnaíba terá novo parque com área de lazer e melhorias no trânsito

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Intervenção prevê ampliação da via, novas vagas de estacionamento, aterramento de cabos e uma área de convivência próxima ao Monumento aos Bandeirantes

Santana de Parnaíba está ampliando o parque linear existente na Rua Padre Luís Alves Siqueira Castro, na região do Monumento aos Bandeirantes. A obra prevê a criação de um novo espaço público de lazer e convivência, além de mudanças na circulação de veículos e melhorias na infraestrutura urbana do entorno.

Atualmente, as equipes trabalham na demolição de construções que não são mais utilizadas no local. O projeto prevê o prolongamento do parque e a criação de uma área com praça, espaços de entretenimento e um teatro a céu aberto, conectando os dois lados do muro de pedras existente na região.

A intervenção também deverá modificar o sistema viário. A proposta prevê o alargamento da rua para três faixas de rolamento, com o objetivo de ampliar a capacidade de circulação e melhorar os deslocamentos de veículos.

Além da ampliação da via, o projeto contempla novas vagas de estacionamento e o aterramento de fios e cabos, medidas que devem alterar a configuração urbana do entorno e melhorar a organização do espaço público.

O espaço deverá beneficiar milhares de moradores que utilizam diariamente a região, promovendo o incentivo à prática de atividades físicas e um ambiente mais seguro e agradável para as famílias. | Imagem Divulgação/PMSP

Área terá conexão com pontos turísticos

A nova estrutura também foi planejada para se integrar a outros espaços da região central de Santana de Parnaíba. De acordo com a Prefeitura, a intervenção deverá facilitar a conexão com pontos turísticos como o Centro Histórico e a Igreja Matriz de Santa Ana.

A obra integra um conjunto de intervenções recentes de mobilidade realizadas no município, incluindo o novo viário da ponte. A proposta é combinar as melhorias na circulação de veículos com a criação de áreas destinadas ao lazer e à convivência da população.

Quando concluído, o novo espaço deverá ampliar as opções para atividades físicas, convivência e lazer na região, além de contribuir para a reorganização do trânsito e a valorização do entorno do Monumento aos Bandeirantes.

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Imagens: Divulgação/PMSP

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Semáforo inteligente pode reduzir espera de pedestres em SP

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Um sistema de semaforização inteligente desenvolvido por pesquisadores da Escola Politécnica da USP (Poli-USP) pode reduzir o tempo de espera de pedestres nos cruzamentos ao identificar quando uma pessoa ainda está atravessando a faixa.

A tecnologia foi avaliada por meio de simulações em quatro cruzamentos e apresentou uma redução média de 71,42% no tempo de viagem dos pedestres, o equivalente a aproximadamente um minuto a menos de espera em algumas das situações analisadas.

O sistema também apresentou reflexos positivos para os motoristas nos modelos estudados, com redução média de 22% no tempo de espera dos veículos em dois dos locais avaliados.

A proposta parte de uma situação comum nas ruas: o sinal abre para o pedestre, mas o tempo programado pode terminar antes que ele consiga concluir a travessia. Com a nova lógica, sensores identificariam se ainda há alguém na faixa e manteriam o sinal aberto para a passagem.

Segundo Andrey Luís Barbosa Gomes, autor da pesquisa, o sistema abre o sinal para o pedestre e, caso a travessia seja concluída, libera os veículos. Se o sensor detectar que a pessoa ainda está na faixa, o sinal permanece aberto para o pedestre.

A tecnologia poderia ser especialmente útil para pessoas que precisam de mais tempo para atravessar, como idosos e pessoas com mobilidade reduzida.

Pesquisa avaliou diferentes cruzamentos de São Paulo

Os pesquisadores utilizaram dados sobre a geometria das vias, circulação de veículos e pedestres e movimentos realizados durante as travessias. Também foram considerados comportamentos como atravessar fora da faixa ou durante o sinal aberto para os veículos.

Com essas informações, foram construídas simulações de tráfego para quatro locais: dois na Cidade Universitária da USP, no Butantã, e outros dois na cidade de São Paulo.

Um dos pontos analisados fica em frente ao Hospital Universitário da USP, enquanto o outro está próximo à chamada Praça dos Bancos. Fora do campus, os pesquisadores avaliaram um cruzamento em frente ao Terminal Rodoviário Cidade Tiradentes e outro na região da Avenida Rebouças com a Rua Oscar Freire.

A escolha dos locais permitiu testar a tecnologia em ambientes urbanos diferentes, incluindo uma área de maior circulação de pessoas e outro ponto localizado em uma região periférica da capital.

No entorno do Hospital Universitário, por exemplo, circulam pessoas com diferentes níveis de mobilidade, incluindo idosos, crianças, cadeirantes e pacientes. Segundo os pesquisadores, o local serviu como uma espécie de campo de prova para verificar se o sistema conseguiria identificar os pedestres e adaptar o tempo de travessia.

Tecnologia prioriza pedestres sem aumentar significativamente a espera dos carros

Nos modelos analisados, o tempo médio de viagem dos pedestres caiu cerca de 71%, enquanto o tempo máximo de espera foi reduzido, em média, em 69%.

Em dois dos cruzamentos estudados — na Praça dos Bancos e no Terminal Rodoviário Cidade Tiradentes — também houve redução média de 22% no tempo de espera dos veículos.

O estudo identificou, por outro lado, aumento de 30,90 segundos no tempo máximo de espera dos veículos. Os pesquisadores consideraram o acréscimo aceitável diante da prioridade dada à travessia dos pedestres.

Para Claudio Luiz Marte, professor da Poli-USP e orientador do trabalho, sistemas de controle de trânsito tradicionalmente concentram atenção no fluxo de veículos motorizados e, em alguns casos, no transporte coletivo.

A pesquisa propõe inverter parte dessa lógica e considerar o pedestre como elemento central da programação semafórica.

Sistema ainda está em fase de pesquisa

A tecnologia foi desenvolvida em ambiente de simulação por meio do PTV VISSIM, software utilizado para modelar os fluxos de veículos e pedestres, e da linguagem C#, usada para desenvolver o algoritmo responsável pela identificação do pedestre e pela adaptação do sinal.

Os resultados indicaram que a lógica proposta pode melhorar a fluidez das travessias e reduzir conflitos entre pedestres e veículos sem provocar impactos negativos significativos no trânsito.

O estudo contou com apoio da Capes e do BNDES e foi desenvolvido em colaboração com o Centro Interdisciplinar de Tecnologias Interativas (Citi) da USP.

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Foto: Matheus natan/Pexels/Divulgação/GESP

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Barueri vai implantar sistema gratuito de bicicletas no Parque da Juventude

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Projeto “Conecta Bike Barueri – Bike no Parque” prevê sistema de compartilhamento gratuito no Parque da Juventude com controle por plataforma digital

A Prefeitura de Barueri abriu um chamamento público para selecionar uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que ficará responsável pela implantação, operação e manutenção do programa Conecta Bike Barueri – Bike no Parque, iniciativa que vai oferecer empréstimo gratuito de bicicletas à população no Parque da Juventude Rubens Furlan Júnior, integrado ao Parque Linear. O sistema será operado por meio de plataforma digital e deverá funcionar de forma contínua.

De acordo com o edital publicado pela Secretaria de Recursos Naturais e Meio Ambiente (Sema), o objetivo é ampliar o acesso da população à mobilidade ativa, incentivar a prática esportiva, estimular hábitos saudáveis e promover a utilização qualificada dos espaços públicos. A parceria será formalizada por meio de um Termo de Colaboração com uma entidade especializada na execução do projeto.

Além de incentivar o uso da bicicleta como alternativa sustentável, o programa também pretende fortalecer ações de educação ambiental e lazer. Segundo a justificativa apresentada pela Prefeitura, a iniciativa busca estimular a convivência familiar, ampliar o uso dos parques municipais e difundir meios de transporte de baixo impacto ambiental.

O edital estabelece que apenas uma organização será selecionada para executar o programa. A entidade deverá apresentar experiência comprovada em projetos ligados à mobilidade, sustentabilidade, esporte, lazer ou educação ambiental, além de elaborar um plano completo de implantação e operação do sistema. Entre os documentos exigidos estão planos de manutenção das bicicletas, redistribuição da frota, atendimento aos usuários, comunicação, tecnologia e monitoramento do serviço.

A proposta também deverá detalhar como funcionará o empréstimo das bicicletas, incluindo horários de funcionamento, quantidade de equipamentos disponíveis, sistema de travamento, controle das locações, cadastro dos usuários e utilização de aplicativo ou outra plataforma tecnológica para gerenciamento da operação.

Segundo o edital, as bicicletas serão disponibilizadas gratuitamente aos usuários e a futura entidade responsável deverá manter equipes de operação e manutenção, garantindo o funcionamento permanente do serviço e a continuidade das atividades mesmo em situações como vandalismo, furtos, falhas tecnológicas ou eventos climáticos.

A Prefeitura também prevê investimentos públicos para a execução da parceria. O edital estima recursos superiores a R$ 3,3 milhões, distribuídos entre despesas de investimento e custeio ao longo de 2026 e 2027, conforme cronograma financeiro previsto para o programa.

As organizações interessadas terão 30 dias, contados a partir da publicação oficial do edital, para protocolar a documentação e a proposta técnica junto à Secretaria de Recursos Naturais e Meio Ambiente.

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Foto: Ana Guice/PMB

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Greve da CPTM chega ao fim após acordo entre ferroviários e Governo de SP

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A greve dos ferroviários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) chegou ao fim na tarde desta quarta-feira (5), após os trabalhadores aprovarem, em assembleia, o encerramento da paralisação que afetava as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.

A categoria decidiu retomar as atividades depois de avaliar a nova proposta apresentada pelo Governo do Estado de São Paulo durante as negociações.

Até a publicação desta reportagem, os detalhes do acordo firmado entre as partes ainda não haviam sido divulgados.

Greve começou na terça-feira

A paralisação teve início na terça-feira (4) e foi motivada pela preocupação dos ferroviários com o futuro dos empregos após a concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade à concessionária Trivia Trens.

Ao longo das negociações, o sindicato cobrava garantias formais sobre a manutenção dos postos de trabalho dos funcionários da CPTM.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil (STEFZCB), a decisão pelo encerramento da greve foi tomada após a categoria discutir os compromissos apresentados pelo governo.

Passageiros enfrentaram transtornos

Durante os dois dias de paralisação, milhares de passageiros enfrentaram dificuldades para se deslocar pela capital e pela Grande São Paulo.

As linhas afetadas tiveram operação parcial, enquanto o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese) disponibilizou ônibus para atender parte da demanda.

A greve também provocou estações lotadas, superlotação no transporte público e congestionamentos expressivos nas principais vias da capital paulista.

Operação deve ser normalizada

Com o fim da paralisação, a expectativa é que a circulação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade seja restabelecida gradualmente.

A CPTM deverá divulgar informações sobre a normalização da operação e eventuais ajustes na circulação dos trens.

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Foto: Divulgação/CPTM

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Greve da CPTM continua nesta quarta e mantém paralisação nas linhas 11, 12 e 13

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Os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) decidiram manter a greve iniciada à meia-noite de terça-feira (4). A decisão foi tomada durante assembleia realizada na noite desta terça, após a categoria considerar insuficientes as propostas apresentadas pelo Governo do Estado de São Paulo.

Com isso, a paralisação prossegue nesta quarta-feira (5), mantendo os impactos nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.

Sindicato alega falta de garantia dos empregos

Em nota, o Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil informou que recebeu um documento do Governo do Estado, mas afirmou que o conteúdo repetia os termos já apresentados nas negociações anteriores.

Segundo a entidade, a principal reivindicação da categoria — uma garantia formal, por escrito, da manutenção dos empregos dos trabalhadores durante o processo de concessão das linhas — não foi atendida.

Diante desse cenário, os ferroviários decidiram, em votação, dar continuidade ao movimento grevista.

Linhas seguem afetadas

A paralisação continua impactando a operação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, utilizadas diariamente por milhares de passageiros da capital paulista e da Grande São Paulo.

Até o momento, o Governo do Estado mantém o plano de contingência para reduzir os impactos da greve, com reforço na operação do sistema metroviário e do Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese), que disponibiliza ônibus nos trechos afetados.

As linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda e 10-Turquesa seguem operando normalmente, assim como as linhas do Metrô e das concessionárias.

Negociações seguem sem acordo

A greve ocorre em meio ao processo de concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.

Os trabalhadores reivindicam garantias sobre a manutenção dos postos de trabalho após a transferência da operação para a iniciativa privada.

Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre um novo acordo entre o Governo do Estado e o sindicato.

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Foto: Reprodução/GESP

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Greve da CPTM provoca mais de 2 mil km de congestionamento em São Paulo

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A greve parcial dos trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) provocou um forte impacto na mobilidade da capital paulista na manhã desta terça-feira (4). Às 10h23, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrava 2.125 quilômetros de congestionamento nas ruas e avenidas da cidade, reflexo da paralisação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.

Além do trânsito intenso, passageiros enfrentaram estações lotadas, ônibus superlotados e mudanças na operação do transporte sobre trilhos.

Zona Sul concentra o maior congestionamento

De acordo com a CET, a Zona Sul registrava a pior situação, com 648 quilômetros de lentidão.

Na sequência aparecem:

  • Zona Leste: 537 km;
  • Zona Oeste: 507 km;
  • Zona Norte: 278 km;
  • Centro: 155 km.

Para reduzir os impactos da paralisação, a Prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio municipal de veículos durante toda esta terça-feira.

Como está a operação das linhas da CPTM

As três linhas afetadas operam de forma parcial.

A Linha 11-Coral funciona apenas entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Guaianases.

Na Linha 12-Safira, os trens circulam entre Brás e Engenheiro Goulart.

Já a Linha 13-Jade, incluindo o Expresso Aeroporto, permanece totalmente paralisada.

Nos trechos sem circulação de trens, passageiros são atendidos por ônibus do Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese).

Paese mobiliza 128 ônibus

Para minimizar os efeitos da greve, o Governo do Estado acionou o Paese, que colocou 128 ônibus em operação.

O atendimento ocorre nos seguintes trechos:

  • Linha 11-Coral: entre Estudantes e Corinthians-Itaquera;
  • Linha 12-Safira: entre São Miguel Paulista e Calmon Viana;
  • Linha 13-Jade: entre Aeroporto-Guarulhos e Engenheiro Goulart.

Apesar da operação especial, passageiros relataram superlotação nos ônibus durante toda a manhã.

Metrô reforça atendimento

O Metrô iniciou a operação às 4h, com abertura antecipada das estações das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.

A Linha 3-Vermelha, que recebe grande parte dos passageiros vindos da Zona Leste, teve a circulação reforçada desde o início da operação.

Também foram disponibilizados trens de reserva para atender eventuais aumentos de demanda, principalmente nas estações Corinthians-Itaquera, Tatuapé, Brás e Palmeiras-Barra Funda.

Linhas que operam normalmente

Segundo a CPTM e a Artesp, seguem funcionando normalmente:

  • Linha 7-Rubi;
  • Linha 8-Diamante;
  • Linha 9-Esmeralda;
  • Linha 10-Turquesa.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás do metrô também operam normalmente, com monitoramento reforçado.

PM reforça policiamento

A Polícia Militar intensificou o policiamento preventivo no entorno das estações ferroviárias, terminais de ônibus e locais de maior circulação de passageiros.

O policiamento de trânsito também foi ampliado para auxiliar na fluidez viária e minimizar os impactos provocados pela greve.

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Foto: Rafa Neddmeyer/Arquivo/Ag. Brasil

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São Paulo suspende rodízio de veículos após greve da CPTM

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A Prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio municipal de veículos nesta terça-feira (4) em razão da greve dos trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que interrompeu a circulação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, incluindo o serviço Expresso Aeroporto.

A medida busca minimizar os impactos da paralisação e oferecer uma alternativa para os milhares de passageiros que dependem diariamente do transporte ferroviário para chegar à capital.

Zona Leste e Grande São Paulo são as regiões mais afetadas

A paralisação atinge principalmente a Zona Leste da capital paulista e municípios atendidos pelas linhas afetadas, como Guarulhos, Ferraz de Vasconcelos, Poá, Itaquaquecetuba, Suzano e Mogi das Cruzes.

A greve foi aprovada em assembleia dos ferroviários e não tem prazo definido para terminar.

Demais linhas seguem em operação

Apesar da paralisação parcial da CPTM, outras linhas ferroviárias continuam funcionando normalmente.
Segundo as autoridades, seguem em operação:

– Linha 7-Rubi;

– Linha 8-Diamante;

– Linha 9-Esmeralda;

– Linha 10-Turquesa.

O sistema metroviário também opera normalmente, incluindo as linhas

– 1-Azul,

– 2-Verde,

– 3-Vermelha,

– 4-Amarela e

– 5-Lilás, além das linhas

– 15-Prata e

– 17-Ouro do monotrilho.

A CPTM informou que mantém um plano de contingência para reduzir os impactos da greve aos passageiros.


Foto: Rafa Neddemeyer/Ag. Brasil

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Barueri terá novo retorno na Avenida Piracema para acesso à Castello Branco

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Intervenção no Tamboré deve reduzir deslocamentos e oferecer uma nova alternativa para motoristas que seguem em direção à rodovia

Os motoristas que trafegam pela Avenida Piracema, no Tamboré, em direção à Rodovia Castello Branco, terão em breve uma nova opção de retorno. A Prefeitura de Barueri está executando uma obra na altura do número 1.231, próximo à Alameda Arapoema, com o objetivo de melhorar a mobilidade e reduzir o percurso atualmente necessário para realizar a conversão.

Hoje, os retornos mais próximos estão localizados na Alameda Araguaia, nas proximidades do Carrefour, e na Avenida Pirambóia, próximo ao Motel Eclipse. Com a nova estrutura, os condutores poderão acessar a rodovia de forma mais rápida, reduzindo o tempo de deslocamento.

Obra inclui faixas de aceleração e desaceleração

Além da implantação do retorno, o projeto prevê a construção de faixas de desaceleração e aceleração no lado oposto da via, no sentido da Avenida Ceci.

Segundo a Prefeitura, a intervenção foi planejada para proporcionar mais segurança nas conversões, organizar melhor o fluxo de veículos e contribuir para a fluidez do trânsito em um dos principais corredores viários da região.

Entrega pode ocorrer antes do prazo

As obras começaram na segunda semana de julho e a previsão é que sejam concluídas nas próximas duas semanas. De acordo com a administração municipal, existe a possibilidade de liberação do novo retorno antes do prazo inicialmente previsto.

Com a conclusão da intervenção, a expectativa é facilitar o acesso à Rodovia Castello Branco e oferecer uma alternativa mais eficiente para quem circula diariamente pelo Tamboré.

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Foto: Cauber Drone/PMB

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Trevo de Alphaville terá interdições noturnas a partir de segunda-feira (27)

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Obras na Alameda Rio Negro vão alterar o trânsito entre os dias 27 de julho e 19 de agosto para conclusão de novas estruturas viárias

Motoristas que utilizam o Trevo de Alphaville, em Barueri, devem ficar atentos às mudanças no trânsito a partir da próxima segunda-feira (27). A Prefeitura informou que serão realizadas intervenções viárias na Alameda Rio Negro para a etapa de acabamento estrutural das novas obras de acesso à região.

Os trabalhos serão executados entre 27 de julho e 19 de agosto, sempre no período noturno, das 22h às 5h, para reduzir os impactos no tráfego durante o dia.

Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semurb), as intervenções fazem parte das obras nas novas estruturas viárias do Trevo de Alphaville e incluem serviços em cinco Obras de Arte Especiais (OAEs).

O que muda no trânsito

Durante a execução das obras, haverá interdições parciais em etapas diferentes, incluindo:

  • fechamento da faixa 1 da descida da Alameda Rio Negro, no sentido Carapicuíba;
  • fechamento da faixa 2 da descida da Alameda Rio Negro, também no sentido Carapicuíba;
  • bloqueio da subida da Alameda Rio Negro.

A Prefeitura orienta que os motoristas redobrem a atenção à sinalização temporária, sigam as orientações dos agentes de trânsito e, sempre que possível, programem os deslocamentos com antecedência durante o período das intervenções.

Obras fazem parte da ampliação do Trevo de Alphaville

As intervenções integram o conjunto de obras de melhoria das marginais da Rodovia Castello Branco (SP-280) e têm como objetivo aumentar a capacidade viária, melhorar a segurança e proporcionar maior fluidez ao trânsito no Trevo de Alphaville, um dos principais acessos entre Barueri, Carapicuíba e a capital paulista.

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Justiça manda Prefeitura de SP autorizar Uber Moto em até 48 horas

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Decisão determina o credenciamento da plataforma para operar o serviço de transporte por motocicleta; município ainda pode recorrer

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou que a Prefeitura de São Paulo realize, no prazo de 48 horas, o credenciamento da Uber para operar o serviço de transporte de passageiros por motocicletas na capital paulista.

A decisão foi proferida pela juíza Patrícia Persicano Pires, da 16ª Vara da Fazenda Pública, que rejeitou os argumentos apresentados pelo município para impedir o funcionamento da modalidade. Caso a determinação não seja cumprida, a Prefeitura poderá pagar multa diária de R$ 5 mil, limitada inicialmente a R$ 500 mil. Ainda cabe recurso da decisão.

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A disputa entre a administração municipal e a plataforma ocorre desde 2023, quando um decreto do prefeito Ricardo Nunes proibiu o transporte remunerado de passageiros por motocicletas na cidade. Na época, o município justificou a medida com base nos elevados índices de acidentes envolvendo motociclistas na capital.

A Uber contesta a proibição na Justiça e sustenta que a Política Nacional de Mobilidade Urbana permite a prestação desse tipo de serviço no país. Na decisão desta terça-feira, a magistrada entendeu que o novo indeferimento do pedido de credenciamento representou resistência ao cumprimento de decisões judiciais anteriores.

Em nota, a Uber afirmou que a decisão reconheceu que a Prefeitura apresentou questionamentos burocráticos que não haviam sido levantados anteriormente no processo. A empresa também reiterou seu compromisso com a segurança de usuários e motoristas.

Até a publicação desta reportagem, a Prefeitura de São Paulo não havia divulgado um posicionamento oficial sobre a decisão. No entanto, nesta quarta-feira (22), o prefeito Ricardo Nunes informou que o município recorrerá para tentar impedir a operação do serviço, alegando preocupações com a segurança viária e o aumento de acidentes envolvendo motocicletas.

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Foto: Divulgação/Uber

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