Operação na zona sul de SP remove 167 motos e aplica R$ 1,1 milhão em multas

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A Polícia Militar realizou na noite de domingo (5) a operação “Paz e Proteção” na zona sul de São Paulo e desmontou um evento irregular, resultando na remoção de 167 motocicletas e na aplicação de cerca de R$ 1,1 milhão em multas.

A ação ocorreu na área do 3º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, com apoio do Ministério Público, e teve como foco conter aglomerações ilegais e reforçar a ordem pública na região.

Segundo a PM, o local foi cercado de forma estratégica, permitindo a dispersão do público sem registro de confrontos ou incidentes mais graves durante a intervenção.

Durante a operação, também foram recuperados seis veículos com queixa de roubo ou furto, além da apreensão de quatro equipamentos de som do tipo “paredão”, frequentemente utilizados em eventos clandestinos.

Uma pessoa foi detida ao longo da ação, embora a polícia não tenha detalhado as circunstâncias da ocorrência.

No campo administrativo, os agentes realizaram 173 autuações, que juntas somam aproximadamente R$ 1,1 milhão em penalidades aplicadas.

A operação integra uma série de ações voltadas ao combate de eventos irregulares e práticas que geram perturbação do sossego, além de infrações de trânsito e possíveis crimes associados.

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Fotos: Divulgação/PMESP

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Quadrilha de golpes digitais é alvo de operação com bloqueio bilionário

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A Operação Fim da Fábula, deflagrada nesta terça-feira (24), prendeu até o momento 12 pessoas suspeitas de integrar uma associação criminosa especializada em golpes digitais. A ofensiva cumpre 120 mandados de busca e apreensão e 53 de prisão temporária em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal. Todas as prisões registradas até agora ocorreram em território paulista.

Segundo o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, embora os golpes aplicados — como o do INSS, o do falso advogado e o da “mão fantasma” — já sejam conhecidos pelas autoridades, o que chamou a atenção foi o grau de organização do grupo e o uso intensivo de tecnologia.

De acordo com o secretário, após obterem o dinheiro das vítimas, os investigados utilizavam plataformas de apostas on-line e fintechs para lavar os valores e dificultar o rastreamento. “Depois de conseguir o dinheiro das vítimas, eles ainda lavavam esses valores. Mas não deu certo”, afirmou.

As investigações foram conduzidas de forma integrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público. Em coletiva, as autoridades informaram que o trabalho começou com a identificação dos núcleos estratégicos e decisórios da organização, responsáveis por coordenar as ações. Na sequência, foram mapeados os executores dos golpes, operadores financeiros e integrantes encarregados da ocultação patrimonial.

O subprocurador-geral de Justiça Criminal do Ministério Público, Ivan Francisco Pereira Agostinho, destacou que a cooperação entre os órgãos é fundamental para combater esse tipo de crime. “A união de esforços é o único caminho para asfixiar o capital dessas organizações e combatê-las de forma efetiva”, disse.

O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) apontou que o grupo utilizava o modelo conhecido como “lavagem em camadas”, com transferências sucessivas de recursos entre familiares, empresas de fachada e contas de terceiros. A estratégia tinha como objetivo fragmentar os valores e dificultar o rastreamento.

O diretor do Deic, delegado Ronaldo Sayeg, afirmou que a investigação adotou a estratégia de “seguir o dinheiro” para desmontar a estrutura financeira da organização.

O Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (Gaepp) identificou ao menos 36 imóveis ligados aos investigados, inclusive registrados em nome de terceiros, além de centenas de veículos, embarcações, joias e valores em espécie. Parte dos bens foi apreendida.

As medidas foram autorizadas pela 2ª Vara Especializada em Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da capital paulista. Segundo os investigadores, considerando o teto de R$ 100 milhões por conta, o bloqueio judicial pode alcançar cifras bilionárias, a depender do saldo existente nas 86 contas alvo da decisão.

Cerca de 400 policiais civis e promotores participam da operação, com apoio das polícias civis de Minas Gerais e do Distrito Federal. Os mandados são cumpridos em cidades como São Paulo, Guarulhos, Santo André, São Bernardo do Campo, Praia Grande e São José do Rio Preto, além de municípios mineiros e em Brasília.

A operação segue em andamento, e as investigações continuam para identificar outros envolvidos e consolidar as medidas de recuperação de ativos.

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Sonegação bilionária em combustíveis compromete saúde e educação, diz governador de SP

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A Operação Poço de Lobato, deflagrada nesta quinta-feira (27), tem como alvo um sofisticado esquema de fraude fiscal envolvendo um dos maiores grupos empresariais do setor de combustíveis do país. A ação apura uma dívida de R$ 9,6 bilhões com o Estado de São Paulo e um prejuízo nacional estimado em mais de R$ 26 bilhões em débitos inscritos na dívida ativa. A ofensiva é conduzida pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo (CIRA/SP), sob coordenação do Governo do Estado de São Paulo.

Durante coletiva na sede do Ministério Público de São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas afirmou que o valor sonegado compromete diretamente os serviços públicos. “São R$ 9,6 bilhões que deixaram de entrar nos cofres do Estado. Isso equivale, por exemplo, a retirar mensalmente um hospital de médio porte da população ou impedir a construção de 20 escolas”, comparou.

A operação envolve mais de 190 alvos, entre pessoas físicas e jurídicas, suspeitos de integrar organização criminosa voltada a crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e fraudes estruturadas. A investigação é realizada em conjunto pela Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo e o MPSP, com apoio da Receita Federal do Brasil, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, da Secretaria Municipal da Fazenda da capital e das polícias Civil e Militar.

Segundo o procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, a ação faz parte de um conjunto de mais de 200 operações integradas realizadas nos últimos anos. “Somente com esse esforço colaborativo temos conseguido avanços concretos”, afirmou.

Dinheiro apreendido durante a operação. Foto: Divulgação

Esquema sofisticado

De acordo com o subsecretário-adjunto da Fazenda, Paulo Ribeiro Pacello, trata-se da primeira operação que integra Estado, União e Município. O grupo utilizava empresas interpostas, fintechs, estruturas societárias em camadas, paraísos fiscais e substituição frequente de sócios para ocultar os verdadeiros beneficiários e evitar o pagamento do ICMS. “Era um sistema altamente sofisticado”, destacou.

A procuradora-geral do Estado, Inês Coimbra, reforçou que a troca de dados entre os órgãos foi fundamental para desmontar o esquema. As autoridades esclareceram ainda que a Poço de Lobato não tem relação com operações anteriores e não há indícios de envolvimento de facções criminosas.

Segundo o promotor Alexandre Castilho, a coleta de documentos confirmou as suspeitas. “É um grupo empresarial extremamente organizado, com atuação nacional”, disse.

Bloqueio bilionário e projeto de lei

Além das medidas criminais, a PGE/SP determinou o bloqueio imediato de R$ 8,9 bilhões em bens e valores do grupo, enquanto a PGFN busca a indisponibilidade de R$ 1,2 bilhão na esfera federal.

Tarcísio também defendeu no Congresso a aprovação do PL 125, que prevê punições a empresas que deixam de pagar impostos de forma reiterada e intencional, como restrições a licitações e vínculos com o poder público.

O nome da operação faz referência ao primeiro poço de petróleo do Brasil, descoberto em 1939 no bairro do Lobato, em Salvador (BA), símbolo histórico da origem da indústria petrolífera nacional.

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Foto: Celso Silva/GESP

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Operação policial frustra plano de atentado contra autoridades públicas no interior de SP

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Uma força-tarefa envolvendo diversas instituições de segurança do Estado de São Paulo impediu a execução de um plano de atentado contra autoridades públicas na região de Presidente Prudente. A ofensiva, denominada Operação RECON, foi deflagrada pela Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) da DEIC 8, com apoio da Unidade de Inteligência do DEINTER 8, do BAEP, do GAECO do Ministério Público e da Polícia Penal.

A ação teve como objetivo o cumprimento de 25 mandados de busca domiciliar distribuídos nas cidades de Presidente Prudente (11), Álvares Machado (6), Martinópolis (2), Pirapozinho (2), Presidente Venceslau (2), Presidente Bernardes (1) e Santo Anastácio (1).

As investigações revelaram a existência de uma célula do crime organizado estruturada de forma compartimentada e altamente disciplinada. O grupo era responsável por realizar levantamentos detalhados sobre a rotina de autoridades e familiares, com o claro propósito de preparar atentados contra esses alvos previamente definidos.

Segundo a Polícia Civil, os criminosos já haviam monitorado e mapeado hábitos diários das potenciais vítimas, demonstrando o grau de periculosidade e ousadia da organização. Cada integrante desempenhava uma função específica, sem ter acesso ao plano completo — estratégia que dificultava a identificação da trama.

A operação, fruto da integração entre Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Ministério Público, foi essencial para desarticular o grupo antes da execução do atentado. Durante as diligências, foram apreendidos materiais e equipamentos que agora passam por perícia e poderão revelar detalhes da cadeia de comando criminosa.

As buscas realizadas nesta quinta-feira devem resultar em novas provas que subsidiarão as próximas etapas da investigação, voltadas à identificação de outros envolvidos.

A Operação RECON reforça o compromisso das forças de segurança paulistas com a defesa da ordem pública, da legalidade e da integridade das instituições. Segundo as autoridades, o êxito da ação mostra que nenhuma ameaça contra a vida e a autoridade pública será tolerada no Estado de São Paulo.

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Foto: GESP

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Polícia e Ministério Público deflagram operação contra tráfico e lavagem de dinheiro em Osasco e Cotia

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A Polícia Militar e o Ministério Público de São Paulo deflagraram, nesta sexta-feira (26), uma operação conjunta e de inteligência voltada para o combate ao tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro que têm como foco três alvos com mandado de prisão expedidos pela Justiça. Além disso, a ação visa cumprir sete mandados de busca e apreensão. Os trabalhos acontecem na região metropolitana de São Paulo e interior do estado.

Participam da ação integrantes do 5º e 14º Batalhões de Ações Especiais de Polícia (BAEP) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), núcleo Sorocaba. As equipes cumprem as ordens judiciais nos municípios de Ibiúna, Osasco e Cotia.

Os agentes realizam diligências em sete endereços diferentes. Ao todo, a ação mobiliza 64 policias militares e 16 viaturas, além de 20 agentes do Gaeco em 9 viaturas.

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Foto: Arquivo/PMESP

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Operação integrada combate lavagem de dinheiro e adulteração de combustíveis em São Paulo

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A Polícia Militar e o Ministério Público de São Paulo deflagraram, nesta quinta-feira (25), a Operação Spare para cumprir 25 mandados de busca e apreensão na capital e cidades da Grande São Paulo, Baixada Santista e Vale do Paraíba. 

A ofensiva atinge uma organização criminosa estruturada que atuava na exploração de jogos de azar, na comercialização de combustíveis adulterados e na prática de lavagem de dinheiro por meio de uma fintech.

A investigação revelou que máquinas de cartão apreendidas em casas de jogos clandestinos, em Santos, estavam vinculadas a postos de combustíveis. O cruzamento das informações financeiras demonstrou que os valores eram desviados para uma instituição de pagamento, utilizada para ocultar a origem ilícita e movimentar recursos milionários. A apuração também identificou vínculos da rede criminosa com empresas do setor hoteleiro, postos de combustíveis e instituições de pagamento que mantinham contabilidade paralela, dificultando o rastreamento dos recursos.

A ação mobiliza mais de 110 policiais militares do Comando de Choque de São Paulo e unidades especializadas para cumprimento das ordens judiciais. Participam ainda agentes da Receita Federal, integrantes do Ministério Público e equipes da Secretaria da Fazenda e da Procuradoria-Geral do Estado.

A ação é um desdobramento da Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto, que desmantelou um esquema semelhante no setor de combustíveis com participação de integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A Operação Spare reforça a atuação conjunta entre órgãos de investigação, controle e forças de segurança para enfrentar atividades ilícitas complexas que afetam diretamente os consumidores e a economia formal do país.

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Fonte/foto: SSP-SP

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Empresários são presos por suspeita de financiar plano para assassinar autoridades no interior de SP

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A Polícia Militar e o Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), descobriram um plano para assassinar autoridades da cidade de Campinas, no interior de São Paulo. Nesta sexta-feira (29), as equipes prenderam dois empresários envolvidos com uma facção criminosa que teriam arquitetado e financiado o crime. 

Segundo as investigações, entre os alvos da quadrilha estava um promotor de Justiça responsável por uma investigação que apurava os crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. 

Os dois empresários investigados, que são do ramo de comércio de veículos e transportes, teriam contratado atiradores, além de providenciado veículos e armas para a emboscada. No entanto, o plano foi descoberto ainda na fase de preparação, segundo os investigadores. 

Na manhã de hoje, equipes do 1° Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) de Campinas foram às ruas para cumprir três mandados de prisão temporária e outros quatro de busca e apreensão expedidos pela Justiça.

Dois suspeitos foram presos. Um terceiro não foi encontrado e é considerado foragido — a suspeita é que ele estaria escondido na Bolívia. Os investigadores suspeitam que o criminoso seja um dos grandes operadores do tráfico de drogas no Brasil. 

Durante a operação, outro homem foi detido. Eles estava na casa de um dos investigados e foi preso após tentar se desfazer de um celular. 

As investigações continuam para a identificação de outras pessoas envolvidas na articulação do plano.

Os capturados foram encaminhados à 1ª Seccional de Polícia de Campinas, onde o caso está sendo registrado.


Fonte/foto: SSP-SP

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Prefeitura de SP e MP firmam acordo para recuperar R$ 210 milhões desviados na gestão Maluf

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A Prefeitura de São Paulo e o Ministério Público assinaram nesta terça-feira (29) um acordo de não persecução civil que prevê a devolução de R$ 210 milhões aos cofres públicos. Os valores referem-se a desvios de verbas municipais ocorridos entre 1993 e 1998, durante a gestão do ex-prefeito Paulo Maluf.

O acordo foi firmado com quatro filhos de Maluf, uma ex-nora, um ex-genro, uma offshore uruguaia e um banco brasileiro ligado à compra de ações da Eucatex. As ações civis contra o próprio Maluf, sua esposa e empresas envolvidas continuam em andamento.

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Segundo a procuradora-geral do município, Luciana Sant’Ana Nardi, trata-se de um marco para o interesse público, considerando a dimensão do escândalo de corrupção. Com este acordo, a soma recuperada pela Prefeitura e pelo MP em casos semelhantes já atinge US$ 160 milhões (cerca de R$ 819 milhões).

A assinatura contou com representantes da Procuradoria-Geral do Município, da Promotoria do Patrimônio Público e de advogados da família Maluf.


Foto: Gustavo lima/Câmara dos Deputados

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MP denuncia cinco por falso atentado contra ex-prefeito de Taboão da Serra

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O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou cinco pessoas por tentativa de homicídio qualificado contra o ex-prefeito de Taboão da Serra, José Aprígio (Podemos), durante um atentado ocorrido em outubro do ano passado. A denúncia foi enviada à Justiça na última segunda-feira (24) e aponta que os acusados planejaram e executaram a emboscada contra o então candidato à reeleição.

Segundo o MP, dois dos envolvidos atuaram como intermediários no planejamento do crime, enquanto os outros três participaram diretamente da execução e da fuga. A Promotoria também denunciou os cinco investigados por associação criminosa, adulteração e incêndio de veículo.

Os envolvidos no crime

Foram denunciados como executores do plano:

  • Gilmar Santos e Odair de Santana: responsáveis pelos disparos contra o carro em que estavam José Aprígio, um secretário, o motorista e um fotógrafo.
  • Jefferson de Souza: ajudou a dupla a incendiar o veículo utilizado na fuga.

Os intermediários, segundo a denúncia, foram:

  • Anderson da Silva Moura, conhecido como Gordão
  • Clóvis Reis de Oliveira

De acordo com a investigação, Anderson e Clóvis foram os responsáveis pela contratação dos atiradores e pelo fornecimento de informações detalhadas sobre o alvo. Gilmar Santos, um dos delatores, afirmou que a dupla recebia orientações de um funcionário da prefeitura que se identificava como secretário de obras – cuja identidade ainda está sendo investigada.

Anderson foi preso durante a Operação Fato Oculto, realizada no dia 17 de fevereiro deste ano. Clóvis, por sua vez, está foragido.

Mandantes ainda são investigados

Apesar de ter sido baleado, José Aprígio sobreviveu ao ataque graças ao rápido atendimento médico. O MP destaca que os criminosos não demonstraram preocupação com o risco de morte do ex-prefeito ou dos outros ocupantes do veículo.

As investigações seguem para identificar os mandantes do crime. Recentemente, o irmão do ex-prefeito, Valdemar Aprígio, foi preso, e também são investigados os ex-secretários José Vanderlei Santos (Transportes) e Ricardo Rezende Garcia (Obras).

Durante a Operação Fato Oculto, a polícia apreendeu na residência de José Aprígio seis armas, munições, celulares, computadores, pen drives e R$ 320 mil em espécie. O ex-prefeito alegou que o dinheiro foi declarado no imposto de renda.

A Justiça agora analisa a denúncia, enquanto a Polícia Civil e o MP seguem buscando mais detalhes sobre o caso, que pode revelar um esquema ainda maior nos bastidores do poder municipal.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

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STJ decide que arma de brinquedo durante roubo configura ‘grave ameaça’

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A Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a utilização de armas de brinquedo durante assaltos configura “grave ameaça” à vítima.

Na prática, a medida impede, nas condenações, a substituição da pena de prisão por medidas cautelares alternativas.

A decisão ocorreu depois de recurso do Ministério Público do Rio de Janeiro a respeito de um crime cometido em uma agência terceirizada dos Correios. O réu entrou com a imitação de uma arma, imobilizou as pessoas e retirou R$ 250 do caixa e, foi preso em flagrante em seguida.

No entendimento do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), o uso da arma de brinquedo não representaria grave ameaça, mas sim caracterizaria o roubo mediante recurso que impossibilita a resistência da vítima. Assim, o Tribunal substituiu a pena privativa de liberdade por duas restritivas de direito.

No entanto, para o ministro do STJ Sebastião Reis Junior, a decisão estadual “contrariou posicionamento consolidado da doutrina e da própria jurisprudência do STJ”.

O ministro afirmou que a simulação do uso de arma de fogo durante o crime configura grave ameaça porque é suficiente para intimidar a vítima.

A Corte de Justiça fluminense foi de encontro não somente ao entendimento doutrinário, mas também à jurisprudência consolidada do STJ que dispensa ao uso de simulacro de arma de fogo para a prática do crime de roubo a natureza jurídica de grave ameaça, impossibilitando a substituição da pena privativa de liberdade por restritivas de direitos“, disse o relator.

Leia também: IPVA 2024 será, em média, 4,1% mais barato para proprietários paulistas


Fonte: TV Cultura – Foto: Pexels

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