Sem Bolsonaro e Tarcísio, ato bolsonarista na Paulista tem queda de público e reúne 37,6 mil pessoas, aponta USP

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A manifestação convocada por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reuniu 37,6 mil pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (3), segundo estimativa do Monitor do Debate Público do Meio Digital da Universidade de São Paulo (USP). O levantamento foi feito com base em fotos aéreas captadas em diferentes horários do ato e tem margem de erro de 12%, o que significa que o público pode ter variado entre 33,1 mil e 42,1 mil participantes.

Mesmo sem poder comparecer por estar cumprindo medidas cautelares, que incluem a proibição de sair de casa, Bolsonaro foi o principal motivo da mobilização. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também não esteve presente porque passou por um procedimento médico.

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Entre as lideranças políticas que participaram do ato estavam o pastor Silas Malafaia, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), que subiu no trio elétrico, mas não discursou. Malafaia assumiu o papel de principal orador e direcionou críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A contagem de público feita pelo Monitor da USP foi alvo de críticas do líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), que ironizou a capacidade da universidade em calcular o número de manifestantes. Segundo ele, na sua percepção, este teria sido o maior protesto bolsonarista já realizado.

Apesar disso, os números apontam para uma queda significativa de participação nos atos pró-Bolsonaro. Em fevereiro de 2024, uma manifestação na mesma Avenida Paulista havia reunido mais de 125 mil pessoas. Em 29 de junho, outro ato teve 12,4 mil participantes. Com as investigações e processos envolvendo tentativa de golpe de Estado, da qual Bolsonaro é réu, a presença em eventos do tipo caiu mais de 90%.


Foto: Cadu Pinotti/Agência Brasil

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Manifestação na Paulista reúne apoiadores de Bolsonaro e pede anistia aos condenados do 8 de janeiro

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A Avenida Paulista, em São Paulo, foi palco, neste domingo (29), de uma manifestação em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, com o mote “Justiça Já”. O ato criticou o julgamento em curso no Supremo Tribunal Federal (STF), no qual Bolsonaro é acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado em 2022.

Além de protestos contra o STF, os manifestantes pediram anistia para os condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes no dia 8 de janeiro do ano passado. Faixas e bandeiras em apoio a Israel, aos Estados Unidos e críticas ao governo federal, incluindo mudanças no IOF e fraudes no INSS, também foram vistas no protesto.

O evento contou com a presença do ex-presidente, que discursou pedindo união da direita nas eleições de 2026 para conquistar a maioria no Congresso. Bolsonaro também defendeu anistia aos condenados do 8 de janeiro e apelou aos Três Poderes para pacificar o país.

Além dele, participaram o pastor Silas Malafaia, organizador do ato, e os governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo), Romeu Zema (Minas Gerais) e Jorginho Mello (Santa Catarina). Malafaia criticou o ministro Alexandre de Moraes e a delação do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, que embasa parte das acusações contra o ex-presidente. Já Tarcísio centrou críticas no governo Lula e também defendeu a anistia.

Segundo levantamento do Monitor do Debate Político do Cebrap e da ONG More in Common, o ato reuniu cerca de 12,4 mil pessoas — um público menor em comparação ao protesto anterior em abril, que contou com aproximadamente 44,9 mil.

O julgamento de Bolsonaro e outros sete acusados entrou na fase final, após o ministro Alexandre de Moraes abrir prazo para as alegações finais. A Procuradoria-Geral da República (PGR), o delator Mauro Cid e as defesas terão 15 dias, cada, para apresentar suas manifestações. Os réus respondem por crimes como organização criminosa, tentativa de golpe de Estado e dano ao patrimônio público, com penas que podem ultrapassar 40 anos de prisão.

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Foto: Reprodução/Flickr/Jair Bolsonaro

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48% das pessoas acreditam que manifestação bolsonarista não influenciará investigação, diz pesquisa

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A pesquisa Genial/Quaest divulgada na manhã desta quarta-feira (28) aponta que 48% dos entrevistados que tinham conhecimento da última manifestação bolsonarista em São Paulo acreditam que os atos não influenciarão nas investigações que têm como alvos o ex-presidente da República e parte de seus aliados.

O levantamento também alega que 34% das pessoas que sabiam do protesto acham que ele contribuirá para uma eventual aceleração no ritmo do andamento dos processos. Aqueles que enxergam o feito como algo que pode reduzir a velocidade das investigações somam 11%.

Para a formulação do estudo, foram ouvidas 2 mil pessoas entre os dias 25 e 27 de fevereiro em 120 cidades diferentes. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Os atos do último final de semana ocuparam cerca de sete quarteirões da Avenida Paulista. Estimativas apontam que, em seu auge, o protesto reuniu aproximadamente 185 mil pessoas.

Ao convocar seus fãs para as ruas, Bolsonaro havia afirmado anteriormente que esse seria “um ato pacífico, pelo nosso estado democrático de direito, pela nossa liberdade, pela nossa família, pelo nosso futuro”.

Leia também: Prefeito Marcos Tonho entrega 114 termos de concessão de áreas públicas em Santana de Parnaíba


Fonte: TV Cultura – Foto: Divulgação

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