Polícia Civil fecha laboratório clandestino de produção de remédios para emagrecer

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Denúncias anônimas levaram a Polícia Civil a fechar um local que era usado para fabricar ilegalmente remédios para emagrecer. A ação aconteceu em um condomínio comercial no bairro Jardim, em Santo André, no ABC Paulista, nesta quarta-feira (30). 

De acordo com o 4° Distrito Policial do município, a empresa estaria importando substâncias para manipular remédios clandestinamente. 

Durante as buscas, os agentes encontraram no local insumos usados em medicamentos para tratar diabetes, além de centenas de seringas, canetas aplicadoras de insulina, ampolas, frascos, tubos e outros itens. Também havia instruções de como manipular as substâncias e documentos com nome de clientes. 

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Nas embalagens, havia a identificação de uma distribuidora de produtos farmacêuticos americana, única aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e outras agências reguladoras para fornecer medicamentos à base de tirzepatida, usado no tratamento de diabetes. No entanto, conforme a polícia, a suspeita é de que a substância era proveniente do Paraguai.

Além dos insumos e embalagens, a equipe ainda apreendeu três notebooks e cinco celulares no local.

Um dos responsáveis pela empresa de 69 anos foi encaminhado ao 4° DP, onde permaneceu preso por adulteração de produtos terapêuticos e medicinais. As investigações para identificar os demais envolvidos no esquema criminoso prosseguem.


Fonte/foto: SSP-SP

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Saúde cadastra laboratórios para diagnóstico de varíola dos macacos

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O Ministério da Saúde informou que cadastrou sete novos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens) para realizar testes diagnósticos de varíola dos macacos, também conhecida como monkeypox. “A partir de agora, Bahia, Goiás, Santa Catariana, Ceará, Pernambuco, Paraná e Espírito Santo também terão capacidade para fazer a análise das amostras. Com isso, a pasta garante maior celeridade à identificação do vírus, que é monitorado desde que foi detectado pela primeira vez no país, em junho de 2022”, informou a pasta.

Antes da ampliação, os exames já eram realizados pelos Lacens de Minas Gerais, São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, além dos laboratórios de referência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro e no Amazonas, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Instituto Evandro Chagas, no Pará.

Segundo dados do Ministério da Saúde, até terça-feira (20), pelo menos 7.115 casos da infecção viral já haviam sido registrados em todo o país. A maioria nos estados de São Paulo (3.548), Rio de Janeiro (963), Minas Gerais (446), Goiás (415) e Ceará (247).

O diagnóstico é feito exclusivamente por teste molecular do tipo PCR, mesma tecnologia dos testes de Biomanguinhos, da Fiocruz, aprovados pela Anvisa.

Com relação aos testes de Biomanguinhos, a previsão inicial de aquisição pelo Ministério da Saúde é, inicialmente, de 60 mil kits, quantitativo que pode variar de acordo com a disponibilidade, para distribuição por toda a rede de Lacens e Laboratórios de Referência, considerando a situação epidemiológica de cada estado.

Suspeita

As autoridades de saúde alertam que em caso de suspeita da doença, o teste molecular para diagnóstico laboratorial deve ser realizado em todos os pacientes. Ele é capaz de detectar o material genético do vírus na amostra colhida de cada indivíduo. “Para isso, ela deve ser coletada, preferencialmente, a partir da secreção das lesões purulentas. Quando estas já estão secas, as crostas podem ser retiradas e encaminhadas ao laboratório”, orientou a pasta.

Para quem testou positivo, a conduta recomendada é a manutenção do isolamento até desaparecimento das crostas e a completa cicatrização da pele, sem a necessidade de um novo teste. Os sintomas mais comuns são erupção cutânea ou lesões espalhadas pela pele; adenomegalia/linfonodos inchados, também conhecidos como ínguas; dor de cabeça; calafrios e fraqueza.

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Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Foto: Dado Ruvic/Reuters

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