GCM é encontrada morta a tiros na Rodovia dos Imigrantes em SP

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Uma guarda civil metropolitana de 35 anos foi encontrada morta a tiros na manhã deste domingo (19) na Rodovia dos Imigrantes, na região da Saúde, Zona Sul de São Paulo. A ocorrência, inicialmente tratada como acidente de motocicleta, teve a dinâmica alterada após a confirmação de disparos de arma de fogo, levantando suspeita de latrocínio.

O caso mobilizou equipes da Polícia Militar e de resgate, e chama atenção pela possível violência contra agente de segurança pública em uma das principais vias de acesso à capital paulista.

Segundo a PM, a primeira informação indicava uma queda de moto. No entanto, ao chegarem ao local, os policiais identificaram marcas de tiros na cabeça e no ombro da vítima, o que mudou o rumo da ocorrência.

Durante a perícia inicial, foi encontrado um coldre próximo ao corpo, mas a arma da agente não estava no local. A ausência do armamento reforça a hipótese de roubo seguido de morte.

Equipes de resgate, incluindo a Unidade de Suporte Avançado, foram acionadas, mas a morte foi constatada ainda na rodovia.

O caso será investigado pelas autoridades, que buscam esclarecer as circunstâncias do crime e identificar possíveis responsáveis.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Mulher morre após ser baleada durante tiroteio com PM de folga em SP

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Uma mulher de 53 anos morreu após ser atingida por um disparo durante um tiroteio na noite de sábado (11), na Avenida Regente Feijó, na zona leste de São Paulo. O confronto envolveu um policial militar de folga e suspeitos de roubo de motocicleta.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o policial presenciou o crime e interveio, momento em que houve troca de tiros. A vítima, que estava nas proximidades, acabou sendo atingida.

A mulher foi socorrida e levada ao Hospital Tatuapé, mas não resistiu aos ferimentos.

Ainda não há confirmação sobre a origem do disparo que atingiu a vítima, se partiu do policial ou dos suspeitos.

O caso foi registrado como roubo, resistência e homicídio, e será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Além disso, a Polícia Militar instaurou um Inquérito Policial Militar para apurar a conduta do agente envolvido na ocorrência.

A investigação busca esclarecer a dinâmica do confronto e identificar os suspeitos do crime.

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Foto: Divulgação/SSP-SP

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Senado aprova projeto que torna homicídio em escola crime hediondo

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O Senado aprovou nesta quarta-feira (11) o Projeto de Lei (PL) 3.613/2023, que aumenta as penas para os crimes cometidos nas dependências de instituições de ensino, tornando, entre outros pontos, hediondo o crime de homicídio praticado nesse tipo de instituição. O texto segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O texto altera o Código Penal e a Lei de Crimes Hediondos. Pela proposta, o crime de homicídio qualificado, que é punível com reclusão, de 12 a 30 anos, terá sua pena aumentada de um terço à metade quando praticado nas dependências de instituição de ensino e a vítima for pessoa com deficiência ou com doença que acarrete condição limitante ou de vulnerabilidade física ou mental.

A pena será aumentada em dois terços caso o autor seja ascendente, padrasto ou madrasta, tio, irmão, cônjuge, companheiro, tutor, curador, preceptor ou empregador da vítima ou por qualquer outro título ter autoridade sobre ela ou, ainda, ser professor ou funcionário da instituição de ensino.

O projeto também torna hediondos os crimes de lesão corporal dolosa de natureza gravíssima e lesão corporal seguida de morte, quando praticadas nas dependências das instituições de ensino.

Segundo o relator do projeto, senador Fabiano Contarato (PT-ES), pesquisas apontam que os episódios de violência escolar aumentaram substancialmente em um período de dez anos. Em 2013, foram registrados 3.771 casos. Já em 2023, foram 13.117, sendo que metade das ocorrências dizia respeito à violência física. Ao longo desses anos, a curva só foi descendente em 2020 e 2021, quando houve o lockdown em razão da pandemia de covid-19.

“Isoladamente, o recrudescimento da resposta penal aos casos de violência nos estabelecimentos de ensino não vai eliminar esse problema, mas é um importante fator dissuasório, o qual, ao lado de outras medidas, pode contribuir para o enfrentamento dessa alarmante questão”, apontou o senador.

Autoridades

O texto também torna hediondos os mesmos crimes quando praticados contra autoridades ou agentes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Ferroviária Federal, polícias civis, polícias militares e corpos de bombeiros militares e também contra membro do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública ou da Advocacia Pública, ou oficial de Justiça, no exercício da função ou em decorrência dela, ou contra seu cônjuge, companheiro ou parente, inclusive por afinidade, até o terceiro grau, em razão dessa condição.

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Fonte: Ag. Brasil – Foto: Jefferson Rudy/Ag. Brasil

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