Motoristas de app convocam paralisação e carreata em SP contra projeto de lei

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Motoristas de aplicativo e entregadores organizam uma paralisação nacional nesta terça-feira (14), com protestos em São Paulo contra o Projeto de Lei Complementar 152/2025, que trata da regulamentação do setor.

A mobilização inclui uma carreata na capital paulista, com concentração a partir das 10h na Praça Charles Miller, seguindo em direção à sede da Uber, na zona oeste.

O movimento pressiona contra pontos do projeto que classificam as plataformas como intermediadoras e permitem a cobrança de até 30% sobre o valor das corridas.

Outro ponto criticado pela categoria é a definição dos trabalhadores como autônomos, o que, segundo os manifestantes, transfere responsabilidades aos motoristas em situações envolvendo passageiros.

A paralisação ocorre em meio à tramitação do projeto na Câmara dos Deputados, em Brasília, e busca chamar atenção para demandas por melhores condições de trabalho.

Além dos atos em São Paulo, o grupo também organiza uma mobilização nacional com deslocamento até a capital federal.

A expectativa é de impacto parcial nos serviços de transporte por aplicativo ao longo do dia.

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Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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Greve de ônibus em SP chega ao fim após reunião com motoristas; frota começa a voltar às ruas

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A greve de motoristas e cobradores de ônibus em São Paulo começou a ser encerrada na noite desta terça-feira (9), segundo afirmou o prefeito Ricardo Nunes (MDB). A paralisação, iniciada às 16h, afetou linhas em diversas regiões da capital e provocou transtornos a milhares de passageiros no horário de pico.

Após uma reunião no início da noite com representantes do sindicato da categoria e das empresas concessionárias, Nunes classificou o encontro como “muito bom” e afirmou que o serviço está sendo restabelecido, com retorno gradual de toda a frota às ruas.

De acordo com o prefeito, as empresas se comprometeram a quitar os pagamentos atrasados no próximo dia 12 de dezembro, incluindo o 13º salário e outros benefícios. Ele foi enfático ao afirmar que nenhuma empresa permanecerá com contrato com a Prefeitura caso descumpra o acordo.
“Não permanecerá com contrato com a Prefeitura de São Paulo a empresa que não honrar o pagamento do 13º na data”, declarou.

Representantes do SindMotoristas informaram que a paralisação foi motivada pelo não pagamento do 13º salário e de benefícios como o vale-refeição durante as férias, conquista da última campanha salarial. Durante a coletiva, um dirigente sindical chegou a deixar a sala para avisar os trabalhadores sobre o acordo e a retomada imediata do serviço.

O prefeito reforçou que a Prefeitura não tem responsabilidade pelos atrasos e garantiu que não há “um centavo sequer” de repasses atrasados do município às empresas. Um representante dos empresários afirmou que o problema ocorreu por um “mal-entendido”.

Sobre a legalidade da greve, Nunes reiterou que a gestão municipal seguirá acionando a Justiça para responsabilizar os organizadores da paralisação. Segundo ele, não houve assembleia formal da categoria nem aviso prévio de 72 horas, exigidos por lei. A Prefeitura também registrou boletim de ocorrência contra as empresas que aderiram ao movimento sem cumprir as normas legais.

Nas redes sociais, usuários relataram dificuldades para voltar para casa e criticaram o horário da paralisação. “Greve de ônibus na hora de ir embora para casa é sacanagem”, escreveu um internauta.

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Foto: Paulo Pinto/Arquivo/Ag. Brasil

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Greve de ônibus em SP: categoria aprova paralisação na próxima sexta-feira (7)

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O Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindimotoristas) aprovou nesta segunda-feira (3) uma greve na cidade para a próxima sexta-feira (7).

categoria decidiu pela paralisação após rejeitar a proposta salarial apresentada pelas empresas que operam o serviço na cidade. A assembleia ocorreu na tarde desta segunda em frente à sede da Prefeitura.

De acordo com o sindicato, a greve terá duração de 24 horas e vai impactar todo o sistema de transporte público de ônibus da cidade. Cerca de 60 mil trabalhadores, entre motoristas, cobradores e mecânicos devem aderir à paralisação..

O Sindicato pede um reajuste inflacionário de 3,69%, conforme o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e mais 5% de aumento real, além de reposição das perdas salariais decorrentes da pandemia, de 2,46%.

A categoria diz que está aberta, até a próxima quinta-feira (6), a receber uma nova proposta salarial das empresas. De acordo com a entidade, as negociações tiveram início há 45 dias e não avançaram.

A prefeitura da capital paulista disse que defende o direito à livre manifestação democrática “desde que a legislação seja rigorosamente cumprida, com aviso prévio de 72 horas antes da paralisação e manutenção de uma frota mínima em horários de pico”.

Leia também: Prefeitura de Cajamar abre inscrições para Concurso Público; Salários entre R$ 2.147 a R$ 7.406


Fonte: TV Cultura – Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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