Furlan será suplente de Márcio França na disputa ao Senado por SP em 2026

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O ex-prefeito de Barueri, Rubens Furlan, foi confirmado como primeiro suplente na chapa de Márcio França ao Senado por São Paulo nas eleições de 2026. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (6) e reforça a composição política do PSB no estado.

A definição consolida uma aliança entre dois nomes experientes da política paulista. França, ex-ministro e ex-governador, lançou sua pré-candidatura após deixar o governo federal dentro do prazo de desincompatibilização.

O anúncio foi feito por meio de um vídeo conjunto nas redes sociais. Na publicação, França destacou a parceria como estratégica para o estado, enquanto Furlan reforçou o compromisso com o protagonismo de São Paulo no cenário nacional.

Furlan é uma das lideranças mais longevas da região metropolitana, com seis mandatos como prefeito de Barueri. Sua última gestão foi encerrada em 2024, quando transmitiu o cargo a Beto Piteri, aliado político no município.

A entrada de Furlan na chapa amplia o peso eleitoral da candidatura, especialmente na Grande São Paulo, onde mantém forte influência política.

Além de França, o PSB também articula outros nomes para o Senado em São Paulo. A ex-ministra Simone Tebet aparece como pré-candidata, enquanto o vice-presidente Geraldo Alckmin foi mantido na chapa presidencial e não deve disputar vaga no Legislativo.

Outro nome no cenário é o da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que também é cotada para a disputa ao Senado por São Paulo, ampliando a concorrência dentro do campo governista.

Com a definição da suplência, a pré-campanha de França ganha estrutura e começa a se posicionar de forma mais clara no tabuleiro eleitoral paulista para 2026.

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Foto: Arquivo/Reprodução

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Beto Piteri e Furlan se reúnem com Alckmin e França em Brasília e movimentam cenário político

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O prefeito de Barueri, Beto Piteri, e o ex-prefeito Rubens Furlan participaram, nesta quarta-feira (18), de uma reunião em Brasília com o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França. O encontro ocorreu no gabinete da Vice-Presidência da República.

De acordo com interlocutores, a agenda reforça o alinhamento entre lideranças políticas de Barueri e nomes de projeção nacional. Durante a reunião, foram discutidos o cenário político no estado de São Paulo e do país.

Filiado ao partido, Rubens Furlan confirmou ao portal Hora de São Paulo a possibilidade de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em 2026. A candidatura dependeria de uma eventual decisão da deputada estadual Bruna Furlan de não concorrer à reeleição.

Nos bastidores, o PSB tem ampliado sua atuação na região metropolitana com foco no próximo pleito. O nome de Furlan é apontado como uma das principais apostas da sigla para fortalecer a representação no estado.

Essa articulação também inclui agendas recentes, como o evento Giro 40, realizado no último sábado (14), em Osasco. O encontro reuniu lideranças políticas, entre elas a deputada federal Tabata Amaral, o deputado estadual Caio França e o ministro Márcio França, com o objetivo de debater desafios do estado, fortalecer lideranças locais e ampliar filiações ao partido.

Já o prefeito Beto Piteri aproveitou a ida à capital federal para apresentar projetos de Barueri ao governo federal. Segundo interlocutores, foram destacados avanços do município em áreas como saúde, educação, segurança pública e mobilidade urbana.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Simone Tebet anuncia intenção de disputar o Senado por São Paulo em 2026

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A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), anunciou nesta quinta-feira (12) que pretende disputar uma vaga no Senado por São Paulo nas eleições de 2026. A confirmação foi feita durante entrevista a jornalistas em Campo Grande (MS).

Segundo Tebet, a decisão ainda não inclui a definição do partido pelo qual concorrerá ao cargo. A ministra afirmou que a candidatura em São Paulo foi sugerida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e conta com o apoio do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Durante a declaração, Tebet destacou sua ligação com o Mato Grosso do Sul, estado onde construiu sua trajetória política. Ela foi senadora pela unidade federativa e também prefeita de Campo Grande.

“Tenho eterna gratidão ao Mato Grosso do Sul”, afirmou a ministra ao comentar sua carreira política no estado natal.

De acordo com Tebet, a escolha de São Paulo para a disputa também foi influenciada pelo desempenho eleitoral obtido no estado durante a eleição presidencial de 2022. Segundo ela, cerca de um terço dos votos recebidos naquela eleição veio do eleitorado paulista.

Um levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado na última segunda-feira (9), aponta que Tebet aparece tecnicamente empatada em um cenário para o Senado em São Paulo com o deputado federal Guilherme Derrite (PP) e com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede).

Nas eleições de 2026, dois terços das cadeiras do Senado estarão em disputa. Cada estado elegerá dois representantes para a Casa.

Antes de confirmar a intenção de disputar o Senado, Tebet também chegou a ser citada como possível candidata ao governo de São Paulo. Em janeiro, a ministra afirmou que colocaria seu “destino político na mão do presidente” Lula.

No cenário desenhado pelo governo federal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), deve disputar o governo paulista. A candidatura ocorreria como oposição ao atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que deve tentar a reeleição.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Tarcísio lidera disputa pelo governo de SP em todos os cenários, aponta pesquisa

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece na liderança em todos os cenários testados para a disputa ao governo paulista, segundo pesquisa do Instituto Real Time Big divulgada nesta segunda-feira (6).

No primeiro cenário, Tarcísio tem 52% das intenções de voto, seguido por Márcio França (PSB), com 16%. Em terceiro lugar está Erika Hilton (PSOL), com 10%, e Paulo Serra (PSDB), com 8%. Já Felipe D’Ávila (Novo) soma 3%.

Quando o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) é incluído, Tarcísio mantém a dianteira com 47%, contra 26% do vice-presidente. Erika Hilton (10%), Paulo Serra (7%) e D’Ávila (2%) completam o quadro.

Nos cenários sem Tarcísio, a disputa fica mais acirrada. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) e Alckmin despontam como principais alternativas. Em um dos recortes, Nunes lidera com 34%, seguido por Márcio França (20%) e Erika Hilton (10%). Em outro, França chega a 27%, com Rodrigo Garcia (14%) logo atrás. Já em um terceiro cenário, Alckmin e Nunes aparecem empatados tecnicamente, com 31% e 30%, respectivamente.

No índice de rejeição, quem lidera é Erika Hilton (38%), seguida de Tarcísio (28%) e Alckmin (26%).

O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

📊 Resumo dos principais cenários:

  • Tarcísio x França: 52% x 16%
  • Tarcísio x Alckmin: 47% x 26%
  • Sem Tarcísio: Nunes (34%) e Alckmin (31%) lideram em cenários distintos.

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Foto: João Valério/GESP

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Túnel entre Santos e Guarujá deve ter obras iniciadas ainda em 2025, diz ministro

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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou que as obras do túnel que ligará Santos e Guarujá devem começar no fim deste ano. O projeto, arrematado pelo grupo português Mota-Engil em leilão realizado nesta sexta-feira (5) na B3, deve gerar cerca de 5 mil empregos diretos e reduzir o tempo de travessia entre as cidades de até 1h15 para apenas 3 a 5 minutos.

Durante o evento, autoridades destacaram a parceria entre os governos federal e paulista na viabilização do empreendimento por meio de aporte público dividido. O vice-presidente Geraldo Alckmin, no entanto, criticou a proposta do governo paulista de privatizar o Porto de Santos, ressaltando que a obra só foi possível graças à atuação da Autoridade Portuária. Já o governador Tarcísio de Freitas evitou polemizar e afirmou que a prioridade deve ser o interesse do cidadão.

O ministro Márcio França explicou que os recursos virão da própria Autoridade Portuária, sem impacto direto no orçamento da União. Segundo Tarcísio, o túnel é um projeto aguardado há mais de um século.

Do lado de fora da B3, moradores de uma comunidade de Santos protestaram contra possíveis desapropriações. O governador assegurou que as famílias afetadas terão opções de moradia igual ou superior às atuais, dentro da mesma cidade.

Além do túnel, o governo federal planeja lançar em 2026 um leilão para obras no Porto de São Sebastião, ampliando os investimentos em infraestrutura no litoral paulista.

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Foto: Eduardo Oliveira/MPOR

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Alckmin critica tarifas de Trump e acusa família Bolsonaro de atuar contra o Brasil

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O vice-presidente Geraldo Alckmin classificou nesta quinta-feira (10) como um “grande equívoco” a decisão do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras ao país. Segundo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, os EUA mantêm amplo superávit comercial com o Brasil e contam com tarifas zeradas em grande parte dos produtos que vendem ao mercado brasileiro.

“Dos 10 produtos que eles mais exportam para o Brasil, oito têm tarifa zero. Eles têm superávit de US$ 7 bilhões em bens e de US$ 18 bilhões em serviços. É um erro de avaliação que acredito que será corrigido”, disse Alckmin após evento no Palácio do Planalto.

O vice-presidente também fez duras críticas à família Bolsonaro, acusando o grupo de articular junto ao governo norte-americano a aplicação das tarifas. Segundo ele, mesmo fora do poder, o “clã Bolsonaro” continua atuando contra os interesses nacionais. “Antes era atentado à democracia, agora é um atentado à economia, prejudicando as empresas e os empregos”, afirmou.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista à Record TV, informou que o Brasil irá recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) e criará um comitê de emergência com empresários exportadores para discutir medidas de resposta. A aplicação da Lei de Reciprocidade Comercial também está sendo avaliada.

Alckmin reafirmou o compromisso com o diálogo bilateral, que vinha sendo conduzido diretamente com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick. “O Brasil sempre esteve aberto ao diálogo”, concluiu.

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Foto: Cadu Pinotti/Ag. Brasil

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Alckmin se encontra com o Papa e entrega convite para visitar o Brasil durante a COP30

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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, entregou ao Papa Leão XIV, uma carta na qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o convida para uma visita ao Brasil, em especial para a COP30, a ser realizada em Belém (PA), no mês de novembro.

De acordo com a assessoria da Vice-Presidência, a entrega da carta foi neste domingo (18), após Alckmin ter assistido à missa que celebrou o pontificado do novo Papa.

A COP30 é a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP). É um encontro anual onde líderes mundiais, cientistas, organizações não governamentais e representantes da sociedade civil discutem ações para combater as mudanças climáticas.

Neste ano, a COP30 será sediada no Brasil será na capital paraense.

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Fonte: Ag. Brasil – Foto: Vatican News

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PSB quer usar Alckmin como ponte para atrair tucanos insatisfeitos e fortalecer projeto de Márcio França em SP

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O PSB de São Paulo articula uma estratégia para ampliar sua base de apoio no Estado ao mirar tucanos descontentes com a fusão entre PSDB e Podemos. O plano é utilizar o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), como uma espécie de fiador político para atrair antigos aliados do ninho tucano, com foco na pré-candidatura de Márcio França (PSB) ao governo paulista.

A movimentação também está conectada a um projeto de mais longo prazo: o fortalecimento nacional do PSB visando a candidatura do prefeito do Recife, João Campos, à Presidência da República em 2030.

Segundo apuração do jornalista Pedro Augusto Figueiredo, do Estadão, o próprio Alckmin tem procurado manter conversas reservadas com antigos companheiros do PSDB sobre o atual cenário político paulista. O ex-governador de São Paulo, que comandou o Estado por quatro mandatos, migrou para o PSB em 2022 para compor a chapa presidencial com Luiz Inácio Lula da Silva (PT). À época, levou consigo poucos integrantes de seu grupo político original.

Nos bastidores, tucanos relatam que Alckmin tem mantido contato e se mostrado aberto a diálogos sobre possíveis realinhamentos. A assessoria do vice-presidente confirmou, por meio de nota, que ele “mantém diálogo democrático, sem distinção partidária, com todos os representantes do povo brasileiro”.

Para Caio França, recém-eleito presidente estadual do PSB e filho de Márcio França, a união entre PSDB e Podemos enfraquece os tucanos em São Paulo. “Essa fusão só vai beneficiar o Podemos, e o PSDB vai praticamente ficar de coadjuvante aqui no processo de São Paulo. Eu diria que tem total interesse da nossa parte em poder conversar, apresentar nossas ideias e, quem sabe, atraí-los tendo o vice-presidente Geraldo, que é uma figura forte, como fiador”, afirmou o dirigente.

A estratégia do PSB visa consolidar uma frente mais robusta para disputar o Palácio dos Bandeirantes em 2026, ao mesmo tempo em que prepara terreno para voos mais altos no cenário nacional.

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Foto: Rayssa Lorena/Redes Sociais/Geraldo Alckmin

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Welington Formiga, prefeito eleito de Cotia se reúne com o vice-presidente Geraldo Alckmin

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O prefeito eleito de Cotia, Welington Formiga (PDT), segue trabalhando intensamente antes de assumir o comando da cidade da Grande São Paulo, no próximo mês de janeiro. Em um esforço para fortalecer as relações institucionais e buscar apoio para a cidade, Formiga se reuniu ontem, (9) com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), em Brasília. O encontro também contou com a presença de seu vice, Paulinho Lenha, destacando a importância da parceria para os desafios que a administração enfrentará.

Formiga apresentou um panorama sobre a situação financeira de Cotia, enfatizando a dívida acumulada da cidade, que ultrapassa os R$ 600 milhões, segundo suas declarações. Apesar do cenário preocupante, o prefeito eleito destacou que a arrecadação prevista para 2024 é de cerca de R$ 1,6 bilhão, o que representa um ponto de esperança para a gestão futura. “A dívida que temos não reflete na arrecadação projetada, mas precisamos de apoio para que Cotia possa crescer de forma sustentável e atender melhor a nossa população”, afirmou Formiga.

Welington Formiga, Geraldo Alckmin e Paulinho Lenha. – Foto: Reprodução

O vice-presidente Geraldo Alckmin, conhecido por sua experiência como governador de São Paulo, demonstrou receptividade às demandas apresentadas e reforçou a importância da cooperação entre os governos Federal e municipal.

O prefeito eleito também aproveitou a oportunidade para reforçar seu alinhamento político com o governo Federal e agradecer o apoio recebido pelo presidente Lula e pelo PDT durante sua campanha eleitoral. A aproximação com lideranças de peso, como Alckmin, é vista como uma estratégia para garantir que Cotia seja contemplada em projetos e investimentos do governo federal, especialmente em áreas prioritárias como saúde, educação e infraestrutura.

Além desse encontro, Formiga esteve reunido no final de novembro com o ministro Carlos Lupi, outra liderança influente do governo Lula. A presença constante do prefeito eleito nos círculos políticos de Brasília demonstra sua disposição em construir pontes para fortalecer a gestão municipal.

Com um início de mandato desafiador pela frente, Welington Formiga aposta no diálogo e na articulação política para colocar Cotia no caminho do desenvolvimento. “Nosso compromisso é com a população de Cotia, e faremos o que for necessário para garantir que os recursos e as políticas públicas cheguem até aqui”, concluiu.

Leia também: Deputada Bruna Furlan destaca eficiência das Organizações Sociais de Saúde em audiência pública na Alesp


Fotos: Divulgação

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Alckmin: “Não tem razão Brasil ter a 2ª maior taxa de juro mundial”

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O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (5) que não faz sentido o Brasil ainda ter uma das maiores taxas de juro real do mundo, mesmo dispondo de fundamentos sólidos na economia.

“Não tem justificativa. Temos a segunda maior taxa de juro real do mundo e só perde para a Rússia, que está em guerra”, disse, na abertura do Congresso Aço Brasil.

Entre os fundamentos sólidos, Alckmin citou reservas cambiais de US$ 370 bilhões, segurança jurídica, enorme mercado consumidor e recorde de exportações.

Alckmin destacou a importância do ajuste fiscal e disse que o governo vai cumprir o arcabouço fiscal. A expectativa é que, ainda neste semestre, ocorra uma redução das taxas de juros norte-americana e a brasileira, o que irá favorecer o crescimento da economia nacional.

“O mercado internacional enfrenta um grande estresse que deve ser passageiro. O Brasil tem a 6ª maior população do mundo, um mercado interno forte, amanhã sai o balanço das exportações de janeiro a julho com recorde. Temos reservas cambiais, e vejo com otimismo que a política fiscal será cumprida. Por isso, não tem razão o Brasil ter a segunda maior taxa de juro real do mundo. Isso atrapalha muito”, afirmou.

No mês passado, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu, por unanimidade, manter a taxa Selic, os juros básicos da economia, em 10,5% ao ano. 

Indústria do aço

Em discurso, ele destacou que a indústria de aço é “a indústria das indústrias”, que sempre esteve na vanguarda da inovação. Com a política instituída pelo governo Lula, a Nova Indústria Brasil significa um avanço para o desenvolvimento econômico e social.

“Não há desenvolvimento econômico e social sem as indústrias”, afirmou o presidente em exercício, enfatizando que nos próximos dias estará disponível no mercado as Letras de Crédito do Desenvolvimento (LCD), que vão baratear o custo do crédito para as indústrias.

Essas letras são como as já existentes, do setor imobiliário e do setor agrícola (LCI e LCA, respectivamente), onde as pessoas físicas estão isentas de pagar imposto de renda quando aplicam nesse título.

Alckmin destacou que, até 2028, o Brasil receberá investimentos de R$ 100 bilhões no âmbito do Programa Mover, de descarbonização da indústria, e destacou que o país emite 55% de gás carbônico, um percentual bem abaixo do que em outros países, graças ao potencial energético. 

De acordo com Instituto Aço Brasil, a produção brasileira de aço bruto atingiu 16,4 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2024, um crescimento de 2,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. De janeiro a dezembro de 2023, a produção foi de 31,9 milhões de toneladas, quando houve uma queda de 6,5% em relação a 2022. 

Leia também: São Paulo quer sediar corrida de abertura da Nascar em 2026


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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