Hytalo Santos deixa Carapicuíba chorando ao ser levado com o marido para CDP de Pinheiros

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Na tarde desta segunda-feira (18), os influenciadores Hytalo Santos e seu marido, Israel Nata Vicente, conhecido como Euro, foram transferidos da cadeia pública de Carapicuíba, na Grande São Paulo, para o Centro de Detenção Provisória (CDP) I de Pinheiros, na Zona Oeste da capital. O casal deixou o local chorando.

A dupla havia sido detida na última sexta-feira (15) em Carapicuíba, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça da Paraíba. Inicialmente, eles foram encaminhados para a carceragem do 1º Distrito Policial do município.

De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), Hytalo e Israel chegaram ao CDP de Pinheiros por volta das 15h50 desta segunda-feira.

O casal é investigado pelo Ministério Público da Paraíba (MP-PB) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) por suspeita de exploração e exposição de menores de idade, além de tráfico humano em conteúdos produzidos para as redes sociais.

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Foto: Reprodução/Rede Globo

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Influenciador Hytalo Santos, investigado por exploração de menores, é preso em Carapicuíba

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O influenciador paraibano Hytalo Santos e o marido, Israel Nata Vicente, foram presos preventivamente nesta sexta-feira (15) em uma casa em Carapicuíba. A ação contou com participação do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Ministério Público do Trabalho (MPT), Polícias Civil da Paraíba e de São Paulo e Polícia Rodoviária Federal.

Eles são investigados por suposta exploração e exposição de crianças e adolescentes em conteúdos para redes sociais, após denúncias feitas pelo youtuber Felca, que apontou casos de “adultização” de menores. Desde então, a Justiça da Paraíba já havia determinado medidas cautelares e realizado mandados de busca e apreensão.

As ordens de prisão foram expedidas pelo juiz Antônio Rudimacy Firmino de Sousa, da 2ª Vara de Bayeux (PB), que citou “fortes indícios” de tráfico de pessoas, exploração sexual, trabalho infantil artístico irregular e produção de vídeos com constrangimento de menores.

Na decisão, o magistrado afirmou que o casal teria destruído provas, removido materiais que seriam apreendidos, intimidado testemunhas e ocultado bens, dificultando as investigações. A prisão, segundo ele, busca impedir novas ações que prejudiquem a coleta de provas e o andamento do processo.

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Foto: Reprodução

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“Infância não se negocia”, afirma vereador Levi Gobert ao comentar vídeo viral do influenciador Felca

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O vereador Levi Gobert (Podemos) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Barueri, nesta terça-feira (12), para manifestar apoio ao vídeo do influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, que denuncia a “adultização” de crianças nas redes sociais. A publicação, divulgada no último dia 6, já ultrapassa 31 milhões de visualizações no YouTube e 175 milhões no Instagram.

Durante o pronunciamento, Levi destacou que a infância é um direito inegociável. “Gostaria de deixar o meu repúdio a essas pessoas que, com vídeos de grande alcance, ganhando seguidores e até dinheiro, exploram a infância das nossas crianças”, disse. Segundo o parlamentar, o vídeo chegou até ele por meio de seu filho e chamou atenção para um problema que muitas vezes passa despercebido.

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“A gente acaba vendo essas pessoas abastecendo com vídeos sexualizados uma rede de pedófilos que existe em nosso país. A infância não é moeda de troca, não pode ser trocada por likes, por visualizações. É um tempo sagrado que precisa ser protegido”, completou Gobert.

Entenda o caso

No vídeo que gerou repercussão, Felca aborda inicialmente a exposição precoce de crianças e adolescentes em conteúdos de internet, como “coachs mirins” e jovens que falam sobre investimentos e negócios. Em um dos trechos, um garoto afirma que a escola “atrapalhava o desenvolvimento” dele.

Alternando ironia e seriedade, o youtuber critica a postura de pais e responsáveis que permitem ou incentivam a exposição excessiva. Na parte mais grave do conteúdo, ele relaciona a adultização infantil ao risco de pedofilia, apontando que algoritmos de redes sociais podem potencializar a vulnerabilidade de menores, facilitando a ação de criminosos.

A fala de Levi Gobert reforça o debate sobre a necessidade de regulamentação e fiscalização da exposição de crianças na internet, um tema que tem ganhado cada vez mais espaço na pauta pública.


Foto: Marco Miatelo/CMB

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