Janela partidária termina hoje e redefine forças para eleições

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A janela partidária se encerra nesta sexta-feira (3), após 30 dias de intensa movimentação política que permitiu a deputados trocarem de partido sem perder o mandato. O período, decisivo no calendário eleitoral, já redesenha alianças e impacta diretamente a composição das bancadas para as eleições deste ano.

A regra vale apenas para cargos proporcionais, como deputados federais, estaduais e distritais — justamente onde o peso dos partidos é determinante. Nesse modelo, o desempenho das legendas influencia diretamente quem conquista as vagas, o que torna as mudanças estratégicas ainda mais relevantes.

Na prática, o sistema proporcional considera o total de votos recebidos por partidos e federações para distribuir as cadeiras. Isso significa que nem sempre os candidatos mais votados são eleitos, já que o resultado depende do chamado quociente eleitoral.

A possibilidade de troca sem punição surgiu após decisões da Justiça Eleitoral que consolidaram o entendimento de que o mandato pertence ao partido, e não ao candidato. A regra foi incorporada ao sistema político com a Reforma Eleitoral de 2015.

Fora da janela, a troca de legenda pode custar o cargo. A legislação só permite exceções em situações específicas, como desvio do programa partidário ou casos de discriminação pessoal comprovada dentro da sigla.

O encerramento do prazo marca, na prática, o fim de uma fase estratégica para parlamentares ajustarem posicionamentos políticos antes da disputa. A partir de agora, as chapas começam a se consolidar com menos margem para mudanças.

Para cargos majoritários, como presidente, governadores e senadores, a lógica é diferente. Nesses casos, vence quem obtém mais votos, sem influência direta do desempenho partidário — e, por isso, não existe janela partidária.

Com o fim desse período, o cenário eleitoral ganha contornos mais definidos, indicando como partidos e candidatos devem se posicionar na corrida pelas urnas nos próximos meses.

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Foto: Antônio Cruz/Ag. Basil

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Pesquisa mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenário de 2º turno

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Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Instituto AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, indica um cenário de forte equilíbrio em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República.

De acordo com o levantamento, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 47,6% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 46,6%. Como a diferença está dentro da margem de erro, o resultado configura empate técnico.

O estudo também testou outras combinações de segundo turno entre Lula e nomes associados ao campo da direita, ampliando o mapeamento eleitoral. No entanto, os números detalhados desses cenários não foram divulgados junto ao recorte apresentado.

A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 23 de março, com 5.028 participantes em todo o país. A coleta ocorreu por meio de recrutamento digital aleatório, metodologia própria do instituto.

Segundo a AtlasIntel, a margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi custeado com recursos do próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04227/2026.

O resultado evidencia um ambiente eleitoral competitivo e aponta para uma possível disputa apertada em um eventual segundo turno.

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Imagem: Montagem | Fotos: Reprodução

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Quaest: Flávio Bolsonaro cresce e empata com Lula em simulação de 2º turno para 2026

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Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) indica um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno nas eleições presidenciais de 2026. O levantamento mostra ambos com 41% das intenções de voto.

No cenário, votos em branco, nulos ou eleitores que afirmam não votar somam 16%, enquanto os indecisos representam 2%.

Na rodada anterior da pesquisa, realizada em fevereiro, Lula aparecia à frente. Na ocasião, o presidente tinha 43% das intenções de voto, contra 38% de Flávio Bolsonaro.

O levantamento também testou outros seis cenários de segundo turno envolvendo diferentes nomes da oposição ao atual governo.

Na simulação entre Lula e o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), o presidente aparece com 42% das intenções de voto, enquanto o adversário registra 33%. Brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar somam 22%, e os indecisos representam 3%.

Em um terceiro cenário, Lula vence o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). O presidente marca 44%, contra 34% do mineiro. Os votos em branco, nulos ou de eleitores que não pretendem votar somam 19%, e os indecisos são 3%.

Contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), Lula também aparece à frente. O petista tem 44% das intenções de voto, enquanto Caiado registra 32%. Brancos, nulos ou eleitores que afirmam não votar somam 21%, e os indecisos representam 3%.

Na disputa simulada com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), Lula aparece com 42%, enquanto o adversário marca 26%. Brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar chegam a 29%, e os indecisos são 3%.

O levantamento também testou um cenário contra o ex-ministro Aldo Rebelo (DC). Nesse caso, Lula tem 44% das intenções de voto, contra 23% de Rebelo. Brancos, nulos ou eleitores que afirmam não votar somam 30%, e os indecisos representam 3%.

Na última simulação, o presidente aparece à frente do coordenador do MBL, Renan Santos (Missão). Lula registra 43% das intenções de voto, enquanto Santos tem 24%. Brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar também somam 30%, e os indecisos representam 3%.

Metodologia

A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 6 e 9 de março, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi realizado com recursos do próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05809/2026.

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Foto: Waldemar Barreto/Ag. Senado | *Matéria com informações CNN Brasil

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