Unesp lança portal com mais de 300 cursos abertos ao publico

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A Universidade Estadual Paulista lançou um novo portal que reúne 359 cursos livres, de extensão e pós graduação, ampliando o acesso da população às oportunidades de formação. A plataforma já está disponível online e centraliza informações de cursos oferecidos em diversas cidades do estado.

A iniciativa surge em um cenário de transformação no ensino, impulsionado pela tecnologia e pela busca por formatos mais flexíveis de aprendizado, além dos modelos tradicionais de ingresso na graduação.

O portal permite que o usuário consulte detalhes como público alvo, formato, requisitos e conteúdos dos cursos. A proposta é facilitar a navegação e tornar mais acessível a oferta educacional da universidade.

Entre as opções disponíveis estão cursos presenciais e a distância, com temas variados, como educação, tecnologia e cultura. A plataforma também integra cursos organizados por diferentes unidades da instituição.

Desenvolvido em menos de um ano por equipes internas, o sistema foi criado para dar mais visibilidade às ações acadêmicas e fortalecer a conexão entre a universidade e a sociedade.

A ferramenta ainda deve evoluir com a inclusão de novos cursos e informações, ampliando o alcance das atividades oferecidas pela instituição.

Com presença em 24 cidades paulistas, a universidade busca, com a nova plataforma, facilitar o acesso ao conhecimento e estimular a qualificação profissional e cidadã.

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Foto: Reprodução/Ag. Brasil

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Punir mais ou compreender melhor o caminho dos jovens – por Dra. Vera Resende

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Sempre que há aumento nos índices de criminalidade com a participação de menores de idade, o tema da redução da maioridade penal volta ao debate público. Trata-se de uma questão complexa, longe de alcançar consenso tanto no campo das ciências jurídicas quanto no das ciências sociais. É necessário refletir se as medidas punitivas aplicadas à população adulta têm sido eficazes na redução da criminalidade. Caso fossem, viveríamos em uma sociedade mais segura, com menor incidência de crimes. No entanto, o país apresenta um dos maiores índices de população carcerária do mundo.

É comum recorrer à comparação com modelos estrangeiros, especialmente em momentos de comoção diante de crimes cometidos por adolescentes. No entanto, cada sociedade possui sua própria cultura e organiza suas leis em articulação com políticas públicas de educação, saúde e inclusão social. Esses fatores influenciam diretamente o desenvolvimento de crianças e adolescentes e ampliam as perspectivas de inserção no mercado de trabalho e na vida social. No Brasil, ainda há desafios significativos nesse campo e um longo caminho a ser percorrido. Sociedades que oferecem mais condições de desenvolvimento também estabelecem maiores níveis de exigência. Ainda assim, mesmo países com melhores indicadores sociais enfrentam problemas relacionados à criminalidade juvenil.

Outro ponto recorrente no debate é a tendência de associar a delinquência juvenil à população pobre e periférica. Essa visão simplifica um fenômeno complexo e não se sustenta diante dos fatos. Casos recentes e declarações de autoridades mostram que jovens de diferentes classes sociais também estão envolvidos em atos violentos.

Historicamente, crimes graves foram cometidos por jovens de famílias economicamente favorecidas. Casos emblemáticos, como os de Araceli e Ana Lídia, evidenciam essa realidade. Situações de violência contra pessoas em situação de rua, idosos e animais também ocorreram sem que houvesse a mesma pressão social por medidas extremas como a redução da maioridade penal ou a adoção de penas mais severas.

A violência, em qualquer contexto, produz efeitos que vão além do ato em si. Ela retira a humanidade tanto da vítima quanto do agressor. Em experiências clínicas com grupos de adolescentes em liberdade assistida, foi possível observar trajetórias marcadas pela ausência de orientação familiar, afeto e educação. O trabalho terapêutico em grupo buscava oferecer a esses jovens a possibilidade de se reconhecerem como parte da sociedade e de assumirem responsabilidade por suas próprias trajetórias. Ao entrarem em contato com o outro, puderam resgatar aspectos de sua própria humanidade. Muitos relataram que nunca haviam sido tratados com respeito ou considerados como sujeitos. Uma das falas mais marcantes foi a de um jovem que afirmou que, se tivesse sido reconhecido como alguém digno, talvez não tivesse seguido o caminho do crime. Essas reflexões indicam que o enfrentamento da violência exige mais do que respostas punitivas. É necessário investir na redução das desigualdades, na ampliação do acesso à educação de qualidade e na criação de oportunidades reais de desenvolvimento para crianças e adolescentes. Trata-se de um desafio coletivo que envolve responsabilidade social e compromisso com o futuro.


Dra. Vera Resende – Psicóloga clínica (CRP 06-2353), mestre e doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Com sólida trajetória acadêmica, foi professora e supervisora de estágio clínico na Unesp, ministrou aulas na pós-graduação, orientou teses, integrou grupos de pesquisa e coordenou cursos de especialização e extensão. Atuou no Instituto Sedes Sapientiae, participando de seminários e publicações na área de psicanálise da criança. Atualmente, mantém consultório próprio, oferecendo atendimentos, supervisão clínica e aperfeiçoamento para psicólogos iniciantes.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S. Paulo.

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Elvis Cezar destaca avanço histórico na segurança e investimentos na educação em Santana de Parnaíba

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Santana de Parnaíba segue avançando no combate à criminalidade e no fortalecimento da segurança pública. Durante a inauguração da nova base da GCM, o prefeito Elvis César destacou resultados expressivos e os investimentos que vêm transformando a cidade em uma das mais seguras da Região Metropolitana de São Paulo.

Segundo o prefeito, o município registrou uma queda de quase 80% nos casos de roubos — crimes que envolvem violência ou grave ameaça — atingindo a menor marca da série histórica. O dado ganha ainda mais relevância diante do crescimento acelerado da população local nos últimos anos.

Elvis César também ressaltou o reforço no efetivo da Guarda Civil Municipal, que hoje conta com mais de 500 agentes, além da ampliação do uso de tecnologia e da duplicação da frota de viaturas de trânsito. A medida, segundo ele, contribui diretamente para reduzir acidentes e melhorar os indicadores de segurança.

Outro ponto destacado foi a importância das políticas públicas integradas, especialmente na área da educação. O prefeito citou iniciativas como a formação de jovens na área de tecnologia e o incentivo ao ensino superior, com a prefeitura custeando a universidade para estudantes da rede pública.

“Segurança também passa pela educação e pelas oportunidades”, afirmou.

A estratégia, segundo ele, busca não apenas reduzir os índices criminais, mas também fortalecer a sensação de segurança e a qualidade de vida da população.

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Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Educação em alta: URE Osasco supera metas do SARESP e consolida modelo de gestão pedagógica

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Com planejamento estratégico, acompanhamento pedagógico constante e uso qualificado de dados educacionais, a Unidade Regional de Ensino de Osasco registra avanços expressivos no desempenho das escolas estaduais.

A educação pública da região de Osasco vem registrando resultados expressivos. A Unidade Regional de Ensino de Osasco (URE Osasco) tem se destacado no cenário educacional paulista ao superar metas estabelecidas e fortalecer o acompanhamento pedagógico nas escolas da rede estadual.

Responsável pela supervisão de 52 unidades escolares, a regional, liderada pelo Dirigente Regional de Ensino Ariovaldo Guinther, vem consolidando uma atuação baseada em planejamento, articulação institucional e análise estratégica de dados educacionais — fatores que têm contribuído diretamente para avanços no aprendizado dos estudantes.

Entre as principais frentes de atuação da URE Osasco está o acompanhamento sistemático das escolas, realizado por meio de visitas técnicas, análise de relatórios e termos de visita elaborados por Supervisores de Ensino e Professores Especialistas em Currículo (PEC), além de reuniões periódicas com as equipes gestoras das unidades. Esse modelo de gestão aproxima a administração regional das escolas, favorecendo o diálogo profissional, a escuta qualificada e a adaptação das políticas educacionais à realidade de cada comunidade escolar.

Nos últimos anos, a regional também avançou na qualificação do acompanhamento pedagógico. Os apoios presenciais em sala de aula, assim como os relatórios e termos de visita, passaram a ser utilizados não apenas como instrumentos administrativos, mas também como ferramentas de análise pedagógica. O foco está na observação da intencionalidade didática, no alinhamento entre planejamento e execução das aulas e no acompanhamento efetivo das aprendizagens.

Outro ponto de destaque é a organização interna da regional. A adoção de agendas previamente pactuadas entre a Equipe de Supervisão de Ensino (ESE) e a Equipe de Especialistas em Currículo (EEC), com definição clara de responsabilidades, contribuiu para superar práticas fragmentadas e fortalecer uma atuação integrada e colaborativa. A medida tem garantido maior coerência nas orientações às escolas e maior consistência no acompanhamento das práticas pedagógicas.

No campo das iniciativas estruturantes, a regional também implantou, ao longo de 2025, o FELP – Fortalecimento Estratégico da Liderança Pedagógica, programa voltado ao apoio e à formação de novos Coordenadores de Gestão Pedagógica. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o acompanhamento do trabalho docente, ampliar a clareza das atribuições desses profissionais e incentivar processos formativos alinhados às necessidades de cada escola.

Os resultados alcançados confirmam a efetividade dessas estratégias. No SARESP 2025, a URE Osasco superou a meta do Índice de Frequência do Aluno (IFA), que era de 81,1%, alcançando 89,3%. Já no índice geral do SARESP, a meta estabelecida era 3,9, enquanto a regional atingiu 4,6, conquistando a Meta Ouro e superando o indicador projetado.

Além dos indicadores quantitativos, também são percebidos avanços qualitativos no cotidiano das escolas. As equipes demonstram maior engajamento, autonomia com responsabilidade e participação mais qualificada nos espaços formativos. As práticas pedagógicas apresentam maior alinhamento entre planejamento, execução e avaliação, refletindo-se em aulas com maior intencionalidade didática, registros pedagógicos mais consistentes e acompanhamento mais efetivo do trabalho docente.

Para o Dirigente Regional de Ensino, Ariovaldo Guinther, os resultados são fruto de um trabalho coletivo entre a regional e as equipes das escolas.
“Superar metas é importante, mas o que realmente faz a diferença é a construção de uma relação de confiança com os diretores e equipes escolares. Quando caminhamos juntos, compartilhando responsabilidades e objetivos, conseguimos fortalecer o trabalho pedagógico e alcançar resultados que refletem diretamente na aprendizagem dos nossos estudantes”, destacou.

Com uma atuação orientada por evidências, cooperação entre equipes e foco na aprendizagem, a URE Osasco, sob a liderança de Ariovaldo Guinther, consolida-se como referência em gestão educacional regional, demonstrando que planejamento estratégico, acompanhamento contínuo e articulação institucional são caminhos concretos para a melhoria da qualidade da educação pública.

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Fonte/Foto: Divulgação

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Mais de 100 escolas municipais de Barueri retomam aulas para 62 mil estudantes

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Os alunos da rede municipal de ensino de Barueri retornaram às aulas na segunda-feira (9) para o início de mais um ano letivo. Ao todo, 62.261 estudantes voltaram às salas de aula, reencontrando professores e colegas em 107 unidades escolares distribuídas pelo município.

Segundo a Secretaria de Educação, os estudantes estão matriculados em diferentes etapas de ensino. São 8.502 crianças nos Maternais, 8.141 nas Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs), 24.107 no Ensino Fundamental I, 20.987 no Ensino Fundamental II e 524 alunos na Educação de Jovens e Adultos (EJA).

A rede municipal conta atualmente com 107 escolas, entre EMEFs, EMEIs, Escolas Maternais, unidades integradas e centros especializados, além de um Centro de Referência pela Primeira Infância (CRPI). Sete das Escolas Municipais de Ensino Fundamental funcionam em período integral. O sistema atende a comunidade escolar com cerca de 6 mil servidores, entre profissionais da gestão, professores e equipes de apoio.

Para o ano letivo de 2026, a Prefeitura disponibilizou aproximadamente 30 mil Chromebooks para uso pedagógico, além da entrega escalonada de cerca de 70 mil kits de material escolar e 70 mil kits de uniformes aos alunos da rede.

A proposta pedagógica inclui o uso de tecnologias educacionais, como os Núcleos WIT, voltados ao Ensino Fundamental, que promovem atividades relacionadas a temas como inteligência artificial, comunicação digital e desenvolvimento de jogos. As escolas também contam com Salas Maker, ambientes destinados à aprendizagem prática, com estímulo à criatividade, experimentação e resolução de problemas.

A rede municipal adota o conceito de Educação 5.0, que busca integrar competências socioemocionais e tecnológicas à formação dos estudantes, preparando-os para os desafios da vida em sociedade e do mercado de trabalho. O município também mantém políticas de Educação Inclusiva, garantindo acompanhamento especializado a alunos com necessidades educacionais específicas, com apoio de educadores além do professor regente.

O início do ano letivo foi precedido por uma semana de planejamento pedagógico, marcada pela realização da 1ª Jornada Pedagógica da Rede Municipal de Barueri. Durante três dias, professores participaram de atividades de formação, reflexão coletiva e troca de experiências, com foco no fortalecimento profissional e no alinhamento às demandas atuais da educação pública.

Entre os serviços oferecidos à comunidade escolar estão o aplicativo Pais e Alunos, que permite o acesso a informações acadêmicas, calendário escolar e dados administrativos, e o Botão de Alerta, sistema de segurança destinado a professores e funcionários para acionamento rápido em situações de emergência.

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Foto: Tatiane Zechetto/PMB

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Justiça suspende regras de escolas cívico-militares em SP por possível ilegalidade e discriminação

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A Justiça de São Paulo suspendeu, em decisão liminar, a aplicação das regras do Programa Escola Cívico-Militar do estado, sob o entendimento de que há indícios de violação ao princípio da legalidade, afronta à gestão democrática do ensino e potencial caráter discriminatório. A medida determina que o governo estadual interrompa, em até 48 horas, o uso do documento e de seus anexos nas unidades cívico-militares.

A decisão foi proferida pela juíza Paula Narimatu de Almeida, da 13ª Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. No despacho, a magistrada determinou a suspensão do “Programa Escola Cívico-Militar do Estado de São Paulo” e dos guias de Conduta e Atitude dos Alunos, Uso do Uniforme e do Projeto Valores Cidadãos.

A liminar atende a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo. Segundo os autores da ação, as normas conferem aos monitores militares atribuições que extrapolam aquelas previstas em lei.

Na decisão, a juíza aponta que determinadas regras são “particularmente graves” e podem gerar discriminação, especialmente contra estudantes de grupos minoritários. Como exemplo, ela cita a proibição de tranças específicas ou de cortes de cabelo que não sejam considerados “discretos”.

De acordo com a magistrada, normas relacionadas à aparência podem afetar de forma desproporcional estudantes LGBTQIAPN+, cujas expressões de identidade de gênero não necessariamente se enquadram em padrões binários. Para a juíza, isso viola o princípio constitucional da não discriminação.

A decisão também destaca a ausência de consulta a especialistas da área educacional, como pedagogos, psicólogos educacionais e técnicos em desenvolvimento infantil. Segundo a magistrada, essa lacuna contraria dispositivos da Constituição Federal e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

Outro ponto central da decisão envolve a gestão democrática do ensino. A juíza ressaltou que a elaboração do regimento escolar é competência privativa dos Conselhos de Escola, prerrogativa considerada indelegável da comunidade escolar. Para ela, há plausibilidade jurídica na alegação de que o regimento foi elaborado de forma unilateral pela Secretaria da Educação, sem a participação dos conselhos.

Apesar da suspensão das regras, a magistrada esclareceu que a decisão não impede a atuação dos monitores militares em outras iniciativas de apoio, como os programas Conviva, Ronda Escolar, Bombeiro na Escola e o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd).

Em nota, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo afirmou que todo o conteúdo pedagógico das escolas da rede estadual, inclusive das unidades cívico-militares, é elaborado e aplicado exclusivamente por professores. Segundo a pasta, os monitores militares não exercem funções pedagógicas e a implantação do programa ocorreu por meio de consultas públicas, com participação das comunidades escolares.

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Foto: Marcelo S. Camargo/GESP

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Barueri inicia Operação Escola Segura 2026 com foco em proteção e cultura de paz nas escolas

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A Guarda Civil Municipal de Barueri (GCMB) iniciou nesta segunda-feira (9), data que marca o começo do ano letivo no município, a Operação Escola Segura 2026. Coordenada pela Secretaria de Segurança Urbana e Defesa Social (SSUDS), a iniciativa é considerada uma das mais amplas ações de segurança escolar do Estado de São Paulo e amplia o conceito tradicional de patrulhamento nas imediações das unidades de ensino.

De acordo com a administração municipal, a operação consolida um modelo integrado de governança em segurança pública, que reúne policiamento de proximidade, prevenção ambiental e suporte comportamental. O objetivo é garantir proteção e acolhimento à comunidade escolar, além de promover um ambiente seguro para estudantes, professores e funcionários.

Com uma rede educacional em constante expansão, que atende dezenas de milhares de alunos desde a educação infantil até a formação técnica de nível médio, Barueri adotou protocolos específicos para o contexto escolar. A estratégia prevê a presença ativa da GCMB nas unidades e no entorno, aliada a ações preventivas e de aproximação com a comunidade.

Nesse modelo, os agentes passam a atuar também como mediadores sociais e promotores de cidadania. A proposta é fortalecer o vínculo entre a corporação e as escolas, contribuindo para a construção de uma cultura de paz e para a prevenção de conflitos no ambiente educacional.

A política de segurança escolar do município tem como diretriz manter a escola como espaço de proteção e desenvolvimento, mesmo diante das tensões sociais contemporâneas. A operação busca assegurar um ambiente livre de medo, violência e preconceito, estimulando a inclusão educacional e o pleno desenvolvimento dos estudantes.

Segundo a gestão municipal, a Operação Escola Segura 2026 integra tecnologia, inteligência policial e práticas de suporte positivo, consolidando-se como uma ação de vanguarda no setor. A Prefeitura de Barueri afirma que a iniciativa reforça o compromisso com o desenvolvimento humano integral e com a segurança das futuras gerações.

Mais do que um plano de patrulhamento, a operação é apresentada como a materialização de uma política pública orientada pela confiança, pela integração entre segurança pública e gestão educacional e pela promoção da coesão comunitária no município.

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Foto: Divulgação/PMB

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Cajamar retoma aulas da rede pública municipal em 5 de fevereiro com novos uniformes escolares

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As aulas da rede municipal de Cajamar serão retomadas no próximo dia 5 de fevereiro. O início do ano letivo será marcado pela entrega dos novos Uniformes Escolares 2026, que chegam totalmente reformulados, com novo design, mais peças por aluno e padrão elevado de qualidade.

De acordo com a Prefeitura, os novos kits foram pensados para oferecer melhores condições de uso aos estudantes, além de mais organização no dia a dia escolar e maior tranquilidade às famílias logo nos primeiros dias de aula. A entrega faz parte da programação oficial de abertura do ano letivo.

A administração municipal afirma que a iniciativa representa um investimento direto na estrutura da rede pública de ensino, com o objetivo de garantir que todos os alunos iniciem as atividades em condições iguais, utilizando o mesmo padrão de vestuário escolar.

Em publicação nas redes sociais, o prefeito Kauan Berto destacou o significado da ação. Segundo ele, a entrega dos novos uniformes reforça o compromisso da gestão com o cuidado, a dignidade e o respeito às famílias, além de proporcionar mais conforto, igualdade e segurança às crianças no ambiente escolar.

A Prefeitura informou que a distribuição dos uniformes ocorrerá no início das aulas, seguindo o cronograma definido pela Secretaria de Educação.

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*Com informações newsoeste.com.br | Foto: Reprodução

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Barueri entrega mais de 70 mil kits escolares e inicia aulas da rede municipal em 9 de fevereiro

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O ano letivo de 2026 na rede municipal de ensino de Barueri terá início no dia 9 de fevereiro. A Prefeitura informou que, assim como nos anos anteriores, todos os alunos matriculados receberão gratuitamente kits completos de material escolar e uniformes, medida que busca garantir igualdade de acesso e reduzir o impacto financeiro para as famílias.

De acordo com a administração municipal, mais de 70 mil kits serão distribuídos para estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental. A ação é coordenada pela Secretaria de Educação e contempla materiais adequados a cada etapa de ensino, assegurando que os alunos tenham os itens necessários desde o primeiro dia de aula.

Para estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, o kit inclui, entre outros itens, cadernos, estojo, lápis, canetas, cola, apontador, marca-textos, compasso, lápis de cor, folhas sulfite, caderno de desenho, tesoura escolar e conjunto geométrico. Além do material escolar, os alunos também recebem uniforme composto por calça, bermudas, jaqueta, camisetas, regata, camiseta de manga longa e pares de meias.

Segundo a Secretaria de Educação, todos os produtos distribuídos seguem critérios de qualidade e foram planejados para atender às necessidades pedagógicas ao longo de todo o ano letivo.

A entrega dos materiais ocorrerá durante as reuniões de pais, marcadas para o sábado, dia 7 de fevereiro, conforme o calendário escolar. As aulas começam no dia 9 de fevereiro para alunos dos 1ºs anos do Ensino Fundamental e da 1ª série do Ensino Médio, nas modalidades integrada e regular. Para os demais estudantes do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Técnico Modular, o início das aulas será no dia 10 de fevereiro.

O calendário escolar de 2026 prevê atividades até 18 de dezembro. O primeiro semestre se estende até 8 de julho, com férias entre 9 e 26 de julho. O segundo semestre tem início em 27 de julho.

As matrículas para novos alunos seguem abertas e devem ser realizadas diretamente nas unidades de ensino. Já os estudantes veteranos têm vaga garantida e não precisam efetuar nova matrícula. A Secretaria de Educação destaca que o planejamento do calendário busca assegurar organização, tempo adequado para aprendizagem e períodos de descanso para alunos e profissionais da educação.

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Foto: Arquivo/PMB

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Aulas começam na rede estadual de SP com 100 escolas no modelo cívico-militar

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O ano letivo da rede estadual de São Paulo tem início nesta segunda-feira (2), com a retomada das atividades em todas as unidades de ensino, incluindo 100 escolas que passaram a adotar o modelo do programa Escola Cívico-Militar (ECM). As unidades estão distribuídas pela capital e por 88 municípios da região metropolitana, litoral e interior do estado.

As escolas participantes foram definidas após consulta pública às comunidades escolares. Tiveram direito a voto pais ou responsáveis por alunos menores de 16 anos, estudantes a partir dessa idade — ou familiares, em caso de abstenção — além de professores e demais profissionais das unidades.

Apesar da adoção do novo modelo, as escolas cívico-militares mantêm a carga horária regular, seja em período parcial ou integral, e seguem o Currículo Paulista, além das avaliações e projetos pedagógicos definidos pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP). A principal diferença está na atuação de policiais militares da reserva, que passam a exercer a função de monitores.

Esses profissionais atuam no apoio à segurança, disciplina, acolhimento dos estudantes e na promoção de valores cívicos. A seleção dos monitores foi feita por meio de banca avaliadora, com análise de títulos e documentos que comprovam a aptidão para o desempenho das funções. O trabalho dos militares será avaliado periodicamente por diretores e alunos, além de passar por avaliações semestrais de desempenho para verificar a adaptação ao modelo.

Os monitores também são obrigados a participar de um curso de capacitação com carga mínima de 40 horas, promovido pela Seduc-SP em parceria com a Secretaria Estadual de Segurança Pública. A formação aborda temas como regimento interno, psicologia escolar, desafios contemporâneos do ambiente educacional, cultura de paz e segurança escolar.

Segundo o secretário estadual da Educação, Renato Feder, o programa amplia as opções disponíveis às famílias. “O Escola Cívico-Militar é mais uma alternativa às famílias paulistas. Nossa rede é ampla e buscamos atender diferentes públicos, distribuindo as unidades em todas as regiões do estado, inclusive em municípios com Índice de Desenvolvimento Humano abaixo das médias estadual e nacional”, afirmou.

Para orientar o funcionamento das unidades, foi elaborado um regimento interno específico para as escolas cívico-militares. A gestão escolar continua sob responsabilidade dos diretores nomeados pela Secretaria da Educação. O documento destaca que disciplina e respeito não implicam restrição à liberdade de expressão, mas o uso responsável desse direito em favor do bem coletivo.

“O objetivo é que o aluno compreenda os benefícios de um comportamento ético e respeitoso, essencial para um ambiente escolar saudável, baseado em valores como responsabilidade e respeito ao próximo”, reforçou o secretário.

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Foto/foto: Divulgação/GESP

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