Delegado Nico assume Segurança Pública de SP após saída de Derrite para a Câmara

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O governador Tarcísio de Freitas anunciou nesta sexta-feira (28) a nomeação de Osvaldo Nico Gonçalves como novo secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Ele substitui Guilherme Derrite, que deixa o cargo na próxima semana para reassumir seu mandato na Câmara dos Deputados.

Atual secretário executivo da pasta desde janeiro de 2023, Nico é formado em Direito e especialista em Polícia Judiciária. Segundo o governo paulista, sua gestão dará continuidade às políticas de combate ao crime organizado e às ações de valorização das forças policiais.

Com mais de quatro décadas de atuação na segurança pública, Nico ingressou na Polícia Civil como investigador em 1979, passando por departamentos estratégicos como DECAP, DHPP, DEIC e GARRA. Em 1992, após se formar como delegado, fundou o primeiro Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil, tornando-se também o primeiro delegado piloto da unidade.

Durante 12 anos, foi supervisor do Grupo Especial de Resgate (GER), no GARRA, comandando mais de 200 policiais civis. Na carreira, também criou o Grupo Anti-Bombas e o Grupo de Motos. Em 2019, assumiu a direção inicial do Departamento de Operações Policiais Especializadas (DOPE) e, em 2022, chegou ao cargo máximo da instituição ao ser nomeado delegado-geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

A nomeação reforça a estratégia do Palácio dos Bandeirantes de manter a continuidade na condução da segurança pública paulista.

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Foto: Arquivo/GESP

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Votação de PL Antifacção é adiada para terça-feira (18)

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Em meio a um cenário de divergências, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu adiar para a próxima terça-feira (18), como pauta única, a discussão e votação do substitutivo ao projeto de Lei Antifacção (PL 5582/2025)

Ele atendeu a uma solicitação do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), relator do texto que recebeu, na Câmara, o nome de Marco Legal de Combate ao Crime Organizado. Segundo ele, o adiamento teria como finalidade realizar “ajustes finais” e “correções redacionais”.  

Derrite garantiu que o projeto de autoria do governo federal traz “boas iniciativas” que “estão sendo aproveitadas” no substitutivo. Ele disse que aderiu a outras sugestões que tem recebido de parlamentares.

“O último parecer já está no sistema com vários ajustes que foram realizados”, explicou. 

O deputado argumentou que o texto substitutivo “nunca foi uma linha de chegada, e sim um ponto de partida (…) Agradeço aqui todas as bancadas e todas as demandas apresentadas de todos os partidos políticos e vários aspectos ideológicos”.

Trabalho técnico

Hugo Motta afirmou que Derrite tem feito um “trabalho eminentemente técnico”.

“Ninguém tem interesse de conduzir a pauta da segurança pública, de maneira açodada. Nós não queremos correr com essa pauta”, afirmou o presidente da Câmara.

Motta ponderou que Derrite manteve os “muitos pontos positivos que vieram do governo”, e que está agregando uma série de outras mudanças para o “novo marco legal de enfrentamento ao crime organizado”. 

Críticas do governo

A decisão de Motta pelo adiamento ocorre depois de crítica do governo federal ao terceiro parecer de Guilherme Derrite. O Ministério da Justiça publicou nota afirmando que o último relatório apresentado teria o potencial de instaurar “um verdadeiro caos jurídico”. 

O governo ainda apontou que o “tumulto normativo” poderia beneficiar criminosos investigados em procedimentos já instaurados. Segundo a nota do governo, no parecer protocolado na Câmara, na terça-feira (11), há “pontos que representam retrocessos jurídicos e institucionais inaceitáveis”.

O governo avalia que há uma insistência em “debilitar financeiramente a Polícia Federal” e as demais forças de segurança da União. 

Na nota, o Ministério da Justiça pondera que acompanha “com preocupação” a sequência de relatórios apresentados à Câmara dos Deputados pelo relator, que é secretário licenciado de segurança pública do governo de São Paulo. O governo pediu que a decisão não fosse “açodada”, mesma palavra que Hugo Motta usaria depois para justificar o adiamento.

Por outro lado, mais cedo, quatro governadores de oposição ao Executivo federal pediram mais um mês para discussões do projeto. 

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Lula Marques/Ag. Brasil

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Tarcísio exonera Derrite da Secretaria de Segurança de São Paulo

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), exonerou nesta quarta-feira (5) o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, que retorna à Câmara dos Deputados. Derrite, que é deputado federal licenciado, assumirá a relatoria do projeto de lei que pretende enquadrar facções criminosas e milícias como organizações terroristas.

O Projeto de Lei 1.283/2025, de autoria do deputado Danilo Forte (União Brasil-CE), propõe alterações na Lei Antiterrorismo. A proposta está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados e ganhou destaque após a operação policial no Rio de Janeiro, no fim de outubro, que resultou em 121 mortes.

Na ocasião, Derrite já havia anunciado que deixaria o comando da Segurança Pública paulista para se dedicar ao projeto. Segundo ele, a medida visa endurecer o combate a facções e milícias que atuam em todo o país, classificando-as como grupos terroristas.

O governo federal, porém, é contra a proposta. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou nesta quarta-feira (6) que o Executivo “é terminantemente contra” o texto. “O terrorismo tem objetivo político e ideológico e, pela legislação internacional, permitiria a outros países intervir no nosso. Não concordamos com isso”, declarou.

Com a saída de Derrite, o governo paulista ainda não anunciou quem assumirá o comando da Secretaria de Segurança Pública, uma das pastas mais sensíveis da gestão Tarcísio.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Tarcísio promete entregas para 2026 e exalta Derrite em encontro com evangélicos em Alphaville

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou na noite desta segunda-feira (18) de um encontro com evangélicos na Igreja Batista Lagoinha de Alphaville, em Barueri. Durante mais de duas horas de palestra, o chefe do Executivo estadual mesclou referências bíblicas, relatos pessoais e anúncios de obras e programas de sua gestão.

Tarcísio destacou que pretende concluir importantes entregas até 2026, incluindo trechos do Rodoanel, a Linha 17-Ouro do Metrô, parte da Linha 6-Laranja, o trem intercidades São Paulo-Campinas, além de hospitais e o programa SuperAção. “As coisas não são possíveis para os homens, mas não são impossíveis para Deus”, declarou, ao vincular promessas de governo à fé cristã.

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O governador também defendeu a privatização da Sabesp e ressaltou avanços na segurança pública, atribuindo os resultados à atuação do secretário de Segurança, Guilherme Derrite (PP), presente no evento. “É uma pessoa extremamente corajosa, que tem feito a diferença”, afirmou.

Derrite foi citado diversas vezes ao longo do discurso, ele é apontado como possível candidato ao Senado em 2026 ou até mesmo ao governo estadual, caso Tarcísio dispute a Presidência da República.

O encontro em Alphaville reuniu lideranças religiosas e membros da comunidade evangélica, reforçando a aproximação do governador com o segmento, considerado estratégico no cenário político nacional.

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Foto: Pablo Jacob/GESP – *Com informações Folha de S. Paulo

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“Nenhum ataque a policial ficará impune”, cita Derrite após cinco ataques a PMs no Estado

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Na noite desta quinta-feira (18), a soldado PM Sabrina Freire Romão Franklin, de 30 anos, foi assassinada após tentativa de assalto na Estrada Ecoturística de Parelheiros, na zona sul da capital. Este foi apenas um dos quatro ataques a policiais militares que ocorreram entre os dias 18 e 19 no Estado.

“Nenhum ataque a policial ficará impune. Já estamos imediatamente em operação após esses fatos. Nós temos uma Operação Escudo acontecendo nestes três pontos de ataques, temos um trabalho de investigação da Polícia Civil acontecendo neste exato momento para identificação dos criminosos que covardemente atacaram os policiais”, citou o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, sobre a resposta da Segurança Pública aos recentes ataques a policiais no Estado.

A Polícia Militar desencadeou ‘Operações Escudo’ em quatro regiões onde ocorreram os ataques aos agentes. São elas: 2ª Operação Escudo, na área do CPA/M-6 que abrange a região de Santo André, 3ª Operação Escudo, na área do CPA/M-10, abrangendo a região sul da capital paulista, decorrentes do assassinato da soldado PM Sabrina; 4ª Operação Escudo, na área do CPI-9, que abrange a área de Piracicaba e a 5ª Operação Escudo, na área do CPA/M -7, que abrange a região de Guarulhos.

A instituição ressalta que as Operações Escudo são deflagradas todas as vezes nas quais criminosos atentam contra o Estado, por meio do ataque a policiais, e têm como objetivo reestabelecer a ordem pública e a sensação de segurança na comunidade local, além de identificar e prender os responsáveis pelas ações criminosas contra os agentes de segurança paulistas.

Leia também: Homens são presos com caminhão roubado após perseguição na Marginal Tietê


Fonte: SSP-SP

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