Tempo segue estável em SP, mas previsão aponta pancadas de chuva isoladas nesta terça

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O tempo permanece estável nesta terça-feira (26) em grande parte do estado de São Paulo, com variação de nebulosidade ao longo do dia e possibilidade de pancadas isoladas de chuva em algumas regiões.

Segundo a previsão meteorológica, o amanhecer deve ser marcado pela formação de nevoeiro em áreas do centro e leste paulista, cenário provocado pela combinação entre alta umidade e temperaturas mais baixas nas primeiras horas da manhã.

A tendência é que o nevoeiro se dissipe ainda durante a manhã, com elevação gradual das temperaturas ao longo do dia.

Já no período da tarde, há previsão de pancadas isoladas de chuva acompanhadas de raios e rajadas de vento, principalmente em pontos do centro, leste e sul do estado.

Na cidade de São Paulo, os termômetros devem variar entre 14°C e 25°C.

Em Andradina, no interior paulista, a previsão indica mínima de 20°C e máxima de 29°C.

A orientação da Defesa Civil é para que moradores acompanhem atualizações meteorológicas e fiquem atentos a possíveis alertas em caso de mudanças nas condições climáticas, especialmente em regiões com previsão de chuva mais intensa.

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Foto: GESP

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Frio derruba temperatura em SP e mínima chega a 10°C em Parelheiros

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A cidade de São Paulo registrou uma madrugada gelada nesta sexta-feira (22), com temperatura média de 12,6°C, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura.

A menor temperatura foi registrada em Parelheiros, no extremo da zona sul da capital, onde os termômetros marcaram 10,3°C.

De acordo com o CGE, uma massa de ar frio mantém o tempo úmido e fechado em grande parte da cidade ao longo do dia. A previsão indica céu encoberto, ventos vindos do litoral e possibilidade de garoa no fim da tarde e durante a noite.

A temperatura máxima não deve ultrapassar os 17°C nesta sexta-feira.

O órgão também informou que o acumulado de chuva em maio já chegou a 40,5 milímetros, o equivalente a cerca de 75% da média histórica esperada para o mês.

A previsão aponta mudança nas condições climáticas durante o fim de semana. No sábado (23), áreas de instabilidade associadas a uma região de baixa pressão devem provocar chuva contínua em diferentes regiões da capital paulista.

Segundo o CGE, há risco de precipitações moderadas a fortes, o que pode aumentar a possibilidade de alagamentos em áreas vulneráveis da cidade.

As temperaturas continuam baixas no sábado, com mínima prevista de 14°C e máxima de até 18°C.

Já no domingo (24), o tempo segue instável, com possibilidade de garoa e chuva fraca ao longo do dia. Os termômetros devem variar entre 15°C e 21°C.

A combinação entre frio, umidade e chuva deve manter o fim de semana com sensação térmica mais baixa em diversas regiões da capital paulista.

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Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Cajamar instala estações para monitorar chuvas e risco de alagamentos

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A Prefeitura de Cajamar começou a instalar estações meteorológicas em diferentes regiões da cidade para reforçar o monitoramento climático e ampliar as ações preventivas durante períodos de chuva intensa.

Os primeiros equipamentos já foram implantados em Ponunduva, Jordanésia e na região do km 43. A previsão é que o município receba sete estações distribuídas em pontos considerados estratégicos para ampliar a cobertura do monitoramento em tempo real.

A medida ocorre em um momento de atenção crescente das cidades da Grande São Paulo com temporais, enchentes e mudanças bruscas nas condições climáticas.

Segundo a Prefeitura, os equipamentos irão coletar informações como volume de chuva, temperatura, umidade do ar e outros dados meteorológicos importantes para o acompanhamento das condições do tempo.

Em algumas regiões, as estações também terão sensores para monitoramento do nível dos rios, permitindo identificar com mais rapidez situações que possam representar risco de alagamentos.

Com os dados atualizados em tempo real, a Defesa Civil poderá acompanhar alterações climáticas com maior precisão e agir mais rapidamente em casos de emergência.

A expectativa da administração municipal é reduzir impactos provocados por fortes chuvas e melhorar a capacidade de resposta das equipes em situações de risco.

Além do suporte às ações da Defesa Civil, o sistema também permitirá a emissão de alertas preventivos para a população, principalmente em períodos de instabilidade climática.

A Prefeitura afirma que a tecnologia deve fortalecer o trabalho preventivo no município e ajudar na antecipação de medidas para evitar transtornos causados por eventos climáticos extremos.

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Foto: Divulgação/PMC

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Previsão do tempo para sexta-feira (06), em SP: pancadas de chuva isoladas

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Nesta sexta feira, dia 06, com o enfraquecimento do ar seco sobre grande parte do estado de São Paulo, aumentam as condições para a ocorrência de chuvas.

Ao longo do dia, o sol predomina entre algumas nuvens, favorecendo a elevação gradual das temperaturas e intensificando a sensação de calor e abafamento.

A partir da tarde, a combinação entre calor e umidade favorece a formação de pancadas de chuva isoladas, que podem vir acompanhadas de raios e rajadas de vento, especialmente nas regiões que fazem divisa com Minas Gerais, incluindo a Região Metropolitana de São Paulo. Nas demais áreas do estado, as chuvas podem ocorrer de forma isolada e fraca.

Na capital, as temperaturas ficarão na casa dos 19 e 29 graus. Já em Bauru, mínima de 20 e máxima de 33 graus.

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Fonte: GESP | Foto: Benjamim Sepulvida/PMB

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Defesa Civil do estado emite alerta severo para chuva na Capital e Grande São Paulo nesta quarta-feira (7)

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A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu, na tarde desta quarta-feira (7), alerta severo para a capital paulista e a Região Metropolitana em razão das fortes chuvas que atingem a região.

Às 16h50, foram enviados alertas severo para Guarulhos, além das zonas Norte e Leste da capital. Em cerca de três horas, os acumulados de chuva chegaram a 102 mm no bairro de Santana e 77 mm na região de Aricanduva, volumes elevados para um curto período de tempo. No Campo de Marte foi registrada rajada de vento de 80km/h.

O grande volume de água provocou o transbordamento de um córrego na Avenida Aricanduva. Diante do cenário, a cidade de São Paulo entrou em estado de atenção para alagamentos, com estado de alerta na Zona Leste, especialmente nas regiões de Aricanduva e Itaquera.

Até as 17h50, a capital registrava 11 pontos de alagamento, sendo 8 intransitáveis e 3 transitáveis. O Corpo de Bombeiros recebeu, até as 17h00, três chamados para queda de árvores. Até o momento, não há registro de vítimas ou feridos.

As equipes da Defesa Civil, em conjunto com os órgãos municipais e o Corpo de Bombeiros, seguem monitorando as condições meteorológicas e atuando para reduzir riscos à população.

Orientações à população

• Evite transitar por áreas alagadas e nunca atravesse vias com água em movimento;
• Redobre a atenção ao dirigir e reduza a velocidade sob chuva intensa;
• Não permaneça próximo a árvores, postes ou estruturas instáveis durante temporais;
• Moradores de áreas de risco devem ficar atentos aos alertas oficiais e, se necessário, buscar locais seguros;
• Em emergências, ligue 199 (Defesa Civil) ou 193 (Corpo de Bombeiros).

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Fonte: GESP | Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Defesa Civil emite alerta para chuvas intensas no estado de São Paulo até sexta-feira (24)

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Defesa Civil emitiu um alerta de que há previsão para chuvas intensas e contínuas entre esta terça-feira (21) e a próxima sexta-feira (24) no estado de São Paulo.

De acordo com o órgão, a Serra da Mantiqueira pode apresentar o maior acúmulo de chuva, com 250mm. Em seguida, aparece o litoral norte e a Baixada Paulista, com 200mm, e por fim, a capital paulista, a região metropolitana, o Vale do Paraíba e o Vale do Ribeira (150mm).

Diante deste cenário, a Defesa Civil recomenda atenção especial às áreas mais vulneráveis, pois pode haver risco para deslizamentos, desabamentos, alagamentos, enchentes e ocorrências relacionadas a raios, ventos e granizo. Em caso de emergência, a população deve acioná-los pelo telefone 199, ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193.

Até o momento, a morte de 44 pessoas foi confirmada após fortes chuvas atingirem o litoral no fim de semana. 1.730 pessoas estão desalojadas e 766 desabrigadas em todo o estado.

Foram 682 milímetros acumulados em apenas um dia, a maior quantidade registrada na história do Brasil.

Leia também: Justiça da Espanha nega recurso e Daniel Alves segue preso por risco de fuga elevado


Fonte: TV Cultura

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Mais de 1.700 desalojados, 766 desabrigados; Informa o Governo de SP sobre situação das chuvas no litoral paulista

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O Comando de Aviação da Polícia Militar e o Exército Brasileiro ampliaram o número de aeronaves destacadas aos trabalhos de resgate, salvamento e identificação das vítimas das fortes chuvas que atingiram o Litoral Norte ao longo do fim de semana. Atualmente, 14 helicópteros estão à disposição para o transporte das tropas aos locais de difícil acesso, bem como a remoção de vítimas e corpos.

As atividades de busca, atendimento e remoção das vítimas segue de forma ininterrupta desde a madrugada de domingo (19). Mais de 500 pessoas, entre servidores das forças de segurança e resgate do Governo do Estado de São Paulo, das Forças Armadas, da Polícia Federal, da prefeitura municipal de São Sebastião e voluntários, realizam os trabalhos.

A prioridade segue no socorro às vítimas e no fornecimento aos mais de 1.730 desalojados e 766 desabrigados em todo Estado. Até o momento, foram confirmados 36 óbitos, sendo 35 em São Sebastião e um em Ubatuba. Equipes da Polícia Civil e da Superintendência da Polícia Técnico Científica trabalham na identificação das vítimas e na elaboração dos trabalhos de Polícia Judiciária.

ATENDIMENTO MÉDICO

A Secretaria de Estado da Saúde informa que 13 adultos e cinco crianças vítimas das chuvas são atendidas no Hospital Regional do Litoral Norte. Deste total, cinco estão em estado grave e 11 estáveis e dois receberam alta. Desde domingo, as unidades de Saúde do Estado no Litoral Norte estão em alerta para receber os possíveis feridos do desastre que atingiu a região. Outras unidades de saúde da Baixada Santista, Alto Tietê e da Capital também estão aptas a receber os feridos.

Além de reforçar o atendimento, a SES-SP encaminhou um conjunto de insumos ao atendimento às vítimas desse desastre. Foram encaminhadas, 36 ampolas de soro antiofídico para cobras, 5 mil frascos de hipoclorito de sódio, 940 bolsas de glicose, 900 bolsas de soro, 180 kits intravenosos, 30 kits de sutura, 30 talas para imobilização, além de sedativos e outros medicamentos.

ESTRADAS

Neste momento, as seguintes rodovias estão com pontos de interdição total e parcial:

Total

  • Rodovia Dr. Manoel Hyppólito Rego (SP-055)
    • Km 174+500 – queda de barreira
    • Km 157 ao 162 – queda de barreira

Parcial

  • Rodovia Dr. Manoel Hyppólito Rego (SP-055)
    • Km 061 – queda de barreira;
    • Km 066 – queda de barreira;
    • Km 084 – queda de árvore;
    • Km 87– queda de barreira e árvores;
    • Km 095 – alagamento;
    • Km 95 ao 096 – queda de barreira;
    • Km 116 – queda de barreira;
    • Km 136 ao 142 – queda de barreira e árvores;
    • Km 164 – queda de barreira;
    • Km 180 – queda de árvore;
    • Km 188 – erosão;
    • Km 237 – queda de barreira.

Mogi-Bertioga
A Rodovia Mogi-Bertioga (SP-098) segue interditada, em razão do rompimento de tubulação, na altura do km 82, em Biritiba Mirim. Também há interdição parcial nos km 90 e 91, devido à queda de barreira; e no Km 87, devido a uma erosão.

Uma equipe do DER esteve no local e avalia as obras emergenciais que serão necessárias para recuperação da via. Caso necessário o deslocamento, os motoristas devem usar como rotas alternativas as rodovias do Sistema Imigrantes/Anchieta (SP-160 e SP-150). Devido a uma queda de barreira no km 174+500 da SP-055, na Praia do Juquehy, o acesso a uma rota alternativa pela Rodovia dos Tamoios está interditado para quem está entre Bertioga e Juquehy.

Rodovias Concessionadas
As principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista não apresentam congestionamentos, já no sentido interior do Estado, a Rodovia Castello Branco apresenta congestionamento. Já passaram pelas principais rodovias concedidas de acesso à Região Metropolitana de São Paulo cerca de 2,3 milhões de veículos.

  • Rodovia dos Tamoios – Tráfego normal, sem congestionamentos. A rodovia já recebeu cerca de 199 mil veículos neste feriado de Carnaval.
  • Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI) – Tráfego normal, sem congestionamentos. Operação 5×5 permanece nas Rodovias Imigrantes e Anchieta. Desde a 0h de quinta-feira (16) já circularam cerca de 502 mil veículos pelo SAI.
  • Sistema Castello Branco-Raposo Tavares – No sentido interior, a Rodovia Castello Branco apresenta tráfego intenso entre o km 33 e o km 36. Para a Capital o tráfego não apresenta congestionamentos. O sistema Castello Branco – Raposo Tavares já recebeu cerca de 601 mil veículos com origem ou destino a Região Metropolitana de São Paulo desde a 0h de sexta-feira.
  • Sistema Anhanguera-Bandeirantes – Tráfego normal, sem congestionamentos. O sistema já recebeu cerca de 487 mil veículos com origem ou destino a Região Metropolitana de São Paulo desde a 0h de sexta-feira.
  • Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto – Tráfego normal, sem congestionamentos. O corredor Ayrton Senna – Carvalho Pinto já registrou cerca de 599 mil veículos com origem ou destino a Região Metropolitana de São Paulo desde a 0h de sexta-feira.

ABASTECIMENTO DE ÁGUA
Os técnicos da Sabesp seguem trabalhando para o restabelecimento dos sistemas de abastecimento de água no Litoral Norte e Baixada Santista. Em São Sebastião e Ilhabela, 33 caminhões tanque da companhia realizam o abastecimento emergencial até a regularização total dos sistemas. A produção de água na Barra do Una (Sistema Cristina) foi retomada parcialmente com 62 litros por segundo. Equipes da Sabesp trabalham para reparar a estação de captação de água em Maresias. Em Caraguatatuba, e Ubatuba, os sistemas de abastecimento estão em processo de recuperação. Ao todo, 104 técnicos da companhia estão empenhados nesse trabalho, com o apoio de caminhões de hidrojateamento e alto vácuo, seis retroescavadeiras e outros veículos.

AJUDA HUMANITÁRIA
O Fundo Social de São Paulo recebe doações para as vítimas das chuvas do litoral norte paulista. As principais necessidades, segunda a Coordenadoria Estadual da Defesa Civil, são alimentos não perecíveis, água mineral e roupas limpas e em bom estado para uso. As entregas podem ser feitas no depósito do FUSSP, localizado na avenida Marechal Mario Guedes, 301, no Jaguaré, zona oeste da capital paulista.

Todo material arrecadado será enviado para as regiões atendidas. Até o momento, o Fundo Social de São Paulo e a Coordenadoria Estadual da Defesa Civil já encaminharam para as cidades da região mais de 10 toneladas em produtos de ajuda humanitária. Entre os itens já enviados estão 280 kits de limpeza, 280 kits de higiene, 490 cobertores, 100 sacos de dormir, 460 colchões, 630 cestas básicas, 250 vassouras, 16 mil litros de água, 13 mil copos de água, além de lonas, fitas de isolamento e roupas para os desabrigados e desalojados.

Leia também: Barueri aplicou mais de 18 mil vacinas contra o HPV nos últimos dois anos


Fonte: Portal Governo SP

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Capital paulista tem madrugada mais fria do ano

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A capital paulista teve hoje (5) a madrugada mais fria do ano, com as temperaturas chegando à média de 12,4ºC na cidade. Na região de Engenheiro Marsilac, localizada no extremo sul da cidade, o registro foi de 11ºC, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da prefeitura.

O início da manhã teve variação de nebulosidade, chuviscos e temperaturas baixas. Segundo os dados do CGE, maio registrou até o momento 6,7mm de chuva, o que representa aproximadamente 12% dos 56mm esperados para o mês.

Segundo as previsões do CGE, durante o dia devem ocorrer períodos de melhoria e o sol pode até aparecer rapidamente entre muitas nuvens, mas os ventos frios e úmidos que sopram do oceano impedem a elevação significativa das temperaturas, mantendo a sensação de frio.

As temperaturas máximas devem permanecer abaixo dos 22°C, com condições para garoa e chuviscos, alternados com períodos de melhoria até o final do dia, principalmente nos bairros mais próximos da Serra do Mar.

Próximos dias

A tendência para os próximos dias deve ser de madrugadas frias, mas durante o dia o sol deve aparecer entre nuvens e temperaturas máximas em elevação gradativas A sexta-feira (6) ainda deve começar com nebulosidade, chuviscos isolados e sensação de frio. Os termômetros variam entre mínimas de 13°C e máximas que podem chegar aos 22°C. No final da tarde a nebulosidade volta a aumentar, entretanto não há previsão de chuvas significativas.

No sábado (7), as mínimas devem oscilar em torno dos 14°C, enquanto as máximas podem superar os 24°C. No final da tarde, a nebulosidade aumenta com a chegada da brisa marítima, entretanto não há previsão de chuva para a capital paulista.


Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil – Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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Bombeiros retomam buscas a desaparecidos em Petrópolis

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Equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros retomaram, no início da manhã de hoje (22), as buscas por pessoas desaparecidas, na Rua Washington Luiz, no centro de Petrópolis, região serrana do estado do Rio. Uma casa desabou no local após um deslizamento de terra provocado pelo temporal de domingo (20).

Nesta manhã, a Defesa Civil do Estado atualizou o número de desaparecidos. Anteriormente, a informação era de que havia quatro pessoas desaparecidas. Agora, o número caiu para três porque uma pessoa não estava no local do deslizamento na Rua Washington Luiz e foi localizada viva.

Além disso, os bombeiros continuam as buscas aos desaparecidos do temporal do dia 15 de fevereiro, que resultou em 233 mortes. De acordo com os militares, há suspeita de uma pessoa ter desaparecido no Morro da Oficina e três ao longo do Rio Quitandinha.

Integrantes da Secretaria de Estado de Defesa Civil do Rio (Sedec-RJ) e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) permanecem mobilizados para prevenir e reduzir os danos causados pelas chuvas. Até esta manhã, havia o registro de cinco mortos na tragédia de domingo, duas pessoas no Morro da Oficina, duas na Rua Washington Luiz e uma no centro da cidade. Na noite de ontem, a Defesa Civil tinha o registro de 365 ocorrências. Entre elas, 250 por escorregamentos que atingiram casas ou vias em 19 localidades. Nos atendimentos feitos pelos bombeiros, 34 pessoas foram resgatadas com vida.

Segundo a secretaria, cerca de 140 militares atuam em Petrópolis e contam com apoio das unidades especializadas, incluindo as equipes do Grupamento de Busca e Salvamento, Socorro Florestal e Meio Ambiente, com suporte de cães farejadores da corporação.

O volume de chuva na cidade imperial atingiu 534.4 milímetros, o maior registrado na história do município para o intervalo de 24 horas. As localidades com os maiores índices pluviométricos, no domingo, foram São Sebastião, com 403.6 mm de chuva; no Dr. Thouzet, com 350.2 mm; e na Vila Felipe, com 329 mm em 12 horas, todas no 1° Distrito do município.

A indicação de alto risco para deslizamentos permanece no 1º Distrito, porque ainda há previsão de chuva moderada para esta terça-feira (22). A Secretaria Municipal de Defesa Civil emitiu mais dois alertas por SMS, que foram enviados também por canais de televisão por assinatura e aplicativos de grupos de comunicação.

Entre as regiões mais impactadas com os deslizamentos estão Alto da Serra, Bingen, Castelânea, Centro, Chácara Flora, Duarte da Silveira, Estrada da Saudade, Independência, Morin, Mosela, Quissamã, Quitandinha, Saldanha Marinho, São Sebastião, Siméria, Valparaíso e Vila Militar. As equipes técnicas da Defesa Civil continuam com as vistorias nas áreas atingidas pela chuva de fevereiro.

Nos pontos de apoio, a Secretaria de Assistência Social faz o atendimento a 839 pessoas que se deslocaram para esses locais após o temporal de domingo. Além delas, são acompanhadas 289 pessoas que tiveram que deixar as suas casas na chuva de fevereiro. O abrigo está sendo feito em 23 pontos instalados em escolas públicas ou em estruturas voluntárias organizadas pelas comunidades.

Temporais

O prefeito Rubens Bomtempo lembrou que a cidade foi atingida por três grandes temporais neste ano. O primeiro em 7 de janeiro, o segundo em 15 de fevereiro e no domingo passado. “Petrópolis foi vítima de três grandes chuvas em menos de 90 dias. Está cada vez mais claro que existe uma mudança climática no planeta. Em Petrópolis, nós percebemos isso com o novo padrão de chuvas que assolam a nossa cidade”, observou.

Segundo o prefeito, com a chuva de fevereiro o município chegou a ter mais de 1.200 pessoas desabrigadas e 430 famílias já deixaram os pontos de apoio e estão morando em casas seguras com o pagamento do Aluguel Social.

Bomtempo disse ainda, que após a tragédia de fevereiro, o governo federal liberou aproximadamente R$ 8 milhões. Desse total, o município vai devolver R$ 1,6 milhão, porque os recursos seriam destinados a ações humanitárias e a cidade recebeu muita doação nesse sentido. Conforme o prefeito, seria uma duplicidade de compra de colchonetes, cestas básicas, kits de higiene pessoal, kits de limpeza. “Nós já recebemos muito. Então, nós queremos devolver esses R$ 1,6 milhão ao governo federal para serem utilizados em outra cidade do Brasil”, afirmou, revelando ainda que o restante do dinheiro está sendo aplicado em consertos de pontes, limpeza urbana e em reparos nas margens dos rios.

Petrópolis recebeu ainda R$ 30 milhões da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), usados na limpeza da cidade, na contratação da frente emergencial com mais de 1,2 mil homens e mulheres, e de assistentes sociais e psicólogos. “Também iniciamos uma compra de kit moradia com geladeira e fogão para todas essas pessoas que ganharam o aluguel social”, disse. Ainda com o dinheiro a prefeitura comprou um imóvel de R$ 3,5 milhões com 32 moradias para abrigar as famílias que perderam suas casas.

Para o prefeito, há a responsabilidade dos governos federal, estadual e municipal na questão do monitoramento das áreas de risco feito pelo Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.


Por Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil – Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro

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Sudeste pode enfrentar chuva forte e alagamentos, diz Defesa Civil

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A Região Sudeste poderá enfrentar chuvas fortes, com possibilidade de alagamentos, inundações e deslizamentos de terra nos próximos dias. O alerta é da Defesa Civil Nacional, ligada ao Ministério do Desenvolvimento Regional.

Foram emitidos avisos meteorológicos de perigo (laranja) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. De acordo com o Inmet, o volume de chuvas previsto é acima de 100 milímetros por dia em alguns locais.

“É importante que a população fique atenta e acompanhe a difusão de outras informações nas redes sociais e pelos alertas enviados por SMS. É importante procurar orientações nas defesas civis municipais e estaduais, que precisam ter um planejamento para as ocorrências de chuvas fortes”, afirmou o diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), Armin Braun.

Segundo o Inmet, haverá atuação do fenômeno Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) – quando uma faixa de nuvens fica praticamente estacionada, provocando grande quantidade de chuvas contínuas, na mesma área, por, pelo menos, quatro dias. Desta vez, a zona ficará sobre o estado de Minas Gerais e também terá reflexos em partes do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná.

Cuidados

A Defesa Civil Nacional alerta para a tomada de cuidados que podem ajudar a reduzir danos materiais e preservar vidas em caso de chuvas intensas. Uma delas é desligar os aparelhos elétricos e o quadro geral de energia. Em caso de enxurrada ou similar, colocar documentos e objetos de valor em sacos plásticos.

Caso haja uma situação de grande perigo confirmada, procurar abrigo e evitar permanecer ao ar livre. Além disso, em ocasiões de rajadas de vento, não se abrigar debaixo de árvores por conta do risco de queda e descargas elétricas e não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

Para mais informações, procurar a Defesa Civil local por meio do telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros, pelo número 193. As informações detalhadas sobre os locais com maiores riscos climáticos podem ser acessadas na página do ministério.


Fonte/texto: Agência Brasil/Vladimir Platonow – Imagem: Amanda Perobelli/Reuters/Direitos Reservados

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