Defesa Civil emite alerta severo para chuva forte e granizo em São Paulo

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A Defesa Civil emitiu um alerta severo para chuva forte, com raios, ventos e possibilidade de granizo em toda a cidade de São Paulo na tarde desta segunda-feira (16). Diante das condições meteorológicas, a capital paulista foi colocada em estado de atenção para chuvas e alagamentos.

De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura, todas as regiões da cidade passaram para estado de atenção por volta das 16h30, em razão das pancadas que atingem diferentes pontos do município.

O alerta também foi estendido à Grande São Paulo. Segundo a Defesa Civil estadual, além das chuvas intensas e da incidência de raios, há risco de ventanias e queda de granizo ao longo do período.

Ainda conforme a Defesa Civil, a combinação de calor intenso com a entrada da brisa marítima favorece a formação de áreas de instabilidade. Essas condições são típicas do verão e costumam provocar pancadas de chuva isoladas, de forte intensidade, porém com curta duração.

As estações meteorológicas do CGE registraram temperaturas elevadas na tarde desta segunda-feira. Em Pinheiros, na zona oeste, os termômetros marcaram 35 °C, enquanto em São Miguel Paulista, na zona leste, a temperatura chegou a 33 °C. A umidade relativa do ar nesses locais ficou em 36% e 35%, respectivamente.

O balanço do mês indica que fevereiro acumulou até agora 129,3 milímetros de chuva, o que corresponde a cerca de 59,5% dos 217,2 milímetros previstos para todo o período. A Defesa Civil recomenda atenção redobrada da população, especialmente em áreas com histórico de alagamentos e quedas de árvores.

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Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Corpo de mulher levada por enxurrada é encontrado no Rio Pinheiros por bombeiros

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O Corpo de Bombeiros localizou nesta segunda-feira (19) o corpo da mulher que havia desaparecido após o carro em que estava com o marido ser arrastado pela enxurrada na Zona Sul de São Paulo. A vítima foi encontrada no Rio Pinheiros, nas proximidades do Autódromo de Interlagos.

Familiares reconheceram o corpo como sendo de Maria Deusdete da Mata Ribeiro, de 67 anos, e acompanharam as buscas no local. O casal havia sumido na última sexta-feira (16), na região do Córrego Morro do S, perto da Avenida Carlos Caldeira Filho, no bairro do Campo Limpo, durante a forte chuva que atingiu a capital.

O marido, Marcos da Mata Ribeiro, de 68 anos, teve o corpo localizado no sábado (17), também no Rio Pinheiros, nas proximidades do Parque Burle Marx, a cerca de um quilômetro do ponto onde o casal foi visto pela última vez. Ele foi velado no domingo (18), em Itapecerica da Serra.

De acordo com os bombeiros, os dois voltavam para casa quando ficaram presos dentro do veículo, que acabou sendo levado pela força da correnteza formada pela enxurrada. As buscas mobilizaram equipes por vários dias até a localização das duas vítimas.

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Defesa Civil aponta dias de calor e pancadas isoladas de chuva entre terça (6) e quinta-feira (8) em SP

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A Defesa Civil do Estado informa que a previsão do tempo para o período entre terça (6) e quinta-feira (8) indica a permanência de um padrão típico de verão em todo o território paulista. As manhãs devem apresentar temperaturas mais amenas, com possibilidade de formação de névoa em áreas mais elevadas do Estado, o que pode reduzir pontualmente a visibilidade. Ao longo das tardes, o aumento do calor favorece a formação de pancadas de chuva isoladas, que podem ser acompanhadas por descargas elétricas e rajadas de vento.

No estado, as temperaturas variam de 19°C a 28°C na terça-feira, de 20°C a 30°C na quarta-feira e de 22°C a 31°C na quinta-feira.

Na Região Metropolitana de São Paulo e Capital, as mínimas oscilam entre 16°C e 19°C, enquanto as máximas podem atingir até 30°C. Na Região de Campinas, os termômetros marcam entre 17°C e 29°C, e na Região de Sorocaba, as temperaturas variam de 18°C a 29°C.

No litoral, a Baixada Santista apresenta temperaturas mais amenas, com máximas entre 26°C e 29°C. O Vale do Paraíba, registra mínimas entre 17°C e 19°C e máximas de até 29°C. Já no interior, a Região de Araraquara pode chegar aos 30°C; na Região de Ribeirão Preto, as temperaturas variam entre 25°C e 29°C; na Região de São José do Rio Preto, as máximas chegam a 29°C; e na Região de Presidente Prudente são esperadas as temperaturas mais elevadas do período, com máximas de até 31°C na quarta e quinta-feira.

A Defesa Civil do Estado orienta a população a permanecer atenta às condições meteorológicas, especialmente no período da tarde e início da noite, quando há maior potencial para chuvas intensas em curto espaço de tempo. Em situações de ventos fortes, a recomendação é evitar áreas arborizadas, estruturas metálicas e locais sujeitos a alagamentos, acompanhando sempre os alertas emitidos pelos canais oficiais.

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Verão começa com influência do fenômeno La Niña

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O verão que começa nesta quarta-feira (21) às 18h48, horário de Brasília, deve transcorrer sob a influência do fenômeno climático global La Niña, que se caracteriza pelo resfriamento superficial das águas do Pacífico Equatorial. Esse ano, o La Niña está configurado com intensidade moderada. No hemisfério Sul, a estação se estende aos meses de janeiro, fevereiro e termina em 20 de março, às 12h33 com a chegada do outono.

“O verão se caracteriza basicamente por dias mais longos e noites mais curtas, são observadas também, mudanças rápidas nas condições do tempo levando à ocorrência de chuvas de curta duração e forte intensidade acompanhadas de rajadas de vento e queda de granizo, principalmente no período da tarde”, explica Thomaz Garcia, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo.

“Devido ao La Niña persistente e com moderada intensidade, a tendência é de chuvas irregulares. No entanto, o oceano Atlântico mais aquecido tem favorecido a formação de áreas de baixa pressão e zonas de convergência que transportam a umidade proveniente da região amazônica para o Sudeste, o que gera grandes volumes de chuva concentrados em poucas horas e dias”, comenta o meteorologista da Prefeitura de São Paulo. “Até o final do trimestre, a precipitação ficará próxima do esperado para o período, mas seguindo uma irregularidade em que um mês mais chuvoso poderá compensar um mais seco, e vice-versa. Assim como no verão passado, a tendência é de temperaturas ligeiramente abaixo da normalidade na capital paulista”, complementa Garcia, meteorologista do CGE, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb).

De acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, que compila informações de chuva desde 1995 e de temperaturas desde 2004, os meses que compõe o verão têm as seguintes médias:

Dezembro: 185,5mm – Temperatura mínima 18,8°C e máxima 28,3°C

Janeiro: 257,1mm – Temperatura mínima 19,5°C e máxima 28,8°C

Fevereiro: 215,5mm – Temperatura mínima 19,5°C e máxima 29,4°C

Março: 177,6mm – Temperatura mínima 19°C e máxima 28,4°C

No verão é comum a passagem de frentes frias e a formação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), principalmente em anos de La Niña. Esses sistemas também são responsáveis por regular as chuvas no Sudeste. “A Região Metropolitana de São Paulo durante o verão sofre quase que diariamente influência da infiltração da brisa marítima associada ao forte calor no final das tardes, o que contribui para a ocorrência de pancadas de chuva que atuam com até forte intensidade”, explica, Garcia, meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo.

A média de chuvas esperadas no verão, de acordo com o CGE da Prefeitura de São Paulo, é de 663,4mm. O mais chuvoso de toda a série histórica, desde 1995, foi o verão 1995/1996 com 922,4mm, já o menos chuvoso foi o de 2017/2018 com 413,4mm.

O dia mais chuvoso já registrado pelo CGE da Prefeitura de São Paulo desde 1995 foi o 10/02/2020, com a estação vigente sendo o verão. A cidade acumulou média de 92,4mm.

Segundo os modelos numéricos de previsão estendida, a primeira semana do verão transcorre com temperaturas ligeiramente abaixo do esperado e chuvas em forma de pancadas isoladas.

Dados da primavera 2021

A primavera começou em 22/09/2022 às 22h04 e termina nesta quarta-feira (21) às 18h48, quando começa o verão. Os acumulados de chuva em 484,4mm, ou seja 37,1% acima da média esperada que é de 353,5mm. Esta foi a terceira primavera mais chuvosa.

Segundo dados pluviométricos do CGE da Prefeitura de São Paulo, as primaveras mais chuvosas foram:

  • 2009: 548,6mm
  • 2015: 511,9mm
  • 2022: 484,4mm

Já as menos chuvosas foram:

  • 1999: 199,0mm
  • 2003: 209,1mm
  • 2019: 270,1mm

As temperaturas permaneceram abaixo do esperado, o que tem relação direta com o fenômeno La Niña que esfria às águas e passou de leve a moderado durante a primavera. O destaque nesta primavera fica com os meses de setembro e novembro, que foram os mais frios da série do CGE, inclusive com tardes muito frias para a época do ano.

Setembro: Mínima média esperada de 15,2°C, o mês registrou 12,6°C. Máxima média esperada de 25,9°C, o mês registrou 21,7°C. O dia mais quente do mês foi o 09/09 quando a média na cidade foi de 33,1°C. Já a menor mínima média ocorreu em 24/09 com 9,2°C na cidade.

Outubro: Mínima média esperada de 16,6°C, o mês registrou 16,5°C. Máxima média esperada de 26,4°C, o mês registrou 26,2°C. O dia mais quente do mês foi o 27/10 com 33,6°C de média na cidade. Já a menor mínima média ocorreu em 03/10 com 14,5°C na cidade.

Novembro: Mínima média esperada de 17,2°C, o mês registrou 14,9°C. Máxima média esperada de 26,5°C, o mês registrou 25,1°C. O dia mais quente do mês foi o 13/11 com 31,3°C de média na cidade. Já a menor mínima média ocorreu em 04/11 com 9,8°C na cidade.

Dezembro: Mínima média esperada de 18,7°C, o mês registrou até o dia 20/12/2022 média de 17,8°C. Máxima média esperada de 28,2°C, o mês registrou até agora 27,7°C. O dia mais quente por enquanto foi o 10/12 com 33,3°C de média na cidade. Já a menor média mínima foi em 14/10 com 15,1°C.

“Analisando os dados podemos dizer que a primavera 2022 transcorreu sob a influência de dois fenômenos que influenciaram de diferentes formas nas chuvas e nas temperaturas. Com o oceano Atlântico mais aquecido, houve um estímulo na formação das instabilidades, e a estação registrou chuvas acima do esperado, e com a atuação do fenômeno La Niña, esfriando às águas do Pacífico e deixando o ar mais frio, as temperaturas ficaram mais baixas para a época do ano”, finaliza o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo Thomaz Garcia.

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Fonte: SECOM-Pref. de São Paulo – Foto: Arquivo/Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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