Alesp avança em projeto que amplia programa habitacional para guardas e agentes de trânsito

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A Comissão de Habitação, Desenvolvimento e Reforma Urbana da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou, nesta terça-feira (24), o Projeto de Lei 972/2025, que inclui guardas municipais e agentes de trânsito no programa habitacional destinado a profissionais da Segurança Pública. A proposta altera a Lei Estadual 18.025/2024, que instituiu a política no estado.

De autoria dos deputados Dr. Jorge do Carmo (PT) e Fábio Faria de Sá (Podemos), o texto busca estender o benefício a categorias que atuam diretamente na proteção urbana e na organização do tráfego. Segundo os parlamentares, esses profissionais enfrentam riscos diários e, muitas vezes, comprometem parte significativa da renda com despesas de moradia.

Na mesma reunião, o colegiado aprovou o PL 104/2025, de Carlos Giannazi (Psol), que prevê a inclusão dos servidores da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Casa) no mesmo programa habitacional. Assim como o projeto anterior, a proposta altera dispositivo da legislação vigente para assegurar o acesso ao benefício.

Audiência pública e requerimentos

Os deputados também aprovaram requerimento para a realização de audiência pública sobre o projeto “Nova Centralidade Urbana Lajeado”, na Zona Leste da capital paulista. A iniciativa prevê intervenções que podem impactar moradias de cerca de 140 famílias.

Devem participar representantes da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras, da SPTrans e da Cohab-SP. A audiência será realizada no CEU Lajeado, em data ainda a ser definida.

Outro requerimento aprovado prevê o envio de ofício a Diogo Soares, diretor vice-presidente da Cohab, solicitando informações sobre o planejamento para atendimento de famílias que serão removidas da faixa de domínio ferroviária com a reativação do ramal entre Tupã e Panorama, no trecho que passa por Junqueirópolis.

Novos programas habitacionais

A comissão ainda deu aval ao PL 319/2024, de Rômulo Fernandes (PT), e ao PL 805/2024, de Luiz Claudio Marcolino (PT). As propostas autorizam o Poder Executivo a instituir os programas Crédito Habitacional para Vítimas de Violência Doméstica e A Casa é Sua no estado.

Durante a reunião, o presidente da comissão, deputado Rafael Saraiva (União), informou a atualização da subcomissão de políticas públicas para áreas de risco, presidida por Dr. Jorge do Carmo. O deputado Eduardo Suplicy (PT) passa a integrar o grupo no lugar de Simão Pedro.

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Foto: Ana Guice/PMB

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Feirão Casa Paulista oferece mais de R$ 4 milhões em subsídios para compra do primeiro imóvel em SP

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O Governo de São Paulo disponibiliza mais de R$ 4 milhões em subsídios habitacionais na nova edição do Feirão Casa Paulista, que ocorre até domingo (15) em dez municípios do estado. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH), oferece 385 cartas de crédito imobiliário concedidas a fundo perdido para famílias que buscam adquirir o primeiro imóvel.

As cartas de crédito variam de R$ 10 mil a R$ 16 mil e atendem moradores de Birigui, Jaú, Marília, Pirajuí, Pitangueiras, São José do Rio Preto, São Paulo, Tabatinga, Tatuí e Tupã. Do total, 74 benefícios são destinados exclusivamente à capital paulista, com valor de R$ 16 mil por família.

Para participar, é necessário cumprir os critérios do programa Casa Paulista: renda familiar de até três salários mínimos, não possuir imóvel em nome próprio, não ter financiamento habitacional ativo e não ter sido beneficiado por outros programas de moradia. Os interessados devem encaminhar o Termo de Adesão à SDUH pelo e-mail [email protected].

Além desta edição, municípios como Araçatuba, Assis, Botucatu, Taubaté e Votuporanga tiveram o atendimento prorrogado após a primeira fase do feirão, realizada entre 6 e 8 de fevereiro, que ofertou mais de 400 cheques habitacionais e investimento aproximado de R$ 4,6 milhões.

Os feirões foram retomados no fim de janeiro, após novo chamamento público para empresas do setor. Entre setembro e dezembro de 2025, o programa emitiu 4.507 cartas de crédito, com aporte estadual de R$ 32,7 milhões, contemplando 241 empreendimentos em 13 regiões administrativas.

Desde o início da atual gestão, o Casa Paulista já entregou 46,4 mil moradias por meio da Carta de Crédito Imobiliário, com investimento de R$ 568 milhões. Outros 57 mil imóveis seguem em produção, com aporte previsto de R$ 725,1 milhões, reforçando o papel do programa na ampliação do acesso à moradia para famílias de baixa renda.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Programa Casa Paulista abre inscrições para 14 mil moradias em 106 municípios de São Paulo

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O Programa Casa Paulista vai abrir inscrições para 14 mil novas moradias em 106 municípios, distribuídos pelas 16 regiões administrativas do Estado de São Paulo. O anúncio foi feito na quarta-feira (4), durante evento realizado no Palácio dos Bandeirantes.

Além das novas unidades, o governo estadual realizou o sorteio de outras 607 moradias na capital paulista, voltadas à Habitação de Interesse Social (HIS 2), destinada a famílias com renda entre três e seis salários mínimos, e à Habitação de Mercado Popular (HMP), para rendas de seis a dez salários mínimos. Do total sorteado, 250 unidades serão reservadas a agentes de segurança pública estaduais, na primeira etapa do Programa Moradia Segura.

Poderão participar policiais civis, militares, técnico-científicos e penais que atendam aos critérios estabelecidos e tenham manifestado interesse nos editais publicados pelas secretarias de Segurança Pública (SSP) e de Administração Penitenciária (SAP). As moradias estão distribuídas pelas regiões central, norte, sul e oeste da capital.

A construção de unidades destinadas às faixas HIS 2 e HMP está prevista na política habitacional do Estado e integra o plano de negócios da CDHU. Segundo o governo, a diversificação do atendimento permite ampliar o ticket médio da carteira habitacional, favorecendo o reinvestimento em novas construções.

O Programa Moradia Segura foi lançado em setembro de 2024 e, desde então, passou por regulamentação e abertura de editais de manifestação de interesse junto à SAP e à SSP. A partir das listas de inscritos, serão disponibilizadas as primeiras unidades para financiamento pela CDHU. Entre as exigências, os servidores não podem possuir imóvel, ter financiamento residencial ativo no país ou ter sido beneficiados anteriormente por atendimento habitacional definitivo.

De acordo com dados oficiais, cerca de 90% do efetivo da Secretaria de Segurança Pública e 96% dos profissionais vinculados à Secretaria de Administração Penitenciária estão enquadrados nas faixas de renda aptas ao programa. O Moradia Segura estabelece comprometimento máximo de 20% da renda familiar para beneficiários com até cinco salários mínimos, com atualização anual pelo IPCA. Também é possível optar por comprometimento de até 30% da renda, sem correção inflacionária.

As parcelas dos financiamentos serão, preferencialmente, consignadas em folha de pagamento. Os recursos para a execução do programa sairão do orçamento vigente da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH), com possibilidade de complementação pelo Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS).

Além das unidades específicas para policiais, seguem válidas as regras de priorização de agentes de segurança nos conjuntos habitacionais construídos pela CDHU, que reservam parte dos imóveis sorteados para esses profissionais.

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Foto: Divulgação/SDHU

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Feirão Casa Paulista oferece R$ 1,4 milhão em subsídios para compra do primeiro imóvel na capital

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O Governo de São Paulo, por meio do programa Casa Paulista, vai disponibilizar aproximadamente de R$ 1,4 milhão em subsídios para a nova edição do Feirão Casa Paulista, que acontece até este domingo (7), na capital paulista.

Serão oferecidas 87 novas Cartas de Crédito Imobiliário, com valores de R$ 16 mil, a fundo perdido, para famílias que desejam adquirir o primeiro imóvel. Os interessados poderão escolher entre quatro empreendimentos da construtora Magik. O atendimento acontece das 7h às 20h, na Rua Barra Funda, 16, esquina com a Avenida Angelica, em frente à Praça Olavo Bilac.

Para participar, é necessário atender aos requisitos do programa Casa Paulista – Carta de Crédito Imobiliário: possuir renda familiar de até três salários mínimos; não possuir imóvel no próprio nome; não ter financiamento imobiliário ativo; e não ter sido beneficiado por outro programa habitacional.

Nova oportunidade

O Feirão que aconteceu no último fim de semana de novembro em outra unidade da capital paulista e também nos municípios de Marília, Piratininga, Ribeirão Preto, São José Do Rio Preto, Tatuí E Votuporanga foram prorrogados. Os interessados que não puderam comparecer terão nova chance até o próximo domingo (07/12). Clique aqui Clique aqui para acessar os endereços e horários.

Impacto do programa

Desde o início da atual gestão, em todo o Estado, o Casa Paulista já entregou 44,2 mil moradias na modalidade CCI, com aporte de R$ 542,1 milhões e impacto de aproximadamente R$ 23,5 bilhões na economia. Outros 62,3 mil imóveis seguem em produção, com aporte de R$ 782 milhões.

Os subsídios demonstram o compromisso do Governo de São Paulo em ampliar o atendimento habitacional e priorizar as famílias que mais necessitam de apoio do Estado. Levantamento da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH) mostra que, em empreendimentos participantes do programa, a renda média das famílias beneficiadas com os subsídios estaduais é de R$ 2,8 mil, equivalentes a 1,87 salário mínimo atual. Nos mesmos empreendimentos, a renda média dos compradores que não utilizam o cheque do Casa Paulista é de R$ 5,2 mil (3,44 salários mínimos), evidenciando o impacto social do benefício.

Suspensão

A SDUH informa que, a partir de 8 de dezembro de 2025, estão suspensos os novos cadastros para participação nos feirões vinculados ao Programa Casa Paulista – Apoio ao Crédito Habitacional, na modalidade Carta de Crédito Individual. A suspensão ocorre devido à necessidade de consolidação do balanço dos feirões já realizados e ao encerramento da Execução Orçamentária e Financeira do exercício de 2025.

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Fonte/foto: GESP

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Inscrições para estágio da CDHU com bolsas de até R$ 1,5 mil e vale-refeição de R$ 1,1 mil terminam dia 25

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Estudantes que desejam participar do programa de estágio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) precisam se apressar: o prazo de inscrições termina no próximo domingo (25), ao meio-dia, horário de Brasília.

O processo seletivo, realizado em parceria com o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), é totalmente gratuito e online. O edital prevê tanto a contratação imediata quanto a formação de cadastro reserva de estagiários.

Podem participar estudantes matriculados nos cursos e semestres indicados no edital. A carga horária é de 30 horas semanais, com limite de 6 horas diárias. A bolsa-auxílio varia conforme o nível de ensino:

  • Nível superior: R$ 1.500,00 por mês
  • Nível médio: R$ 1.183,00 por mês

Além disso, os estagiários recebem auxílio-transporte e vale-refeição no valor de R$ 1.132,22.

De acordo com a CDHU, o programa representa uma oportunidade de inserir estudantes em um ambiente profissional em uma das principais companhias públicas de habitação do país, ampliando a experiência prática dos participantes.

As inscrições podem ser feitas exclusivamente pelo portal do CIEE até às 12h do dia 25 de agosto.

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Foto: Reprodução/CDHU

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 CDHU prorroga campanha de regularização de dívidas até 31 de maio

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A Campanha de Regularização de Contratos 2024, lançada pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), foi prorrogada até 31 de maio de 2025, prazo final para mutuários que precisam regularizar pendências financeiras em contratos aproveitem as facilidades que a campanha oferece.

A iniciativa, que teve inicio em novembro de 2024, tem como objetivo reduzir a inadimplência e regularizar as prestações em atraso do financiamento habitacional realizado pela Companhia.

Para os acordos e alterações processuais, não haverá incidência de juros de mora ou de multa por atraso. O pagamento dos débitos atualizados será parcelado até o final do prazo remanescente dos contratos, sem aplicação de juros remuneratórios. Será necessário o pagamento de uma entrada mínima, de acordo com o tamanho do atraso:

  • Atraso de até duas mensalidades, o débito deverá ser quitado à vista;
  • Nos contratos ativos com três a 24 atrasos sem acordo prévio, deverá ser paga uma prestação de entrada;
  • Mutuários com atrasos de três a 24 parcelas, mas que já tenham realizado acordo e descumprido, deverão pagar duas prestações de entrada;
  • Para situações com mais de 24 parcelas em atraso, a entrada será de três prestações.

Em todos os casos, a entrada poderá ser substituída pelo valor de 5% do total da dívida, prevalecendo o que for menor. Também será possível optar pelo pagamento à vista, sem incidência de juros ou multa.

Após o término da campanha, as regras para acordo voltam ao praticado regularmente pela Companhia: o valor de entrada corresponde a 10% do valor da dívida, além da incidência de juros e multa por atraso, conforme as cláusulas contratuais.

Outra facilidade importante é a possibilidade de o mutuário fazer a portabilidade para as regras atuais de financiamento da CDHU, que estipulam o teto de 20% da renda familiar para as parcelas mensais, além de estipular juro zero para as famílias com renda de até cinco salários mínimos.

A campanha também é uma boa oportunidade para regularizar a situação de transferências não formalizadas junto à CDHU. Pessoas com contratos de gaveta deverão apresentar toda a documentação que comprove o direito à posse do imóvel. Após esse processo, serão aplicadas as regras atuais de financiamento da CDHU, com teto de 20% da renda salarial e sem juros, até o prazo remanescente do contrato.

Há também a possibilidade de acordos para situações específicas e menos recorrentes, como refinanciamento de contratos encerrados com débitos, situações judicializadas ou levadas a Centros Judiciários de Solução de Conflitos (CEJUSC), novação de dívidas e conversão de contratos especiais.

Os mutuários com pendências estão recebendo uma carta boleto informando sobre a campanha e já com o melhor valor de acordo para cada situação. Ao pagar o boleto recebido, automaticamente o contrato é convertido para as regras do acordo. Os moradores podem conferir a autenticidade do boleto no validador do site da CDHU.

Outra possibilidade é que o interessado acesse, proativamente, o site da Companhia diretamente no link. Ao preencher as informações do contrato, o sistema irá apresentar, automaticamente, a situação mais vantajosa para o cidadão, de acordo com a característica da dívida. Em caso de dúvidas, o interessado pode ligar para o Alô CDHU (0800 000 2348) ou ir diretamente aos postos de atendimento na capital ou nas gerências regionais. A lista de endereços está disponível no link.

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Fonte/foto: Divulgação/CDHU

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Governo de SP entrega 432 moradias e regulariza 1.304 imóveis em Embu das Artes

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O governador Tarcísio de Freitas entregou nesta sexta-feira (21), em Embu das Artes, 432 apartamentos nos residenciais Adriano Branco e Antonio Conselheiro, pelo programa Casa Paulista. Também no município, o programa realizou a entrega de 1.304 títulos fundiários para os moradores do Conjunto Habitacional Pedro Basile (Embu N). O total investido nas ações foi de R$ 82,7 milhões.

“Não tem nenhum evento que emocione mais do que a entrega de moradias, pois de fato é realizar o sonho mais básico e importante da vida de uma família, que é a casa, o lar, o local de segurança para criar filhos, netos, bisnetos. Às vezes, essas pessoas conquistam moradia, mas não têm escritura. Esse sonho fica incompleto. Hoje, estamos realizando esse desejo para algumas famílias de Embu das Artes”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas.

Foram entregues 432 apartamentos nos residenciais Adriano Branco e Antonio Conselheiro – Foto: Pablo Jacob/Governo de SP

As entregas contaram com a presença do secretário de Habitação, Marcelo Branco; do presidente do CDHU, Reinaldo Iapequino; do prefeito de Embu das Artes, Hugo Prado, além da participação de outros prefeitos da região e de parlamentares estaduais e municipais.

Os apartamentos foram financiados pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), na modalidade Carta de Crédito Associativa (CCA), com subsídios e juro zero, para famílias com rendimentos de até cinco salários mínimos. Os beneficiados foram indicados pela Entidade Organizadora Núcleo Betel, credenciada no edital 001/2022 e responsável pela construção dos empreendimentos.

As unidades habitacionais foram construídas em dois empreendimentos. – Foto: Pablo Jacob/Governo de SP

As unidades habitacionais foram construídas em dois empreendimentos. O Residencial Adriano Branco é composto por 162 apartamentos distribuídos em duas torres de nove pavimentos cada. Já o Residencial Antônio Conselheiro possui quatro torres de nove pavimentos e 270 apartamentos. Com 48 m², as unidades habitacionais têm dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e lavanderia. Os condomínios oferecem playground, área de convívio, salão de festas, churrasqueira e jardins. O investimento nos dois conjuntos foi de R$ 77,7 milhões.

Além deste condomínio, a CDHU está financiando mais 2.493 apartamentos em Embu, sendo 1.899 em oito empreendimentos no Loteamento Fama e 594 nos residenciais Roque Valente 3 e 4, que estão em produção. Ao todo, a modalidade CCA já contratou, no município, 2.925 unidades, com investimento de R$ 526,4 milhões.

Na modalidade CCA, a CDHU concede financiamento a famílias com renda de até cinco salários mínimos, preferencialmente, oriundas de áreas de risco, que recebem o auxílio moradia do Governo de São Paulo ou inscritas em editais públicos realizados pela CDHU.

Os empreendimentos são inscritos por meio de editais de credenciamento realizados pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação e têm os projetos homologados. Os imóveis são financiados de acordo com os critérios da CDHU e das diretrizes da Política Habitacional do Estado, que preveem juro zero e comprometimento de 20% da renda, com o pagamento das parcelas mensais do financiamento em até 30 anos. As famílias também são isentas de encargos durante a fase de obras e o pagamento da primeira prestação vai ocorrer somente 30 dias após a entrega das chaves do imóvel pronto para morar.

Regularização Fundiária

A CDHU investiu R$ 5 milhões na regularização das 11 fases do Conjunto Habitacional Pedro Basile (Embu N), entregues entre 2002 e 2011. O conjunto tem, ao todo, 1.304 unidades.

A ação visa a eliminar o passivo de imóveis entregues pela CDHU no passado que ainda necessitam ter esse documento oficial. Atualmente, todos os empreendimentos são entregues averbados.

A regularização da unidade habitacional traz segurança jurídica às famílias. A matrícula individualizada é uma espécie de certidão de nascimento do imóvel, constando as informações essenciais para a sua identificação jurídica. Os moradores que vão receber a matrícula se tornam de fato os proprietários dos seus imóveis, o que lhes garante o acesso ao mercado formal de crédito ou até comercializarem suas casas ou transferi-las para seus herdeiros, entre outros benefícios.

Leia também: Elvis Cezar anuncia construção de nova UBS no Bairro 120, em Santana de Parnaíba


Fonte: Governo de SP – Foto: Pablo Jacob/Governo de SP

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 CDHU prorroga campanha de regularização de dívidas até 31 de março

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A Campanha de Regularização de Contratos 2024 lançada pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) foi prorrogada até o dia 31 de março de 2025. Portanto, mutuários que precisam regularizar suas pendências financeiras nos seus contratos têm até o esta data para aproveitar as facilidades que a campanha oferece.

A iniciativa, que teve inicio em novembro, tem objetivo de reduzir a inadimplência e regularizar as prestações em atraso do financiamento habitacional realizado pela Companhia.

Para os acordos e alterações processuais, não haverá incidência de juros de mora ou de multa por atraso. O pagamento dos débitos atualizados será parcelado até o final do prazo remanescente dos contratos, sem aplicação de juros remuneratórios. Será necessário o pagamento de uma entrada mínima, de acordo com o tamanho do atraso:

  • Atraso de até duas mensalidades, o débito deverá ser quitado à vista;
  • Nos contratos ativos com três a 24 atrasos sem acordo prévio, deverá ser paga uma prestação de entrada;
  • Mutuários com atrasos de três a 24 parcelas, mas que já tenham realizado acordo e descumprido, deverão pagar duas prestações de entrada;
  • Para situações com mais de 24 parcelas em atraso-, a entrada será de três prestações.

Em todos os casos, a entrada poderá ser substituída pelo valor de 5% do total da dívida, prevalecendo o que for menor. Também será possível optar pelo pagamento à vista, sem incidência de juros ou multa.

Após o término da campanha, as regras para acordo voltam ao praticado regularmente pela Companhia: o valor de entrada corresponde a 10% do valor da dívida, além da incidência de juros e multa por atraso, conforme as cláusulas contratuais. 

Outra novidade importante é a possibilidade de o mutuário fazer a portabilidade para as regras atuais de financiamento da CDHU, que estipulam o teto de 20% da renda familiar para as parcelas mensais, além de estipular juros zero para as famílias com renda de até cinco salários mínimos. 

A campanha também é uma boa oportunidade para regularizar a situação de transferências não formalizadas junto à CDHU. Pessoas com contratos de gaveta deverão apresentar toda a documentação que comprove o direito à posse do imóvel. Após esse processo, serão aplicadas as regras atuais de financiamento da CDHU, com teto de 20% da renda salarial e sem juros, até o prazo remanescente do contrato. 

Há também a possibilidade de acordos para situações específicas e menos recorrentes, como refinanciamento de contratos encerrados com débitos, situações judicializadas ou levadas a Centros Judiciários de Solução de Conflitos (CEJUSC), novação de dívidas e conversão de contratos especiais.

Os mutuários com pendências estão recebendo uma carta boleto informando sobre a campanha e já com o melhor valor de acordo para cada situação. Ao pagar o boleto recebido, automaticamente o contrato é convertido para as regras do acordo. Os moradores podem conferir a autenticidade do boleto no validador disponibilizado no site da CDHU.

Outra possibilidade é que o interessado acesse, proativamente, o site da Companhia diretamente no link: cdhu.sp.gov.br/acordoespecial. Ao preencher as informações do contrato, o sistema irá apresentar, automaticamente, a situação mais vantajosa para o cidadão, de acordo com a característica da dívida. Em caso de dúvidas, o interessado pode ligar para o Alô CDHU (0800 000 2348) ou ir diretamente aos postos de atendimento na capital ou nas gerências regionais. A lista de endereços está disponível no link: https://www.cdhu.sp.gov.br/postos-de-atendimento


Fonte: CDHU – Foto:  Fernando Lambert

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Osasco firma parceria inédita com CDHU para reassentar mais de 300 famílias

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A Prefeitura de Osasco estabeleceu parceria inédita com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) para reassentar mais de 300 famílias dos núcleos Raio de Luz e Santa Maria nos imóveis do Residencial Raposo, que serão construídos pela estatal no Km 18,5 da Rodovia Raposo Tavares, no Jardim Boa Vista.

O anúncio da parceria se deu terça-feira, 26/07, durante reunião do prefeito Rogério Lins e do secretário municipal de Habitação, Pedro Sotero, com moradores desses núcleos no Centro de Formação dos Profissionais da Educação, no Centro.

A parceria privilegiará as famílias desses dois núcleos, que estão há mais tempo em programas habitacionais do município. Algumas estão inscritas, por exemplo, desde 2013.

Serão disponibilizadas para essas famílias, que no momento recebem o Bolsa Aluguel da Prefeitura, mais de 300 unidades de um total de duas mil a serem construídas. As obras serão iniciadas em breve, com prazo de entrega de 24 meses. Os apartamentos têm 40 m².

A Secretaria de Habitação do município fará encaminhamento para a CDHU das famílias desses dois núcleos que se encaixem nos critérios estabelecidos pela companhia, como renda familiar de um a cinco salários mínimos. Os trabalhadores autônomos precisarão entregar no ato do cadastro uma declaração de atividade autônoma com rendimento bruto mínimo de R$ 1.500,00.

Há outras exigências. As famílias não podem ser nem ter sido proprietárias de imóvel, não podem ser promitentes compradores (que já tenham compromisso de compra de outro imóvel) ou nu-proprietário de imóvel (aquele que dispõe de um bem, em razão do usufruto, mantendo a titularidade do domínio), seja financiado ou não.

De acordo com o que foi dito às famílias dos dois núcleos durante a apresentação feita por técnicos da Secretaria de Habitação, a CDHU vai comprar as duas mil unidades que serão construídas e as repassará por meio de crédito associativo às famílias interessadas. O prazo de financiamento é de 360 meses.

A assinatura do contrato será no início da construção das unidades habitacionais. O pagamento à CDHU da primeira parcela do financiamento será em até 30 dias após a entrega das chaves. Os documentos dos imóveis sairão em nome da mulher.

O condomínio do Residencial Raposo deverá contar com seis creches, duas Unidades Básicas de Saúde, um Centro Municipal de Educação Infantil (Cemei), um Centro Dia do Idoso, uma biblioteca, salão de festa, área para churrasco e um centro de compras, entre outros.

Segundo Rogério Lins, as famílias aprovadas nos critérios da CDHU seguirão no Bolsa Aluguel até que recebam as chaves dos imóveis. “A casa própria traz segurança e dignidade às famílias. O meu desejo é continuar trabalhando por muitos anos pela nossa cidade até que não haja mais famílias sem moradias e em situação de vulnerabilidade social”, comentou.


Por Marcelo Borba/SECOM-Osasco – Foto: Marcelo Deck/SECOM-Osasco

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