Operação ‘Piratas do Asfalto’ mira quadrilha especializada em roubos de motos na Grande São Paulo

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (19), a quarta fase da Operação Piratas do Asfalto, que investiga uma organização criminosa especializada em roubos de motocicletas e cargas na região de Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.

Nesta etapa, foram cumpridos mandados de busca e apreensão e de internação provisória contra dois adolescentes, ambos de 16 anos, identificados como participantes das ações criminosas.

De acordo com as investigações, o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas e uso de arma de fogo. A quadrilha é apontada como responsável por diversos roubos de motocicletas, crimes que impactaram diretamente a segurança na região.

Segundo o delegado Luiz Romani, titular do Distrito Policial Central de Itaquaquecetuba, esta é a fase final da operação, que já resultou na prisão de outros 15 envolvidos.

“Esses ladrões de motos que vinham aterrorizando as vítimas, dando disparos em via pública e levando pertences, agora foram detidos. Colocamos fim na quadrilha que agia em toda a região do Alto Tietê e também em Guarulhos”, afirmou. “Isso reflete nos índices criminais, que reduziram significativamente no período”, completou.

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Fonte/foto: SSP-SP

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Rede prestadora de serviços de lavagem de dinheiro do crime organizado é alvo de operação do Deic

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A Polícia Civil de São Paulo, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), deflagrou, nesta quinta-feira (4), a Operação Falso Mercúrio, com o objetivo de desmantelar uma organização que prestava serviços de lavagem de dinheiro a uma facção criminosa. São cumpridos 54 mandados judiciais, sendo seis de prisão e 48 de busca e apreensão na capital paulista e na Grande São Paulo. 

A pedido dos investigadores, a Justiça determinou o sequestro de 49 imóveis, de três embarcações e 257 veículos em nome dos investigados. Pelo menos 20 pessoas físicas e outras 37 jurídicas tiveram as contas bloqueadas.

Segundo as investigações da 3ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), os criminosos montaram uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro proveniente de crimes como tráfico de drogas, estelionato e jogos de azar. Há indícios que essa rede tenha ligação direta com uma facção criminosa amplamente conhecida no estado. 

Essa rede operava com três núcleos principais: coletores, responsáveis por arrecadar os valores ilícitos; intermediários, encarregados de movimentar e ocultar os recursos;  e beneficiários finais, que recebiam o dinheiro já legitimado. Cada um com funções distintas e estruturadas para fazer com que o esquema funcionasse.

No total, 100 policiais civis de todas as delegacias da DIG foram empenhados para a operação, que recebeu o nome de Falso Mercúrio em alusão ao Deus do comércio e dos trapaceiros na mitologia romana.

O secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, acompanhou a saída das equipes para o cumprimento dos mandados nesta madrugada. “É uma das maiores operações já deflagradas pela Polícia Civil contra a lavagem de capitais. Os envolvidos no crime viviam uma vida de luxo e conseguiam milhões com a atividade ilícita. Hoje, nós avançamos contra essa rede criminosa”, disse. 

O delegado e diretor do Deic, Ronaldo Sayeg, revelou que esta é a maior investigação patrimonial e financeira já realizada pelo departamento. “Seguimos a diretriz de descapitalizar o crime organizado e recuperar ativos. Essa operação simboliza isso em razão do número de imóveis e bens que estão bloqueados e restritos”, afirmou.

Os envolvidos e os itens apreendidos serão levados à 3ª DIG, onde os casos serão registrados. As ações seguem em andamento.

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Fonte/foto: SSP-SP

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