NOMES E OCUPAÇÕES – por Tom Moisés

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H. Ramos = professor de judô
Ana Lisa = técnica de laboratório
P. Lúcia = fabricante de bichinhos
Pinto Solto = fabricante de cuecas
Marcos Dias = fabricante de calendários
Olavo Pires = balconista de lanchonete
Décio Machado = infrator ambiental
H. Lopes = professor de hipismo
Oscar Romeu = colecionador de automóveis
Hélvio Lino = professor de música
K. Godói = paciente com hemorroidas
Alberta Alceu Pinto = garota do job
Eudes Penteado = funcionário que não se penteia
Edson Forte = baterista
Jamil Jonas Costa = urologista
Iná Lemos = pneumologista
Ema Thomas = traumatologista
Sara Dores da Costa = reumatologista
Armando Pinto = artista de filmes adultos
Amado Pinto Furtado= artista de filmes adultos que era muito querido, mas se aposentou
Alceu Prazeres = cozinheiro
Pablo Picasso = pintor bem dotado de talentos e habilidades
Edu Rolo = aprendiz de negociante
João Rolista = negociante nato
Alexa = funcionário que só faz alguma coisa quando alguém manda
Paulo César Vara Grande = juiz
Beatriz do Rego Dourado = passista de escola de samba coberta por purpurina
Jacinto Rego Secco = deve ser parente da Débora Secco
Deborah Kerr = consumidora compulsiva que descartou acrescentar em seu nome o sobrenome do pretendente Julian Pinto
H. Romeu Pinto = sem comentários.

E você, também já se deparou com nomes diferentes?
Se sim, comente aqui pra gente saber.

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“Menas” não existe! – por Tom Moisés

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Meu tímpano está doendo até agora. Ontem um colega chegou pra mim e disse:

  • “Ano que vem tem Copa do Mundo, “to pricisano” de “aprendê” “ingrês””.
  • “O quê?” Eu perguntei, pois claro que ele não falaria inglês com “r”.
  • “Eu disse que “to pricisano” de “aprendê” “ingrês””.

Nossa! E não foi que ele repetiu, pensei.

  • “Acho que primeiro você deveria aprender o português”. Eu o adverti.
  • Não, não! “Nu portugues eu já sô bão. “Tô “pricisano mesmo é de falá ingrês”.

Tudo bem que “herrrar é Umano” mas, como dói os nossos tímpanos ao ouvirmos certas expressões erradas, hein?!

Muita utopia da minha parte sonhar que um dia as pessoas irão ler mais, saber mais e utilizarem melhor a língua (refiro-me ao uso correto do idioma).

Mas, errar não é “privilégio” apenas dos mortais que falam. Muitas vezes, os que escrevem também cometem erros quase que imperdoáveis. Aquele que ao escrever nunca errou, que atire a primeira caneta; se encontrarem alguma, né? Pois até as canetas estão desaparecendo.

Outro dia ouvir alguém dizer “menas gente”. Fiquei tão preocupado que resolvi escrever a respeito, para informar e esclarecer aos que ainda não sabem que a palavra “menas” não existe. É uma expressão incorreta, errada e que agride os ouvidos. É tão errada que até o computador não deixou eu escrevê-la. Ele corrigia sozinho. Eu tentava escrever “menas” e ele sozinho corrigia para “menos”.

A palavra “menos” significa o contrário de “mais”, em menor quantidade, comparativo de pouco. A palavra “menas” não existe. Não existe “menas gente, menas palavras, menas coisas”. O que existe são menos gente, menos palavras e menos coisas. Para alguns pode até parecer estranho, mas é assim que é o certo, pode pesquisar. E também podem confiar nesta informação. Em matemática eu “num sô bão não; mais nu portugueis eu agarato”.

E você? Tem algum erro de português que quando você ouve te incomoda?


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Zero Hora Digital.

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