Nova tarifa de ônibus de R$ 6,10 entra em vigor hoje (5) em Barueri, Osasco, Jandira e Itapevi

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Passa a valer nesta segunda-feira (5) a nova tarifa de ônibus municipal de R$ 6,10 em cidades da Região Oeste da Grande São Paulo. O reajuste atinge Barueri, Osasco, Carapicuíba, Jandira e Itapevi, após decisão conjunta dos prefeitos que integram o Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE).

O valor anterior era de R$ 5,80, e o aumento representa um reajuste de 5,2%, percentual acima da inflação oficial acumulada em 12 meses, medida pelo IPCA. Em nota, o consórcio informou que a atualização foi definida com base em critérios técnicos e legais, levando em conta a recomposição dos custos operacionais do sistema, com o objetivo de manter a qualidade, a segurança e a regularidade do transporte público.

Além dos municípios da região oeste, outros reajustes também entram em vigor neste início de ano. Na capital paulista, a tarifa de ônibus sobe para R$ 5,30 a partir de terça-feira (6). Já o Governo de São Paulo anunciou aumento das passagens do sistema metroferroviário para R$ 5,40, o que representa um reajuste de 3,85%, abaixo da inflação estimada pelo IPC-Fipe.

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Foto: Arquivo/Reprodução

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Tarifa de ônibus sobe para R$ 6,10 em Osasco e região a partir de 5 de janeiro

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A passagem de ônibus municipal em Osasco e em outras quatro cidades da Grande São Paulo ficará mais cara a partir de 5 de janeiro de 2026. O valor sobe de R$ 5,80 para R$ 6,10, após decisão conjunta dos prefeitos que integram o Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE).

Além de Osasco, o reajuste passa a valer em Barueri, Carapicuíba, Jandira e Itapevi. O aumento corresponde a 5,2%, percentual acima da inflação oficial acumulada nos últimos 12 meses, que foi de 4,5% até novembro, segundo o IBGE, com base no IPCA.

Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (29), os prefeitos afirmaram que o reajuste foi definido “com base em critérios técnicos e legais”, levando em conta a recomposição dos custos operacionais do sistema. Segundo o texto, a medida busca garantir a qualidade, a segurança e a regularidade dos serviços prestados à população. O consórcio também destacou o compromisso com a mobilidade urbana regional, a transparência e o diálogo com a sociedade.

Participaram da decisão os prefeitos Gerson Pessoa (Osasco), Beto Piteri (Barueri), José Roberto (Carapicuíba), Doutor Sato (Jandira) e Marcos Godoy, o Teco (Itapevi).

Outros reajustes também foram anunciados na região. Na capital, a Prefeitura informou que a tarifa de ônibus sobe de R$ 5,00 para R$ 5,30 a partir de 6 de janeiro. Já o Governo do Estado confirmou aumento no sistema metroferroviário — trens e metrô — de R$ 5,20 para R$ 5,40. Segundo o Governo de São Paulo, o reajuste estadual é de 3,85%, abaixo da inflação estimada em 4,46% pelo IPC-Fipe.

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Foto: Marcelo Deck/PMO

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Ricardo Nunes admite reajuste na tarifa de ônibus em 2026, limitado à inflação

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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou que não descarta um aumento na tarifa dos ônibus municipais em 2026, mas garantiu que qualquer reajuste deverá ficar limitado à inflação do período. A definição do novo valor, segundo ele, dependerá de estudos técnicos que estão sendo elaborados pela SPTrans, empresa da prefeitura responsável pela gestão do transporte por ônibus na capital.

“O ideal é manter congelada a tarifa. Se a gente não conseguir, que não passe da inflação. Mas isso vai depender dos estudos que eles vão trazer”, declarou o prefeito. Nunes reforçou que a administração trabalhará para evitar aumento real, ou seja, acima da inflação. “Uma coisa que eu acho que a gente vai trabalhar bastante é para que não tenha aumento real”, acrescentou.

Atualmente, a tarifa de ônibus em São Paulo é de R$ 5. O valor foi reajustado no início de 2025, quando a passagem subiu de R$ 4,40 para o preço atual. De acordo com o prefeito, o custo real do transporte coletivo é significativamente maior e só não é repassado integralmente ao usuário por causa do subsídio pago pela prefeitura às empresas concessionárias.

“Se não fosse o subsídio da administração municipal às empresas de ônibus, o preço da passagem seria de R$ 9”, afirmou Nunes. Ele explicou que a política de subsídio tem como objetivo garantir maior acesso da população ao transporte público, especialmente para os trabalhadores que dependem do sistema diariamente.

Apesar disso, o prefeito destacou que o equilíbrio fiscal é um fator decisivo na discussão. “A prefeitura tem capacidade de manter o subsídio, mas também a gente precisa equilibrar para não tirar dinheiro da saúde, não tirar dinheiro da habitação, não tirar dinheiro da segurança, cada área podendo fluir de uma forma responsável”, concluiu.

A expectativa é que os estudos da SPTrans sejam apresentados ao longo de 2025, servindo de base para a decisão final sobre a tarifa a ser praticada no próximo ano.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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SP: Justiça dá prazo para prefeitura explicar alta da tarifa de ônibus

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O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a prefeitura explique o aumento da passagem nos ônibus municipais, determinado pelo Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT) no último dia 26. O bilhete passará a ser de R$ 5 em janeiro.

A prefeitura tem prazo até a tarde desta segunda-feira (30) para prestar os esclarecimentos. A decisão judicial acolhe parcialmente uma ação de parlamentares da oposição, porém não proíbe nem suspende o aumento, conforme solicitado.

Os autores da ação questionam a falta de uma discussão sobre o tema em audiências públicas.

Segundo a decisão do juiz Bruno Cassiolato, “a despeito da realização do estudo técnico, a reunião na qual ele foi elaborado e sustentado deve ser realizada de acordo com as determinações legais que a ela possam conferir transparência, segurança e participação popular”.

Procurada, a prefeitura informou não ter sido intimada da decisão. “Quando isso acontecer, tomará as providências judiciais cabíveis, no prazo judicial conferido”.

“Por outro lado, cumpre ressaltar que o pedido dos autores populares de suspensão dos efeitos da reunião do CMTT de 26/12/2024 não foi acolhido pela Justiça. Foi concedido o prazo de 48 horas (a contar da notificação) para apresentação das respostas ao ofício do vereador encaminhado em 27/12/2024 à Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT)”, acrescentou

Durante a reunião do CMTT, os membros aprovaram o reajuste, pois os valores atuais da tarifa equivalem aos de 2019, ano do último reajuste. O custo para manter o sistema é de aproximadamente R$ 1 bilhão, de acordo com dados apresentados.

Entre os argumentos usados pela SPTrans para convencer sobre a necessidade do reajuste, está a parcela de usuários beneficiados pela gratuidade. De 2019 a 2024, os pagantes equivalem sempre a, pelo menos, metade dos passageiros. 

Leia também: PSOL/Rede enfrenta ações por suposta fraude na cota de gênero em Osasco, revela O Globo


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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Tarifa de ônibus na capital paulista sobe para R$ 5 em janeiro

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A prefeitura de São Paulo fechou em R$ 5,00 a tarifa básica dos ônibus da capital. O valor, que teve 13,6% de reajuste, passará a ser cobrado no dia 6 de janeiro.

O preço atualizado do bilhete seguirá para a Câmara Municipal dos Vereadores, conforme estabelece a legislação. Em nota, a prefeitura lembrou que todas as gratuidades existentes continuam mantidas, assim como a integração do passageiro em até quatro ônibus dentro de um período de três horas.

A gestão municipal já havia antecipado nesta quinta-feira (26), mais cedo, que o preço da passagem deveria ficar entre R$ 5,00 e R$ 5,20. A definição ocorreu após reunião de representantes da prefeitura e da São Paulo Transporte (SPTrans).

Em conferência pública que reuniu membros do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT), transmitida pela internet, durante a manhã, a superintendente de Receita e Remuneração da SPTrans, Andréa Compri, afirmou que o aumento se justifica porque os valores praticados atualmente equivalem aos de 2019. Destacou ainda, em sua apresentação, junto a outros registros do sistema de transporte, que o custo para mantê-lo este ano foi de aproximadamente R$ 1 bilhão.

Entre os argumentos usados pela SPTrans para convencer sobre a necessidade do reajuste, está a parcela de usuários beneficiados pela gratuidade. De 2019 a 2024, os pagantes equivalem sempre a, pelo menos, metade dos passageiros. Este ano, foram 50%, enquanto os passageiros que têm gratuidade formavam uma parcela de 28% e os de transferências ônibus-ônibus, sem acréscimo tarifário, respondiam por 22%.

Leia também: Governo de SP repassa mais de R$ 752 milhões aos municípios paulistas em ICMS


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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