Bebê nasce dentro de ambulância durante atendimento em Cajamar

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Uma gestante deu à luz dentro de uma ambulância na manhã desta quinta-feira (7) em Cajamar, na Grande São Paulo. O parto aconteceu durante o trajeto entre o PSF do Ponunduva e o Hospital Municipal Enfermeiro Antônio Policarpo de Oliveira, após o bebê decidir nascer antes da chegada à unidade de saúde.

A ocorrência mobilizou a equipe formada pelo técnico de enfermagem Danilo e pelo condutor Machado, responsáveis pelo transporte da paciente. Durante o percurso, a bolsa rompeu e os profissionais perceberam que o parto seria iminente.

Diante da situação, a ambulância foi estacionada em um local seguro para que o atendimento pudesse ser realizado. Poucos minutos depois, às 8h17, o bebê nasceu de forma natural dentro do veículo, recebendo os primeiros cuidados ainda no local.

Segundo informações da equipe de saúde, mãe e filho permaneceram estáveis durante todo o procedimento. Após o nascimento, a ambulância seguiu até o Hospital Municipal, onde os cuidados foram transferidos para a equipe médica da unidade.

O caso chamou atenção pela rapidez da ação dos profissionais, que precisaram adaptar o atendimento em meio ao trajeto até o hospital. A atuação da equipe evitou riscos à mãe e ao recém-nascido durante o parto emergencial.

O enfermeiro responsável técnico, Leomar dos Santos, destacou o preparo dos profissionais envolvidos na ocorrência. Segundo ele, a atuação da equipe demonstrou segurança técnica e comprometimento no atendimento prestado à população.

A Prefeitura de Cajamar também parabenizou os profissionais pelo atendimento e desejou saúde ao bebê e à família. Casos de parto dentro de ambulâncias são considerados raros e exigem resposta rápida das equipes de emergência.

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Foto: Divulgação/PMC

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Faltas em consultas médicas comprometem atendimento, alerta Prefeitura de Santana de Parnaíba

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A rede pública de Santana de Parnaiba registrou mais de 30 mil faltas em consultas e exames apenas no primeiro trimestre de 2026, número que já impacta diretamente o atendimento à população. As ausências aumentam filas, atrasam diagnósticos e reduzem a eficiência do sistema de saúde municipal.

O volume elevado de faltas preocupa a gestão, já que compromete o acesso de pacientes que aguardam atendimento. Cada ausência representa uma vaga desperdiçada que poderia ser utilizada por outra pessoa, muitas vezes em espera há semanas ou meses.

Na prática, o problema vai além do paciente que não comparece. As unidades de saúde passam a operar com horários ociosos, enquanto a demanda reprimida continua crescendo. Isso gera um efeito em cadeia, com exames adiados, tratamentos interrompidos e sobrecarga no sistema.

O cenário também afeta diretamente a prevenção e o acompanhamento de doenças. Ao faltar, o paciente deixa de realizar consultas importantes, o que pode agravar quadros clínicos e dificultar intervenções precoces.

Diante desse contexto, a Prefeitura reforça a importância do cancelamento prévio em caso de impossibilidade de comparecimento. O aviso deve ser feito com pelo menos 72 horas de antecedência, permitindo que a vaga seja redistribuída.

O cancelamento pode ser realizado de forma simples, por meio do aplicativo E-Parnaiba, pelo sistema Agenda Fácil no site oficial ou diretamente em unidades de saúde do município.

O alto índice de faltas evidencia um desafio coletivo. O comparecimento às consultas não é apenas uma responsabilidade individual, mas um fator essencial para o bom funcionamento da rede pública e para garantir atendimento mais ágil e eficiente para toda a população.

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Foto: Fabiano Martins/PMSP

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Brasil registra 225 mil casos de picadas de escorpião e mortes dobram em 2025

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O Brasil registrou 225.695 casos de picadas de escorpião em 2025, com aumento expressivo nas mortes, que chegaram a 265 — o dobro do ano anterior. Os dados do Ministério da Saúde mostram que o animal foi responsável por mais de 65% dos acidentes com animais peçonhentos no país.

Apesar de a maioria dos casos ser considerada leve, crianças estão entre as principais vítimas fatais. Mais de 20% das mortes envolveram menores de 10 anos, o que acende alerta para a vulnerabilidade desse grupo.

O avanço dos casos está diretamente ligado às condições urbanas. Mais de 66% dos acidentes ocorrem em áreas urbanas, onde a falta de infraestrutura, acúmulo de lixo e presença de esgoto favorecem a proliferação de escorpiões.

A espécie mais perigosa é o escorpião amarelo, que se adapta facilmente a ambientes urbanos e possui alta capacidade de reprodução, inclusive sem necessidade de acasalamento.

Os dados também revelam desigualdade no perfil das vítimas. Pessoas pardas concentram 55% dos casos e 62% das mortes, cenário associado à maior exposição em regiões com infraestrutura precária.

Em relação às ocorrências, mãos e dedos são as áreas mais atingidas, seguidas por pés e pernas, geralmente durante atividades domésticas.

São Paulo e Minas Gerais lideram em número absoluto de casos, enquanto estados do Nordeste apresentam maior incidência proporcional.

Especialistas alertam que o tempo de atendimento é decisivo. Quanto mais rápido o socorro, menores as chances de agravamento. A recomendação é procurar atendimento imediato, lavar o local com água e sabão e evitar práticas como torniquete ou gelo.

Apesar do alto número de ocorrências, menos de 5% dos casos exigem uso de soro, disponível gratuitamente pelo SUS.

O cenário reforça a necessidade de prevenção, com atenção a ambientes domésticos e urbanos que favorecem a presença do animal.

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