Cajamar instala estações para monitorar chuvas e risco de alagamentos

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A Prefeitura de Cajamar começou a instalar estações meteorológicas em diferentes regiões da cidade para reforçar o monitoramento climático e ampliar as ações preventivas durante períodos de chuva intensa.

Os primeiros equipamentos já foram implantados em Ponunduva, Jordanésia e na região do km 43. A previsão é que o município receba sete estações distribuídas em pontos considerados estratégicos para ampliar a cobertura do monitoramento em tempo real.

A medida ocorre em um momento de atenção crescente das cidades da Grande São Paulo com temporais, enchentes e mudanças bruscas nas condições climáticas.

Segundo a Prefeitura, os equipamentos irão coletar informações como volume de chuva, temperatura, umidade do ar e outros dados meteorológicos importantes para o acompanhamento das condições do tempo.

Em algumas regiões, as estações também terão sensores para monitoramento do nível dos rios, permitindo identificar com mais rapidez situações que possam representar risco de alagamentos.

Com os dados atualizados em tempo real, a Defesa Civil poderá acompanhar alterações climáticas com maior precisão e agir mais rapidamente em casos de emergência.

A expectativa da administração municipal é reduzir impactos provocados por fortes chuvas e melhorar a capacidade de resposta das equipes em situações de risco.

Além do suporte às ações da Defesa Civil, o sistema também permitirá a emissão de alertas preventivos para a população, principalmente em períodos de instabilidade climática.

A Prefeitura afirma que a tecnologia deve fortalecer o trabalho preventivo no município e ajudar na antecipação de medidas para evitar transtornos causados por eventos climáticos extremos.

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Foto: Divulgação/PMC

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Ano Novo terá virada no tempo em SP, com fim da onda de calor e risco de temporais

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A semana do Ano Novo será marcada por uma mudança expressiva nas condições do tempo em todo o estado de São Paulo. Segundo a Defesa Civil do Estado de São Paulo, o enfraquecimento do bloqueio atmosférico e o fim da onda de calor — que provocou recordes de temperatura, especialmente na capital — darão lugar a um período de maior instabilidade, com chuvas mais frequentes e intensas nos próximos dias.

Nos primeiros dias de janeiro, a passagem de frentes frias pela costa paulista deve intensificar a instabilidade, elevando o risco de chuva forte e temporais em diversas regiões. Além disso, esses sistemas contribuem para a redução gradual das temperaturas e aliviam o calor intenso registrado nos últimos dias.

Nesta quarta-feira (31), último dia do ano, o sol ainda predomina em grande parte do estado, mantendo o tempo abafado. No entanto, a combinação de calor e umidade aumenta a chance de pancadas isoladas de chuva, que podem ser moderadas a fortes, com raios e rajadas de vento, principalmente no Vale do Paraíba, Litoral Norte e Vale do Ribeira.

Na quinta-feira (1º), o sol aparece entre nuvens, com previsão de pancadas de chuva a partir da tarde, associadas à rápida passagem de uma frente fria pelo oceano e ao transporte de umidade da Amazônia. Já na sexta-feira (2), uma nova frente fria avança pela costa, favorecendo céu mais nublado e chuva a qualquer hora do dia, sobretudo no litoral e na faixa leste do estado. Há risco de acumulados elevados, com possibilidade de alagamentos, deslizamentos, quedas de árvores e transtornos viários em áreas vulneráveis.

Entre os dias 1º e 4, os maiores acumulados são previstos para o Vale do Ribeira, Sorocaba, Campinas, Baixada Santista e Litoral Norte. A Região Metropolitana, Serra da Mantiqueira e Vale do Paraíba devem ter volumes altos, enquanto outras regiões do interior podem registrar chuva de intensidade média.

Diante do cenário, o Governo do Estado de São Paulo mobilizou um gabinete de crise para coordenar ações preventivas e agilizar o atendimento aos municípios. A Defesa Civil reforça as orientações à população, como evitar áreas alagadas, redobrar a atenção nas estradas e acompanhar os alertas oficiais ao longo do feriado.

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Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Enchentes no Rio Grande do Sul: aproximadamente 1,7 milhão de pessoas já foram afetadas

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Cerca de 1,7 milhão de pessoas já foram afetadas pelas chuvas e enchentes que acometem o Rio Grande do Sul desde a semana passada. 

O boletim divulgado na tarde da última quinta-feira (9) pela Defesa Civil do estado mostra que os números de mortos e feridos em decorrência das chuvas que atingem o estado atualmente subiram para 107 374, respectivamente. A mais recente atualização também aponta que há 136 desaparecidos.

Enquanto desabrigados são 67.563, desalojados somam 165.112. Ou seja, mais de 332 mil pessoas tiveram que deixar suas casas

Enquanto os desalojados são pessoas que, após um desastre, seguem para a casa de um parente ou um amigo, os desabrigados são aqueles que precisam se deslocar a um abrigo público ou privado.

Leia também: Caramelo, cavalo que ficou ilhado em telhado de casa no Rio Grande do Sul, é resgatado


Fonte: TV Cultura – Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini

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Itapevi: Para combater enchentes, obras de canalização e drenagem ultrapassam 46% de melhorias

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A Prefeitura de Itapevi chegou a 46% de obras executadas da canalização do Vale do Sol. O balanço foi realizado nesta sexta-feira (13), pela da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Urbanos, pasta que acompanha o andamento dos trabalhos. As melhorias em geral têm como propósito acabar com as enchentes no Centro e no Jardim Rainha.

Neste momento estão sendo executados a canalização e assentamento de aduelas nas ruas ao lado do Terminal Rodoviário; Catharina Durante de Camargo (entre a Avenida Vereador Benedito Francisco Chaves e Rua Dr. José Pedro de Castro); Dr. José Pedro de Castro (entre as ruas Catharina Durante de Camargo e Manoel Alves Mendes) e Manoel Alves Mendes (entre as ruas Dr. José Pedro de Castro e Luiz Manfrinatto).

Está sendo realizada a pavimentação nos trechos das ruas ao lado do Terminal Rodoviário e Catharina Durante de Camargo (entre a Avenida Ana Araújo de Castro e Dr. José Pedro de Castro).

A canalização do córrego Vale do Sol ampliará o escoamento na área com o objetivo de evitar transbordamentos. A inundação provocada pelas cheias ocorre em temporadas de chuvas. Elas se devem à impermeabilização do solo do entorno do córrego por uma ocupação urbana desordenada.

A obra é uma necessidade antiga da população que sofre há anos com as enchentes na região central, Jardim Rainha e Vale do Sol e tem investimentos de R$34 milhões.

Os trabalhos da Fase 1 começaram em abril de 2022 na região central, na altura do Viaduto José dos Santos Novaes Rodoviário, passando também pelas ruas Cesário de Abreu, Manoel Alves Mendes, Dr. José Pedro de Castro, Catharina Durante de Camargo e finalizará na Rua Benedito Dias Siqueira. Os trabalhos estão em andamento nesta etapa.

Já na Fase 2, está previsto o término da canalização das vias próximas ao Córrego Vale do Sol e, finalmente, na Fase 3, a construção do Piscinão nesta região. A previsão de conclusão da obra nestas fases 1 e 2 é para setembro de 2023.

Na sequência, as obras avançarão pelo Jardim Rainha, passando pelas ruas Benedito Dias Siqueira, Dr. José Pedro de Castro, Ana Araújo de Castro e Avenida Nove de Julho.

Leia também:


Fonte: SECOM-Itapevi

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