Planejar agora para crescer em 2026 – por Adriana Vasconcellos Soares

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Os presentes já estão embaixo da árvore, os panetones ocupam as mesas e o ritmo do calendário começa a desacelerar. Para muitas empresas, profissionais liberais e marcas pessoais, esse período costuma ser associado à pausa. Para quem atua de forma estratégica, no entanto, é exatamente o início de um novo ciclo. Em comunicação, antecipar decisões é o que garante espaço no futuro. O próximo ano já começou agora para quem entende que visibilidade não se improvisa.

E 2026 tende a ser tudo menos silencioso. Copa do Mundo, eleições, grandes eventos nacionais e internacionais, feriados estrategicamente distribuídos e um fluxo intenso de informações disputando atenção diariamente. Em um cenário tão competitivo, apenas existir não sustenta posicionamento. É preciso ser visto, lembrado e reconhecido como referência, especialmente por empresas B2B, médicos, advogados, executivos e empreendedores que competem por credibilidade em mercados cada vez mais saturados.

É nesse contexto que a assessoria de imprensa se consolida como uma estratégia central de comunicação. Diferentemente da publicidade paga, que depende de investimentos constantes e enfrenta custos crescentes, a presença editorial oferece algo que não se compra. Credibilidade.

Quando uma marca, clínica ou especialista aparece em uma reportagem, entrevista ou matéria jornalística, não está apenas divulgando um serviço. Está sendo validado por um veículo que o público reconhece como fonte confiável.

Pesquisas recorrentes sobre consumo de informação mostram que o público tende a confiar mais em conteúdos jornalísticos do que em anúncios. Essa confiança se reflete diretamente na reputação. Empresas e profissionais que mantêm presença contínua na imprensa costumam ser mais lembrados em momentos de decisão, seja para contratar um serviço, agendar uma consulta ou escolher um fornecedor. Não se trata de exposição pontual, mas de construção consistente de imagem.

As redes sociais seguem cumprindo papel relevante ao atrair, engajar e aproximar públicos. A imprensa, por sua vez, legitima e consolida essa presença. Quando essas frentes atuam de forma integrada, os resultados se potencializam. Uma matéria publicada gera conteúdo para redes, fortalece autoridade digital, influencia buscas e sustenta narrativas institucionais.

Quando caminham separadas, perdem força e impacto. Em um ano marcado por grandes acontecimentos e excesso de informação, essa integração deixa de ser diferencial e passa a ser necessidade.

Por isso, a assessoria de imprensa continua sendo uma das estratégias com melhor custo-benefício da comunicação. Com planejamento, consistência e leitura de cenário, ela transforma conhecimento técnico em pauta relevante, posiciona especialistas como fontes recorrentes e mantém marcas presentes nos veículos certos ao longo do ano. Não é sobre aparecer por aparecer. É sobre ocupar espaços estratégicos de forma contínua, coerente e alinhada aos objetivos do negócio.

Comunicação estratégica começa pela escuta

Na Six Comunicação Integrada, o trabalho começa pela escuta e pelo entendimento profundo de cada cliente, de sua atuação, desafios e metas. A partir disso, a expertise é traduzida em pautas jornalísticas, narrativas estratégicas e posicionamento editorial em portais, jornais, rádios, TVs e ambientes digitais. Sempre com responsabilidade, ética e, no caso das áreas da saúde e do direito, total alinhamento ao Código de Ética Médica e às diretrizes da OAB. Visibilidade sem estratégia gera ruído. Comunicação bem conduzida constrói autoridade.

Na prática, a era digital nivelou a disputa por atenção. Hoje, empresas de todos os portes competem pelos mesmos espaços simbólicos e informativos. Enquanto este texto é lido, é provável que um concorrente esteja investindo em comunicação para se manter presente ou conquistar novos públicos. A diferença está em quem compreende que comunicação não é custo, mas investimento direto em reputação, confiança e sustentabilidade.

Mostrar que sua empresa existe, explicar o que ela faz e deixar claro qual experiência entrega é essencial para crescer. Isso se torna mais eficiente quando assessoria de imprensa e marketing digital atuam de forma integrada. Essa combinação fortalece a imagem institucional, amplia presença online e transforma porta vozes em referências consistentes em seus setores.

Entrar em 2026 com um plano de comunicação estruturado é estar preparado para um ano intenso, competitivo e cheio de oportunidades. Em meio a agendas cheias e grandes eventos, quem constrói reputação com antecedência se destaca. Quem deixa para depois, disputa migalhas de atenção. A pergunta que fica é simples. Sua marca está construindo autoridade ou apenas reagindo ao mercado?


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S. Paulo.

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Geração Z, “feed zero” e o futuro das vendas nas redes sociais – por Adriana Vasconcellos

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A Geração Z, também conhecida como Zoomers (pessoas nascidas entre meados da década de 1990 e início de 2010), está mudando as regras do jogo digital e das vendas. Nativa das redes, essa geração cresceu cercada pela tecnologia, mas agora começa a utilizar as plataformas de um jeito diferente. Surge, então, uma tendência em ascensão: o “feed zero”, em que os perfis permanecem quase vazios, embora seus donos continuem ativos em stories, mensagens diretas e grupos privados.

Esse comportamento mostra que os jovens priorizam interações mais autênticas, privadas e efêmeras, o que impacta diretamente a forma como as marcas se conectam com eles e vendem seus produtos. A decisão de abandonar o feed tradicional não é aleatória, ela reflete mudanças profundas na maneira como a Geração Z enxerga o ambiente digital.

Muitos demonstram cansaço com a superexposição e a constante comparação, já que a pressão por curtidas e validação social pode gerar ansiedade, levando-os a evitar o julgamento público. Soma-se a isso a preocupação com privacidade e rastros digitais, que os faz reduzir conteúdos permanentes. Essa geração também busca autenticidade e espontaneidade, valorizando momentos reais compartilhados em formatos rápidos, como stories e mensagens privadas. Além disso, o desgaste com algoritmos e conteúdos excessivamente perfeitos desestimula a publicação no feed, reforçando a preferência por interações mais orgânicas e menos planejadas.

O resultado é um uso das redes mais seletivo, onde o conteúdo efêmero e as interações privadas ganham destaque. A Geração Z não está desconectada, apenas escolhe ambientes digitais que ofereçam controle, proximidade e menor exposição pública. Essa tendência já força mudanças nas próprias plataformas, que investem cada vez mais em stories, transmissões ao vivo e vídeos curtos, reforçando a experiência espontânea que os jovens buscam.

E como esse comportamento afeta as vendas nas redes sociais?

As redes sociais continuam sendo uma vitrine poderosa para as marcas. Costumo dizer que o Instagram pode ser tanto a 25 de Março quanto a Oscar Freire, dependendo do produto ou serviço que está sendo oferecido. Segundo o Relatório do Varejo 2025, divulgado pela Adyen, 55% dos brasileiros compram pelas redes e 37% tendem a adquirir produtos que estão em alta. No entanto, o novo comportamento da Geração Z está transformando a dinâmica das vendas. Com menos atenção no feed, anúncios estáticos e excessivamente produzidos perdem efeito. Essa geração é rápida em identificar conteúdos que parecem “forçados” e tende a ignorá-los.

Em contrapartida, a Geração Z valoriza conteúdos autênticos. Campanhas que mostram bastidores, depoimentos reais e situações do dia a dia têm muito mais chances de engajar. Nesse cenário, parcerias com microinfluenciadores e conteúdo colaborativo (UGC) se tornam estratégias poderosas. Outro fator é a expansão dos formatos efêmeros. Stories, Reels e TikTok são os espaços onde as marcas precisam estar, já que vídeos curtos, criativos e diretos geram maior conexão com esse público.

Apesar das oportunidades, existem desafios. Grande parte das interações acontece em grupos fechados e mensagens privadas, o que dificulta a mensuração de resultados. Isso exige maior investimento em dados, análise de comportamento e campanhas personalizadas. Além disso, não basta vender; é preciso construir relacionamento. A Geração Z espera que as marcas conversem, se posicionem e criem vínculos. Estratégias focadas apenas em conversão de vendas perdem força, abrindo espaço para um marketing/comunicação mais humano e participativo.

O “feed zero” e a preferência por interações privadas mostram que a Geração Z não rejeitou as redes sociais, mas demanda novas formas de conexão. Para as marcas, isso significa repensar anúncios, criar experiências autênticas e investir em formatos que gerem engajamento real.

As empresas que entenderem essa transformação terão vantagem no social commerce, que já movimenta bilhões e segue em crescimento. Portanto, este é o momento de adaptar sua estratégia, falar a língua dessa geração e transformar seguidores em clientes fiéis.

Investir nessas três frentes de forma coordenada não é luxo. É uma estratégia inteligente e cada vez mais indispensável para qualquer empresa ou profissional que queira se destacar.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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A Nova Era do Desejo Digital: O Morango do Amor virou um fenômeno cultural – por Adriana Vasconcellos

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O Morango do Amor virou um fenômeno cultural ao mostrar como um simples doce pode se transformar em desejo coletivo com a força do branding

Por que um morango mergulhado no chocolate virou o produto mais desejado do país nos últimos dias? A pergunta parece simples, mas a resposta revela muito sobre comportamento digital, marketing afetivo e branding de experiência. O “Morango do Amor” não é apenas uma sobremesa bonita, ele é um fenômeno cultural.

O movimento pode ser comparado ao sucesso do pistache, que também viralizou, mas de forma diferente. As pessoas não buscavam um doce específico com pistache, buscavam qualquer coisa com pistache. O que está acontecendo com o morango do amor é inédito: é a primeira vez, fora datas comemorativas como Páscoa, Natal ou Dia dos Namorados, que um único doce alcança tamanha força espontânea nas redes sociais.

O morango do amor é, acima de tudo, instagramável. A composição visual é praticamente feita para viralizar: o vermelho vivo da fruta, o brilho do chocolate, os confeitos coloridos, corações e embalagens cuidadosamente montadas. Basta um vídeo bem-feito ou até mesmo malfeito para despertar o desejo.

Esse é o ponto onde branding e marketing digital se encontram: no digital, estética é argumento de venda. Um produto visualmente atraente, mesmo simples, chama atenção e se transforma em objeto de desejo. Em um ambiente ruidoso, o morango do amor tem a força de fazer o consumidor parar de rolar o feed.

Mas não é só o visual. O morango do amor carrega consigo uma narrativa afetiva. Ele representa mimo, carinho, romantismo e cuidado. O nome já diz tudo, não é só um doce, é um gesto. Casais trocam, mães presenteiam filhos, pessoas se dão de presente. E isso reforça uma lição poderosa do branding: quando um produto se conecta com a emoção, ele se torna inesquecível.

O que diferencia o morango do amor não é apenas o sabor, é a experiência. A sobremesa vem carregada de memória, sensação e intenção. A estética seduz, mas é o significado que fideliza.

O marketing espontâneo venceu novamente

A explosão desse doce nas redes é, acima de tudo, um case de marketing espontâneo e orgânico. O morango do amor viralizou sem campanha paga e sem grandes marcas por trás. Bastaram vídeos curtos, histórias reais e gente comum postando seus acertos e erros na receita. Influenciadores, confeiteiros, donas de casa e até iniciantes na cozinha ajudaram a espalhar a tendência. E aqui está uma lição importante: não é a perfeição que viraliza, é a autenticidade. Erros divertidos, tutoriais simples e bastidores da produção foi o que gerou identificação, engajamento e desejo.

Se você tem um negócio, físico ou digital, o morango do amor ensina três verdades fundamentais:

  • Um produto simples pode virar especial com branding
    O que transforma é o cuidado na apresentação. A embalagem, a entrega, o nome.
  • Venda por impulso exige conveniência
    É preciso estar onde o desejo surge. Por exemplo, no feed do Instagram, balcão da cafeteria, checkout da loja virtual etc.
  • A experiência é o que faz o cliente voltar
    Quando o consumidor se encanta, ele compra de novo, indica e ainda compartilha.

Além disso, empreendedores que souberem aproveitar o hype não apenas venderão mais, mas criarão marcas próprias, com personalidade, estilo e presença. O morango do amor é a porta de entrada para centenas de pequenos negócios tocados por mulheres, muitas vezes com investimento mínimo e retorno imediato. Isso é branding pessoal na prática. E como aplicar isso no seu marketing?

Aqui vão três passos simples e eficazes:

  • Capriche na estética
    Seja doce, post ou e-book, a apresentação importa. Invista em imagens, detalhes, embalagens, legendas bem escritas.
  • Facilite a compra por impulso
    Use botões de compra visíveis, ofereça brindes e crie oportunidades de desejo. No físico ou no digital.
  • Conte uma boa história
    Quem faz, por que faz, como faz. No caso do morango do amor, é a vendedora da praça que sorri, é o artesão que embala um a um com cuidado. Tudo isso conecta.

Branding é emoção. E emoção vende!

O sucesso do morango do amor reforça que vender é encantar. É provocar sentimento, criar identificação e despertar vontade. E mais: mostra que você não precisa de um grande orçamento para ter um grande resultado. Só precisa de uma boa ideia e um estética bem cuidada para transformar o seu produto na alma no negócio. No fim, o morango do amor virou mais que uma sobremesa. Virou símbolo. Virou desejo. Virou lição. Agora pense: qual é o “morango do amor” do seu negócio? Qual produto ou serviço você pode transformar em desejo, só cuidando da forma como ele é visto, oferecido e vivido?


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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Sua marca pessoal fala por você antes mesmo que você diga qualquer coisa – por Adriana Vasconcellos

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Você sabia que 55% da primeira impressão que causamos nas pessoas se baseia na nossa aparência, 38% no tom de voz e apenas 7% no conteúdo do que falamos? Esse dado, muitas vezes subestimado, revela uma verdade poderosa: sua imagem comunica antes mesmo de você abrir a boca.

Mais do que aparência física, marca pessoal é o conjunto daquilo que você é, demonstra e transmite. É o reflexo direto da sua identidade, seus valores, sua postura e da forma como você se relaciona com o mundo. Ter um brand pessoal bem definido é essencial, não apenas para quem ocupa cargos de liderança ou atua como influenciador, mas para qualquer profissional que queira crescer com autenticidade, consistência e reputação.

A primeira impressão: rápida, emocional e duradoura

Estudos apontam que levamos cerca de 10 segundos para formar uma impressão sobre alguém. Isso inclui não só aparência, mas comportamento, tom de voz, expressões faciais e postura. O que você transmite nos seus primeiros instantes de contato pode abrir (ou fechar) portas sem que você perceba.

Em um mundo hiperconectado e visual, sua marca pessoal é seu maior ativo. Ela influencia diretamente:

  • Sua credibilidade e capacidade de gerar confiança;
  • A força e a qualidade do seu networking e dos seus relacionamentos profissionais;
  • Sua valorização no mercado e a percepção do seu diferencial competitivo;
  • A efetividade da sua comunicação e clareza da sua mensagem;
  • E, não menos importante, sua autoestima e bem-estar.

Hoje, não há separação entre o mundo físico e o digital. O modo como você se apresenta no LinkedIn, Instagram, WhatsApp, em reuniões presenciais ou num simples café com colegas compõe sua narrativa pessoal e profissional. Tudo está interligado. Se você deseja crescer na carreira, atrair oportunidades de negócios, ser lembrado por aquilo que faz de melhor e se destacar de forma ética e verdadeira, precisa investir em construir e cuidar da sua marca pessoal.

E isso começa com algumas perguntas simples, mas fundamentais:

  • Quem é você?
  • Quais são os seus valores inegociáveis?
  • Que tipo de impressão você deseja causar?
  • Como deseja ser lembrado?

O poder da marca pessoal nas mídias sociais e fora delas também

As redes sociais são, sem dúvida, os maiores palcos para a construção e fortalecimento de uma marca pessoal. Seja no LinkedIn, Instagram, TikTok ou outras plataformas, elas permitem que você seja visto, ouvido e lembrado. Mas estar presente não basta. É preciso ter posicionamento, estratégia e consistência.

E, para quem quer dar um passo além, a assessoria de imprensa é uma aliada poderosa nessa jornada de visibilidade e reputação. Enquanto as redes sociais constroem sua imagem por meio de conteúdo próprio, a presença na mídia tradicional agrega autoridade e validação externa. Ser mencionado por jornais, revistas, sites e programas de TV ou rádio fortalece sua credibilidade, amplia seu alcance e ajuda a consolidar sua imagem como referência no que você faz.

A combinação de posicionamento digital com aparições estratégicas na imprensa é o que diferencia perfis comuns de marcas pessoais memoráveis. A seguir, alguns passos essenciais:

  • Defina sua marca pessoal: Antes de qualquer postagem ou aparição, tenha clareza sobre quem você é, seus valores e a mensagem que deseja transmitir.
  • Escolha as plataformas certas: LinkedIn é excelente para posicionamento profissional, enquanto Instagram favorece uma abordagem mais visual e emocional. Conheça seu público e esteja onde ele está.
  • Crie conteúdo de valor: Compartilhe histórias reais, bastidores, aprendizados e temas que estejam alinhados à sua expertise. Isso gera conexão e identificação.
  • Seja consistente: Marcas fortes se constroem com frequência, não com postagens esporádicas. Mantenha ritmo, coerência e presença contínua.
  • Engaje com sua audiência: Responda, interaja, agradeça. Construir marca pessoal é, antes de tudo, sobre relacionamento.
  • Monitore e cuide da sua reputação: Avalie como está sendo percebido, responda críticas com inteligência e esteja atento a possíveis crises.
  • Invista em assessoria de imprensa: Ser notícia em veículos respeitados reforça sua autoridade de forma orgânica e espontânea. A assessoria ajuda a transformar sua trajetória, ideias e diferenciais em pautas de interesse público, posicionando você como fonte confiável no seu setor. Lembre-se! Quem quer se destacar precisa estar nas redes. Mas também precisa ser reconhecido fora delas. A união entre imagem digital e presença na mídia fortalece sua marca pessoal em todas as direções.

E para empresas? A lógica é a mesma

Assim como pessoas, empresas precisam construir e manter sua marca de forma profissional. Isso passa por identidade visual clara, tom de voz consistente, presença digital bem gerida e imagem institucional alinhada aos seus valores. Quando bem-feita, a comunicação corporativa transmite confiança, qualidade e solidez.

Tenha em mente que ter um brand pessoal bem definido não é vaidade. É visão de futuro. Sua marca pessoal fala por você quando você entra em uma sala. Mas também quando você sai. Ela abre portas, constrói reputação e torna sua trajetória profissional mais coerente, humana e reconhecida. A pergunta que fica é: você está deixando a sua marca ou apenas passando despercebido?


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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A nova força da reputação; por que a assessoria de imprensa se tornou essencial? – por Adriana Vasconcellos

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Em um cenário cada vez mais competitivo, em que a visibilidade digital influencia decisões de consumo, escolha de serviços e formação de opinião, a presença na mídia tradicional voltou a ocupar um papel estratégico nas estratégias de comunicação de empresas e profissionais liberais.

Enquanto alguns médicos, advogados e empreendedores ganham espaço em reportagens, entrevistas e colunas de destaque, outros – igualmente qualificados – permanecem invisíveis aos olhos do público. O fator determinante, na maioria dos casos, não está na competência técnica, mas na ausência de uma assessoria de imprensa estruturada.

A era da visibilidade qualificada

Com o avanço das redes sociais, muitos profissionais passaram a apostar exclusivamente nos próprios canais digitais para fortalecer a imagem pessoal ou institucional. No entanto, o alcance e a credibilidade conquistados por meio de matérias espontâneas em veículos de comunicação respeitados continuam sendo diferenciais de peso.

Aparecer na mídia não é apenas uma questão de vaidade ou marketing. Trata-se de uma construção sólida de reputação e autoridade. O que se pública nos jornais, revistas, portais de notícias e programas de TV ou rádio tende a ser percebido como conteúdo de interesse público, com maior credibilidade perante os leitores, ouvintes e espectadores. Além disso, as publicações em veículos de grande audiência têm efeito direto no ambiente digital. As menções e links em sites de notícias contribuem para o ranqueamento orgânico no Google, aumentando a visibilidade de forma consistente e duradoura.

Estudos sobre comportamento do consumidor e decisão de compra indicam que a exposição positiva na mídia pode influenciar diretamente a escolha por um profissional ou serviço. A associação do nome de uma clínica, escritório ou empresa a fontes jornalísticas confiáveis amplia o alcance da marca e fortalece a percepção de autoridade no segmento de atuação.

Além de gerar reconhecimento, a assessoria de imprensa também contribui para a construção de uma narrativa estratégica, que posiciona o cliente como fonte especializada em sua área, facilitando o relacionamento com jornalistas e formadores de opinião.

Uma demanda em crescimento

O aumento da busca por serviços de assessoria de imprensa por profissionais da saúde, do direito e do setor empresarial revela uma mudança de mentalidade no mercado. Cada vez mais, esses profissionais e empresas entendem que ser notícia é uma forma legítima e eficiente de conquistar espaço, atrair oportunidades e reforçar a reputação.

Em um mundo onde a informação circula em velocidade recorde e a credibilidade é um ativo valioso, estar presente na mídia deixou de ser uma escolha opcional. Tornou-se uma necessidade estratégica para quem deseja se destacar e ter credibilidade.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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Como lidar com comentários negativos nas redes sociais de forma profissional – por Adriana Vasconcellos

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Em um ambiente digital cada vez mais dinâmico e interativo, lidar com comentários negativos nas redes sociais se tornou uma habilidade essencial para empresas, empresários, profissionais liberais, profissionais de comunicação e até políticos. Mais do que apagar incêndios, saber gerenciar essas interações com maturidade e estratégia pode se transformar em uma oportunidade valiosa de fortalecer a imagem da marca, melhorar a experiência do cliente e demonstrar, na prática, o compromisso da empresa com seus públicos.

O primeiro passo é responder com agilidade e equilíbrio emocional. A rapidez na resposta mostra atenção e respeito com o cliente/seguidor — mesmo quando a crítica é dura ou injusta. No entanto, é fundamental manter a calma e evitar respostas impulsivas ou defensivas. Uma abordagem profissional, empática e respeitosa ajuda a reduzir tensões e evita que a situação ganhe proporções desnecessárias.

Antes de propor soluções, busque compreender a fundo o problema. Perguntar educadamente por mais detalhes e ouvir com atenção é um sinal claro de interesse genuíno. Além disso, essa postura permite entender se houve realmente uma falha ou apenas um mal-entendido, que pode ser resolvido com uma explicação clara e cordial.

Ao entender o contexto, ofereça soluções viáveis e objetivas. Dependendo do tipo de comentário, pode ser mais adequado conduzir a conversa para o privado — via mensagem direta ou e-mail — garantindo uma resolução mais detalhada e respeitosa. Ainda assim, é importante registrar publicamente, mesmo que de forma breve, que a empresa está cuidando do caso. Essa transparência demonstra compromisso com a resolução e evita interpretações negativas por parte de outros usuários.

Mais do que resolver uma situação pontual, é preciso transformar o feedback em aprendizado. Reclamações recorrentes devem ser levadas a sério e analisadas com atenção por toda a equipe. Muitas vezes, um comentário negativo revela falhas de processo, comunicação ou atendimento que, se corrigidas, melhoram a experiência geral dos clientes e evitam novas crises.

É igualmente importante que a empresa tenha um plano de ação claro para casos mais complexos. Ter uma política de moderação bem definida, com orientações sobre tom de voz, prazos e limites, ajuda a equipe a agir com segurança mesmo diante de críticas mais duras ou injustas. Em situações de maior repercussão, contar com um fluxo de aprovação ágil e porta-vozes preparados é essencial para proteger a reputação da marca.

Em resumo, responder com rapidez, escuta ativa e foco em soluções transforma um cenário potencialmente negativo em uma oportunidade de fortalecimento da marca. Mais do que evitar danos, a forma como lidamos com críticas públicas revela muito sobre a cultura e os valores de uma empresa.

Se você sente que sua empresa ainda não está preparada para enfrentar essas situações de forma estratégica, saiba que é possível se antecipar. A Six Comunicação Integrada desenvolve estratégias personalizadas para ajudar marcas a se posicionarem com firmeza, empatia e coerência em todos os canais. Transformar desafios em oportunidades é o que fazemos todos os dias.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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Adriana Vasconcellos é a nova colunista do Zero Hora Digital

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A jornalista Adriana Vasconcellos Soares é a nova colunista do Zero Hora Digital. Formada em Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero, Adriana traz para o portal uma ampla experiência na área de comunicação.

Com carreira iniciada em 2000, ela é também sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada na criação de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços, aumentando a eficácia na construção de suas marcas e na atração de novos negócios, enquanto fortalece a imagem junto à imprensa e nas redes sociais.

A chegada de Adriana Vasconcellos representa um reforço importante para o Zero Hora Digital, que passa a ampliar o leque de conteúdos, abordando temas como comunicação, assessoria de imprensa, imagem institucional e mídias digitais.

Para conhecer mais sobre Adriana Vasconcellos, siga o seu perfil no Instagram – Clique aqui.

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