Tarcísio confirma segunda morte após explosão no Jaguaré

0 0
Read Time:1 Minute, 38 Second

Subiu para dois o número de mortos após a explosão de gás registrada no Jaguaré, na zona oeste de São Paulo. A segunda vítima foi identificada como Francisco Albino, de 62 anos, que estava internado desde a última terça-feira (12).

A confirmação foi feita pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Segundo informações da Defesa Civil, outras duas pessoas ficaram feridas no acidente. Uma delas já recebeu alta médica, enquanto a segunda passou por cirurgia no Hospital das Clínicas e segue internada em estado estável.

A primeira morte confirmada havia sido registrada ainda na segunda-feira (11), dia da explosão.

O acidente atingiu uma comunidade no Jaguaré e provocou destruição em dezenas de imóveis da região. De acordo com a Defesa Civil, ao menos 46 casas e quatro edifícios foram afetados pela explosão. O impacto destruiu imóveis, comprometeu estruturas e estourou janelas de prédios vizinhos.

Um condomínio com cerca de 320 apartamentos precisou ser evacuado, deixando aproximadamente 170 moradores fora de casa.

As equipes seguem realizando vistorias técnicas para avaliar os danos estruturais e liberar parte dos imóveis atingidos.

A explosão aconteceu durante uma obra realizada pela Sabesp na região. Segundo a companhia, equipes faziam o remanejamento de uma tubulação de água quando atingiram uma rede de gás da Comgás.

A Sabesp informou que acionou imediatamente a concessionária responsável pelo gás e que, durante os trabalhos técnicos no local, ocorreu a explosão.

As causas do acidente seguem sendo investigadas pelas empresas e pelos órgãos competentes.

Nesta quarta-feira (13), representantes da Defesa Civil afirmaram que as despesas de reconstrução dos imóveis e indenizações das famílias afetadas serão custeadas pela Sabesp e pela Comgás.

Até o momento, mais de 100 imóveis passaram por vistoria técnica. Parte das residências já foi liberada, enquanto outras seguem interditadas por risco estrutural.

O governo do estado também criou uma força-tarefa para acompanhar o atendimento às vítimas e os impactos provocados pela explosão.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Reprodução/TV Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Empresário que dirigia Porsche em acidente fatal vai a júri popular em SP

0 0
Read Time:1 Minute, 50 Second

O empresário Fernando Sastre irá a júri popular no próximo dia 29 de outubro pelo acidente que matou o motorista de aplicativo Orlando da Silva Viana, na zona leste de São Paulo. A decisão foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

O julgamento acontecerá às 10h, no Plenário 7 do Fórum Criminal da Barra Funda, na capital paulista. Fernando está preso preventivamente desde 2024.

Segundo denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP), o empresário dirigia um Porsche em velocidade superior a 100 km/h na Avenida Salim Farah Maluf, onde o limite permitido era de 50 km/h.

O acidente aconteceu na madrugada de 31 de março de 2024 e provocou grande repercussão no estado. De acordo com as investigações, o carro conduzido por Fernando atingiu violentamente o veículo dirigido por Orlando, que morreu no local.

Um amigo do empresário, que também estava no Porsche, sofreu ferimentos graves.

A acusação sustenta que Fernando havia consumido bebida alcoólica antes da colisão. Minutos antes do acidente, ele estava em um restaurante acompanhado de outras pessoas.

Segundo o processo, a namorada do empresário confirmou que o grupo ingeriu bebidas alcoólicas no estabelecimento. A informação também teria sido corroborada pela polícia após acesso à comanda de consumo do restaurante.

Após a batida, Fernando deixou o local acompanhado da mãe, Daniela Cristina de Medeiros Andrade, antes da realização do teste do bafômetro. Ele chegou a ser liberado inicialmente pela Polícia Militar.

Dias depois, diante das provas reunidas durante a investigação, a Justiça decretou a prisão preventiva do empresário em 3 de maio de 2024.

Fernando permaneceu foragido por três dias até se apresentar às autoridades.

No júri popular, ele responderá por homicídio doloso qualificado — quando há entendimento de que o autor assumiu o risco de matar — além de lesão corporal gravíssima.

Caso seja condenado, as penas podem ultrapassar 30 anos de prisão.

O caso se tornou um dos episódios de trânsito com maior repercussão em São Paulo nos últimos anos, reacendendo debates sobre excesso de velocidade, consumo de álcool e impunidade em acidentes envolvendo veículos de luxo.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Arquivo/Reproduçãouu

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %
error: