Ipem-SP orienta sobre os cuidados na hora do abastecimento de veículos

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O Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo fez um guia com recomendações importantes na hora do abastecimento em postos de combustíveis.

O Ipem-SP é uma autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, e órgão delegado do Inmetro, que tem como objetivo a proteção para o consumo,

Veja abaixo as recomendações:

  • Sempre desça do carro para acompanhar o abastecimento e esteja atento;
  • Veja se o bico engatado no veículo corresponde ao combustível solicitado;
  • Verifique se o preço indicado na bomba de combustível é o mesmo anunciado. Diferentes formas de pagamento – dinheiro, crédito ou débito – podem resultar em valores diferenciados de cobrança;
  • Verifique se a bomba de combustível inicia em zero;
  • Aguarde o abastecimento começar e esteja atento até o seu término. Somente após a conclusão do abastecimento se dirija ao local de pagamento;
  • Em caso de dúvidas, solicite a conferência da bomba por meio do aferidor de 20L que todos os postos são obrigados a ter. Fique atento para possíveis falhas de energia na bomba medidora após pedir esse ensaio e, antes de testar a bomba, verifique se o aferidor encontra-se lacrado e sem qualquer material em seu interior que possa reduzir seu volume;
  • Tenha como referência os abastecimentos anteriores realizados em postos de combustíveis da sua confiança, pois, o volume nominal do tanque indicado no manual do veículo costuma apresentar erros de até 20% da capacidade real;
  • Abasteça sempre até o desarme automático do bico. Recomende ao frentista para não forçar a entrada de mais combustível;
  • Sempre exija a nota fiscal. Nela constará o valor e a quantidade de litros entregue. Observe se é o mesmo que foi inserido no seu veículo.

Caso desconfie, denuncie para a Ouvidoria do Ipem-SP, pelo telefone 0800 013 05 22, de segunda a sexta, das 8h às 17h, e-mail [email protected] ou no site do Ipem-SP www.ipem.sp.gov.br.

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Fonte: GESP – Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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PF vai investigar empresas que não repassam redução dos combustíveis

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A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu nesta quinta-feira (3) que a Polícia Federal (PF) e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) investiguem denúncias sobre práticas anticoncorrenciais nos preços da gasolina, óleo diesel e gás de cozinha. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) também foi acionada.

Na manifestação enviada aos órgãos, o governo federal cita indícios de que distribuidores e revendedores não repassaram aos consumidores as reduções de preços praticados pelas refinarias entre julho de 2024 e junho de 2025. 

A partir de análise de informações obtidas pelo Ministério de Minas e Energia, o governo sustenta que a redução de preços não foi repassada totalmente aos consumidores após ser anunciada pela Petrobras.

Conforme o levantamento, distribuidores e revendedores reduziram parcialmente seus preços, oferecendo “renda adicional” às empresas e causando prejuízo aos clientes dos postos.

“Na hipótese em que o reajuste da refinaria representa aumento de preços, os distribuidores e revendedores repassaram integralmente o valor reajustado e, em geral, em uma proporção maior do que o valor reajustado pela refinaria, em detrimento dos consumidores”, argumenta a AGU.

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Fonte: Ag. Brasil – Foto: Shutterstock

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Gasolina sobe 6,9% em 12 meses e compromete 6,3% da renda familiar, aponta pesquisa

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O preço da gasolina comum no Brasil aumentou 6,9% nos últimos 12 meses, impactando diretamente o orçamento das famílias, de acordo com o Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O levantamento revela que, no segundo trimestre de 20246,3% da renda mensal de uma família foi destinada ao abastecimento de um tanque de 55 litros, um aumento de 5,9% em comparação ao trimestre anterior e de 6,2% ao mesmo período de 2023.

Além da gasolina comum, outros combustíveis também apresentaram alta significativa. A gasolina aditivada subiu 7,3%. O etanol teve o maior aumento, com 12%, o diesel comum subiu 7,9%, o diesel S-10 registrou alta de 6,5%, e o Gás Natural Veicular (GNV) aumentou 2,4%.

Em agosto de 2024, os preços médios dos combustíveis continuaram a subir em todo o país. O GNV teve o maior aumento do mês, com 1,7%, atingindo o preço médio de R$ 4,798 por litro.

A gasolina comum registrou alta de 0,7%, com preço médio de R$ 6,335, enquanto o etanol e a gasolina aditivada subiram 0,9%, custando R$ 4,148 e R$ 6,204, respectivamente. O diesel comum teve leve aumento de 0,1%, com preço médio de R$ 6,064, e o diesel S-10 subiu 0,3%, custando R$ 6,128.

As maiores variações de preço foram observadas nas regiões Norte Nordeste, onde os preços da gasolina e do etanol foram os mais elevados. Em contraste, as regiões Centro-Oeste e Sudeste apresentaram os menores valores médios para os combustíveis. O diesel S-10, por sua vez, manteve-se estável, com uma queda de 0,1% em algumas regiões em comparação ao mês anterior.

Leia também: Governo de SP dá início à operação do primeiro pórtico free flow do estado


Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Reprodução

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Gasolina ou Etanol? Veja qual combustível está oferecendo o melhor custo-benefício

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O impacto do recente aumento dos preços dos combustíveis no Brasil continua a ser sentido em todo o país.

Dados do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) mostram que o reajuste de +7,11% anunciado pela Petrobras em 8 de julho resultou em um acréscimo de 1,64% no valor do litro da gasolina no acumulado de julho, encerrando o mês com uma média de R$ 6,19 por litro. Esse aumento foi o primeiro reajuste da empresa em quase um ano, desde agosto de 2023, e veio para reforçar a pressão sobre o bolso dos motoristas brasileiros.

Diante desse cenário, a dúvida sobre qual combustível escolher – gasolina ou etanol – se torna ainda mais relevante para os motoristas que buscam economizar. Tradicionalmente, muitos utilizam a regra dos 70%, que sugere que, se o preço do etanol for até 70% do valor da gasolina, o álcool é a melhor escolha. No entanto, essa regra pode variar dependendo do modelo do carro e das condições de uso. 

É nesse contexto que a Zapay, fintech dedicada a facilitar a vida dos proprietários de veículos, desenvolveu uma ferramenta simples e de fácil acesso para ajudar os consumidores a fazerem a melhor escolha na hora de abastecer: a calculadora personalizada de combustível. Ela permite que o motorista insira dados específicos do seu veículo, como o consumo médio por quilômetro com cada tipo de combustível, proporcionando um cálculo mais preciso e personalizado.

Disponível no site da Zapay: link da calculadora álcool vs gasolina, ao utilizar a ferramenta, o motorista deve informar o consumo médio do seu veículo tanto para gasolina quanto para etanol. A calculadora, então, realiza a comparação entre o custo por quilômetro rodado com cada combustível, indicando qual é a opção mais vantajosa naquele momento. 

É possível registrar ainda na calculadora os preços dos combustíveis nos postos onde o motorista costuma abastecer. Com essa informação, o usuário pode comparar as variações de preço nos diferentes locais, outro ponto importante na hora de avaliar qual combustível vale mais a pena. 

Vantagens de abastecer com álcool em vez de gasolina

Entre álcool ou gasolina, de modo geral, o preço do etanol costuma ser mais atraente que o da gasolina. Contudo, como já mencionado, é preciso levar alguns fatores em consideração na hora de fazer as contas para ver se essa vantagem é realmente palpável.

Outro ponto importante é que o etanol tem uma octanagem mais alta que a gasolina, o que pode melhorar o desempenho do motor. Alguns motores são especificamente projetados para aproveitar essa característica, resultando em melhor resposta e potência. Por isso, às vezes, há uma sensação de que com o álcool o carro fica mais forte. 

O álcool é também considerado uma fonte de energia mais sustentável, pois é produzido a partir de biomassa, como cana-de-açúcar ou milho, que são renováveis. Desse modo, a produção de etanol emite menos gases de efeito estufa em comparação com a produção de gasolina, que é derivada do petróleo. Assunto importante em tempos de aquecimento global e de tantas mudanças climáticas.

Vantagens de abastecer com gasolina em vez de álcool

Por sua vez, a gasolina apresenta uma densidade energética maior que a do etanol, o que significa que proporciona mais energia por litro. Essa caraterística resulta em uma maior autonomia, ou seja, o motorista pode percorrer maior distância com um tanque cheio de gasolina que com um tanque cheio de etanol – mais um ponto relevante neste embate álcool x gasolina.

Outro fator é a disponibilidade, afinal, a gasolina, geralmente, está mais amplamente disponível que o etanol, sobretudo em regiões onde a infraestrutura para produção e distribuição de etanol é limitada. A depender de onde o condutor mora, a escolha pela gasolina pode ser mais conveniente. 

Mais uma característica importante é que a gasolina é menos corrosiva que o etanol, o que pode resultar em menor desgaste de componentes do motor e do sistema de combustível ao longo do tempo.


Fonte: Zapay

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