Uma série de ataques a ônibus tem causado medo e prejuízos na Grande São Paulo e na Baixada Santista, com mais de 620 casos registrados nos últimos 30 dias, segundo dados da prefeitura da capital e do governo estadual. Os episódios, que ocorrem quase diariamente, incluem apedrejamentos, depredações e ações violentas contra motoristas e passageiros.
O caso mais grave até o momento aconteceu no dia 27 de junho, quando uma pedra lançada contra um ônibus atingiu o rosto de uma passageira, causando fraturas graves. O autor, Everton de Paiva Balbino, foi preso e indiciado por tentativa de homicídio. Outro suspeito, Júlio César da Silva, também foi detido após atacar uma van adaptada para pessoas com deficiência, uma das diversas que também se tornaram alvo da violência.
Até agora, sete suspeitos foram presos, e a polícia investiga três possíveis motivações para os crimes: envolvimento com o PCC, desafios em redes sociais ou disputas entre empresas do setor de transporte, sendo esta última a linha considerada mais provável pelas autoridades.
De acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo, desde janeiro, mais de 850 ônibus foram depredados, com destaque para o mês de junho, quando ocorreram 270 ataques, alguns concentrados em regiões como a Avenida Cupecê e a Avenida Marechal Tito.
A polícia intensificou as investigações e prisões, enquanto as empresas do setor reforçam a segurança e o monitoramento em tempo real da frota. A escalada da violência mobiliza autoridades e pressiona por respostas rápidas para conter os ataques e garantir a segurança no transporte público.
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*Com informações G1/Globo – Foto: Marcelo Camargo/Arquivo/Ag. Brasil
