Castello Branco terá duas faixas interditadas neste fim de semana

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Serviços de manutenção no km 19,2, no sentido interior, começam às 22h desta sexta-feira (21) e seguem até as 17h de domingo (23)

Motoristas que utilizam a Rodovia Castello Branco devem ficar atentos a uma interdição programada para este fim de semana na pista marginal, no sentido interior.

A Ecovias Raposo Castello realizará serviços de manutenção do pavimento entre as 22h desta sexta-feira (21) e as 17h de domingo (23), na altura do km 19,2.

Para a realização das obras, as faixas 1 e 2 da pista marginal serão interditadas entre os km 18,6 e 19,4.

Segundo a concessionária, o serviço prevê a retirada de placas de concreto que necessitam de manutenção e a instalação de uma nova camada de pavimento no trecho.

Além da substituição do pavimento, os trabalhos incluem a retirada dos materiais antigos, a preparação da área, a sinalização da pista e a limpeza do local após a conclusão dos serviços.

Trecho será monitorado

Durante a execução das obras, o trecho será acompanhado pelo Centro de Controle Operacional (CCO) da concessionária, com o apoio de câmeras e equipes operacionais.

Um painel móvel de mensagens também será utilizado para alertar os motoristas sobre a interdição e orientar o tráfego na região.

A Ecovias Raposo Castello recomenda que os motoristas redobrem a atenção, respeitem a sinalização e sigam as orientações das equipes que estarão no local.

Em caso de emergência, os usuários podem entrar em contato com a concessionária pelo telefone e WhatsApp 0800 270 0 280 ou acessar o serviço SOS Ecovias.

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Foto: Divulgação/Ecovias Raposo Castello

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Após 500 dias, Ecovias anuncia Free Flow e novas obras na Castello e Raposo

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Concessionária contabilizou 96 mil chamados, mais de 15 mil resgates por guincho e prevê ampliação de tecnologias e investimentos nas rodovias

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A Ecovias Raposo Castello contabilizou 96 mil chamados nos primeiros 500 dias de operação das rodovias sob sua concessão na Região Metropolitana de São Paulo.

O balanço envolve ocorrências registradas principalmente nas rodovias Castello Branco, Raposo Tavares e SP-029, trechos utilizados diariamente por milhares de motoristas que circulam entre a capital e cidades da Grande São Paulo.

Segundo a concessionária, entre os atendimentos realizados no período estão 15,7 mil resgates por guinchos, 17 mil socorros mecânicos e mais de 6,2 mil atendimentos médicos.

Os números mostram a dimensão da operação responsável pelo atendimento a motoristas em situações que vão desde panes mecânicas até acidentes e emergências médicas.

Atendimento 24 horas

A operação conta com mais de 200 profissionais e uma estrutura formada por ambulâncias, guinchos leves e pesados, veículos de inspeção, motocicletas e equipamentos utilizados no atendimento de ocorrências.

A identificação dos problemas nas rodovias também tem o apoio de 48 câmeras fixas, monitoradas durante 24 horas pelo Centro de Controle Operacional.

Entre os atendimentos recentes citados pela concessionária está uma ocorrência na altura do km 32 da Rodovia Castello Branco, no sentido capital, envolvendo um veículo com pane elétrica e princípio de incêndio.

A motorista conseguiu sair do veículo e aguardou em segurança até a chegada da equipe operacional.

Novas câmeras e tecnologia

Após os primeiros 500 dias de operação, a concessionária prevê uma nova etapa de investimentos voltada principalmente à tecnologia e à segurança viária.

Entre as medidas anunciadas está a instalação de 177 novas câmeras com sistema de Detecção Automática de Incidentes.

A tecnologia deverá permitir a identificação de veículos parados ou em pane na pista, além da presença de objetos, animais e pedestres nas rodovias.

Também está prevista a ampliação de sistemas de monitoramento do tráfego em tempo real e de tecnologias capazes de identificar infrações, como o uso do celular ao volante e a falta do cinto de segurança.

Segundo o diretor-superintendente da Ecovias Raposo Castello, Igor Barros, a utilização de novas ferramentas deve ampliar a capacidade de resposta às ocorrências.

“A agilidade no atendimento ajuda a preservar vidas, evitar acidentes e contribuir para a fluidez do tráfego”, afirmou.

Free Flow e novos radares

Entre os projetos previstos para os próximos anos está a implantação do sistema de pedágio eletrônico conhecido como Free Flow, que elimina a necessidade de parada em praças de pedágio e prevê cobrança de acordo com o trecho percorrido.

A concessionária também prevê a implantação de um sistema de monitoramento do peso dos veículos em movimento, sem a necessidade de parada em postos de pesagem.

Além disso, estão previstos oito novos radares para fiscalização de velocidade nas rodovias administradas pela empresa.

R$ 8 bilhões previstos durante a concessão

Segundo a Ecovias Raposo Castello, foram investidos R$ 347 milhões nos primeiros 500 dias de operação.

Ao longo dos 30 anos de concessão, a previsão é de investimentos de aproximadamente R$ 8 bilhões em obras e melhorias.

O pacote inclui 78 quilômetros de faixas adicionais, 22 quilômetros de duplicações e 43 quilômetros de marginais, além de intervenções em acessos e dispositivos viários.

O contrato também prevê a construção de 32 novas passarelas, ciclovias e outras intervenções voltadas à mobilidade local.

Entre os projetos anunciados está ainda a criação de novas ligações entre a Rodovia Raposo Tavares e a Marginal Pinheiros, uma das obras que podem impactar diretamente o deslocamento entre municípios da região e a capital paulista.

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Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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CPTM terá mudanças em linhas neste fim de semana; veja horários

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Alterações ocorrem nas linhas 10-Turquesa e 11-Coral durante obras de manutenção, melhorias e modernização da rede

Os passageiros que utilizam a CPTM devem ficar atentos às mudanças na operação previstas para este sábado (15) e domingo (16). As alterações serão realizadas para permitir obras de manutenção, melhorias e modernização ao longo da via férrea.

As mudanças envolvem as linhas 10-Turquesa e 11-Coral, com interrupção parcial da circulação e alterações nas plataformas de algumas estações.

Sábado terá interrupção na Linha 10-Turquesa

Na Linha 10-Turquesa, os trens deixam de circular entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Luz das 22h30 até o fim da operação de sábado.

A interrupção ocorre devido a um serviço programado sob responsabilidade da concessionária TIC Trens.

Como alternativa para chegar à estação terminal, os passageiros poderão utilizar a Linha 11-Coral.

Linha 10 terá mudanças de plataforma no domingo

No domingo (16), a Linha 10-Turquesa também terá alterações.

Entre 7h e 9h, os trens circularão nos dois sentidos pela plataforma 1 nas estações Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires.

Depois, das 10h às 12h, o embarque e desembarque dos trens nos dois sentidos ocorrerão pela plataforma 2 da Estação Rio Grande da Serra.

Segundo a programação, as alterações são necessárias para a realização de manutenção na via pela empresa MRS.

Linha 11-Coral terá alteração em Calmon Viana

Na Linha 11-Coral, os passageiros deverão utilizar a plataforma 2 da Estação Calmon Viana das 8h às 17h de domingo.

A mudança valerá para embarque e desembarque nos dois sentidos e ocorre para permitir a revisão de conexões das placas fotovoltaicas instaladas no telhado da plataforma 1.

Passageiros serão orientados nas estações

A CPTM informa que colaboradores estarão nas estações para auxiliar os passageiros durante as mudanças.

As alterações também serão comunicadas por avisos sonoros, painéis eletrônicos e sinalização nas estações.

Os passageiros podem acompanhar informações pelas redes sociais da companhia e esclarecer dúvidas pela Central de Relacionamento, no 0800 055 0121, ou pelo WhatsApp (11) 99767-7030.

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Foto: Divulgação/CPTM

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Greve da CPTM chega ao fim após acordo entre ferroviários e Governo de SP

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A greve dos ferroviários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) chegou ao fim na tarde desta quarta-feira (5), após os trabalhadores aprovarem, em assembleia, o encerramento da paralisação que afetava as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.

A categoria decidiu retomar as atividades depois de avaliar a nova proposta apresentada pelo Governo do Estado de São Paulo durante as negociações.

Até a publicação desta reportagem, os detalhes do acordo firmado entre as partes ainda não haviam sido divulgados.

Greve começou na terça-feira

A paralisação teve início na terça-feira (4) e foi motivada pela preocupação dos ferroviários com o futuro dos empregos após a concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade à concessionária Trivia Trens.

Ao longo das negociações, o sindicato cobrava garantias formais sobre a manutenção dos postos de trabalho dos funcionários da CPTM.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil (STEFZCB), a decisão pelo encerramento da greve foi tomada após a categoria discutir os compromissos apresentados pelo governo.

Passageiros enfrentaram transtornos

Durante os dois dias de paralisação, milhares de passageiros enfrentaram dificuldades para se deslocar pela capital e pela Grande São Paulo.

As linhas afetadas tiveram operação parcial, enquanto o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese) disponibilizou ônibus para atender parte da demanda.

A greve também provocou estações lotadas, superlotação no transporte público e congestionamentos expressivos nas principais vias da capital paulista.

Operação deve ser normalizada

Com o fim da paralisação, a expectativa é que a circulação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade seja restabelecida gradualmente.

A CPTM deverá divulgar informações sobre a normalização da operação e eventuais ajustes na circulação dos trens.

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Foto: Divulgação/CPTM

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Greve da CPTM continua nesta quarta e mantém paralisação nas linhas 11, 12 e 13

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Os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) decidiram manter a greve iniciada à meia-noite de terça-feira (4). A decisão foi tomada durante assembleia realizada na noite desta terça, após a categoria considerar insuficientes as propostas apresentadas pelo Governo do Estado de São Paulo.

Com isso, a paralisação prossegue nesta quarta-feira (5), mantendo os impactos nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.

Sindicato alega falta de garantia dos empregos

Em nota, o Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil informou que recebeu um documento do Governo do Estado, mas afirmou que o conteúdo repetia os termos já apresentados nas negociações anteriores.

Segundo a entidade, a principal reivindicação da categoria — uma garantia formal, por escrito, da manutenção dos empregos dos trabalhadores durante o processo de concessão das linhas — não foi atendida.

Diante desse cenário, os ferroviários decidiram, em votação, dar continuidade ao movimento grevista.

Linhas seguem afetadas

A paralisação continua impactando a operação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, utilizadas diariamente por milhares de passageiros da capital paulista e da Grande São Paulo.

Até o momento, o Governo do Estado mantém o plano de contingência para reduzir os impactos da greve, com reforço na operação do sistema metroviário e do Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese), que disponibiliza ônibus nos trechos afetados.

As linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda e 10-Turquesa seguem operando normalmente, assim como as linhas do Metrô e das concessionárias.

Negociações seguem sem acordo

A greve ocorre em meio ao processo de concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.

Os trabalhadores reivindicam garantias sobre a manutenção dos postos de trabalho após a transferência da operação para a iniciativa privada.

Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre um novo acordo entre o Governo do Estado e o sindicato.

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Foto: Reprodução/GESP

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Greve da CPTM provoca mais de 2 mil km de congestionamento em São Paulo

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A greve parcial dos trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) provocou um forte impacto na mobilidade da capital paulista na manhã desta terça-feira (4). Às 10h23, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrava 2.125 quilômetros de congestionamento nas ruas e avenidas da cidade, reflexo da paralisação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.

Além do trânsito intenso, passageiros enfrentaram estações lotadas, ônibus superlotados e mudanças na operação do transporte sobre trilhos.

Zona Sul concentra o maior congestionamento

De acordo com a CET, a Zona Sul registrava a pior situação, com 648 quilômetros de lentidão.

Na sequência aparecem:

  • Zona Leste: 537 km;
  • Zona Oeste: 507 km;
  • Zona Norte: 278 km;
  • Centro: 155 km.

Para reduzir os impactos da paralisação, a Prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio municipal de veículos durante toda esta terça-feira.

Como está a operação das linhas da CPTM

As três linhas afetadas operam de forma parcial.

A Linha 11-Coral funciona apenas entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Guaianases.

Na Linha 12-Safira, os trens circulam entre Brás e Engenheiro Goulart.

Já a Linha 13-Jade, incluindo o Expresso Aeroporto, permanece totalmente paralisada.

Nos trechos sem circulação de trens, passageiros são atendidos por ônibus do Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese).

Paese mobiliza 128 ônibus

Para minimizar os efeitos da greve, o Governo do Estado acionou o Paese, que colocou 128 ônibus em operação.

O atendimento ocorre nos seguintes trechos:

  • Linha 11-Coral: entre Estudantes e Corinthians-Itaquera;
  • Linha 12-Safira: entre São Miguel Paulista e Calmon Viana;
  • Linha 13-Jade: entre Aeroporto-Guarulhos e Engenheiro Goulart.

Apesar da operação especial, passageiros relataram superlotação nos ônibus durante toda a manhã.

Metrô reforça atendimento

O Metrô iniciou a operação às 4h, com abertura antecipada das estações das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.

A Linha 3-Vermelha, que recebe grande parte dos passageiros vindos da Zona Leste, teve a circulação reforçada desde o início da operação.

Também foram disponibilizados trens de reserva para atender eventuais aumentos de demanda, principalmente nas estações Corinthians-Itaquera, Tatuapé, Brás e Palmeiras-Barra Funda.

Linhas que operam normalmente

Segundo a CPTM e a Artesp, seguem funcionando normalmente:

  • Linha 7-Rubi;
  • Linha 8-Diamante;
  • Linha 9-Esmeralda;
  • Linha 10-Turquesa.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás do metrô também operam normalmente, com monitoramento reforçado.

PM reforça policiamento

A Polícia Militar intensificou o policiamento preventivo no entorno das estações ferroviárias, terminais de ônibus e locais de maior circulação de passageiros.

O policiamento de trânsito também foi ampliado para auxiliar na fluidez viária e minimizar os impactos provocados pela greve.

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Foto: Rafa Neddmeyer/Arquivo/Ag. Brasil

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Greve na CPTM começa nesta terça e afeta as linhas 11, 12 e 13

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Os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) iniciaram uma greve à 0h desta terça-feira (4), após aprovação da paralisação em assembleia realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil. O movimento afeta a circulação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, sem previsão de encerramento.
A categoria protesta contra a concessão das linhas à empresa Trivia Trens e pede garantias de manutenção dos empregos dos funcionários da CPTM.
Governo lamenta paralisação
Em nota, o Governo do Estado de São Paulo e a CPTM afirmaram lamentar a decisão do sindicato de manter a greve, mesmo após uma rodada de negociações realizada nesta segunda-feira (3).
Segundo o governo, foram apresentados compromissos relacionados à preservação dos postos de trabalho e à análise de propostas de interesse dos ferroviários, entre elas a possibilidade de absorção de empregados por outros órgãos estaduais, a discussão sobre a incorporação da Estrada de Ferro Campos do Jordão pela CPTM e a inclusão dos trabalhadores no Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe).
Na avaliação do Estado, a paralisação prejudica milhares de passageiros que dependem diariamente do transporte ferroviário.
Justiça determina operação mínima
Diante da greve, a CPTM recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que determinou a manutenção de 80% do efetivo nos horários de pico e 60% nos demais períodos.
Em caso de descumprimento da decisão, o sindicato poderá ser multado em R$ 400 mil por dia, conforme determinação judicial.
Quais linhas funcionam normalmente?
Segundo a CPTM, permanecem em operação regular:
Linha 7-Rubi;
Linha 10-Turquesa;
Linha 8-Diamante;
Linha 9-Esmeralda.
As linhas 8 e 9 são administradas pela concessionária ViaMobilidade.
O sistema metroviário de São Paulo também opera normalmente, incluindo as linhas administradas pelo Metrô e pelas concessionárias.
A CPTM informou ainda que colocou em prática um plano de contingência para reduzir os impactos aos passageiros das linhas afetadas.
Entenda o motivo da greve
Os ferroviários são contrários ao processo de concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade à concessionária Trivia Trens.
No mês passado, após um incêndio em um trem durante a operação assistida, o Governo de São Paulo determinou que a CPTM reassumisse temporariamente a operação das três linhas por 90 dias.
Segundo a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), a medida teve como objetivo garantir a qualidade do serviço e corrigir problemas registrados nos primeiros dias de operação da concessionária.
O sindicato afirma que a principal reivindicação é a garantia dos empregos dos trabalhadores da CPTM durante o processo de concessão.


Foto: Divulgação/GESP

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Placa preta: veja quem pode solicitar e quais são as regras em SP

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Veículos precisam ter pelo menos 30 anos de fabricação e preservar as características originais para serem reconhecidos como de coleção

Ter um veículo com placa preta é o reconhecimento oficial de que o automóvel possui valor histórico e preserva suas características originais. Em São Paulo, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP) reúne em uma página exclusiva todas as orientações para proprietários interessados em obter o registro de veículo de coleção.

A placa preta é destinada a automóveis antigos que atendem a critérios específicos de originalidade e conservação. Além de identificar o veículo como de coleção, o registro costuma agregar valor ao automóvel e é bastante procurado por colecionadores.

Atualmente, o estado de São Paulo possui 83.387 veículos com placa preta. Em 2023, eram 53.037, o que representa um crescimento de mais de 57% na frota de veículos de coleção.

Quais são os requisitos

Para receber a placa preta, o veículo deve atender a uma série de exigências previstas na legislação.

Entre os principais critérios estão:

  • ter no mínimo 30 anos de fabricação;
  • preservar pelo menos 80% das características originais;
  • manter mecânica, carroceria, suspensão e acabamento compatíveis com a época de fabricação;
  • ser aprovado em avaliação realizada por entidade credenciada.

Também é necessário apresentar o Certificado de Veículo de Coleção (CVCOL), emitido por entidade credenciada pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), além do Certificado de Segurança Veicular (CSV), que atesta que o automóvel está apto para circular.

Como solicitar

O processo para obtenção da placa preta envolve algumas etapas:

  1. filiar-se a um clube de veículos antigos credenciado pela Senatran;
  2. submeter o veículo à avaliação técnica;
  3. obter o Certificado de Veículo de Coleção;
  4. solicitar ao Detran-SP a alteração do registro do veículo;
  5. instalar a nova placa.

O proprietário também deve pagar a taxa de emissão do novo Certificado de Registro do Veículo (CRV), além dos custos relacionados à avaliação, filiação ao clube, emissão dos certificados e confecção da placa.

Quais são as vantagens

Além de reconhecer oficialmente o automóvel como veículo de coleção, a placa preta pode aumentar o valor de mercado do veículo e facilitar a participação em encontros, exposições e eventos especializados.

O registro também contribui para preservar o patrimônio histórico automobilístico, incentivando a conservação de modelos que marcaram diferentes épocas da indústria automotiva.

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Foto: Jurandir Costa/PMSP

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MP investiga falhas em linhas de trem após caos na Grande SP

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Inquérito vai apurar problemas registrados nas Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, além da atuação da concessionária, da Artesp e da Secretaria de Transportes Metropolitanos

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) instaurou um inquérito civil para investigar as falhas registradas nas Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade dos trens metropolitanos no último dia 23 de julho, três dias após a concessionária Trivia Trens assumir a operação.

A investigação também irá analisar a atuação da Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), da Secretaria de Transportes Metropolitanos e o período anterior à concessão, quando as linhas eram operadas pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Falhas provocaram caos no transporte

No dia das ocorrências, uma falha no fornecimento de energia interrompeu a circulação entre as estações Brás e Sebastião Gualberto, afetando também o Serviço Expresso Aeroporto.

Além disso, um princípio de incêndio atingiu um trem nas proximidades da Rua Bresser, na região central da capital.

Os problemas provocaram a paralisação das três linhas, obrigando passageiros a deixarem os trens e caminharem sobre os trilhos. As plataformas ficaram lotadas e o sistema Paese (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência) precisou ser acionado para atender os usuários.

CPTM retomou operação

Após os transtornos, a Artesp determinou que a CPTM reassumisse temporariamente a operação das linhas por até 90 dias.

Segundo o diretor-presidente da agência, André Isper, a medida foi adotada para garantir a continuidade e a qualidade do serviço.

“O que nós vimos nos últimos dois dias, especialmente hoje, é inaceitável. Como fiscalizadores e reguladores do contrato, estamos agindo de modo imediato”, afirmou.

MP cobra esclarecimentos

Como parte da investigação, o Ministério Público solicitou à Artesp informações sobre:

  • todas as ocorrências registradas desde o início da operação assistida;
  • fiscalizações realizadas;
  • sanções eventualmente aplicadas;
  • ato que determinou o retorno temporário da CPTM;
  • histórico de desempenho das linhas desde 2021.

Da CPTM, a Promotoria pediu relatórios técnicos sobre as falhas, informações sobre as medidas emergenciais adotadas após o apagão e o plano de ação durante o período de retomada da operação.

Já a Trivia Trens deverá apresentar:

  • relatório das falhas operacionais registradas desde o início da concessão;
  • informações sobre o princípio de incêndio;
  • número de reclamações de usuários;
  • medidas de ressarcimento adotadas;
  • comprovação da contratação do seguro de responsabilidade civil.

Também foram oficiados o Corpo de Bombeiros, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a Prefeitura de São Paulo para prestar esclarecimentos sobre os impactos provocados pelos episódios.

Ocorrências aumentaram

Segundo o Ministério Público, durante a operação assistida houve um aumento de 275% nas ocorrências registradas na Linha 11-Coral em comparação com o mesmo período do ano anterior.

A Promotoria destaca ainda que as três linhas já eram alvo de procedimentos relacionados a problemas operacionais quando ainda estavam sob administração da CPTM.

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Foto: Reprodução/TV Globo

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Saída 26A da Castello Branco será interditada durante a noite em Barueri

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Bloqueio ocorrerá diariamente, das 22h às 5h, entre 27 de julho e 17 de agosto, para a conclusão das obras de ampliação das vias marginais

Os motoristas que utilizam a Rodovia Castello Branco (SP-280) devem ficar atentos às mudanças no trânsito em Barueri. A partir desta segunda-feira (27), a alça de saída 26A, no sentido interior, será interditada diariamente, das 22h às 5h, para a conclusão das obras de ampliação das vias marginais da rodovia.

A interdição seguirá até o dia 17 de agosto e afetará os condutores que utilizam a saída para acessar o Centro de Barueri e a Estrada dos Romeiros.

Rota alternativa

Durante o período de bloqueio, os motoristas que trafegarem pela via marginal deverão utilizar a saída 26B, indicada como desvio oficial para chegar aos mesmos destinos.

Segundo a Ecovias Raposo Castello, concessionária responsável pela administração do trecho, a medida é necessária para a execução da etapa final das intervenções iniciadas ainda na gestão da antiga concessionária ViaOeste.

O que será feito na obra

Nesta fase serão realizados serviços de:

  • reforço da estrutura de contenção do acesso;
  • implantação da sinalização definitiva;
  • acabamentos finais necessários para a entrega da obra.

Os trabalhos ocorrerão exclusivamente no período noturno para reduzir os impactos no fluxo de veículos. A alça será reaberta diariamente às 5h, com sinalização especial durante toda a execução dos serviços.

A concessionária ressalta que o cronograma poderá ser alterado em caso de condições climáticas desfavoráveis ou por necessidades operacionais.

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Foto: Cauber Drone/PMB

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