Barueri, Carapicuíba e Itapevi têm casos descartados de intoxicação por metanol em bebidas

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O novo balanço divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Governo do Estado de São Paulo mostra uma redução nos casos suspeitos de intoxicação por metanol. O estado contabiliza agora 19 suspeitas em investigação — o menor número desde 2 de outubro, quando a Secretaria de Estado da Saúde passou a divulgar os dados oficiais. Desde então, 408 suspeitas foram descartadas. O total de casos confirmados permanece em 38, com seis mortes, sem alterações desde a última sexta-feira (17).

Na região oeste da Grande São Paulo, as cidades de Barueri, Carapicuíba e Itapevi tiveram todos os casos em análise descartados. Cada município tinha duas notificações suspeitas relacionadas ao consumo de bebidas adulteradas. Cajamar registrou um caso descartado e outro ainda em investigação, enquanto Cotia e Vargem Grande Paulista tiveram um caso descartado cada.

Entre as cidades da região, Osasco segue sendo o único município com confirmações de intoxicação por metanol. São três casos confirmados, incluindo a morte de um homem de 23 anos. Outros 19 casos na cidade foram descartados após análise laboratorial.

A Secretaria de Estado da Saúde reforça o alerta à população para evitar o consumo de bebidas de procedência duvidosa, especialmente as vendidas a granel ou sem rótulo. O metanol é uma substância altamente tóxica e pode causar sintomas como náusea, tontura, perda de visão e até levar à morte quando ingerido em pequenas quantidades.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Santana de Parnaíba se veste de rosa em caminhada pela conscientização sobre o câncer de mama

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Milhares de pessoas vestiram rosa e tomaram as ruas do Centro Histórico de Santana de Parnaíba, na manhã deste sábado (18), em um grande ato de conscientização e apoio à luta contra o câncer de mama. A tradicional Caminhada do Outubro Rosa reuniu famílias, servidores e representantes do poder público em um momento de união, informação e solidariedade.

O evento, que reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, contou com a presença do prefeito Elvis Cezar e da secretária da Mulher e da Família, Selma Cezar, que lideraram a mobilização. “Foi emocionante ver tanta gente unida por uma causa tão especial. Obrigada a todos que fizeram parte desse lindo movimento!”, afirmou Selma.

O prefeito também destacou o engajamento popular e a relevância da campanha. “Milhares de pessoas participaram da nossa Caminhada Rosa, em um grande gesto de amor, união e conscientização sobre a importância da prevenção ao câncer de mama. Ver tantas famílias caminhando juntas por essa causa foi emocionante!”, disse Elvis Cezar.

A Caminhada do Outubro Rosa já se tornou uma tradição no município e a cada edição ganha mais força, envolvendo a comunidade em torno de um mesmo propósito: salvar vidas por meio da informação e do cuidado.

A campanha Outubro Rosa busca alertar sobre a importância dos exames preventivos, como a mamografia e o autoexame das mamas, fundamentais para detectar precocemente o câncer e aumentar as chances de cura. Em Santana de Parnaíba, as ações seguem durante todo o mês com palestras, atendimentos e atividades voltadas à saúde da mulher, reforçando a mensagem de que prevenir é um ato de amor e cuidado com a vida.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais/PMSP

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Jundiaí confirma uma morte causada pela intoxicação por metanol

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A prefeitura de Jundiaí, no interior paulista, confirmou nesta quarta-feira (15) a morte de uma pessoa no município causada pela intoxicação por metanol após consumo de bebida alcoólica. 

“O caso confirmado refere-se a um paciente que foi internado no dia 3 de outubro, após apresentar sintomas compatíveis com intoxicação, e teve a presença de metanol confirmada em exame”, disse a prefeitura, em nota.

Com a morte em Jundiaí, o estado de São Paulo contabiliza seis mortes decorrentes do consumo do metanol: três registradas na capital, uma em São Bernardo do Campo, uma em Osasco, e uma em Jundiaí.

Segundo dados do governo paulista, foram confirmados, até esta segunda-feira (13), 28 casos de intoxicação no estado. Ainda há outros 100 em investigação. O estado de Pernambuco registrou duas mortes por intoxicação de metanol.

De acordo com a Polícia Civil de São Paulo, 57 pessoas foram presas, desde o início do ano, em razão da venda de bebida alcoólica adulterada. Só nesta terça (14), seis pessoas foram detidas durante operação de combate à falsificação e adulteração de bebidas com metanol.

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Fonte: Ag. Brasil – Foto: GESP

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Osasco tem dois casos confirmados e cinco em investigação de intoxicação por metanol

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A cidade de Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, registrou dois casos confirmados e cinco em investigação de intoxicação por metanol em bebidas falsificadas, segundo balanço da Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) divulgado nesta segunda-feira (13). Um homem de 23 anos, morador do município, está entre as cinco vítimas fatais confirmadas em todo o estado.

No total, São Paulo contabiliza 28 casos confirmados de intoxicação, 100 em investigação e 246 já descartados. Além de Osasco, outras cidades da região também aparecem no levantamento: Cajamar (1 caso em investigação), Carapicuíba (1 em investigação e 1 descartado), Cotia (1 descartado), Itapevi (1 em investigação) e Vargem Grande Paulista (1 descartado).

O avanço dos casos está relacionado à adulteração e falsificação de bebidas alcoólicas com metanol, uma substância altamente tóxica. A ingestão pode causar cegueira, insuficiência renal, coma e morte.

Em resposta, o Governo de São Paulo mantém um gabinete de crise para coordenar as ações de enfrentamento, envolvendo a Polícia Civil, Vigilância Sanitária e o Procon-SP. O governo também reforça alertas à população para evitar o consumo de bebidas de origem duvidosa.

Somente nesta terça-feira (14), a Polícia Civil prendeu seis pessoas durante operações contra redes criminosas envolvidas na falsificação de bebidas em diversas cidades do estado, como São Paulo, Santo André, Poá, São José dos Campos, Santos, Guarujá, Presidente Prudente e Araraquara.

Ao longo do ano, 57 pessoas já foram presas em todo o estado por envolvimento em venda irregular ou adulteração de bebidas alcoólicas. As investigações seguem em andamento para identificar e desarticular os responsáveis pela produção e distribuição dos produtos contaminados.

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Foto: Divulgação/GESP

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Deputada Bruna Furlan conduz audiência sobre projeto que cria nova autarquia da Unicamp na área da Saúde

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A deputada Bruna Furlan (PSDB), presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), conduziu nesta terça-feira (14) uma audiência pública sobre o projeto de autarquização da área da Saúde da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). A proposta foi apresentada pela reitoria da universidade e tem como objetivo aliviar o orçamento da instituição, ampliar o complexo hospitalar e aumentar o número de cursos e vagas oferecidos.

Atualmente, a Unicamp destina cerca de 25% de seu orçamento — aproximadamente R$ 1,1 bilhão — para o custeio da Saúde, o que, segundo a reitoria, compromete o crescimento da universidade. A criação da nova autarquia, que ficará vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES), prevê a gestão de oito unidades de atendimento, entre elas o Hospital de Clínicas (HC), o Caism, o Hemocentro e o Gastrocentro, mantendo o vínculo acadêmico com a universidade.

“Temos muito orgulho da nossa área da saúde. A autarquia não é privatização, mas uma forma de fortalecer o financiamento público”, afirmou o reitor Paulo Cesar Montagner, que destacou o potencial de expansão acadêmica com a medida.

Representantes da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI) e da SES manifestaram apoio ao projeto. O coordenador da SCTI, Marcos Nogueira Martins, afirmou que “o processo é virtuoso: a universidade ganha, os estudantes ganham e os hospitais se fortalecem”. Já o diretor do DRS de Campinas, Jorge Curi, destacou que a mudança trará mais agilidade e eficiência no atendimento aos pacientes.

A deputada Bruna Furlan ressaltou a importância do diálogo entre as instituições para garantir que a proposta preserve o caráter público e o compromisso social da Unicamp. O projeto ainda será analisado pela Comissão de Saúde antes de seguir para votação no plenário da Alesp.

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Foto: Barbara Novaes/Alesp

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Brasil recebe 2,5 mil unidades de fomepizol, antídoto contra metanol

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O Ministério da Saúde recebeu nesta quinta-feira (9), no Aeroporto de Guarulhos (SP), uma remessa com 2,5 mil unidades do antídoto fomepizol, usado no tratamento de pacientes com metanol no organismo. A substância detectada tem sido ingerida junto com bebidas alcoólicas adulteradas, produzidas de maneira clandestina.

É a primeira remessa desse antídoto a chegar ao Brasil. Ao todo, 1,5 mil unidades já começam a ser distribuídas ainda hoje, sendo priorizado o estado de São Paulo, que registra o maior número de casos de intoxicação pela substância. A unidade federativa receberá 288 unidades do medicamento.

O restante do lote será destinado a outras localidades com ocorrências confirmadas: Pernambuco (68 unidades), Paraná (84), Rio de Janeiro (120), Rio Grande do Sul (80), Mato Grosso do Sul (20), Piauí (24), Espírito Santo (28), Goiás (52), Acre (16), Paraíba (28) e Rondônia (16).

Distribuição aos estados:
Unidade federativaQuantidade
São Paulo288
Minas Gerais152
Rio de Janeiro120
Bahia104
Paraná84
Rio Grande do Sul80
Pernambuco68
Ceará64
Pará60
Santa Catarina56
Goiás52
Maranhão48
Amazonas32
Espírito Santo28
Mato Grosso28
Paraíba28
Alagoas24
Piauí24
Rio Grande do Norte24
Distrito Federal20
Mato Grosso do Sul20
Acre16
Amapá16
Rondônia16
Roraima16
Sergipe16
Tocantins16
Total1.500

O envio terá continuidade amanhã (10), estendido a todo o país, inclusive em locais sem casos comunicados às autoridades. A pasta ainda manterá mil ampolas de fomepizol guardadas em estoque.

Os estados poderão demandar novas remessas, conforme sua necessidade e surgimento ou alta de casos. Em nota, o ministério esclarece que o quantitativo foi definido a partir de dados demográficos oficiais, do último Censo, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Etanol farmacêutico

Além do fomepizol, outra substância capaz de reverter a intoxicação é o etanol farmacêutico, que pode ser administrado por equipes de saúde antes mesmo da confirmação do quadro por exame laboratorial. O etanol farmacêutico exige prescrição e monitoramento médico, não devendo ser comprado e aplicado pela população em geral.

A pasta irá receber 12 mil ampolas desse tipo de antídoto como doação da empresa brasileira Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos. As unidades se somarão às 4,3 mil entregues aos estoques do SUS pelos hospitais universitários federais, em parceria com a  Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). 

arte-metanol
Arte/Agência Brasil

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Fonte: Ag. Brasil – Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Barueri registra mais de 73 mil faltas em consultas e exames no 2º quadrimestre; Saúde faz apelo à população

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A Secretaria de Saúde de Barueri apresentou, na Audiência Pública de Prestação de Contas do 2º Quadrimestre de 2025 — realizada em 29 de setembro na Câmara Municipal —, um dado que acende o alerta entre os gestores da área: 73.031 ausências em atendimentos de saúde entre maio e agosto. Desse total, 35.696 referem-se a consultas médicas e 37.335 a exames.

As faltas prejudicam o atendimento e aumentam as filas, motivo pelo qual a Secretaria reforçou o pedido para que os pacientes avisem com, pelo menos, 48 horas de antecedência quando não puderem comparecer, permitindo o reagendamento da vaga para outra pessoa. O mesmo problema já havia ocorrido no 1º quadrimestre, quando foram registradas 73.743 ausências — somando consultas e exames.

Durante a audiência, foram apresentados os investimentos, dados e avanços da pasta. Barueri destina R$ 1,24 bilhão à Saúde, o equivalente a 21,3% do orçamento municipal, conforme a Lei nº 3.120/2024. O município conta atualmente com 49 unidades de atendimento, entre UBSs, hospitais, policlínicas, centros de diagnóstico, CAPS, Maternidade, farmácias 24h e outros serviços especializados.

Entre os destaques do período, o Centro de Diagnósticos da Vila Porto realizou 1.450.643 procedimentos, o Centro de Especialidades Luiz Maria Barletta registrou 116.494 atendimentos e a Policlínica do Engenho Novo fez 39.474 consultas e 979 pequenas cirurgias. O Hospital Municipal Dr. Francisco Moran somou 92.801 serviços prestados, enquanto as farmácias municipais distribuíram mais de 33 milhões de medicamentos a 482 mil usuários.

A rede de saúde também promoveu ações educativas como o Maio Lilás, Julho Verde e Setembro Amarelo, voltadas à prevenção e conscientização.

Entre as novidades anunciadas, está a criação de um Centro de Infusão no Hospital de Retaguarda Vanderson César de Almeida, que facilitará o fornecimento de medicamentos de alto custo. Também estão em fase de implantação os serviços de cintilografia no Hospital Municipal e vitrectomia no Centro de Diagnósticos, além do projeto de construção da sede própria do Cretea, Centro de Referência em Transtorno do Espectro Autista.

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Foto: Lourivaldo Fio/PMB

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Vacinação nas escolas de Barueri ocorre neste sábado (4) para mais de 6,7 mil alunos

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A Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria de Saúde e em parceria com o Ministério da Saúde, dá continuidade à segunda fase da Estratégia de Vacinação nas Escolas referente ao segundo semestre de 2025. O objetivo é ampliar a cobertura vacinal de crianças e adolescentes com menos de 15 anos, garantindo a atualização do Calendário Nacional de Vacinação.

Neste sábado, 4 de outubro, das 8h às 12h, a ação será realizada em seis Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs), contemplando alunos do 1º ao 9º ano. Mais de 6.700 estudantes deverão ser imunizados nas seguintes unidades: EMEF Prefeito Nestor de Camargo (1.518 alunos), EMEF Estevan Placêncio (1.228), EMEF Professora Naly Benedicta B. C. Mancini (971), EMEF Dorival Faria (1.643), EMEF Professora Dalva Fogaça (1.106) e EMEF Francisco Zacarioto (312).

Entre as vacinas disponíveis nesta fase estão: Penta (DTP/Hib/Hep. B), contra difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenzae tipo b e hepatite B; BCG, contra tuberculose; Influenza, que previne a gripe; Febre Amarela; e Poliomielite, que protege contra a paralisia infantil. Todas são ofertadas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A Secretaria de Saúde reforça que a participação das famílias é essencial para o sucesso da iniciativa. É necessário que os responsáveis acompanhem os estudantes e apresentem a caderneta de vacinação, assegurando a correta aplicação das doses.

A próxima etapa da campanha ocorrerá no dia 11 de outubro, direcionada às Escolas Municipais Maternais (EMMs), com foco na imunização das crianças mais novas.

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Foto: Ana Guice/PMB

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Memórias Vivas: projeto vai oferecer apoio a pacientes com Alzheimer em Barueri

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As famílias de Barueri que convivem com a doença de Alzheimer em breve poderão contar com mais apoio no enfrentamento dos desafios impostos pela enfermidade. A Câmara Municipal aprovou, na terça-feira (30), o Projeto de Lei 058/2025, que institui o Programa Memórias Vivas, voltado a pacientes diagnosticados e seus cuidadores.

De autoria do vereador Levi Gobert (Podemos), a proposta prevê a realização de atividades de estimulação cognitiva, rodas de conversa, oficinas, campanhas de informação e também suporte direto às famílias. O texto ainda sugere à Prefeitura a criação de um Centro de Referência em Alzheimer, reunindo em um único espaço serviços de acolhimento, orientação e atividades específicas para os pacientes e seus cuidadores.

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que compromete a memória, o raciocínio e o comportamento, exigindo acompanhamento constante da família e de profissionais de saúde. Para Levi Gobert, a iniciativa representa uma resposta a uma necessidade crescente:

Quem cuida de uma pessoa com Alzheimer sabe como a rotina é difícil. O programa vai oferecer apoio, informação e acolhimento para que essas famílias não se sintam sozinhas, afirmou o vereador.

A proposta agora aguarda sanção do prefeito. Caso seja aprovada, caberá à Prefeitura definir a estrutura do programa, os locais de atendimento e o processo de inscrição das famílias interessadas.

Se implementado, o Memórias Vivas poderá se tornar uma referência de política pública voltada à saúde mental e ao acolhimento social, fortalecendo a rede de apoio às famílias que lidam diariamente com os impactos da doença.

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Foto: Marco Miatelo/CMB

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Obesidade infantil cresce no Brasil e especialistas alertam para riscos metabólicos e hormonais

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A obesidade infantil tem avançado de forma preocupante no Brasil, trazendo riscos que vão além do futuro. Especialistas apontam que alterações metabólicas, hormonais e cardiovasculares já podem surgir na infância, tornando essencial o acompanhamento médico desde cedo.

Segundo a endocrinologista pediátrica Patrícia Amorim, do Sabin Diagnóstico e Saúde, exames laboratoriais como hemograma completo, glicemia de jejum, perfil lipídico, análise de urina e dosagens hormonais podem ser necessários mesmo em crianças sem sintomas aparentes. “Eles ajudam a identificar alterações que ainda não se manifestaram clinicamente, principalmente quando há histórico familiar de obesidade ou doenças metabólicas”, explica.

O excesso de peso também pode afetar o desenvolvimento sexual. “A gordura corporal em excesso pode antecipar o surgimento de pelos pubianos, brotos mamários ou até menstruação precoce. Isso exige investigação hormonal adequada para descartar causas patológicas”, alerta Amorim.

Estudos reforçam a gravidade do problema. O Atlas Mundial da Obesidade 2024 mostra que 34% das crianças e adolescentes brasileiros entre 5 e 19 anos têm sobrepeso ou obesidade. A projeção para 2035 é ainda mais alarmante: metade dessa população pode ser afetada.

As principais causas são má alimentação, sedentarismo e uso excessivo de telas. “Após a pandemia, observamos uma redução drástica nas atividades físicas das crianças, o que impactou diretamente no ganho de peso”, afirma a endocrinologista.

Além de exames e acompanhamento médico, a prevenção passa por mudanças de hábitos. A recomendação é que crianças pratiquem atividade física pelo menos três vezes por semana, durante uma hora, e mantenham alimentação rica em frutas, verduras, legumes e proteínas saudáveis, com restrição de ultraprocessados, bebidas açucaradas e fast food.

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Foto: Marcello Casal Jr/Arquivo/Ag. Brasil

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