Lei garante prioridade no atendimento a pacientes com fibromialgia na rede pública de Barueri

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Moradores de Barueri que convivem com fibromialgia estão mais próximos de ter atendimento prioritário na rede pública municipal. A Câmara aprovou, no dia 9 de dezembro de 2025, a criação da Política Municipal de Proteção dos Direitos da Pessoa com Fibromialgia, que assegura preferência no atendimento, em moldes semelhantes aos concedidos a pessoas com deficiência.

A medida está prevista no Projeto de Lei nº 095/2025, de autoria do vereador Clayton Silva da Saúde (União Brasil). O texto estabelece que pacientes diagnosticados com fibromialgia terão direito a atendimento mais ágil, acompanhamento multidisciplinar e acesso facilitado a informações sobre os serviços públicos disponíveis para o tratamento da condição.

A fibromialgia é uma síndrome crônica caracterizada por dores generalizadas pelo corpo, fadiga intensa e sensibilidade aumentada ao toque. Sem cura conhecida, a doença exige acompanhamento contínuo, com foco no controle dos sintomas e na melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

Segundo o autor do projeto, a iniciativa busca corrigir uma lacuna histórica no atendimento a esse público. “Essas pessoas enfrentam dor diária e, muitas vezes, não encontram acolhimento adequado. Garantir prioridade no atendimento é uma forma de respeito e de proteção aos seus direitos”, afirmou o vereador durante a tramitação da proposta.

Além da prioridade no atendimento, a lei incentiva a Prefeitura a firmar parcerias com instituições públicas e privadas para ampliar a rede de cuidado, promover ações educativas e qualificar os profissionais que atuam diretamente com pacientes diagnosticados com fibromialgia.

Após a aprovação pelo Legislativo, a nova política segue agora para sanção do prefeito. Caso seja sancionada, a lei prevê um prazo de até 90 dias para entrar em vigor, período em que as unidades de saúde deverão se adaptar às novas regras e ajustar os fluxos de atendimento para garantir a efetivação do direito.

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Foto: Ana Guice/PMB

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Complexo de Saúde de Cajamar inicia atendimentos com câmaras hiperbáricas

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Os novos equipamentos tem como intuito ampliar as possibilidades de tratamento especializado e trazem mais segurança e qualidade no cuidado aos pacientes

A Prefeitura de Cajamar realizou, nesta quinta-feira (18), a inauguração oficial com início dos atendimentos com oxigenoterapia hiperbárica no Complexo de Saúde do município. A nova estrutura representa um avanço significativo na oferta de tratamentos especializados, incorporando tecnologia de ponta à rede municipal de saúde.

As câmaras hiperbáricas irão atender pacientes com feridas de difícil cicatrização, queimaduras, pós-operatórios e quadros clínicos mais graves, como úlceras por pressão e pé diabético. A oxigenoterapia hiperbárica é uma terapêutica reconhecida por acelerar a cicatrização e a recuperação dos tecidos, contribuindo diretamente para a evolução clínica dos pacientes e para a redução de complicações.

O acesso ao tratamento será feito por meio de encaminhamento dos próprios serviços municipais de saúde, como Hospital, UPA e Unidades Básicas. Após avaliação médica inicial, os pacientes que apresentarem indicação clínica iniciarão as sessões de oxigenoterapia, seguindo protocolos técnicos definidos pela equipe especializada.

Com a implantação do ambulatório de Feridas e das câmaras hiperbáricas, Cajamar passa a oferecer gratuitamente serviço inédito no município e região, ampliando a resolutividade da rede municipal, qualificando o atendimento e fortalecendo as ações de saúde realizadas no Complexo de Saúde do município.

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Fonte/foto: PMC

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Mais brincadeira, menos tela: confira dicas para uma infância saudável

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Se o mundo se transformou com a internet, redes sociais e a massificação dos dispositivos móveis, a infância também. Em uma era hiper conectada, o contato com a natureza, as brincadeiras ao ar livre e o tempo longe das telas já aparecem como prescrição médica.

Com 29 anos de prática em consultório, Renata Aniceto, membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), destaca que já prescreve em suas orientações, além de alimentação saudável e vacinação, tempo de convívio entre pais e filhos.  

“Eu quero que no final de semana vocês tenham duas horas de brincadeiras no parque, de vivências em casa, que levem as crianças para cozinhar, para fazer jogos de tabuleiro. É um retrocesso. Essa geração de pais não sabe como brincar com os filhos porque eles já vêm de uma fase conectada com as telas”, alerta. 

Ela conta que observou uma mudança comportamental gigantesca, principalmente com a entrada das telas, do celular e do tablet no cotidiano das famílias. 

“Houve uma desconexão entre pais e filhos. Porque não só as crianças estão mais tempo em tela, os pais também. No consultório, passaram a chegar muito mais alterações como ansiedade e depressão, quadros que nós nem estudávamos na nossa formação [em pediatria] e hoje precisamos lidar. É um momento muito conectado e desconectado ao mesmo tempo, com essa desconexão humana”, diz a pediatra. 

Angela Uchoa Branco, professora do Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento da Universidade de Brasília (UnB), reforça a importância das brincadeiras presenciais, face a face com outras crianças e adultos. Para as mais velhas, recomenda jogos como os de tabuleiro.  

“Jogos e brincadeiras livres são fundamentais para o desenvolvimento da criança. Contação de histórias dialogadas, ler para a criança antes de dormir, deixar livrinhos infantis disponíveis para desenvolver a criatividade e o gosto pela leitura. E, sempre que possível, levar a criança para brincar ao ar livre e conviver com a natureza”, afirma Angela. 

Para este Dia das Crianças, a Agência Brasil conversou com médicos, psicólogos e especialistas para reunir dicas para uma infância mais saudável. Confira: 

Mais brincadeira, menos tela 

Rio de Janeiro (RJ), 27/08/2025 – Alunos jogam futebol durante intervalo no Ginásio Experimental Olímpico Reverendo Martin Luther King, na Praça da Bandeira, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ) – Alunos jogam futebol durante intervalo no Ginásio Experimental Olímpico Reverendo Martin Luther King, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Se no passado a infância era marcada pelas brincadeiras de rua e o tempo livre, hoje se mistura com as telas do celular, notificações e interações online. Renata destaca que, para além da perda nas interações e do convívio, o excesso de telas pode prejudicar também o desenvolvimento do cérebro e da cognição.  

“O excesso de telas vai estimular áreas que não são tão primordiais e pode levar à perda de habilidades, como foco, atenção, memória, resolução de problemas. São gerações que estão tendo mais dificuldade na comunicação e na aprendizagem. Além disso, se eu mexo menos o corpo, então haverá maior incidência de obesidade”, explica. 

No ano passado, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) atualizou as orientações sobre o tempo de telas adequado para cada faixa etária. 

  • De 0 a 2 anos: sem telas, mesmo que passivamente; 
  • De 2 a 5 anos: uma hora por dia, com supervisão dos pais ou responsáveis; 
  • De 6 a 10 anos: uma a duas horas por dia, no máximo, e sempre com supervisão; 
  • Entre 11 e 18 anos: de duas a três horas por dia, e nunca deixar “virar a noite”. 

A diretora executiva da ONG Vaga Lume, Lia Jamra, que há 25 anos atua com educação nos nove estados da Amazônia Legal, ressalta a importância do incentivo à leitura, em oposição ao digital.  

“É muito importante pais e cuidadores terem iniciativa de ler para a criança para ajudar a sair da tela. A leitura traz um impacto socioemocional muito grande na formação de repertório, visão de mundo, possibilidade de sonhar. A infância na Amazônia é mais saudável. Várias brincadeiras fora de casa fazem parte da rotina dessa criança, como um mergulho no rio”, diz Lia. 

Sono 

Brasília (DF) 28/01/2025 - Os irmãos Clara Santana (10) e Pedro Santana (13), são vistos com celular na mão embaixo de um cobertor.
Uma a cada 3 crianças tem perfil aberto em redes, alerta pesquisa
Dados foram divulgados nesta terça pela Unico e Instituto Locomotiva
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Excesso de telas pode prejudicar qualidade do sono das crianças . Foto: Joédson Alves/Agência Brasil 

O sono de qualidade é um dos pilares fundamentais para o bom desenvolvimento infantil. O descanso adequado está diretamente ligado ao desenvolvimento físico, cognitivo e emocional. Também nesse aspecto, Renata aponta que as telas podem atuar como vilãs da saúde das crianças; 

“Se usar telas no período noturno, fica com a luz da tela no meu cérebro mais tempo, o que diminui a produção de melatonina, hormônio responsável pela indução inicial do sono. Assim, a criança  vai ter mais dificuldade para pegar no sono e despertares noturnos mais frequentes”, destaca. 

A médica explica que o sono não é só para descansar, mas trata-se de um período em que processos neurológicos acontecem. 

“A fixação de aprendizados adquiridos durante o dia é feita nesse período noturno. Muitos hormônios são secretados durante a noite, como o hormônio do crescimento, os hormônios controladores de fome e saciedade, que podem impactar no apetite e ganho de peso”, afirma. 

Diálogo 

A professora da UnB, Angela Uchoa, também destaca a importância de estabelecer diálogos respeitosos para promover uma educação que estabeleça limites, mas que reforce a autoestima dos pequenos, sem punições físicas.  

“É necessário sempre escolher o momento certo para conversar e estabelecer limites, dialogando. Devemos ter tolerância zero para agressões, mas manter uma atitude respeitosa e dando exemplo de como se deve agir quando algo nos desagrada. Respeito gera respeito, é necessário demonstrar afeto para que a criança se sinta amada e elogiar aquilo que ela sabe fazer bem. Isso fortalece a sua autoestima, essencial para seu pleno desenvolvimento como ser humano” completa a professor da UnB. 

Alimentação 

Brasília-DF, 10.11.2023, A Diversas frutas, legumes e verduras que são vendidos diariamente na Centrais de Abastecimento do Distrito Federal, a CEASA-DF. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Frutas devem estar presente na alimentação desde o primeiro ano de vida. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil 

Aos 6 meses de vida, quando os primeiros dentinhos em geral aparecem, o bebê inicia a chamada introdução alimentar. A fase é considerada primordial na formação dos futuros hábitos alimentares da criança, destaca a professora Diana Barbosa Cunha, do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). 

Ela destaca que hábitos ruins na infância podem manter-se ao longo da vida, tornando-se fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas como as cardíacas, hipertensão arterial, diabetes tipo 2, entre outras. 

 “Essa fase deve ser tranquila, pensando que o objetivo da introdução alimentar é que o bebê conheça os alimentos. Nessa fase, o leito materno ainda é o alimento mais importante. A recomendação é que a introdução alimentar se inicie aos 6 meses e a gente espera que, aos 2 anos, a criança esteja plenamente adaptada à alimentação da família”, diz a professora. 

Diana destaca que é muito importante que a família esteja se alimentando de forma adequada, dando o exemplo, tendo como base os alimentos minimamente processados, como cereais, leguminosas, carnes, frutas.  

“Deve-se restringir o consumo de alimentos ultraprocessados. É fundamental estimular a autonomia da criança escolhendo as opções saudáveis que o responsável vai apresentar. Levar as crianças para a feira para ela escolher os alimentos. Levar a criança para o preparo dos alimentos como lavá-los, cortá-los. Isso favorece a relação com a alimentação”, conclui a professora. 

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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Estado de São Paulo confirma segundo caso de sarampo em 2025

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O estado de São Paulo registrou o segundo caso de sarampo este ano. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, o paciente é um homem de 27 anos, morador da capital paulista, não vacinado e que havia viajado recentemente ao exterior. Segundo a pasta, ele já recebeu atendimento médico e teve alta.

O outro caso havia sido identificado em abril deste ano, também em um morador da capital paulista.

Entre janeiro e novembro deste ano, 37 casos de sarampo foram confirmados em todo o Brasil, segundo informações do Ministério da Saúde. Todos estes casos foram importados, ou seja, adquiridos em viagens, sem transmissão local do vírus.

O número de casos de sarampo vem se intensificando neste ano na região das Américas. Até o dia 7 de novembro de 2025, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), foram confirmados 12.596 casos de sarampo em dez países das Américas, com 28 óbitos, a maior parte deles registrados no México.

De acordo com a Opas, essa transmissão tem afetado principalmente comunidades com baixa cobertura vacinal: 89% dos casos ocorreram em pessoas não vacinadas ou com status vacinal desconhecido.

Sarampo e vacinação

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa e que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no mundo. A transmissão do vírus ocorre de pessoa a pessoa, por via aérea, seja ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

A doença é tão contagioso que um paciente infectado pode transmiti-la para 90% das pessoas próximas e que não estejam imunes. Por isso, a vacinação contra o sarampo é extremamente importante. A imunização é a principal forma de prevenção contra a doença.

Os principais sintomas do sarampo são manchas vermelhas no corpo e febre alta, acima de 38,5 graus, acompanhada de tosse, conjuntivite, nariz escorrendo ou mal-estar intenso. Os casos podem evoluir para complicações graves podendo causar diarreia intensa, infecções de ouvido, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). Algumas dessas complicações podem ser fatais.

Certificado

Em 2016, o Brasil havia recebido a certificação da eliminação do vírus que causa o sarampo. Segundo o Ministério da Saúde, nos anos de 2016 e 2017 não foram confirmados casos da doença, no entanto, em 2018, com o grande fluxo migratório associado às baixas coberturas vacinais, o vírus voltou a circular. Em 2019, o Brasil perdeu a certificação de “país livre do vírus do sarampo”, com o registro de mais de 21,7 mil casos.

Em junho de 2022, o país registrou o último caso endêmico de sarampo, no Amapá. Com isso, em novembro do ano passado, a Opas voltou a certificar o Brasil como livre da circulação do vírus, mesmo com o registro de casos importados da doença. Isso ocorreu porque o país conseguiu demonstrar que não houve transmissão do vírus do sarampo em território nacional por pelo menos um ano.

Em novembro passado, com a alta circulação do vírus, a Opas anunciou que a região das Américas perdeu a verificação de área livre da transmissão endêmica do sarampo. Apesar disso, o Ministério da Saúde informou que o Brasil ainda mantém a sua certificação internacional de país livre da circulação do vírus.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Barueri mantém aberto posto fixo para vacinar cães e gatos contra raiva até 19 de dezembro

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A Secretaria de Saúde de Barueri está mantendo em operação, até 19 de dezembro, um posto fixo de vacinação contra a raiva para cães e gatos. A estrutura, administrada pelo Departamento Técnico de Controle de Zoonoses (DTCZ), funciona às segundas, quartas e sextas-feiras, das 9h às 11h e das 13h às 15h30, na Rua Anhanguera, 200, Vila São Francisco, próximo à estação Barueri da ViaMobilidade. O atendimento regular será retomado em 5 de janeiro de 2026.

Podem ser imunizados animais a partir de três meses de idade, desde que estejam saudáveis. Pets doentes, em tratamento, em recuperação de cirurgias ou fêmeas prenhas não devem receber a vacina. O atendimento é por ordem de chegada e limitado a 75 doses diárias. No momento da aplicação, o tutor deve entregar o termo de autorização — também disponível para download no portal da Prefeitura.

Para maior segurança, cães devem ser conduzidos por adultos capazes de contê-los. Animais bravos ou com histórico de agressividade precisam usar focinheira, especialmente pit bulls, rottweilers e mastins napolitanos, conforme exige a Lei Estadual 11.531/2003. Já os gatos devem ser transportados em caixas adequadas, a fim de evitar fugas, já que o local fica próximo à linha de trem e a uma avenida movimentada.

A vacinação anual é a forma mais eficaz de prevenir a raiva, doença fatal que pode ser transmitida a humanos por mordidas ou arranhões de animais infectados. Tutores que tiverem dúvidas podem buscar orientação diretamente no posto fixo ou pelos telefones (11) 4198-0424 e (11) 4198-5679.

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Foto: Arquivo/PMB

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Hospital Municipal Santa Ana amplia atendimento e passa a oferecer exames eletivos 100% pelo SUS

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O Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), inaugurado há menos de um mês em Santana de Parnaíba, começou a realizar exames eletivos totalmente custeados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação entrou em operação na primeira quinzena de dezembro e marca um novo estágio de funcionamento da unidade, considerada um dos maiores investimentos recentes da cidade em saúde pública.

Nesta etapa, o HMSA passou a ofertar exames como endoscopia digestiva alta e nasofibrolaringoscopia. De forma progressiva, também foram incorporados ao fluxo eletivo procedimentos que já vinham sendo realizados na emergência, incluindo ultrassonografia, tomografia, radiografia (raio-x), eletrocardiograma, cardiotocografia, além de análises laboratoriais e exames anatomopatológicos.

Com estrutura moderna, leitos de média complexidade e equipamentos de última geração, o Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana foi projetado para ampliar a capacidade assistencial de Santana de Parnaíba, desafogando outras unidades do município e garantindo atendimento integral em diversas especialidades. O equipamento de saúde funciona como referência tanto para atendimentos materno-infantis quanto para diagnósticos avançados, com capacidade instalada para acelerar resultados e melhorar o fluxo de pacientes.

A liberação dos exames eletivos representa um passo importante na consolidação do hospital como polo de assistência regional. Segundo a administração municipal, o objetivo é ampliar gradualmente a oferta de procedimentos para reduzir filas, garantir diagnósticos mais rápidos e fortalecer o cuidado preventivo.

Vale destacar que todos os serviços oferecidos são 100% SUS, sem qualquer custo ao cidadão. O HMSA, segundo o governo municipal, reafirma seu compromisso com uma saúde pública de qualidade e acessível, expandindo o atendimento em um momento estratégico para o sistema de saúde local.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais/PMSP

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Uso de canetas emagrecedoras sem prescrição acende alerta em estudo da USP

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Um estudo internacional liderado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) acendeu um sinal de alerta sobre o uso crescente de medicamentos conhecidos como “canetas emagrecedoras” por pessoas sem indicação clínica. A pesquisa, publicada na revista científica Obesity, aponta a falta de evidências sobre a segurança e a eficácia desses fármacos quando utilizados por indivíduos que não têm obesidade nem diabetes tipo 2.

O trabalho foi conduzido por especialistas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e da Faculdade de Saúde Pública (FSP-USP), em parceria com universidades dos Estados Unidos, Dinamarca e Japão. A análise vai além dos efeitos biológicos e examina impactos sociais, culturais, emocionais e comportamentais associados ao uso desses medicamentos fora das recomendações médicas.

Segundo o estudo, os agonistas de GLP-1 — substâncias que atuam no controle do apetite, da saciedade e da glicose — passaram a ser vistos não apenas como tratamentos de saúde, mas também como ferramentas de modificação estética. Esse deslocamento de função tem sido impulsionado principalmente pelas redes sociais, onde influenciadores e celebridades difundem a ideia de que emagrecer é sinônimo de sucesso e autocuidado.

Os pesquisadores classificam o fenômeno como uma “medicalização da magreza”. Embora o uso off-label — emprego de medicamentos fora das indicações da bula — seja permitido em situações específicas e sob rigoroso acompanhamento médico, o estudo aponta que isso nem sempre ocorre na prática. “As narrativas digitais apresentam essas drogas como soluções rápidas, sem expor riscos ou limites, o que pressiona pessoas sem necessidade clínica a recorrerem ao medicamento”, afirma a professora Fernanda Scagliusi, da FMUSP, primeira autora do artigo.

Outro ponto de preocupação é a velocidade com que o consumo cresce em comparação à produção de evidências científicas. De acordo com o professor Bruno Gualano, presidente do Centro de Medicina do Estilo de Vida da FMUSP, ainda não há dados suficientes sobre os efeitos psicológicos e de longo prazo desse uso em pessoas sem obesidade. Entre os possíveis impactos estão alterações no comportamento alimentar, dependência emocional, medo de reganho de peso e mudanças na relação com o corpo.

O estudo também identificou diferenças culturais na adoção dessas práticas. No Brasil, o uso está fortemente ligado a padrões estéticos influenciados por gênero, raça e classe social. Nos Estados Unidos, prevalece o discurso de responsabilidade individual e produtividade. Já no Japão, o debate se aproxima mais da vigilância em saúde, enquanto na Dinamarca aparece associado a maior confiança nas instituições e no controle regulatório.

Para os autores, o fenômeno é global, mas exige respostas adaptadas a cada contexto. “Não existe uma explicação única. Cada país revela como saúde, cultura e mercado se misturam nesse novo uso das canetas emagrecedoras”, conclui Scagliusi.

O artigo completo está disponível na revista científica Obesity.

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Foto: Reprodução/Freepik

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“Saúde para todos”, diz Beto Piteri ao inaugurar 22ª UBS de Barueri

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O prefeito de Barueri, Beto Piteri, inaugurou na manhã deste sábado (6) a 22ª Unidade Básica de Saúde (UBS) da rede municipal. A nova UBS foi instalada no bairro Aldeia da Serra, região mais alta da cidade, localizada a cerca de 1.000 metros acima do nível do mar, e passa a reforçar o atendimento de saúde básica à população local e do entorno.

Esta é a primeira unidade de saúde do bairro e integra o plano de ampliação da rede municipal. Com a futura inauguração da UBS Jardim Graziela, Barueri passará a contar com 23 unidades básicas distribuídas pelos bairros.

Com área total de 683 metros quadrados, a UBS Aldeia da Serra tem estrutura moderna, dividida entre piso térreo e mezanino. No térreo, a população terá acesso a consultórios de clínica médica, pediatria, ginecologia, odontologia e enfermagem, além de farmácia para distribuição de medicamentos. A unidade também conta com salas de coleta laboratorial, vacinação, curativos, núcleo de vigilância em saúde, pré e pós-consulta, inalação, acolhimento de enfermagem, medicação e recepção.

No mezanino, estão instalados os setores administrativos, incluindo sala de reunião e de administração, garantindo suporte técnico e organizacional ao funcionamento da UBS.

Durante a cerimônia de inauguração, Beto Piteri ressaltou o caráter humanizado e inclusivo do novo equipamento de saúde. Segundo o prefeito, por estar localizada próxima à divisa com o município de Santana de Parnaíba, a UBS da Aldeia da Serra atenderá a todos que procurarem o serviço, sem distinção. “A UBS está praticamente na divisa entre Barueri e Santana de Parnaíba, mas a saúde é para todos, tanto moradores de Barueri quanto de Santana de Parnaíba”, afirmou.

O secretário municipal de Saúde, Milton Monti, destacou o papel estratégico das Unidades Básicas de Saúde na organização do sistema público. “As UBSs são a porta de entrada da população que busca atendimento de saúde. Tenho certeza de que a UBS da Aldeia da Serra atenderá com excelência os moradores da região”, declarou.

A ampliação e modernização da rede básica reforçam a importância das unidades de saúde nos bairros, aproximando os serviços da população e garantindo atendimento preventivo, contínuo e de qualidade. A administração do prefeito Beto Piteri segue realizando investimentos robustos na área da saúde, com foco em infraestrutura, ampliação da rede e melhoria permanente do atendimento aos moradores de Barueri.

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Foto: Edson Mesquita Jr/Hora de S. Paulo

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SP inicia vacinação de grávidas contra vírus sincicial respiratório

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A partir deste sábado (6), as gestantes a partir da 28ª semana de gestação terão acesso à vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR). A vacina previne infecções graves causadas pelo VSR em bebês menores de seis meses de idade.

O vírus é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos. A vacina oferece proteção imediata aos recém-nascidos, reduzindo hospitalizações. Não há restrição de idade para a mãe. A recomendação é tomar dose única a cada nova gestação.

Segundo a prefeitura, aos sábados, o serviço de vacinação acontece nas Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Integradas, das 7h às 19h. De segunda a sexta-feira, a imunização pode ser tomada nas UBSs, das 7h às 19h. Para se vacinar, a gestante precisa estar com um documento de identificação e comprovante de 28 semanas de gestação.

Para facilitar o acesso da população, a disponibilidade da vacina pode ser consultada pelo site Olho na Fila. A localização dos equipamentos da rede municipal pode ser consultada na plataforma Busca Saúde.

“A implementação dessa vacina é muito importante para a saúde dos bebês menores de seis meses. Vacinar a gestante garante a proteção dos recém-nascidos nos primeiros meses de vida, quando são mais vulneráveis e podem desenvolver formas graves da doença”, afirmou a coordenadora de Vigilância em Saúde, Mariana Araújo.

A prefeitura de São Paulo alerta ainda que, com a chegada das doses da VSR, que na rede privada pode custar até R$ 1,5 mil, é importante também atualizar a situação vacinal das gestantes, incluindo influenza e covid-19, já que a vacina contra o VSR pode ser administrada simultaneamente a esses imunizantes.

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacinação materna demonstrou uma eficácia de 81,8% na prevenção de doenças respiratórias graves causadas pelo VSR nos bebês durante os primeiros 90 dias após o nascimento.

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Fonte: Ag. Brasil – Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Barueri inaugura nova UBS na Aldeia da Serra neste sábado (6) e amplia rede de saúde

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A Prefeitura de Barueri inaugura neste sábado (6) a nova Unidade Básica de Saúde (UBS) da Aldeia da Serra. Esta é a terceira unidade entregue à população em menos de um mês, reforçando a expansão da rede pública de saúde no município.

De acordo com a administração municipal, a nova UBS representa um avanço importante para os moradores da região, ao garantir atendimento mais próximo e acessível. A unidade está localizada na Avenida Queimada, 269, no bairro Morada dos Lagos, e a inauguração ocorrerá a partir das 9h.

Em novembro, a Prefeitura já havia inaugurado as UBSs da Chácara Marco e do Jardim Paulista, que estão em pleno funcionamento. Com as três novas unidades, Barueri amplia a capacidade de atendimento da atenção básica, considerada a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).

A cerimônia deste sábado deve contar com a presença do prefeito Beto Piteri, do secretário municipal de Saúde, Milton Monti, além de vereadores e outras autoridades locais.

As novas UBS’s têm como objetivo reduzir a sobrecarga em unidades mais antigas, agilizar consultas e ampliar o acesso a serviços como atendimento médico, enfermagem, vacinação e acompanhamento de pacientes com doenças crônicas.

A abertura da UBS da Aldeia da Serra atende a uma antiga demanda da população da região, que passa a contar com uma estrutura própria de atendimento básico, evitando deslocamentos para outros bairros.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

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