Outubro Rosa: veja passo a passo para fazer mamografia gratuitamente em SP

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Outubro

A campanha internacional visa conscientizar as mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

Exame

Somente no estado de São Paulo, entre janeiro e julho, foram realizadas mais de 700 mil mamografias, principal meio de prevenção da doença.

Sistema Único de Saúde (SUS)

As mulheres paulistas entre 50 e 69 anos que nunca realizaram mamografia ou fizeram há mais de dois anos podem agendar sem pedido médico.

Exame gratuito

Será necessário somente documento com foto e cartão SUS. As demais faixas etárias precisam de um pedido médico para realizar a mamografia gratuitamente.

Como marcar?

Basta ligar para o número 0800 779 0000, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, exceto feriados.

Programa “Mulheres do Peito”

É possível ainda obter informações detalhadas pelo aplicativo e no portal do Poupatempo.

Carretas da Mamografia

As unidades móveis do Governo de São Paulo também ofertam o exame em diversas cidades para mulheres a partir dos 35 anos. Nesse caso, não há necessidade de agendamento.

A faixa etária entre 50 e 69 anos consegue fazer o exame apenas com RG e cartão SUS. As demais precisam de solicitação médica.

Pelo Poupatempo, tanto pelo site quanto pelo app, é possível conferir a localização da carreta mais próxima de sua região.

Veja o itinerário das carretas em outubro no estado:

Carreta da Mamografia em Jacareí:
– Data: 1º a 11 de outubro
– Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e, aos sábados, das 8h às 12h (exceto feriados)
– Endereço: Avenida Nove de Julho – S/N – Parque dos Eucaliptos – Centro – CEP: 1232-7632 – Jacareí–SP

Carreta da Mamografia no Brás:
– Data: 8 a 19 de outubro
– Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e, aos sábados, das 8h às 12h (exceto feriados)
– Endereço: Largo Senador de Morais de Barros, 73 – Brás – CEP: 03014-010 -São Paulo–SP

Carreta da Mamografia em Registro:
– Data: 30 de setembro a 11 de outubro
– Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e, aos sábados, das 8h às 12h (exceto feriados)
– Endereço: Rua Pio Onze – 143 – Praça dos Expedicionários – Centro – CEP: 11900-000 – Registro–SP

Carreta da Mamografia em Caraguatatuba:
– Data: 14 a 26 de outubro
– Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e, aos sábados, das 8h às 12h (exceto feriados)
– Endereço: Rua José Geraldo Fernandes da Silva Filho, nº 297 – Perequê Mirim – CEP: 11669-470 – Caraguatatuba–SP

Carreta da Mamografia em Ilha Comprida:
– Data: 14 a 26 de outubro
– Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e, aos sábados, das 8h às 12h (exceto feriados)
– Endereço: Avenida São Paulo – 1000 – Balneário Adriana – CEP: 11925-000 – Ilha Comprida–SP

Carreta da Mamografia em Itaquaquecetuba:
– Data: 22 de outubro a 1º de novembro
– Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e, aos sábados, das 8h às 12h (exceto feriados)
– Endereço: Largo da Vila São Carlos – CEP: 08599-570 – Itaquaquecetuba–SP

Leia também: Fundo Social de Cajamar promove evento especial Outubro Rosa


Fonte: TV Cultura – Foto: Governo de SP

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TCU acolhe pedido do Governo de SP e determina abertura de dados da Enel

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O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou nesta quarta-feira (16) medida cautelar solicitando que a empresa Enel dê acesso às informações de seu centro de controle operacional à Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp). A medida ocorre após pedido feito pelo Governo de São Paulo em conjunto com outras 16 prefeituras da Região Metropolitana de São Paulo em reunião nesta terça-feira (15), no Palácio dos Bandeirantes.

Em carta entregue ao ministro da corte Augusto Nardes, a gestão estadual solicitou, entre as medidas que elevariam a capacidade de fiscalização dos serviços de energia elétrica, que as concessionárias dessem acesso aos dados em tempo real “para que os serviços possam ser continuamente monitorados, e, especialmente, para que os eventos de crise possam ser acompanhados e fiscalizados”.

A cautelar foi proposta por Nardes em sessão ordinária do TCU na tarde desta quarta e aceita de forma unânime pelo plenário. A decisão pede que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), com base no artigo 276 do Regimento Interno do TCU, operacionalize imediatamente junto à Enel-SP o compartilhamento dos dados com a Arsesp e os municípios afetados. A agência reguladora federal tem 15 dias para se pronunciar sobre a decisão.

“A situação é muito grave e sinto que não há eficiência da empresa. Participei de longa reunião com o governador e os prefeitos. Pedem indicadores regulatórios e dizem que há ineficiência de envio de informações. Conversei longamente com a Aneel e os planos não são cumpridos pela concessionária”, afirmou Nardes durante a sessão.

O ministro é relator de representação que tramita na corte para apurar os problemas de fornecimento de energia pela Enel em novembro do ano passado, quando um temporal também causou danos à distribuição da rede. Na ocasião, foram impactados mais de quatro milhões de consumidores. O serviço foi totalmente restabelecido apenas uma semana após a ocorrência.

Na cautelar desta quarta, o relator ainda listou exemplos de problemas que precisam ser solucionados pela empresa de energia, como a insuficiência de avaliação e tratamento de riscos para minimizar
prejuízos decorrentes de catástrofes naturais e o não cumprimento por parte da concessionária dos planos de contingência definidos. Afirma também que os indicadores regulatórios de desempenho no contrato da Enel são insuficientes para assegurar uma boa qualidade de serviços para a população e que não incentivam investimentos adequados por parte da empresa.

Temporal deixou 2,4 milhões de consumidores sem energia

Na noite da última sexta-feira (11), as fortes chuvas e os ventos que atingiram o Estado de São Paulo impactou cerca de 2,4 milhões de consumidores paulistas. Três dias após a ocorrência, ainda havia aproximadamente meio milhão de consumidores sem energia.

Leia também: Quadrilha envolvida em logística do tráfico é presa com 700 kg de maconha em Carapicuíba


Fonte: Governo de SP

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Em carta com prefeitos, Governo de SP pede que TCU cobre intervenção na concessão da Enel por órgãos federais

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, se reuniu nesta terça-feira (15) com o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, e com prefeitos de municípios da Região Metropolitana afetados pela queda no fornecimento de energia elétrica que ocorre desde o temporal da última sexta-feira (11). Após o encontro, foi entregue uma carta conjunta ao tribunal solicitando que a corte tome as medidas cabíveis para que órgãos federais competentes declarem, com urgência, a intervenção na concessionária Enel ou a caducidade do contrato.

O documento afirma que a empresa não cumpriu o plano de contingência apresentado pela própria concessionária para o enfrentamento de eventos climáticos extremos, além da “incapacidade de prestação de um serviço essencial e indispensável à população, e à altura do que o contrato de concessão exige”.

Na noite da última sexta-feira (11), as chuvas fortes e os ventos que atingiram o Estado de São Paulo impactaram cerca de 2,4 milhões de consumidores paulistas. Três dias após ocorrência, ainda havia aproximadamente meio milhão de consumidores sem energia.

“A qualidade da prestação do serviço de distribuição de energia elétrica, uma vez mais, mostrou-se muito aquém do esperado, considerando que a energia elétrica é um bem essencial à população e serviço público indispensável, que deve ser prestado de forma regular, contínua e eficiente”, diz a carta.

Tarcísio defendeu que o TCU atue em cobrança junto à União e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), como representantes do poder concedente, para que as medidas cabíveis sejam tomadas para garantir a prestação eficiente do serviço de energia elétrica

“É impossível, se nada for feito, termos uma reversão de expectativa. Estamos falando de 11% da população brasileira que vive na Região Metropolitana É por isso que a intervenção se mostra importante e é para isso que tem o contrato. A Enel não merece estar em São Paulo”, disse o governador na reunião realizada no Palácio dos Bandeirantes.

Estiveram presentes na reunião, além do ministro do TCU, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e representantes de prefeituras de outras 16 cidades da Região Metropolitana. Também participaram os secretários de Estado da Casa Civil, Arthur Lima; de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil); Natália Resende; e da Comunicação, Laís Vita, além do Coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil, Coronel PM Henguel, e o diretor-presidente da Arsesp, Thiago Nunes.

Os serviços de energia elétrica são uma concessão federal e a fiscalização é de responsabilidade da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp), sob demanda da agência nacional, também está acompanhando as ações da Enel para restabelecer o serviço.

O ministro do TCU, Augusto Nardes, é relator de uma representação que tramita na corte para apurar os problemas de fornecimento de energia pela Enel em novembro do ano passado, quando um temporal também causou danos à distribuição da rede. Na ocasião, foram impactados mais de quatro milhões de consumidores. O serviço foi totalmente restabelecido apenas uma semana após a ocorrência.

“O Estado de São Paulo e os Municípios da Região Metropolitana de São Paulo vêm, desde a ocorrência do dia 03/11/2023, buscado incessantemente a implementação de medidas capazes de elevar a qualidade e a confiabilidade da prestação dos serviços, sobretudo na área operada pela concessionária Enel. No entanto, verifica-se que as medidas não estão sendo suficientes para eliminar os problemas enfrentados pela população paulista, derivados de uma regulação inadequada e de uma prestação de serviços falha, com imensuráveis prejuízos ao Estado de São Paulo”, diz outro trecho da carta.

O governo paulista ainda pede que haja aprimoramentos regulatórios que permitiriam uma ampliação das ferramentas à disposição dos órgãos de fiscalização dos serviços, além de maior autonomia de fiscalização por parte da Arsesp.

De acordo com dados da Enel fornecidos à Arsesp, no final da tarde desta terça-feira (15), mais de 160 mil clientes continuavam sem energia na Grande São Paulo.

Leia também: De novo Gil abandona aliados; e agora oferece Secretaria a Marçal que não vota em Barueri e não está no Brasil


Fonte: Governo de SP

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Cerca de 220 mil imóveis de cidades da Grande São Paulo continuavam sem energia na manhã de hoje (15)

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Cerca de 250 mil imóveis de cidades da Grande São Paulo continuavam sem energia elétrica até às 11h30 desta terça-feira (15), segundo a Enel.

A situação se dá após um temporal ter atingido o estado na última sexta-feira (11). Segundo a Defesa Civil, sete pessoas morreram na região metropolitana e no interior.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) também informou que, até às 6 horas desta terça-feira (15), 48 semáforos continuavam apagados e que equipes de campo estavam nas ruas para auxiliar na fluidez do trânsito e na segurança da população.

Segundo a Prefeitura de São Paulo, houveram 386 ocorrências de quedas de árvores até segunda-feira (14). As fortes chuvas também afetaram 150 escolas, sendo 68 por falta de energia, de acordo com a Secretaria Estadual da Educação.

Conforme a Enel, em acordo feito com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a empresa cumprirá o prazo de três dias para restabelecer totalmente o fornecimento de energia a todos os clientes.

“Para atender casos críticos, a Enel disponibilizou 500 geradores (40 de grande porte) para serviços essenciais, como hospitais, e clientes que dependem de eletricidade para manutenção de equipamentos hospitalares, por exemplo”.

Leia também: Cerca de 338 mil clientes da Enel em SP ainda estavam sem energia elétrica na noite desta segunda


Fonte: TV Cultura – Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Procon-SP amplia atendimento presencial para receber reclamações sobre falta de energia

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O Procon-SP está ampliando o atendimento presencial para os consumidores impactados pela falta de energia elétrica durante o último final de semana. No posto localizado na nova sede do órgão, na Liberdade, centro de São Paulo, e nas delegacias conveniadas, não será preciso agendar a visita para registrar uma reclamação relacionada à falta de energia elétrica ou sobre danos em equipamentos eletroeletrônicos.

Além disso, em parceria com a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, o Procon-SP vai oferecer postos avançados nas estações Tatuapé da CPTM, Sacomã do Metrô e Jabaquara da EMTU, das 9h às 15h, de terça-feira (15) até sexta-feira (18).

O objetivo é atender consumidores que tenham dificuldade para acessar o site do Procon-SP, que continua recebendo reclamações e ampliar a rede de apoio. Para registrar uma reclamação, o consumidor precisa apresentar sua conta de energia.

O posto de atendimento presencial da futura sede da instituição fica no bairro da Liberdade, Rua Conselheiro Furtado, 503, e funciona das 9h às 17h.

Mais endereços

As delegacias da capital que contam com postos do órgão do Procon-SP são:

  • 8º DP Brás (Rua Sapucaí, 206, Brás);
  • 24º DP Ponte Rasa (Av. São Miguel, 3551, Ponte Rasa);
  • 27º DP Campo Belo (R. Demóstenes, 407, Campo Belo);
  • 35° DP Jabaquara (Av. Eng. George Corbisier, 322, Jabaquara);
  • 42º DP Parque São Lucas (Av. do Oratório,1588, Parque São Lucas);
  • 44º DP Guaianases (R. Salvador Gianetti, 386, Guaianases);
  • 50° DP Itaim Paulista (R. Tibúrcio de Sousa, 760, Itaim Paulista);
  • 78° DP Jardins (R. Estados Unidos, 1608, Jardim América).

Também há um ponto de atendimento na Universidade Zumbi dos Palmares (Av. Santos Dumont, 843, Bom Retiro). Todos esses locais funcionam das 9h às 15h.

O Procon-SP também presta atendimento nos Centros de Integração da Cidadania (CICs), das 9h às 15h, nos seguintes endereços:

  • CIC SUL: Rua José Manoel Camisa Nova, 100, Jardim São Luis (às quartas-feiras);
  • CIC LESTE: Rua Padre Virgilio Campello, 150, Itaim Paulista (de quarta a sexta-feira);
  • CIC OESTE: Estrada de Taipas, 990, Jaraguá (de quarta a sexta-feira);
  • CIC NORTE: Rua Ari da Rocha Miranda, 36, Jaçanã (de terça a quinta-feira);
  • CIC FEITIÇO DA VILA: Estrada de Itapecerica, 8.887, Capão Redondo (às segundas e terças-feiras);
  • CIC CASA DA CIDADANIA: Rodovia dos Imigrantes, Km 11,5, casa 19, Jabaquara (de terça a quinta-feira);
  • CIC GRAJAU: Rua Pinheiro Chagas, s/nº, Parque Alto Rio Bonito (de terça a quinta-feira);
  • CIC do Imigrante (atendimento apenas para Imigrantes): Rua Barra Funda, nº 1020, Barra Funda (às segundas-feiras).

Enel

A Enel foi notificada para dar explicações sobre as medidas emergências adotadas para retomar o fornecimento de energia nesta segunda-feira (14), às 9h45. Agora, terá 48 horas para encaminhar ao Procon-SP esclarecimentos sobre o atendimento aos consumidores e providências operacionais adotadas para atender à emergência.

Planos de resiliência climática

O Procon-SP vai convocar, ainda nesta segunda-feira (14), todas as concessionárias de distribuição de energia que atuam no estado de São Paulo para que apresentem, de forma clara, detalhada e objetiva, seus planos de atuação em resposta a situações de emergência climática.

Na condição de representante dos consumidores dos serviços essenciais prestados por estas empresas, o órgão pretende que as empresas desenvolvam planos de gestão de crise e possam estar mais preparadas para evitar transtornos, como os que têm acontecido na capital.

Leia também: Prefeito Danilo Joan critica Enel e cobra solução para falta de energia em Cajamar


Fonte: Governo de SP

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Concessão da Enel sob ameaça após resposta abaixo do esperado ao apagão em SP

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A Enel São Paulo ainda não tem prazo definido para restabelecer completamente o fornecimento de energia elétrica aos consumidores afetados pelo apagão causado pelo temporal da última sexta-feira (11). A resposta da companhia, até o momento, ficou aquém do previsto no plano de contingência, segundo informações divulgadas neste domingo (13) após reunião da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e da Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo).

O encontro, realizado em São Paulo, contou com a participação de empresas distribuidoras de energia e foi convocado em meio a trocas de acusações entre o Ministério de Minas e Energia, o governo de São Paulo e a prefeitura da capital. O apagão afetou mais de 2 milhões de pessoas na cidade de São Paulo e na região metropolitana.

De acordo com a Aneel, um dos principais pontos que contribuiu para a resposta inadequada foi a demora da Enel em mobilizar os 2.500 agentes previstos em campo para a retomada do serviço. Até este domingo, a empresa havia colocado apenas 1.700 agentes atuando. O presidente da Enel São Paulo, Guilherme Lencastre, afirmou que o número completo será alcançado nesta segunda-feira (14).

Durante a reunião, que contou com representantes de diversas empresas do setor, incluindo Neoenergia Elektro, EDP São Paulo e CPFL, foi informado que 698,8 mil clientes da Enel em São Paulo ainda estavam sem energia até este domingo, dois dias após o temporal.

O diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa Neto, criticou a lentidão na resposta da Enel. Segundo ele, o restabelecimento do serviço não está tão eficiente quanto o esperado, especialmente em comparação com eventos similares no ano passado. Feitosa Neto também afirmou que a agência não descarta sanções adicionais, incluindo a possibilidade de recomendar a caducidade do contrato da empresa, e já solicitou à área de fiscalização que emita uma intimação à Enel.

Leia também: Resultado das eleições em Barueri, quem está com a verdade?


*Com informações Folha de S. Paulo – Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Tempestade no Estado de São Paulo deixa sete pessoas mortas

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A tempestade que atingiu a região metropolitana e o interior do estado de São Paulo na noite desta sexta-feira (11) deixou ao menos sete pessoas mortas.

Três pessoas e um cachorro morreram em Bauru, no interior de São Paulo, após o forte temporal que atingiu a região.

As três pessoas e o cachorro morreram depois de serem atingidos por um muro que caiu na Rua Atílio Cavagnino, no bairro Parque Paulista.

De acordo com a Defesa Civil, as vítimas são uma mulher, um homem e uma criança, de apenas seis anos.

Além disso, a Defesa Civil também registrou quedas de árvores em Bauru. A chuva começou por volta das 18h, que logo depois foi acompanhada de rajadas de vento.

Também foram registradas outras duas mortes por conta das fortes chuvas, uma na capital e outra em Diadema (no ABC). As duas mortes foram causadas por quedas de árvores.

Segundo a Defesa Civil, os ventos registrados na capital foram os mais fortes desde 1995.

Queda de muro em Cotia

As rajadas de vento e tempestade também foram sentidas em Cotia, região da Grande São Paulo. Duas pessoas também morreram após a queda de um muro no Jardim Josemar.

Outra terceira pessoa também ficou ferida depois do acidente, mas de forma leve.

Leia também: Morador de Osasco é o novo milionário da Nota Fiscal Paulista


Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Reprodução

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Eleições 2024: 78 cidades de São Paulo não elegeram nenhuma vereadora

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Nas Eleições 2024, 78 cidades de São Paulo não elegeram nenhuma vereadora mulher. Isso representa 12% do total de 645 municípios do estado.

O número de cidades paulistas em que a representatividade feminina nas Câmaras Municipais é zero diminuiu em relação a 2020: naquele pleito, 101 cidades não elegeram nenhuma vereadora, o equivalente a aproximadamente 16% do total. No entanto, o número de vereadoras eleitas ainda é baixo em relação ao eleitorado paulista, em que as mulheres são maioria (53%).

Em 194 municípios de São Paulo, foram eleitas apenas uma vereadora e em 193, duas. Isso significa que, em 465 das cidades do estado (72%), foram eleitas no máximo duas mulheres para as Câmaras Municipais.

O número de vereadores em cada cidade, definido pela Lei Orgânica do município, varia de acordo com o tamanho da população, segundo o limite máximo estabelecido pelo artigo 29 da Constituição Federal. O número mínimo é nove.

Homens

Já em relação aos homens, a situação se inverte. Não houve nenhuma cidade em que nenhum vereador homem foi eleito. Só uma cidade elegeu três homens para o seu Parlamento municipal, Bananal, onde foram eleitas seis vereadoras.

Há apenas outras quatro cidades em que as mulheres são maioria na Câmara. Em Buritizal, Reginópilis e Timburi, foram eleitas cinco vereadoras e quatro vereadores. Em Itapetininga, sete mulheres e 12 homens se elegeram. Em 2020, eram só duas cidades com maioria feminina no Parlamento municipal.

Em 22 municípios paulistas, foram eleitos cinco homens e em 66, seis. As outras 553 cidades do estado tiveram sete ou mais vereadores homens eleitos, o que representa 86% do total.

Outras cidades

Em 166 cidades de São Paulo, foram eleitas três vereadoras e em 43, quatro. Dezoito municípios do estado elegeram cinco mulheres: Americana, Araras, Batatais, Buri, Buritizal, Campinas, Caçapava, Guarujá, Igarapava, Jaguariúna, Limeira, Mococa, Reginópolis, Santana de Parnaíba, Serrana, São Bernardo do Campo, Tatuí e Timburi.

Em apenas uma cidade paulista seis mulheres chegaram ao Parlamento municipal, Bananal. Só em Itapetininga sete vereadoras foram eleitas. Em 2020, em Guarulhos, sete mulheres haviam sido eleitas, mas em 2024 apenas quatro conquistaram o mandato de vereadora no município.

Já na capital, o percentual de mulheres na Câmara Municipal aumentou. Em 2024, 20 mulheres se elegeram, o que representa 36% do total de 55 vereadores. Em 2020, 13 mulheres foram eleitas, o equivalente a 24% do total.

Veja a lista das 78 cidades de SP que não elegeram nenhuma vereadora mulher nas Eleições 2024:

Leia também: Wilson Zuffa confirma candidatura à presidência da Câmara de Barueri


Fonte: TRE-SP – Foto: Alejandro Zambrana/TSE

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Prova para professores da rede estadual de SP garante aumento salarial de 10,5%

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A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) definiu o calendário de inscrições para a prova de promoção do Quadro do Magistério (QM). O processo é aberto a 120 mil docentes do Ensino Fundamental e Médio, supervisores de ensino, diretores de escola, assistentes de diretor e coordenadores pedagógicos titulares de cargo nos anos de 2018, 2019, 2020, 2021, 2022 e 2023. A última edição da avaliação que garante aos servidores da rede estadual de ensino aprovados a progressão de faixa e aumento salarial foi realizada em 2017. 

“A valorização do professor é um dos pilares desta gestão, que está comprometida em investir sempre mais nesses profissionais, seja pela formação, pelo investimento em infraestrutura para proporcionar ambientes mais acolhedores e adequados para o educar e pelo aumento na remuneração”, afirma o secretário da Educação Renato Feder.

De acordo com a portaria publicada na edição de 4 de outubro do Diário Oficial do Estado, o período de cadastro e de aplicação das provas é dividido por ano. Assim, o primeiro processo é destinado a profissionais que cumprem os requisitos referente a 2018. Para esse grupo as inscrições seguem abertas até 10 de outubro e o exame está agendado para 25 de janeiro de 2025. As inscrições são on-line no endereço http://portalnet.educacao.sp.gov.br. Veja o calendário completo abaixo.

Os educadores que forem promovidos e mudarem de faixa, seja qual for, terão um acréscimo de 10,5% no salário base, de acordo com o nível. 

Pré-requisitos dos candidatos

Para participar da prova de promoção, o servidor do Quadro do Magistério precisa ter cumprido o intervalo de quatro anos ou 1.460 dias na faixa inicial e de três anos ou 1.095 dias nas faixas subsequentes, no cargo ou na função atividade docente que concorre à promoção; ter atuado em uma mesma unidade de ensino ou administrativa há pelo menos 80% do tempo fixado como interstício para a promoção a que concorre e somado, no mínimo, 2.496 pontos, para promoção da faixa 1 para 2 e, ao menos, 1.872 pontos nas faixas subsequentes. No que se refere ao tempo de permanência não serão consideradas as transferências e remoções ocorridas a critério da administração. 

Por se tratar de um período longo (de 2018 a 2023) o candidato tem mais de uma chance para alcançar a promoção. Aqueles que não obtiverem a nota mínima em 2018 podem se inscrever novamente nas avaliações seguintes. Já os aprovados em 2018 estão aptos a concorrer na prova referente a 2021 e 2022, uma vez que o intervalo mínimo entre uma avaliação e outra é de três e quatro anos. A mesma regra vale para os demais períodos. 

No caso dos docentes, o processo é válido para professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) e dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio nas disciplinas de: língua portuguesa, inglês, espanhol, arte, educação física, matemática, ciências físicas e biológicas, biologia, física, química, história, geografia, filosofia, sociologia e psicologia; e da atuação na Educação Especial. 

Conteúdo da prova e aplicação

O processo de promoção é composto por uma prova objetiva sobre Formação Pedagógica e sobre Formação Específica por campo de atuação. As referências bibliográficas e legislação prevista na avaliação foram publicadas no Diário Oficial do Estado e já estão disponíveis para consulta aqui.

A prova será aplicada nos 77 municípios-sedes das 91 Diretorias de Ensino. Os servidores serão convocados por meio de Edital de Convocação publicado, com antecedência mínima de cinco dias.

Calendário provas de promoção

Ano de referênciaPeríodo de inscrições Data da prova
201804/10/2024 a 10/10/202426/01/2025
201905/11/2024 a 12/11/202423/02/2025
202003/12/2024 a 10/12/202423/03/2025
202107/01/2025 a 13/01/202526/04/2025
202204/02/2025 a 10/02/202525/05/2025
202306/03/2025 a 12/03/202522/06/2025

Leia também: Mais de 34 milhões de eleitores votam e decidem futuro das cidades paulistas


Fonte: Governo de SP

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Três municípios de SP elegem prefeito com diferença de até cinco votos em relação ao segundo colocado

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Em três municípios de São Paulo, a diferença de votos entre o eleito ou a eleita e o segundo colocado foi de até cinco votos. Em Fernão, o candidato eleito teve apenas um voto a mais do que o segundo colocado; em Monções, a diferença foi de dois votos e em Bento de Abreu, 5. 

Em Fernão, na região de Bauru, o candidato Bill (PL) foi eleito com 522 votos, o equivalente a 34,68% dos votos válidos. O segundo colocado, Zé Fodra (PSD), foi a opção de 521 pessoas, o que representa 34,62% do total. O município tem 1.754 eleitoras e eleitores aptos a votar. 

Em Monções, cidade com eleitorado de 2.149 pessoas na região de São José do Rio Preto, o eleito Douglas Honorato (PSD) teve 952 votos (50,05% dos votos válidos), enquanto que Erito Camin (PSB) recebeu 950 (49,95%). 

Já em Bento de Abreu, na região de Araçatuba, Terezinha Salesse (PSDB) foi eleita com 637 votos — ou 33,65% dos votos válidos. O segundo colocado na eleição do município, Zé Luiz, foi a escolha de 632 pessoas (33,39%). A cidade tem 2.179 eleitoras e eleitores. 

Pontos percentuais

Fernão e Monções também são os municípios em que a diferença de pontos percentuais de votos válidos entre os dois primeiros colocados foi a menor: 0,06% e 0,1%, respectivamente. 

Em Ibirá, o terceiro colocado em termos de pontos percentuais (0,16%), o prefeito foi eleito com 12 votos a mais do que o adversário. No município, na região de São José do Rio Preto, o candidato Biscoito (Republicanos) foi eleito com 3.816 votos, que representam 50,08% do total de votos válidos. Já Zé Ernesto (PL) teve 3.804 votos, o equivalente a 49,92%. A cidade tem 9.184 eleitoras e eleitores.

Maior diferença

Os três candidatos que foram eleitos em primeiro turno com a maior diferença de pontos percentuais de votos válidos em relação ao segundo colocado são de Lins, Arujá e Cajamar — 93,94%, 88,64% e 87,44%, respectivamente. 

Em Lins, na região de Bauru, Dr. João Pandolfi (PSD) foi eleito com 34.991 votos, ou 96,97% dos votos válidos. O seu adversário, Fidélis (PV), foi escolhido por 1.094 pessoas (3,03%). A cidade tem 53.823 eleitoras e eleitores aptos. 

Em Arujá, na região metropolitana de São Paulo, o prefeito eleito, Dr. Camargo (PSD), teve 47.913 votos (94,32%), enquanto o segundo colocado, Marcio Batista (PT), recebeu 2.887 (5,68%). Votam na cidade 69.543 pessoas.

Outro município da região metropolitana, Cajamar, com eleitorado de 68.051 pessoas, também teve uma das maiores diferenças percentuais de votos válidos entre os primeiros colocados: o eleito Kauan (PSD) recebeu 40.685 votos (92,85%), e Raimundo Nonato (PT) teve 2.369 (5,41%). 

Os prefeitos eleitos de Lins, Arujá e Cajamar também foram os candidatos mais votados no estado em termos percentuais, tirando os eleitos nos 26 municípios do estado que tiveram candidatura única e, portanto, 100% dos votos válidos.

Segundo turno

Para ter segundo turno, é preciso que o município tenha mais de 200 mil eleitores e eleitoras e que nenhum candidato ou candidata à prefeitura alcance a maioria absoluta dos votos, que é atingida quando a votação é equivalente a pelo menos a metade dos votos válidos (sem contar os brancos e nulos) mais um. Essa medida visa dar maior representatividade a quem se elege.

Em 2024, haverá segundo turno em 18 municípios. A nova etapa de votação será realizada no dia 27, último domingo de outubro.

Leia também: Barueri terá segundo turno pela primeira vez na história


Fonte: TRE-SP – Foto: Alejandro Zambrana/TSE

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