Completar álbum da Copa 2026 pode passar de R$ 7 mil

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Completar o álbum de figurinhas da Copa do Mundo de 2026 pode custar entre R$ 1.004,90 e R$ 7.362,90, dependendo da estratégia do colecionador. O valor considera desde o cenário ideal, sem figurinhas repetidas, até a compra contínua de pacotes sem trocas.

O aumento chama atenção em relação à última edição e reflete mudanças no formato do torneio, além da dinâmica tradicional de repetição de figurinhas.

No cenário mais econômico — considerado improvável — o colecionador conseguiria todas as 980 figurinhas sem repetição, gastando R$ 980 com os cards e mais R$ 24,90 no álbum mais simples, totalizando R$ 1.004,90.

Já na prática, ao comprar pacotes com sete figurinhas por R$ 7, o custo tende a subir significativamente devido às repetições. Sem trocas, o valor pode chegar a R$ 7,3 mil, segundo estimativas baseadas em probabilidade.

Uma alternativa para reduzir os gastos é a troca de figurinhas repetidas, prática comum entre colecionadores e que diminui o número de compras necessárias.

O álbum da edição de 2026 também ficou maior. Serão 980 figurinhas, contra 670 na Copa do Mundo de 2022, um aumento de 310 unidades, impulsionado pela expansão do torneio de 32 para 48 seleções.

Mesmo considerando a inflação, completar o álbum ficou cerca de 51% mais caro em relação à edição anterior, evidenciando o impacto da nova estrutura da competição no bolso dos fãs.

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Foto: Divulgação/Panini | *Matéria com informações do Jornal Folha de S. Paulo

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Governo de SP limita juros e facilita parcelamento de contas de água em atraso

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O governo de São Paulo estabeleceu novas regras para o pagamento de contas de água e esgoto em atraso, com limites para juros e mais opções de parcelamento. A medida, definida pela Arsesp e publicada no Diário Oficial, passa a valer para todas as concessionárias reguladas no estado.

A mudança impacta diretamente consumidores inadimplentes e busca evitar o crescimento descontrolado das dívidas, além de ampliar a transparência nas cobranças.

Entre as principais regras, ficam definidos limites claros: multa de até 2% sobre o valor em atraso, juros de até 1% ao mês e correção pelo IPCA. A norma também proíbe a cobrança de juros sobre juros, impedindo que os débitos aumentem de forma excessiva ao longo do tempo.

Outro ponto importante é a obrigatoriedade de informações detalhadas antes da renegociação. As concessionárias deverão apresentar ao consumidor todos os dados do acordo, como valor total da dívida, encargos, número de parcelas e condições de pagamento.

A nova regulamentação também amplia as formas de quitação. Além da fatura tradicional, passam a ser aceitos Pix e cartão de crédito, e será possível incluir parcelas diretamente na conta mensal.

O texto prevê ainda o direito de antecipação de pagamento, com desconto proporcional de juros, e determina que as empresas considerem a situação financeira do consumidor em casos de dificuldade.

Enquanto houver análise de débitos pela agência reguladora, ficam suspensas medidas de cobrança relacionadas ao valor questionado, garantindo mais segurança ao usuário.

A iniciativa reforça a atuação da Arsesp na regulação dos serviços e busca equilibrar a relação entre concessionárias e consumidores, ampliando o acesso a condições mais justas de pagamento.

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Foto: Divulgação/GESP

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Imposto de Renda 2026: veja qual modelo escolher para pagar menos ou aumentar a restituição

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Na hora de declarar o Imposto de Renda, uma dúvida comum entre milhões de brasileiros é escolher entre o modelo simplificado ou o completo. A decisão pode impactar diretamente no valor a pagar ou na restituição.

De acordo com especialistas, a escolha ideal depende do perfil financeiro do contribuinte, especialmente do volume de despesas que podem ser deduzidas.

Segundo o professor de ciências contábeis Gilder Daniel Torres, o modelo completo é mais vantajoso para quem possui gastos elevados com saúde, educação, previdência privada e dependentes.

“A declaração completa permite detalhar todas as despesas. Já a simplificada aplica automaticamente um desconto padrão de 20%, sem necessidade de comprovação”, explica.

No modelo completo, despesas médicas têm destaque por não possuírem limite de dedução, desde que devidamente comprovadas. Entram nessa categoria gastos com médicos, dentistas, hospitais e planos de saúde.

Por outro lado, procedimentos estéticos, medicamentos comprados em farmácias e despesas com acompanhantes não são dedutíveis.

Na área da educação, há limite anual para abatimento, e apenas despesas com ensino formal, como escolas, faculdades e cursos técnicos, são aceitas. Cursos de idiomas e materiais escolares ficam de fora.

Especialistas recomendam que o contribuinte simule os dois modelos antes de finalizar a declaração. O próprio sistema da Receita Federal faz essa comparação automaticamente.

“O contribuinte deve preencher todas as informações e verificar qual modelo apresenta menor imposto a pagar ou maior restituição”, orienta o especialista Paulo Pêgas.

Para quem tem poucas despesas dedutíveis, o modelo simplificado tende a ser mais prático e vantajoso. Já quem possui dependentes e altos gastos com saúde e educação pode se beneficiar mais da declaração completa.

A recomendação é organizar documentos e recibos com antecedência para garantir o melhor resultado financeiro e evitar erros na prestação de contas.

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Foto: Joédson ALves/Ag. Brasil | *Matéria com informações Agência Brasil

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Brasil envelhece e crescimento da população desacelera, aponta IBGE

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A população brasileira segue envelhecendo e crescendo em ritmo cada vez menor, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) 2025, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (17).

Em 2025, o Brasil registrou 212,7 milhões de habitantes, com crescimento de apenas 0,39% em relação ao ano anterior. A taxa segue abaixo de 0,60% desde 2021, indicando desaceleração demográfica.

Os dados mostram uma mudança clara no perfil etário do país. A população com até 39 anos diminuiu 6,1% desde 2012, enquanto as faixas mais velhas cresceram. O grupo com 60 anos ou mais passou de 11,3% para 16,6% no período.

Essa transformação também aparece na pirâmide etária, que apresenta base mais estreita e topo mais largo, refletindo o envelhecimento da população.

Regionalmente, Norte e Nordeste concentram maior proporção de jovens, enquanto Sudeste e Sul apresentam maior presença de idosos, ambos com cerca de 18% da população acima de 60 anos.

A pesquisa também aponta mudanças no perfil racial. A população que se declara branca caiu de 46,4% em 2012 para 42,6% em 2025. Já a população preta cresceu de 7,4% para 10,4% no mesmo período.

Outro destaque é o aumento de pessoas que vivem sozinhas. Em 2025, os domicílios unipessoais chegaram a 19,7%, frente a 12,2% em 2012.

No campo da habitação, cresceu o número de imóveis alugados, que atingiram 23,8%, enquanto os domicílios próprios quitados caíram para 60,2%.

Em relação à infraestrutura, o acesso à água encanada chegou a 86,1% dos domicílios, mas ainda há forte desigualdade regional. No Norte, o índice é de 60,9%, enquanto no Sudeste chega a 92,4%.

O saneamento também apresenta disparidades. Apenas 71,4% dos domicílios têm acesso à rede de esgoto ou sistema adequado, com índices mais baixos nas regiões Norte e Nordeste.

Apesar dos avanços, os dados reforçam desafios estruturais e apontam para um país em transição demográfica, com impacto direto em políticas públicas e no mercado de trabalho.

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Foto: Arquivo/Reprodução/PMO

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Abono salarial começa a ser pago para nascidos em março e abril com até R$ 1.621

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O Ministério do Trabalho inicia nesta quarta-feira (15) o pagamento do abono salarial para trabalhadores nascidos em março e abril. Ao todo, 4,27 milhões de pessoas serão beneficiadas, com liberação de R$ 5,4 bilhões.

Do total, mais de 3,8 milhões são trabalhadores da iniciativa privada vinculados ao PIS, com pagamento pela Caixa Econômica Federal. Já cerca de 446 mil servidores públicos recebem pelo Pasep, por meio do Banco do Brasil.

O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme o número de meses trabalhados em 2024, ano-base utilizado para o cálculo.

O calendário de pagamentos teve início em fevereiro e os valores ficarão disponíveis para saque até 30 de dezembro de 2026.

Para ter direito ao abono, é necessário estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, ter trabalhado por no mínimo 30 dias em 2024 e recebido até R$ 2.766 mensais, além de ter os dados corretamente informados pelo empregador.

O pagamento será feito preferencialmente por crédito em conta ou pelo aplicativo Caixa Tem, no caso do PIS. Para quem recebe pelo Pasep, o depósito ocorre via conta bancária, Pix, TED ou diretamente nas agências.

A orientação é que os trabalhadores consultem os canais oficiais para verificar valores e formas de saque.

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Foto: Divulgação/GESP

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Consumo de vinho cresce 30% no Brasil e mercado deve movimentar R$ 22 bilhões

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O consumo de vinho no Brasil cresceu cerca de 30% na última década, segundo dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), na contramão do cenário global, que registra queda histórica e o menor nível desde 1961.

O avanço recente reforça a tendência. Entre 2022 e 2023, o consumo no país aumentou 11,6%, consolidando o Brasil como um dos mercados em expansão no setor.

Além do consumo, o mercado também mostra força em faturamento. De acordo com levantamento da consultoria Ideal, a expectativa é que o setor movimente mais de R$ 22 bilhões em 2026. Só no primeiro trimestre do último ano, foram mais de 110 milhões de garrafas comercializadas, gerando cerca de R$ 3,9 bilhões.

O crescimento é acompanhado por uma mudança no perfil do consumidor. Segundo especialistas do setor, há uma busca maior por qualidade, diversidade e experiências ligadas ao universo do vinho.

Na produção, os dados também indicam avanço. Informações do Observatório Vitivinícola mostram que, em 2025, os vinhedos ocuparam cerca de 27 mil hectares na região Sul, com produção de aproximadamente 565 mil toneladas de uvas.

O Rio Grande do Sul segue como principal polo nacional, responsável por cerca de 90% da produção de vinhos no país.

O aquecimento do setor também impulsiona o crescimento de eventos e experiências enogastronômicas, com aumento na oferta de degustações, jantares harmonizados e festivais especializados em diferentes regiões.

Especialistas apontam que o Brasil vive um momento singular, combinando expansão de mercado com amadurecimento do consumidor, o que fortalece o posicionamento do país no cenário internacional.

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Foto: Apolo Photographer/Unsplash

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Financiamento de veículos cresce 12,8% e atinge melhor resultado desde 2008

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As vendas financiadas de veículos no Brasil cresceram 12,8% no primeiro trimestre de 2026, totalizando 1,89 milhão de unidades — o melhor desempenho para o período desde 2008. O avanço reforça a retomada do crédito e aquece o mercado automotivo no país.

O resultado mostra um cenário mais favorável para o setor, impulsionado pela maior oferta de crédito e pela demanda aquecida em diferentes segmentos.

Os veículos usados seguem liderando os financiamentos, com 1,21 milhão de unidades, enquanto os novos somaram 675 mil. Ambos apresentaram crescimento em relação ao mesmo período de 2025.

Entre os segmentos, os automóveis leves concentraram a maior parte das operações, com 1,31 milhão de unidades financiadas. Já as motos tiveram destaque no crescimento, com alta de 18,1%, enquanto os veículos pesados avançaram de forma mais moderada.

O desempenho positivo foi registrado em todas as regiões do país, com o Nordeste liderando a expansão percentual, seguido por Centro-Oeste, Sul, Sudeste e Norte.

No recorte por modalidade, o Crédito Direto ao Consumidor (CDC) foi responsável pela maior parte das operações, com mais de 1,6 milhão de financiamentos, seguido pelos consórcios.

O mês de março também apresentou forte aceleração, com crescimento de 27,6% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando 703 mil unidades financiadas — o melhor resultado desde 2011.

O avanço foi puxado tanto por veículos novos quanto usados, indicando um movimento consistente de recuperação e estabilidade no setor.

Além disso, os preços dos veículos novos registraram leve alta em março, enquanto o mercado de usados manteve estabilidade, refletindo um equilíbrio entre oferta e demanda.

O cenário aponta para uma continuidade do crescimento ao longo do ano, com o crédito desempenhando papel central na sustentação das vendas.

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Foto: Rafa Neddemeyer/Ag. Brasil

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Evento em Barueri conecta mulheres empreendedoras em rodada de negócios

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Barueri recebe no dia 15 de abril uma rodada de negócios voltada exclusivamente para mulheres empreendedoras, com foco em networking e geração de parcerias. O encontro acontece das 8h às 11h30 e reúne profissionais de diferentes áreas para ampliar conexões e oportunidades.

A iniciativa é organizada pelo Rotary Club Satélite Barueri Alphaville Mulheres em Ação e aposta em um formato dinâmico, com apresentações rápidas de negócios e troca direta entre participantes.

O evento busca fortalecer o protagonismo feminino no ambiente corporativo, incentivando a criação de parcerias estratégicas e o crescimento profissional por meio de conexões qualificadas.

Durante a programação, as participantes poderão apresentar suas marcas, produtos e serviços, além de interagir com outras empreendedoras em um ambiente voltado à geração de negócios reais.

As inscrições já estão abertas e devem ser feitas pela plataforma Sympla, com vagas limitadas para participação.

Além disso, o encontro oferece oportunidades para empresas interessadas em patrocinar e ampliar sua visibilidade junto a um público segmentado e engajado.

A proposta reforça o movimento de valorização do empreendedorismo feminino na região, criando um espaço prático para troca de experiências e fortalecimento de redes profissionais.

Serviço

Rodada de Negócios para Mulheres
Data: 15 de abril de 2026
Horário: 8h às 11h30
Local: Barueri (SP)
Inscrições: Sympla

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Foto: Benjamim Sepulvida/Arquivo/PMB

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Aneel abre processo e coloca concessão da Enel SP em risco

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abriu nesta terça-feira (7) um processo administrativo para avaliar a continuidade da concessão da Enel na região metropolitana de São Paulo, que atende cerca de 8,5 milhões de clientes. A medida, considerada excepcional, pode impactar diretamente o fornecimento de energia na capital e em outros 23 municípios.

A decisão ocorre após a agência identificar falhas recorrentes na prestação de serviço, especialmente em situações de emergência. Segundo a Aneel, a concessionária apresentou desempenho abaixo do esperado, com demora no atendimento, interrupções prolongadas e problemas na execução de planos de contingência.

De acordo com o órgão regulador, a análise considerou eventos climáticos severos registrados entre 2023 e 2025. Mesmo nesses cenários, a distribuidora ficou abaixo da média de outras empresas do setor em situações semelhantes.

A agência também avaliou o plano de recuperação apresentado pela Enel, mas concluiu que as medidas propostas foram insuficientes para corrigir os problemas identificados. Pareceres técnicos e manifestações jurídicas da empresa foram rejeitados.

Em resposta, a Enel afirmou que cumpriu os indicadores previstos em contrato e disse confiar na legalidade e na consistência técnica de suas operações no Brasil. A empresa também defendeu previsibilidade regulatória e tratamento isonômico no processo.

A abertura do procedimento marca um novo estágio na relação entre a Aneel e a concessionária e pode resultar em sanções mais severas, incluindo a revisão ou até perda da concessão, dependendo do desfecho da análise.

O caso aumenta a pressão sobre o serviço de energia na Grande São Paulo e coloca em debate a qualidade do atendimento prestado à população em momentos críticos.

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Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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Gasolina chega a R$ 9,59 em Barueri e dispara acima da média do país

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O preço da gasolina em Barueri atingiu até R$ 9,59 por litro em alguns postos, valor que supera em mais de 40% a média do estado de São Paulo e do Brasil. A alta expressiva já provoca reação política e levanta suspeitas sobre possíveis abusos no mercado local.

De acordo com dados recentes da Petrobras, o litro da gasolina está em média em R$ 6,69 no estado e R$ 6,78 no país, o que amplia a diferença e pressiona diretamente o bolso dos consumidores da cidade.

Nos postos de Barueri, há variação de preços conforme a forma de pagamento. Com descontos via cashback, o litro pode cair para cerca de R$ 8,09, e via PIX para R$ 7,99. Mesmo assim, os valores continuam acima da média estadual.

A escalada nos preços ocorre em meio a um cenário global de instabilidade, influenciado por tensões geopolíticas, como conflitos envolvendo Estados Unidos e Irã, que impactam o mercado internacional de combustíveis.

A situação chegou à Câmara Municipal de Barueri. Vereadores como Keu Oliveira (PV) e Hélio Junior (PL) classificaram os preços como “absurdos” e cobraram maior fiscalização por parte dos órgãos de defesa do consumidor.

Além da gasolina, outros combustíveis também apresentam valores elevados. O etanol chega a R$ 5,99 na bomba, com redução para R$ 5,19 no cashback e R$ 4,39 no PIX. Já o diesel atinge R$ 9,59, com variações de R$ 8,89 e R$ 7,99 conforme o pagamento.

Diante do cenário, o governo federal anunciou reforço na fiscalização da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para combater aumentos considerados abusivos. Um projeto de lei em regime de urgência prevê penas de até cinco anos de prisão para práticas irregulares.

A proposta também permite a interdição de postos em casos de abusos, além de ampliar o rigor das multas e envolver o Cade na apuração de possíveis infrações à ordem econômica.

Com preços muito acima da média, Barueri entra no radar de fiscalização e debate sobre a formação dos valores dos combustíveis, enquanto consumidores seguem impactados diretamente no dia a dia.

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Foto: Hora SP/Direitos Reservados

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