O Museu do Futebol, instituição do Governo do Estado de São Paulo, terá entrada gratuita nesta terça-feira (14), além de oferecer um bloquinho infantil de carnaval, das 11h às 12h20.
O grupo TikiDum será o responsável por comandar a folia a partir de experimentos sonoros variados. A plateia será convidada a interagir corporalmente, o que fará com que as crianças possam viver uma experiência para além da contemplação de um show musical, interagindo com a música e possíveis linguagens no corpo.
Para completar o passeio, vale visitar a exposição do museu, que fica aberta das 9h até às 18h, com entrada permitida até às 17h, e conta com 15 salas, que relatam como o futebol chegou ao Brasil e se tornou uma paixão nacional.
Também vale a pena conferir os últimos dias da exposição temporária “Rockgol 25 anos”, que relembra o icônico programa da antiga MTV Brasil e fica em cartaz até o dia 28 de fevereiro.
Funcionamento no Carnaval
O Museu do Futebol funcionará normalmente no sábado e domingo (dias 18 e 19), das 9h às 18h, com entrada permitida até às 17h. Na segunda-feira (20), a instituição fecha para manutenção e reabre na terça-feira (21), com funcionamento normal e entrada gratuita. Por fim, na quarta-feira (dia 22), irá funcionar das 12h às 18h.
Serviço
Endereço: Praça Charles Miller, s/n – Pacaembu – São Paulo.
Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até às 17h). Toda primeira terça-feira do mês, até às 21h (entrada até 20h).
A Secretaria da Justiça e Cidadania (SJC), por meio do Centro de Integração da Cidadania (CIC), promove um mutirão de emprego, nesta terça-feira (14), das 10h às 16h, na sede da unidade, zona sul de São Paulo.
Na ação, serão realizados processos seletivos, além de cadastro para vagas, emissão da carteira de trabalho digital e atendimento com orientações sobre o seguro desemprego.
Serviço
Local: Rodovia dos Imigrantes, km 11,5 – Vila Guarani, São Paulo.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende lançar o programa de câmeras em uniformes de agentes da polícia ainda no primeiro semestre deste ano. O foco da medida são polícias estaduais, mas há conversas para uma possível adesão da PRF (Polícia Rodoviária Federal).
O secretário de Acesso à Justiça, Marivaldo Pereira, avalia que essa é uma das políticas mais eficientes para redução da letalidade policial e para a proteção do próprio agente de segurança.
“As experiências verificadas no Brasil e no exterior foram bem-sucedidas no sentido de reduzir a letalidade policial, proteger os policiais e, mais ainda, tiveram impacto direto na própria instrução processual, uma vez que, ao invés de você ter apenas a declaração do policial, agora você tem áudio e vídeo do que aconteceu”, disse.
Pereira diz que a experiência no estado de São Paulo, que lançou o programa, está se mostrado exitosa. A ideia é mapear práticas como essa e também outras para definir que política vai ser adotada.
O programa está sendo desenhado pelas secretarias de Acesso à Justiça e a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), ambas do Ministério da Justiça e Segurança Pública, sob o ministro Flávio Dino.
“A ideia é mapear quais são as boas práticas e buscar mecanismos que incentivem os estados a implementar essa política. O caminho ainda está sendo elaborado. Por exemplo, [discute-se] se vai ser uma medida só, um modelo só”, disse. “Pode ser que em um estado um modelo pode ser mais eficiente, em outro estado pode ser outro. Por isso a importância de mapear os modelos existentes e colocá-los à disposição”, explicou.
A intenção de Pereira é que o programa já esteja pronto no primeiro semestre, assim como as primeiras implementações. As conversas com a PRF também estão em andamento.
A PRF disse, em nota, que tem um grupo de trabalho que estuda a eventual adoção de câmeras corporais nos uniformes dos agentes. Por gerar implicações práticas em diversas áreas da instituição, não há data definida para a conclusão dos estudos.
“Mais do que proteção para o próprio agente, os equipamentos servem para fortalecer a prova produzida, além de recurso para garantir a qualidade do serviço prestado por servidores públicos”, disse a instituição, em nota.
Pereira acrescenta que há vários formatos possíveis para a implementação dessa política no Ministério da Justiça e Segurança Pública, entre eles um que use o Fundo Nacional de Segurança Pública. Pelo fundo, há possibilidade desde a aquisição centralizada dos equipamentos e a doação para os estados, como é feito com viaturas, até a realização de convênios.
“O fundo não é único caminho, a gente está pesquisando outros caminhos também que possam incentivar essa política diante da relevância que ela tem para a sociedade. Então pode ser que a gente encontre outros mecanismos”, disse.
Especialistas ouvidos pela Folha avaliam que a proposta de câmeras em uniformes de policiais é boa, mas o programa precisa ser bem desenhado e será necessário avaliar se todas as polícias devem ser contempladas.
Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, disse que o programa de câmeras corporais na tropa em São Paulo, o “Olho Vivo”, é apontado com grande avanço na política de redução de mortes praticadas por policiais.
Na sua visão, o programa de São Paulo pode ser considerado um caso de sucesso porque, a partir do que foi visto nas câmeras durante as abordagens, foi possível mudar a cultura organizacional da corporação.
“Não é que a polícia vai reprimir menos, mas usa os meios adequados para preservar a vida das pessoas. Por exemplo, passou a usar menos armas de fogo para evitar mortes e aumentou o uso de armas de choque”, explicou.
Como a Folha mostrou, o uso de armas de choque do tipo taser pela Polícia Militar de São Paulo cresceu 25% no primeiro mês no governo Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O crescimento do uso de pistolas de choque é apontado por integrantes da corporação como um dos motivos para que o estado conseguisse manter a letalidade policial nos mesmos patamares do início do ano passado.
Para ele, o programa precisa avaliar onde será a implementação, diante do alto custo, porque não há necessidade de fazer isso onde há baixas taxas de vitimização e letalidade policial.
Felippe Angeli, gerente do Instituto Sou da Paz, avaliou que não se pode confundir o instrumento com a metodologia. Ele acrescenta que é preciso ter uma política completa para reduzir a letalidade.
Em São Paulo, por exemplo, o custo para a manutenção desse programa é alto e envolve um processo amplo de gestão, armazenamento e transmissão.
Angeli diz que é uma possibilidade interessante tirar o recurso do Fundo Nacional de Segurança Pública porque uma das críticas é que a maior parte dos pedidos de acesso ao fundo pelos estados é para comprar armas e viaturas.
“Associar o fundo a um programa de redução da letalidade policial apoiado em câmeras é interessante. Mas a gente tem uma polícia que está extremamente politizada e, a depender do estado, tem que ver como a polícia vai receber isso”, disse.
Os pagamentos do Auxílio Brasil referentes ao mês de fevereiro se iniciam nesta segunda-feira (13). Os primeiros a receber são aqueles que têm o Número de Identificação Social (NIS) com final 1.
A verba será liberada de maneira escalonada, de acordo com o último dígito do NIS de cada beneficiário. O valor mínimo repassado às famílias inclusas no programa social é de R$ 600.
Pelo fato de que os R$ 150 adicionais por cada filho com até seis anos de idade – garantidos por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em sua campanha – ainda não estar disponível, a iniciativa ainda não voltou a se chamar Bolsa Família.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, a previsão é de que esse pagamento adicional comece a ser feito apenas em março.
Dados do governo apontam que aproximadamente 21,86 milhões de famílias devem receber o benefício. No total, o custo da operação gira em torno dos R$ 13 bilhões.
Confira o calendário de pagamentos:
NIS final 1 – 13 de fevereiro; NIS final 2 – 14 de fevereiro; NIS final 3 – 15 de fevereiro; NIS final 4 – 16 de fevereiro; NIS final 5 – 17 de fevereiro; NIS final 6 – 22 de fevereiro; NIS final 7 – 23 de fevereiro; NIS final 8 – 24 de fevereiro; NIS final 9 – 27 de fevereiro; NIS final 0 – 28 de fevereiro.
A maior festa popular do Brasil, o carnaval, retorna após dois anos em Santana de Parnaíba. As celebrações ocorreram entre os dias 17 e 21 de fevereiro.
Na cidade, o pré-carnaval começou no dia 02/02 com o Bloco Pé Vermeio e será encerrado na próxima quarta-feira (15), às 21h, com o Grito da noite: Pede passagem na CEMIC – Largo da Matriz, nº 49.
Confira abaixo a programação completa do Carnaval 2023:
O último dia da Festa de aniversário de Cajamar promete fortes emoções! O cantor Wesley Safadão, que está no topo das paradas da música do Brasil, irá encerrar as comemorações no último dia de festa com chave de ouro, ao som de músicas que irão agitar a população de Cajamar e região.
Serão três dias de festa e a Prefeitura de Cajamar, através da Secretaria de Comunicação e Gestão de Eventos, está preparando uma programação completa com praça de alimentação e artistas renomados, no evento que acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de fevereiro.
E pra ficar melhor ainda, para ter acesso a essa grande festa é só fazer a doação de 1kg alimento não perecível, para ajudar as famílias em situação de vulnerabilidade social do município, através das ações do Fundo Social de Solidariedade.
Confira a programação, convide sua família e amigos e venha se divertir!
Uma operação realizada pela Polícia Militar de SP conseguiu capturar, em sete dias, 854 suspeitos contra os quais havia em aberto mandados de prisão expedidos pela Justiça. Esse contingente é suficiente para encher uma penitenciária no estado, presídios têm capacidade média de 847 vagas.
Essa quantidade também é superior às 707 pessoas presas ou apreendidas em todo o ano passado pela Divisão de Capturas do Dope (Departamento de Operações Policiais Estratégicas), unidade especial da Polícia Civil cuja principal atribuição é dar cumprimento a mandados de prisão no estado.
Na conta da Divisão de Capturas, segundo a Secretaria da Segurança Pública do estado, nem todos os casos se referem a criminosos. Há, por exemplo, mandados de prisão por falta de pagamento de pensão alimentícia (ou seja, questões cíveis).
Boa parte desse número é, também, segundo policiais ouvidos pela Folha, de pessoas que procuraram o Poupatempo para regularização de documentos, por exemplo, e os funcionários identificaram os mandados em aberto. Assim, os investigadores da Divisão de Capturas só têm o trabalho de buscar o procurado.
De acordo com delegados ouvidos pela reportagem, a baixa produtividade da Divisão de Capturas reflete uma histórica falta de política de governo para tentar reduzir um estoque estimado em mais de 100 mil mandados de prisão em aberto, de criminosos que deveriam estar atrás das grades.
Essa situação acaba criando, ainda segundo os policiais civis ouvidos, sensação de impunidade e de insegurança porque, muitas vezes, as vítimas se deparam com seus algozes pelas ruas, sabendo que há ordens de prisão expedidas contra esses criminosos.
Para o diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, o resultado obtido pela Divisão de Capturas é muito baixo, menos de duas pessoas por dia (contra 122 da ação da PM), até pela importância dessas medidas para o trabalho policial.
“É o velho dilema da Civil. Efetivamente, a estrutura deles está fragilizada, está envelhecida, e esses números mostram que quase não tem investigação. É pensão [alimentícia], é Poupatempo. Enfim, redução de impunidade é também cumprir mandados”, disse.
Ainda segundo Lima, a Polícia Civil deveria destinar recursos para essa divisão especial porque o cumprimento de mandados é uma importante ferramenta para reduzir a violência das ruas, porque se retira de circulação criminosos já identificados e que podem continuar delinquindo.
“E a Polícia Civil sabe fazer isso [investigação]. Fez isso no DHPP [homicídios] na época que tinha chacinas. Ela foi lá e prendeu os homicidas contumazes. Investigou e prendeu os caras. E caiu pra caramba [o número de homicídios]. Não é algo que a polícia não sabe. Pelo contrário, ela sabe, é uma polícia tecnicamente preparada, mas, aí, ela precisa priorizar. Precisa ter política”, disse.
Para o presidente do IBCCrim (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais), Renato Vieira, a realização da operação pela PM às vésperas do Carnaval só demonstra a falta de uma política organizada do estado, um buraco deixado pela ausência de um trabalho paulatino pela Divisão de Capturas.
“O problema todo, que isso [a operação] não esconde, é uma falta de planejamento dos órgãos públicos. Porque a política de cumprimento de mandados de prisão necessariamente precisa ser uma política duradoura –que não dependa de vésperas desse ou daquele feriado”, disse.
Ainda segundo ele, quando há uma desorganização nesse campo, que ocorre não só em São Paulo, é necessária uma análise das autoridades se os mandados de prisão a serem cumpridos estão válidos, fazer uma fiscalização se os crimes não estão prescritos, se não houve uma extinção da punibilidade.
“Nós temos uma política de segurança pública desorganizada, porque ela prende muito, e porque ela não consegue se organizar para priorizar quais e quando os mandados de prisão são cumpridos”, disse o advogado.
Para o especialista em segurança Rafael Alcadipani, professor da FGV, a quantidade de prisões realizadas pela Divisão de Capturas é realmente baixo, mas não de todo.
“Agora, se você vir as condições que estão colocadas e quem acaba sendo preso, eu não acho que é um número baixo. Porque são casos de maior repercussão, que cometeram crimes piores. A impressão que eu tenho, são pessoas que ofereciam risco à sociedade consideravelmente.”
Ainda segundo ele, dadas as estruturas da polícia e da dificuldade em alguns casos, a prisão de menos de duas pessoas por dia, em média, não é ruim. “Agora, se for comparar com o número de mandados que tem em aberto, a polícia deixa a desejar tanto a Civil quanto a Militar”, disse.
De acordo com a PM, a operação desencadeada entre os dias 2 e 10 de fevereiro foi planejada durante cerca de um mês e teve como objetivo tentar reduzir a incidência de crimes durante o Carnaval. Os 854 presos se referem aos sete primeiros dias. Os dados atualizados, dos nove dias da operação, ainda não foram divulgados.
Conforme policiais ouvidos pela reportagem, o comando da corporação solicitou levantamento de mandados de prisão em aberto de criminosos com um perfil específico, principalmente pelas práticas de roubo e furto, além de envolvimento com as chamadas “quadrilhas do Pix”.
Os órgãos de inteligência da PM passaram, então, a realizar levantamentos de possíveis paradeiros desses suspeitos, com base nas rotinas conhecidas.
Essas informações, com as fotos dos procurados, foram repassadas para as equipes de Força Tática e Baeps (batalhões de operações especiais) em todo o estado, que fizeram ações específicas em busca desses alvos, como em bares onde os suspeitos costumavam frequentar.
“Nós tivemos uma surpresa muito positiva, da altíssima produtividade, que foi a prisão de 854 pessoas. Então, são 854 bandidos que estão fora das ruas. Nós temos uma perspectiva de que isso vai impactar positivamente nos números do Carnaval”, disse o comandante-geral da PM, Cássio Araújo de Freitas, na última quinta (9), com dados ainda parciais.
As prisões feitas pela PM nessa ação pré-carnavalesca equivalem a mais de 10% de todas as 8.165 capturas realizadas pelas polícias na capital, em 2022, em cumprimento a ordens judiciais.
Em todo o estado, a PM tem cerca de 2.900 homens e mulheres que atuam nos Baeps. Já nas forças táticas estima-se um efetivo parecido.
A Secretaria da Segurança não informou quantos policiais há na Divisão de Capturas, nem quantos policiais há no Dope atualmente. Estima-se, segundo policiais ouvidos, menos de 50 agentes na primeira unidade, e mais de 300 na segunda.
A pasta informou, porém, que a melhoria do sistema de segurança é uma das metas da atual gestão. “Desde janeiro, a SSP [Secretaria da Segurança Pública] tem trabalhado para recompor os efetivos das forças policiais, ampliar a produtividade policial e o uso de tecnologia no combate ao crime, a fim de aumentar a sensação de segurança da população. Todas essas medidas visam a otimização dos trabalhos policiais”, diz nota.
A pasta não respondeu se considera os números da Divisão de Capturas baixos.
Diz que essa unidade presta apoio a todos os distritos policiais e forças de segurança de outros estados. “Atua com operações em conjunto com o Ministério Público e outros órgãos, como a Luz na Infância, que combate a pedofilia e a pornografia infantil, e apoio ao Deic [Departamento Estadual de Investigações Criminais]. Em 2022, 60.777 pessoas foram presas em decorrência de mandados de prisão no estado pelas forças policiais.”
O balanço da polícia divulgado neste domingo (12) aponta que 110 celulares roubados ou furtados foram recuperados e 14 pessoas foram presasou apreendidas no pré-carnaval da cidade de São Paulo.
Na Zona Oeste, três mulheres e um homem foram presos em flagrante. Além deles, uma adolescente foi apreendida. 44 aparelhos foram recuperados.
Na região central, cinco mulheres e um homem foram detidos nas áreas do Pari e República. 64 celulares foram recuperados com os criminosos. Na mesma região, três adolescentes foram apreendidos e um celular, avaliado em cerca de R$ 8 mil, foi devolvido à vítima.
Um homem de 36 anos, que era procurado pelo crime de roubo, foi preso por policiais militares da Força Tática do 7º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano.
Na região de Pinheiros, um homem foi detido por PMs com 31 cartões bancários e uma máquina de cartões nos bolsos. Segundo a polícia, ele disse que conseguiu os cartões de uma pessoa em um bloco de carnaval.
O Corinthians venceu o Flamengo por 4 a 1 na Neo Química Arena neste domingo (12) e se tornou bicampeão da Supercopa Feminina.
Os gols do Corinthians foram marcados por Tamires (duas vezes) e Milene (duas vezes). Daiane descontou para o Flamengo. Com o bicampeonato, o Timão consolidou sua hegemonia na competição que é disputada desde 2022, sendo a única equipe a conquistá-la.
O time do Parque São Jorge começou com tudo e marcou logo no primeiro minuto, com Tamires, que aproveitou um bom cruzamento de Diany para completar para as redes.
Na primeira etapa, o Corinthians abriu 3 a 0 antes do intervalo. Milene, de pênalti, fez o segundo. Ela também fez o terceiro, completando para as redes um bom passe de Vic Albuquerque.
No segundo tempo, o jogo foi mais equilibrado. Ainda assim, o Corinthians aumentou a vantagem aos 11 minutos, novamente com Tamires, após boa jogada de Portilho.
Após o jogo, Tamires criticou a direção do Flamengo. A autora de dois gols na decisão avaliou que as adversárias mereciam um palco melhor na semifinal da Supercopa, contra o Real Brasília, o jogo foi no Estádio Luso-Brasileiro.
Claudia Raia anunciou o nascimento de seu terceiro filho, Luca. A atriz publicou a primeira foto do bebê, neste domingo (12), em uma rede social. A criança nasceu com 48cm e 2,96kg.
“Ele chegou por aqui no dia 11 de fevereiro, já reivindicando seu espaço. Nós demos passagem. O mundo, desde então, tem um novo colorido para nossa família. Estamos transbordando de felicidade e amor! Bem-vindo, Luca!”, escreveu.