SP avança em plano para levar saneamento a áreas rurais e já mapeia mais de 545 mil imóveis

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O Governo de São Paulo acelerou a criação de uma política inédita de saneamento rural e já mapeou mais de 545 mil imóveis em áreas afastadas dos centros urbanos. A iniciativa busca ampliar o acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário para populações historicamente fora da cobertura tradicional dos serviços públicos.

Atualmente, cerca de 1,2 milhão de pessoas vivem na zona rural paulista, o equivalente a aproximadamente 3% da população do estado. A dispersão das moradias e as dificuldades estruturais dessas regiões tornam a expansão do saneamento um desafio diferente do encontrado nas áreas urbanas.

Para tentar enfrentar esse problema, a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) colocou em prática um grande diagnóstico estadual por meio do Programa Brotar. A ação prevê o mapeamento de cerca de 820 mil domicílios e estruturas rurais em 371 municípios paulistas.

Desde o início da operação, em abril de 2025, aproximadamente 120 mil imóveis já receberam visitas presenciais de equipes de campo. O trabalho é realizado por cerca de 550 recenseadores, responsáveis pela coleta de informações sobre abastecimento de água, esgoto e condições sanitárias das propriedades.

O levantamento utiliza dados georreferenciados e entrevistas presenciais para identificar as principais carências das comunidades rurais. A expectativa é que as informações sirvam de base para definir investimentos, tecnologias e estratégias voltadas à universalização do saneamento no campo.

A iniciativa também acompanha a ampliação da atuação da Sabesp após o novo modelo de concessão, que passou a incluir explicitamente áreas rurais na expansão dos serviços.

Segundo a secretária da Semil, Natália Resende, o objetivo é adaptar as soluções à realidade de cada território. “Levar saneamento para áreas rurais é também uma questão de qualidade de vida e desenvolvimento estruturado”, afirmou.

Além do mapeamento, o governo estadual também vem implantando soluções diretas em municípios do interior por meio do programa Água é Vida. A iniciativa já instalou mais de 800 unidades individuais de esgotamento sanitário em cidades como Itapeva, Iporanga, Jacupiranga, Borebi e Mineiros do Tietê.

As ações também atendem comunidades indígenas, quilombolas e assentamentos rurais. Segundo o governo paulista, mais de 1,2 mil domicílios de populações tradicionais já foram incluídos nas medidas de saneamento.

A estratégia estadual combina três frentes principais: diagnóstico em larga escala, implantação de soluções descentralizadas e expansão estrutural dos serviços. O modelo é tratado pelo governo como referência nacional por incluir explicitamente a universalização do saneamento também em áreas rurais dentro dos contratos de concessão.

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Foto: Divulgação/Semil

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Maternidade ainda afasta mulheres da universidade e MEC amplia apoio

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A rotina de milhares de brasileiras dentro das universidades vai muito além das salas de aula. Entre provas, pesquisas, artigos e jornadas de estudo, muitas precisam dividir o tempo com a criação dos filhos, tarefas domésticas e trabalho. Para parte dessas mulheres, a maternidade acaba se tornando um obstáculo silencioso na permanência acadêmica, provocando atrasos na formação, queda na produção científica e até abandono dos cursos.

Nos últimos anos, universidades e órgãos ligados ao governo federal passaram a discutir com mais intensidade os impactos da maternidade na vida acadêmica. O debate ganhou força após pesquisas apontarem que mulheres enfrentam dificuldades muito maiores para manter a produtividade universitária após a chegada dos filhos, realidade que ainda afeta desde estudantes da graduação até pesquisadoras da pós-graduação.

Levantamentos do movimento Parent in Science mostram que a produção científica feminina sofre uma queda acentuada após a maternidade, principalmente na publicação de artigos, participação em pesquisas e orientação acadêmica. O cenário expôs um problema antigo das universidades brasileiras: a falta de estrutura voltada para mães estudantes e pesquisadoras.

Na tentativa de reduzir esse impacto, o Ministério da Educação (MEC) vem ampliando programas de apoio e permanência estudantil. Uma das medidas mais recentes foi a criação do Programa Aurora, iniciativa da Capes voltada a professoras orientadoras que estejam grávidas ou sejam mães de crianças pequenas. A proposta prevê apoio acadêmico durante a gestação e os primeiros anos da criança para evitar interrupções em pesquisas e atividades científicas.

A criação do programa também evidencia uma mudança gradual dentro das instituições de ensino, que passaram a reconhecer a maternidade como uma questão diretamente ligada à permanência universitária e à desigualdade de gênero na produção científica.

Atualmente, mulheres representam a maioria dos bolsistas de mestrado e doutorado da Capes no país. Mesmo assim, especialistas apontam que ainda existem barreiras estruturais importantes dentro do ambiente acadêmico, especialmente para mães que precisam conciliar estudo, trabalho e cuidados familiares sem rede de apoio.

Além da pós-graduação, as ações começaram a chegar também aos estudantes da graduação. Programas de assistência estudantil passaram a incluir auxílio-creche, apoio alimentar, moradia adaptada para famílias e iniciativas voltadas à permanência de universitários com filhos pequenos.

Em algumas universidades federais, mudanças práticas já começaram a aparecer. Restaurantes universitários receberam estruturas para alimentação infantil, moradias estudantis passaram por adaptações e espaços de acolhimento para crianças começaram a ser implantados dentro dos campi.

Entre essas iniciativas estão as cuidotecas, espaços criados para receber filhos de estudantes durante aulas e atividades acadêmicas. O projeto surgiu em uma universidade federal do Rio de Janeiro e deve ser ampliado para outras regiões do país nos próximos anos. A proposta é permitir que mães e pais consigam continuar frequentando aulas e pesquisas sem precisar abandonar a formação acadêmica.

Outra frente recente envolve o combate à discriminação relacionada à maternidade dentro das universidades. Uma lei sancionada pelo governo federal passou a proibir restrições contra estudantes e pesquisadoras grávidas ou mães em processos de bolsas acadêmicas e seleção universitária.

O avanço das medidas ocorre em meio ao aumento da pressão por ambientes universitários mais inclusivos e preparados para lidar com realidades que vão além do desempenho acadêmico. Para especialistas da área educacional, garantir permanência não significa apenas oferecer acesso à universidade, mas criar condições para que estudantes consigam concluir a formação com dignidade e suporte adequado.

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Foto: Rodrigo Resende/Rádio Senado – Divulgação MEC

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Festa da Uva e Expo Caqui agitam Louveira com entrada gratuita a partir do dia 15

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Louveira inicia no próximo dia 15 de maio a 55ª Festa da Uva e a 11ª Expo Caqui, dois dos eventos mais tradicionais do interior paulista. A programação reúne atrações culturais, gastronomia, produtores rurais e atividades para toda a família durante dois finais de semana na Área de Lazer do Trabalhador.

Com entrada gratuita, a festa deve atrair milhares de visitantes e movimentar o turismo regional nas cidades que integram o Circuito das Frutas, rota turística formada por municípios conhecidos pela produção agrícola e pelo turismo rural.

Além das tradicionais exposições de uva e caqui, o evento contará com apresentações culturais, shows, espaços gastronômicos, feira de artesanato e atrações voltadas ao público infantil. A expectativa é de grande fluxo de visitantes da região de Campinas e da Grande São Paulo.

A produção agrícola faz parte da identidade histórica de Louveira e segue como uma das principais marcas culturais e econômicas do município. Durante o evento, produtores locais também terão espaço para apresentar produtos e fortalecer a tradição agrícola da cidade.

A festa ainda deve impulsionar hotéis, restaurantes e o comércio local, repetindo o impacto econômico registrado em edições anteriores do evento.

O estacionamento terá caráter solidário, com contribuição sugerida de R$ 20 destinada ao Fundo Social de Solidariedade de Louveira. O espaço também será pet friendly.

Confira os horários da festa

  • Sextas-feiras — 15 e 22 de maio
    Das 18h às 22h
  • Sábados — 16 e 23 de maio
    Das 10h às 22h
  • Domingos — 17 e 24 de maio
    Das 10h às 20h

Serviço

55ª Festa da Uva e 11ª Expo Caqui de Louveira
Local: Área de Lazer do Trabalhador — Louveira/SP
Data: de 15 a 24 de maio de 2026

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Poluição cai em afluentes do Rio Pinheiros após avanços em saneamento

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Sete dos 16 afluentes monitorados na bacia do Rio Pinheiros apresentaram melhora nos índices de poluição orgânica entre 2020 e 2025, segundo levantamento divulgado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Os resultados aparecem após o avanço de obras de saneamento, desassoreamento e retirada de lixo realizadas pelo Governo de São Paulo nos últimos anos.

Os dados indicam redução da carga orgânica em córregos importantes da capital paulista, como Águas Espraiadas, Jaguaré, Corujas, Pirajussara e Poli. O indicador utilizado pela Cetesb para medir esse tipo de poluição é o Carbono Orgânico Total (COT).

No córrego Águas Espraiadas, por exemplo, a média anual caiu de 22 mg/L em 2020 para 9 mg/L em 2025. Já no Jaguaré, o índice passou de 25 mg/L para 10 mg/L. Um dos maiores avanços foi registrado no córrego Poli, onde a concentração recuou de 66 mg/L para 11 mg/L no período analisado.

Parte da melhora está relacionada à implantação das chamadas Unidades Recuperadoras de Qualidade das Águas (URQs), estruturas criadas para ajudar na retenção de resíduos e reduzir a poluição despejada nos córregos que deságuam no Rio Pinheiros.

A melhora também foi identificada em trechos da calha principal do rio. Segundo a Cetesb, a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), indicador usado para medir a presença de matéria orgânica na água, apresentou queda significativa em regiões como Pedreira, Ponte do Socorro e Usina São Paulo.

Na Ponte do Socorro, a média anual de DBO caiu de 62 mg/L em 2016 para 23 mg/L em 2025. Na Usina São Paulo, o índice recuou de 45 mg/L para 23 mg/L no mesmo intervalo.

Os resultados acompanham o avanço do programa IntegraTietê, considerado o maior projeto de recuperação socioambiental do Rio Tietê. Coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), o programa prevê investimentos de R$ 23,5 bilhões até 2029.

Desde 2023, o projeto já removeu cerca de 5 milhões de metros cúbicos de sedimentos dos rios paulistas e conectou 1,5 milhão de imóveis à rede de coleta e tratamento de esgoto. As ações incluem ainda retirada de lixo flutuante, recuperação das margens e ampliação do saneamento básico.

Segundo a Cetesb, mais de 134 mil toneladas de resíduos já foram retiradas do Rio Pinheiros desde 2023, com investimento de R$ 212 milhões. Apenas nos quatro primeiros meses de 2026, foram recolhidas 16,2 mil toneladas de lixo, volume 19,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

Outra etapa prevista pelo programa é uma Parceria Público-Privada (PPP), atualmente em consulta pública, com previsão de R$ 9,5 bilhões em investimentos ao longo de 15 anos. A proposta inclui ações de desassoreamento, retirada de vegetação aquática e ampliação da limpeza superficial no Rio Tietê e no Rio Pinheiros.

Atualmente, a rede da Cetesb possui 551 pontos de monitoramento espalhados pelos principais corpos hídricos do estado de São Paulo.

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PM reforça segurança em parques de SP com operação especial neste sábado

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A Polícia Militar realizou neste sábado (9) mais uma edição da Operação Impacto Parques na capital paulista. A ação mobilizou mais de 100 policiais e reforça o patrulhamento em quatro dos principais parques da cidade: Ibirapuera, Juventude, do Povo e Villa-Lobos.

Pelo segundo fim de semana consecutivo, a operação intensificou a presença policial em áreas de grande circulação de pessoas. Segundo a PM, o objetivo é ampliar a segurança, prevenir crimes patrimoniais e aumentar o policiamento ostensivo em espaços públicos usados para lazer e atividades ao ar livre.

A operação é coordenada pela Escola Superior de Sargentos (ESSgt), que distribuiu o efetivo em 13 viaturas e 29 pontos de policiamento a pé dentro e no entorno dos parques. Equipes motorizadas também atuam no apoio às ações de patrulhamento.

De acordo com a corporação, a estratégia busca aumentar a sensação de segurança dos frequentadores durante o fim de semana, período de maior movimento nos parques da capital paulista.

Além da atuação operacional, a ação também faz parte do treinamento prático dos alunos da Escola Superior de Sargentos, que participam das atividades de campo voltadas ao policiamento preventivo.

A iniciativa integra o conjunto de medidas adotadas pela Polícia Militar para reforçar a prevenção de furtos, roubos e outros crimes em áreas públicas de convivência e lazer da cidade de São Paulo.

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Ypê recorre da decisão da Anvisa, mas alerta sanitário continua

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A suspensão da fabricação e venda de produtos da Ypê foi interrompida temporariamente após a empresa apresentar recurso administrativo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Apesar disso, o órgão manteve o alerta sanitário e orienta consumidores a não utilizarem 23 produtos de lotes terminados em número 1.

A decisão envolve itens das linhas lava-louças, lava-roupas líquidos e desinfetantes produzidos pela unidade da Química Amparo, localizada em Amparo, no interior de São Paulo. Segundo a Anvisa, o recurso apresentado pela fabricante suspende automaticamente os efeitos da medida até uma nova análise da diretoria colegiada da agência.

Com isso, os produtos afetados podem continuar sendo fabricados e comercializados temporariamente. Em nota, a Ypê informou que o recurso foi protocolado para reforçar o plano de ação e apresentar novos esclarecimentos técnicos sobre os problemas apontados pelo órgão regulador.

Mesmo com a suspensão da medida, a Anvisa afirmou que mantém o entendimento técnico sobre os riscos sanitários identificados na linha de produção da empresa. Entre os problemas encontrados estão falhas no controle de qualidade, descumprimentos em etapas críticas da fabricação e inconsistências nos sistemas de garantia sanitária.

A agência informou que o julgamento definitivo do recurso deve ocorrer nos próximos dias. Até lá, o órgão recomenda que consumidores evitem utilizar os produtos atingidos pela decisão “por segurança”.

Segundo a Anvisa, cabe à fabricante orientar os consumidores sobre recolhimento, troca, devolução, ressarcimento e demais medidas necessárias por meio dos canais oficiais de atendimento.

O caso ganhou repercussão nacional após a agência determinar, na quinta-feira (7), a suspensão da fabricação, distribuição e comercialização dos produtos fabricados pela unidade da Química Amparo. A medida foi tomada após avaliação de risco sanitário apontar falhas consideradas graves no processo de produção.

A situação também reacendeu discussões porque a empresa já havia iniciado, em novembro de 2025, um recall voluntário de alguns lotes de lava-roupas líquidos após identificar a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos específicos.

A Anvisa informou ainda que vigilâncias sanitárias estaduais e municipais foram orientadas a intensificar a fiscalização para impedir a circulação de lotes considerados irregulares. Consumidores devem conferir a numeração antes de utilizar os produtos.

Veja os produtos afetados pela Anvisa

  • Lava Louças Ypê Clear Care
  • Lava Louças com enzimas ativas Ypê
  • Lava Louças Ypê
  • Lava Louças Ypê Clear Care
  • Lava Louças Ypê Toque Suave
  • Lava Louças concentrado Ypê Green
  • Lava Louças Ypê Clear
  • Lava Louças Ypê Green
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green
  • Lava Roupas Líquido Ypê Express
  • Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT
  • Lava Roupas Líquido Ypê Premium
  • Lava Roupas Tixan Maciez
  • Lava Roupas Tixan Primavera
  • Desinfetante Bak Ypê
  • Desinfetante de uso geral Atol
  • Desinfetante Perfumado Atol
  • Desinfetante Pinho Ypê
  • Lava roupas Tixan Power ACT

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Bebê nasce dentro de ambulância durante atendimento em Cajamar

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Uma gestante deu à luz dentro de uma ambulância na manhã desta quinta-feira (7) em Cajamar, na Grande São Paulo. O parto aconteceu durante o trajeto entre o PSF do Ponunduva e o Hospital Municipal Enfermeiro Antônio Policarpo de Oliveira, após o bebê decidir nascer antes da chegada à unidade de saúde.

A ocorrência mobilizou a equipe formada pelo técnico de enfermagem Danilo e pelo condutor Machado, responsáveis pelo transporte da paciente. Durante o percurso, a bolsa rompeu e os profissionais perceberam que o parto seria iminente.

Diante da situação, a ambulância foi estacionada em um local seguro para que o atendimento pudesse ser realizado. Poucos minutos depois, às 8h17, o bebê nasceu de forma natural dentro do veículo, recebendo os primeiros cuidados ainda no local.

Segundo informações da equipe de saúde, mãe e filho permaneceram estáveis durante todo o procedimento. Após o nascimento, a ambulância seguiu até o Hospital Municipal, onde os cuidados foram transferidos para a equipe médica da unidade.

O caso chamou atenção pela rapidez da ação dos profissionais, que precisaram adaptar o atendimento em meio ao trajeto até o hospital. A atuação da equipe evitou riscos à mãe e ao recém-nascido durante o parto emergencial.

O enfermeiro responsável técnico, Leomar dos Santos, destacou o preparo dos profissionais envolvidos na ocorrência. Segundo ele, a atuação da equipe demonstrou segurança técnica e comprometimento no atendimento prestado à população.

A Prefeitura de Cajamar também parabenizou os profissionais pelo atendimento e desejou saúde ao bebê e à família. Casos de parto dentro de ambulâncias são considerados raros e exigem resposta rápida das equipes de emergência.

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Polícia encontra prédio com estufa de maconha na Grande SP

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A Polícia Civil descobriu um prédio de três andares usado para cultivo e armazenamento de maconha em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. No imóvel, agentes encontraram centenas de plantas da droga em diferentes fases de crescimento, além de entorpecentes prontos para venda. Duas mulheres, de 28 e 38 anos, foram detidas durante a operação realizada pela Deic de São Bernardo do Campo.

A ação ocorreu na quinta-feira (7), durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em um imóvel localizado na Vila São Paulo. Segundo os investigadores, um dos andares havia sido transformado em uma estrutura semelhante a uma estufa profissional para produção da droga.

O espaço, com cerca de 100 metros quadrados, contava com equipamentos usados para manter o cultivo em funcionamento, incluindo aparelhos de ar-condicionado, ventiladores e sistemas utilizados no desenvolvimento das plantas.

Durante as buscas, os policiais localizaram centenas de pés de maconha, além de porções prensadas já preparadas para comercialização. Também foram apreendidos notebook, celulares, balanças de precisão, máquina de embalagem a vácuo e um equipamento utilizado no processamento da cannabis.

De acordo com o boletim de ocorrência, uma das suspeitas tentou fugir ao notar a chegada da polícia e resistiu à abordagem. A outra investigada foi encontrada escondida em um dos cômodos da estufa montada dentro do imóvel.

Os agentes ainda encontraram tijolos de maconha dentro dos veículos usados pelas mulheres, estacionados em frente ao prédio. Em um dos carros, havia R$ 1,1 mil em dinheiro.

A perícia do Instituto de Criminalística foi acionada e realizou testes preliminares no local. Segundo a polícia, o material apresentou resultado positivo para THC, substância presente na maconha. As drogas e plantas apreendidas foram encaminhadas para exames laboratoriais.

As duas mulheres foram levadas para a Central de Polícia Judiciária de Mogi das Cruzes. Elas foram indiciadas por tráfico de drogas, associação para o tráfico e produção de entorpecentes. A Polícia Civil também pediu a prisão preventiva das investigadas.

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Carro com ‘cofre’ para drogas é apreendido em SP; trio é preso com quase 30 kg de cocaína

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Um carro adaptado com um compartimento secreto para esconder drogas foi apreendido pela Polícia Civil durante uma operação na zona norte de São Paulo. Três homens, entre 22 e 42 anos, acabaram presos em flagrante após os agentes encontrarem quase 30 quilos de cocaína, porções de maconha e R$ 20 mil em dinheiro vivo. Segundo a investigação, os entorpecentes seriam levados da Brasilândia para comunidades da região central da capital.

A descoberta aconteceu durante diligências da Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco), vinculada à 1ª Delegacia Seccional Centro. O caso chamou atenção pelo esquema utilizado pelos suspeitos: o veículo tinha um compartimento oculto instalado sob o banco traseiro, usado para transportar os entorpecentes sem levantar suspeitas.

Policiais encontraram R$ 20 mil em dinheiro vivo. | Foto: Divulgação/SSP-SP

De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais faziam patrulhamento no Jardim Santa Cruz quando o motorista de um carro tentou escapar ao perceber a aproximação da equipe. Houve acompanhamento até a Avenida Masao Watanabe, onde o suspeito foi interceptado.

Na vistoria do automóvel, os agentes localizaram o “cofre” escondido no banco traseiro. Dentro do espaço estavam tijolos de cocaína e porções de maconha. Durante a abordagem, os policiais identificaram que a carga havia sido retirada em um imóvel na região da Brasilândia e seria distribuída em uma comunidade no centro da cidade.

A partir das informações obtidas, os investigadores seguiram até o endereço apontado como base de distribuição. No imóvel, dois homens foram encontrados. Os policiais apreenderam 29,5 quilos de cocaína, 2 quilos de maconha, cinco celulares, dinheiro em espécie e materiais usados na preparação e embalagem das drogas.

Segundo o registro policial, os entorpecentes apreendidos teriam ligação com uma organização criminosa que atua na capital paulista. A suspeita reforçou a linha de investigação sobre o abastecimento do tráfico entre diferentes regiões da cidade.

O trio foi autuado por tráfico de drogas, associação para o tráfico e apreensão de veículo e objetos relacionados ao crime. O caso foi registrado na 1ª Delegacia Seccional Centro, que dará continuidade às investigações para identificar outros envolvidos no esquema.

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Hospital das Clínicas lidera ranking de pronto-socorro mais lembrado de SP

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O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP conquistou o primeiro lugar na categoria “Pronto-Socorro” em pesquisa realizada pelo Datafolha sobre os serviços mais lembrados da capital paulista. A instituição pública apareceu entre os destaques ao lado de hospitais privados de referência.

Segundo o levantamento, o Hospital das Clínicas recebeu 6% das menções espontâneas dos entrevistados, dentro da margem de erro em relação aos hospitais São Luiz e São Camilo, com 7%, e ao Hospital Israelita Albert Einstein, com 5%.

A pesquisa ouviu 1.008 moradores da cidade de São Paulo, com 16 anos ou mais, entre os dias 5 e 13 de fevereiro. O estudo avaliou a percepção da população sobre empresas e instituições em 39 categorias.

Em 2025, os institutos que integram o complexo do Hospital das Clínicas realizaram cerca de 140 mil atendimentos de urgência e emergência. Somente o Instituto Central respondeu por aproximadamente 45,6 mil atendimentos de alta complexidade.

De acordo com a direção da instituição, o reconhecimento reforça o papel estratégico do hospital no atendimento público de alta complexidade, aliado ao investimento em tecnologia, inovação e modernização dos fluxos assistenciais.

Entre os avanços apontados estão a integração digital entre equipes médicas, protocolos mais ágeis para casos graves e uso de tecnologias de diagnóstico e monitoramento em tempo real.

O Hospital das Clínicas é vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e é considerado uma das principais referências médicas do país.

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