Mulher pede pizza ao 190 e PM resgata bebê na Grande SP

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Vítima de 25 anos simulou pedido para denunciar violência doméstica; criança foi encontrada na casa do ex-companheiro

Uma mulher de 25 anos acionou a Polícia Militar por meio de uma ligação ao 190, simulando fazer um pedido de pizza para denunciar um caso de violência doméstica em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. A ocorrência foi registrada no domingo (18) e terminou com o resgate do filho do casal, um bebê que havia sido levado pelo suspeito.

Após receber a denúncia, policiais militares foram até a residência da mulher. No local, foram informados de que o ex-companheiro havia invadido o imóvel e permanecido ali sem autorização.

Depois, o homem fugiu levando a criança. As equipes iniciaram buscas e foram até a casa do suspeito, onde localizaram o bebê.

Segundo as informações da ocorrência, os policiais retiraram roupas que cobriam o rosto da criança, permitindo que ela respirasse normalmente.

O suspeito chegou posteriormente à residência e foi detido pelos policiais. Ele foi conduzido à Delegacia de Defesa da Mulher de São Bernardo do Campo, onde permaneceu à disposição da Justiça.

O caso foi registrado pela Polícia Civil.

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Homem é preso por violência doméstica e arma em Barueri

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Um homem foi preso em flagrante na madrugada desta quinta-feira (15), em Barueri, por suspeita de violência doméstica e posse irregular de arma de fogo. A Polícia Militar apreendeu um revólver calibre .22 durante o atendimento da ocorrência no bairro Vila São Silvestre.

Segundo a PM, a equipe da 4ª Companhia do 20º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano foi acionada pelo Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) para verificar uma denúncia de violência doméstica envolvendo um homem que estaria armado.

No endereço, localizado na Rua Guarantam, os policiais conversaram com a vítima. Ela relatou ter sido ameaçada pelo marido e afirmou que ele havia disparado contra o chão.

Durante a averiguação na residência, os agentes localizaram na garagem um revólver calibre .22, uma munição intacta e uma cápsula deflagrada.

As partes foram encaminhadas à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Barueri, junto com o armamento apreendido. Após analisar a ocorrência, a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante do homem, que permaneceu à disposição da Justiça.

A arma e as munições foram apreendidas.

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PM localiza criança de 10 anos levada pelo pai em Barueri

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Menina estava com o pai desde 20 de setembro, quando ele teria agredido a ex-companheira em um hotel de Barueri; homem foi preso em Praia Grande

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Uma menina de 10 anos que havia sido levada pelo pai em Barueri foi localizada pela Polícia Militar nesta quarta-feira (7), no bairro Guilhermina, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. O homem, de 37 anos, foi preso após tentar fugir durante a abordagem.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a criança estava com o pai desde 20 de setembro, quando ele teria agredido a ex-companheira em um hotel localizado no Parque dos Camargos, em Barueri.

A localização ocorreu durante um patrulhamento da Polícia Militar em Praia Grande. Os policiais encontraram pai e filha caminhando juntos sob forte chuva e desconfiaram da situação devido às condições das roupas da menina.

Durante a abordagem, os agentes identificaram contradições nas versões apresentadas pelo homem e pela criança. Em seguida, o suspeito tentou fugir, dando início a um acompanhamento policial.

Ele foi alcançado na Avenida Castelo Branco e levado para a delegacia.

Celular da mãe ajudou na localização

A menina estava com um celular que pertencia à mãe. O aparelho permitiu que os policiais entrassem em contato com ela e confirmassem a situação.

A criança foi encaminhada a um pronto-socorro para avaliação médica. O Conselho Tutelar também foi acionado e acompanhou o caso na unidade policial, auxiliando no reencontro da menina com a mãe.

Durante a consulta aos sistemas policiais, os agentes ainda constataram que havia um mandado de prisão em aberto contra o homem. A ordem judicial foi cumprida durante a ocorrência.

O caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Praia Grande.

Caso começou em hotel de Barueri

Segundo o boletim de ocorrência, o episódio começou em 20 de setembro, quando a mulher estava na rua com a filha e teria sido surpreendida pelo ex-companheiro.

Ainda de acordo com o registro, o homem teria ameaçado a mulher com uma arma de fogo e levado as duas para um hotel no Parque dos Camargos, em Barueri.

A mulher relatou à polícia que teria sido dopada e agredida no local.

Depois das agressões, o homem fugiu levando a menina e uma bolsa com pertences pessoais da ex-companheira. O celular que estava entre os objetos acabou sendo localizado posteriormente com a criança.

A Polícia Militar foi acionada na ocasião, e a mulher foi encaminhada para atendimento médico.

O caso foi registrado na DDM de Barueri como violência doméstica, lesão corporal, roubo, sequestro e cárcere privado.

As circunstâncias do caso seguem sob investigação.

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Agosto Lilás reforça combate à violência contra a mulher em Santana de Parnaíba

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Palestra “Quando o Amor Não Machuca” abordou sinais de relacionamentos abusivos, ciclo da violência e mecanismos de proteção disponíveis no município.

Santana de Parnaíba vem promovendo ações de conscientização, prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher durante o Agosto Lilás. No dia 18, o município realizou a palestra “Quando o Amor Não Machuca”, voltada à identificação dos primeiros sinais de uma relação abusiva e à busca por ajuda.

O encontro foi conduzido pelas psicólogas Gabriela de Souza, Samila Prates e Gisele Paulino. Entre os temas discutidos estiveram o controle excessivo, ameaças, humilhações e agressões, além do ciclo da violência e da importância de construir uma rede de apoio.

Violência atinge milhões de brasileiras

A discussão ocorre em meio a um cenário de violência doméstica e familiar no país. Segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado em 2025, 3,7 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de agressão doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores ao levantamento.

Durante a palestra, também foram apresentados recursos disponíveis em Santana de Parnaíba para ampliar a segurança das mulheres em situações de risco.

Parnaíba Segura

Entre os mecanismos apresentados está o aplicativo Parnaíba Segura, que permite acionar a Patrulha Maria da Penha em situações de risco.

A programação também proporcionou espaço para escuta e troca de experiências. Algumas participantes compartilharam situações de violência que vivem ou já viveram, contribuindo para um ambiente de acolhimento e apoio.

A iniciativa integra as ações do Agosto Lilás no município e reforça a importância da informação, da prevenção e da rede de apoio no enfrentamento à violência contra a mulher.

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Pai é preso após morte das duas filhas na Zona Sul de SP

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Um homem de 24 anos foi preso neste domingo (9), após se apresentar à polícia e confessar a morte das duas filhas, de 3 e 5 anos, na região da Cidade Dutra, Zona Sul de São Paulo. As crianças foram encontradas dentro de um carro na manhã do Dia dos Pais.

Segundo informações divulgadas pelas autoridades e por veículos que acompanharam o caso, Breno de Souza Castro havia saído de casa no sábado (8) levando as duas meninas. A mãe das crianças relatou que recebeu mensagens e ameaças antes de o homem desaparecer com as filhas.

Durante a noite, familiares acionaram a Polícia Militar e passaram a procurar pelo homem e pelas crianças.

Na manhã de domingo, Breno se apresentou no 48º Distrito Policial, em Cidade Dutra, e informou às autoridades onde as meninas estavam. Policiais foram até o local indicado e encontraram as duas crianças já sem vida.

O homem foi preso em flagrante e permanece à disposição da Justiça. A investigação deverá esclarecer as circunstâncias do crime e a motivação.

Mensagens antecederam o crime

Antes de sair com as filhas, Breno teria enviado mensagens à ex-companheira, Jennifer Nayra, indicando que aquela seria a última vez que ela veria as crianças.

Segundo relatos divulgados pela imprensa, ele também teria feito ameaças à própria irmã durante a noite. A família procurou a polícia diante da preocupação com a situação.

A mãe das meninas também relatou posteriormente um histórico de conflitos e ameaças no relacionamento com Breno. Essas informações fazem parte dos relatos apresentados às autoridades e deverão ser consideradas no curso da investigação.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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SP teve 84 mil mulheres atendidas por unidades especializadas em 2025

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Unidades especializadas da Polícia Civil atenderam 84.103 mulheres em São Paulo ao longo de 2025, segundo o 10º Diagnóstico Nacional das Unidades de Polícia Civil Especializadas no Atendimento às Mulheres, divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Em todo o país, foram registrados 782.474 atendimentos, envolvendo casos como ameaça, lesão corporal, injúria, importunação sexual, estupro e feminicídio, entre outras ocorrências.

O levantamento contabilizou 329.451 vítimas atendidas nas unidades especializadas. O número de atendimentos é maior porque uma mesma mulher pode procurar os serviços mais de uma vez.

Os dados foram compilados a partir de informações de 530 das 585 unidades especializadas existentes no país, entre Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (Deams) e outros modelos de atendimento.

Sudeste concentra quase metade das vítimas

A Região Sudeste concentrou 125.769 vítimas, o equivalente a 47,8% do total nacional. São Paulo aparece na liderança entre os estados, com 84.103 mulheres atendidas.

Na sequência aparecem o Nordeste, com 53.067 vítimas; o Centro-Oeste, com 43.662; o Sul, com 21.087; e o Norte, com 19.712.

O diagnóstico foi divulgado no contexto dos 20 anos da Lei Maria da Penha e também apresenta um panorama da estrutura utilizada pela Polícia Civil para atender mulheres vítimas de violência.

Ameaça lidera registros

Entre os tipos de ocorrência registrados pelas unidades especializadas em 2025, a ameaça aparece em primeiro lugar, com 148.544 registros. Na sequência estão lesão corporal, com 99.473, e injúria, com 88.739.

O levantamento também aponta crescimento expressivo de determinados tipos de violência em relação à edição anterior, que teve 2023 como ano-base.

Os registros de perseguição chegaram a 52.855, aumento de 44,3%. Já os casos de violência psicológica somaram 23.911, alta de 49,7%.

Mais de 300 mil medidas protetivas foram solicitadas

Os atendimentos realizados pelas unidades especializadas resultaram em 302.626 pedidos de medidas protetivas de urgência em 2025.

Segundo o diagnóstico, 118.672 medidas foram concedidas, sendo que 74,2% delas correspondem à maioria das medidas concedidas, conforme os dados apresentados no levantamento.

O estudo também registrou 38.214 descumprimentos de medidas protetivas por parte dos agressores.

As unidades especializadas da Polícia Civil começaram a ser implantadas no Brasil em 1985, com a criação da primeira Delegacia Especializada no Atendimento às Mulheres, na região central de São Paulo.

Atualmente, são 585 unidades, com cerca de 6.200 profissionais, entre delegados, agentes, escrivães, psicólogos e assistentes sociais.

80% das unidades não funcionam 24 horas

Apesar da expansão da estrutura especializada, o diagnóstico aponta limitações no atendimento.

Segundo o levantamento, 80% das unidades não funcionam 24 horas, o que restringe o acesso das vítimas ao serviço especializado fora do horário de expediente.

Entre as principais carências apontadas pelas próprias unidades estão a insuficiência de recursos para investigação, mencionada por 57% delas, a falta de viaturas, citada por 46%, e a falta de materiais de menor potencial ofensivo, apontada por 40%.

Os dados mostram, portanto, que a ampliação da rede de atendimento ainda convive com desafios relacionados à estrutura e à capacidade operacional das unidades especializadas em todo o país.

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Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

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Operação contra violência doméstica prende 174 homens em um único dia em SP

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O Governo de São Paulo realizou nesta quinta-feira (2) o Dia D da Operação Mulher Protegida, mobilização voltada ao cumprimento de mandados judiciais relacionados a crimes de violência doméstica e sexual contra mulheres. Ao longo da ação, 174 homens foram presos em todo o estado.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), 98 prisões ocorreram em flagrante e outras 76 foram realizadas em cumprimento de mandados judiciais. Durante a operação, também foram registrados 689 pedidos de medidas protetivas para mulheres vítimas de violência ou ameaçadas por agressores.

A mobilização foi coordenada pelas Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs), com atuação da Polícia Civil em todas as regiões do estado. As equipes iniciaram as diligências nas primeiras horas da manhã para cumprir ordens judiciais e ampliar a proteção às vítimas.

De acordo com o Governo de São Paulo, a Operação Mulher Protegida integra as ações permanentes de combate à violência contra a mulher, fortalecendo a rede de proteção, o cumprimento de medidas judiciais e a responsabilização dos agressores.

A iniciativa também faz parte do programa SP Por Todas, que reúne políticas públicas voltadas ao acolhimento, proteção e autonomia das mulheres, incluindo o aplicativo SP Mulher Segura e a ampliação do atendimento das Delegacias de Defesa da Mulher.

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Foto: Divulgação/SSP-SP

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PM prende homem por violência doméstica no Parque Imperial, em Barueri

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A Polícia Militar prendeu um homem por violência doméstica na noite desta quarta-feira (1º), no bairro Parque Imperial, em Barueri.

Segundo o 20º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (20º BPM/M), a equipe foi acionada para atender a uma ocorrência no bairro, onde a vítima relatou ter sido agredida pelo companheiro.

As partes foram encaminhadas à Central de Polícia Judiciária de Barueri, onde a ocorrência foi registrada e as medidas legais foram adotadas.

Após a análise da autoridade policial, o suspeito permaneceu preso e ficou à disposição da Justiça.

A Polícia Militar reforça a importância da denúncia em casos de violência doméstica e orienta que situações de emergência sejam comunicadas imediatamente pelo telefone 190.

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Foto: Divulgação/20º BPM/M

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GCM prende suspeito armado após agressão e ameaça contra mulher em Santana de Parnaíba

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A Guarda Civil Municipal (GCM) de Santana de Parnaíba prendeu um homem suspeito de agredir e ameaçar de morte a companheira durante a madrugada desta quinta-feira (4).

As equipes foram acionadas após uma denúncia de violência doméstica e encontraram a vítima abrigada na portaria de um condomínio. Segundo a GCM, a mulher apresentava ferimentos na cabeça no momento do atendimento.

Homem foi encaminhado para a Delegacia da
Mulher de Barueri. | Foto: Divulgação/PMSP

Suspeito tentou fugir

De acordo com o relato da vítima, o agressor teria deixado o local e retornaria armado para continuar as ameaças. Ao perceber a chegada das equipes, o suspeito tentou fugir, mas foi acompanhado e detido pelos guardas municipais.

Durante a perseguição, ele teria descartado um revólver calibre 38 com seis munições intactas. A arma possuía numeração suprimida, segundo a corporação.

Foto: Divulgação/PMSP

Caso foi encaminhado à DDM

Após a prisão, o homem foi levado para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Barueri.

Ele permaneceu à disposição da Justiça e deverá responder por ameaça no contexto de violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo.

A vítima recebeu atendimento e o caso seguirá sob investigação das autoridades competentes.

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Imagens: Divulgação/Redes Sociais/PMSP

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Estupros sobem 13% em São Paulo e passam de 1,3 mil casos em abril

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O estado de São Paulo registrou aumento nos casos de estupro, agressões contra mulheres e descumprimento de medidas protetivas durante o mês de abril. Os dados foram divulgados pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) e apontam crescimento em diversos indicadores de violência.

Segundo o levantamento, foram registrados 1.328 casos de estupro no estado em abril deste ano. O número representa alta de 13% em relação ao mesmo período de 2025, quando houve 1.174 ocorrências.

Os dados também mostram avanço nos registros de violência doméstica e agressões físicas contra mulheres.

Agressões contra mulheres cresceram 24%

Os casos de lesão corporal dolosa contra mulheres chegaram a 6.508 registros em abril.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o aumento foi de 24%, o equivalente a 1.268 ocorrências a mais.

Outro indicador que apresentou crescimento significativo foi o descumprimento de medidas protetivas de urgência.

Segundo a SSP, foram contabilizados 2.345 registros em abril deste ano, ante 1.899 no mesmo período de 2025, uma alta de 23,5%.

Feminicídios permanecem estáveis

Os casos de feminicídio apresentaram estabilidade no estado.

Em abril, 20 mulheres foram vítimas do crime, contra 21 no mesmo mês do ano passado.

Apesar disso, as tentativas de homicídio contra mulheres aumentaram de 97 para 120 casos, crescimento de 23,7% na comparação anual.

Homicídios também registraram aumento

Os homicídios dolosos, quando há intenção de matar, passaram de 197 para 202 ocorrências em abril.

O número de vítimas subiu de 204 para 210 no mesmo período.

Os dados fazem parte das estatísticas criminais divulgadas mensalmente pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo e servem de base para o monitoramento dos índices de violência no estado.

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Foto: Divulgação/SSP-SP

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