SP mantém dose extra contra sarampo para bebês em três cidades

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Recomendação vale para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias que vivem em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) manteve a recomendação da aplicação da dose zero da vacina tríplice viral para bebês com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

Segundo a pasta, a medida tem como objetivo ampliar a proteção contra o sarampo em áreas consideradas prioritárias. A dose é complementar e não substitui o esquema regular previsto no Calendário Nacional de Vacinação.

Quem deve receber a dose?

A recomendação é destinada a:

  • bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias que moram em São Paulo, Guarulhos ou São Bernardo do Campo;
  • crianças da mesma faixa etária que tenham tido contato com casos suspeitos ou confirmados de sarampo, quando houver indicação em ações de bloqueio vacinal.

Após receber a dose zero, a criança deverá seguir normalmente o calendário de vacinação:

  • 12 meses: primeira dose da vacina tríplice viral;
  • 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral.

Cobertura vacinal está abaixo da meta

A Secretaria da Saúde também orienta que crianças, adolescentes e adultos verifiquem a situação vacinal e atualizem a caderneta, caso necessário.

Neste ano, a cobertura da primeira dose da tríplice viral é de 77,5%, enquanto a segunda dose alcança 65,5%. A meta estabelecida para ambas é de 95%.

Quem mais deve se vacinar?

Além da dose zero para bebês, o calendário prevê:

  • crianças: duas doses, aos 12 e 15 meses;
  • pessoas de 5 a 29 anos: duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias;
  • pessoas de 30 a 59 anos: uma dose;
  • trabalhadores da saúde: duas doses, independentemente da idade.

A Secretaria reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra o sarampo e orienta a população a procurar a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal.

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Casos de sarampo em SP reforçam alerta para vacinação; veja quem deve se imunizar

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Secretaria da Saúde orienta população a atualizar a caderneta de vacinação e destaca que a imunização continua sendo a principal forma de prevenção

A confirmação de casos de sarampo no Estado de São Paulo em 2026 levou a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) a reforçar o alerta para que a população mantenha a vacinação em dia. A recomendação é que crianças, adolescentes e adultos verifiquem a caderneta de vacinação e procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) caso tenham dúvidas sobre o esquema vacinal.

A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e continua sendo a principal medida para prevenir a doença e reduzir a circulação do vírus.

Quem deve tomar a vacina

A recomendação varia conforme a faixa etária:

  • Bebês de 6 a 11 meses e 29 dias: podem receber a chamada dose zero da tríplice viral se residirem nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Essa aplicação não substitui as doses previstas no calendário de vacinação.
  • Crianças de 12 meses: devem receber a primeira dose da vacina.
  • Crianças de 15 meses: devem completar o esquema vacinal com a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral ou conforme disponibilidade da rede pública.
  • Pessoas de 1 a 29 anos: precisam ter duas doses registradas da vacina com componente contra o sarampo.
  • Adultos de 30 a 59 anos: devem ter pelo menos uma dose registrada.
  • Profissionais da saúde: devem manter duas doses da vacina, conforme orientação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Quem não possui comprovante de vacinação ou não sabe se recebeu as doses deve procurar uma UBS para avaliação.

Quais são os sintomas do sarampo?

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Os principais sintomas são:

  • febre alta;
  • manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo;
  • tosse;
  • coriza;
  • conjuntivite;
  • mal-estar intenso.

Segundo a Secretaria da Saúde, em alguns casos a doença pode provocar complicações graves, como pneumonia, infecções de ouvido e inflamação no cérebro, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.

O que fazer em caso de suspeita?

Pessoas que apresentarem sintomas compatíveis com sarampo devem procurar atendimento médico para avaliação e realização dos exames necessários.

A orientação é evitar contato com outras pessoas até a avaliação médica e informar aos profissionais de saúde se houve viagens recentes, contato com casos suspeitos ou confirmação da situação vacinal.

Vacina está disponível gratuitamente

A vacina tríplice viral pode ser encontrada gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o Estado de São Paulo.

Antes de comparecer à unidade, a Secretaria da Saúde recomenda verificar o horário de funcionamento da UBS do município e levar, sempre que possível, a caderneta de vacinação e um documento de identificação.

A pasta reforça que manter altas coberturas vacinais é a estratégia mais eficaz para impedir a circulação do vírus e proteger toda a comunidade.

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SP confirma 13 casos de sarampo e reforça alerta para vacinação

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Secretaria da Saúde orienta população a manter a caderneta em dia; imunização é a principal forma de prevenção

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) reforçou a importância da vacinação contra o sarampo após a confirmação de 13 casos da doença no estado em 2026.

Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), a imunização continua sendo a medida mais eficaz para interromper a circulação do vírus e proteger a população.

Os casos confirmados neste ano envolvem bebês de até 1 ano e adultos entre 20 e 50 anos, demonstrando que a doença pode atingir diferentes faixas etárias.

Dose extra para bebês

Desde junho, a Secretaria da Saúde recomenda a aplicação da chamada dose zero da vacina tríplice viral para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

A medida busca ampliar a proteção diante do atual cenário epidemiológico.

A pasta ressalta que essa dose não substitui o calendário regular de vacinação.

Após receber a dose zero, a criança deverá seguir normalmente o esquema previsto pelo Programa Nacional de Imunizações:

  • 12 meses: primeira dose da vacina tríplice viral;
  • 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral.

Quem deve se vacinar

Além dos bebês contemplados pela recomendação da dose zero, a Secretaria orienta que pessoas com vacinação incompleta procurem uma unidade de saúde para verificar a situação vacinal.

As recomendações são:

  • Crianças de 12 meses: primeira dose da tríplice viral;
  • Crianças de 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a tetraviral;
  • Pessoas de 5 a 29 anos: duas doses da vacina tríplice viral;
  • Pessoas de 30 a 59 anos: uma dose;
  • Profissionais da saúde: duas doses, independentemente da idade.

População deve conferir a caderneta

A Secretaria da Saúde orienta pais, responsáveis, adolescentes e adultos a verificarem a caderneta de vacinação e, caso necessário, procurarem a unidade de saúde mais próxima para atualizar o esquema vacinal.

Segundo o órgão, manter a vacinação em dia é a principal estratégia para evitar novos casos e impedir a circulação do vírus.

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Foto: Tomaz Silva/Ag. Brasil

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Barueri reforça prevenção ao câncer de cabeça e pescoço durante o Julho Verde

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Campanha reforça a importância do diagnóstico precoce, da vacinação contra o HPV e da adoção de hábitos saudáveis

A campanha Julho Verde reforça, neste mês, a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de cabeça e pescoço, doença que ainda é descoberta em estágios avançados na maioria dos pacientes. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP), cerca de 80% dos casos são diagnosticados tardiamente, reduzindo as chances de sucesso no tratamento.

Em Barueri, a Secretaria de Saúde aproveita a campanha para orientar a população sobre os fatores de risco, os principais sintomas da doença e as formas de prevenção, incluindo a vacinação contra o HPV e o combate ao tabagismo.

Entre os principais fatores de risco estão o uso de cigarros e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. A infecção pelo HPV também está associada ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer que atingem a região da cabeça e do pescoço.

Para ajudar quem deseja abandonar o cigarro, a rede municipal de saúde oferece grupos de apoio conduzidos por equipes multiprofissionais. Durante os encontros, os participantes recebem orientações sobre a dependência da nicotina, estratégias para interromper o hábito e, quando necessário, tratamento medicamentoso.

As atividades são realizadas nas seguintes unidades:

  • UBS Hélio Berzaghi (Jardim Paulista);
  • UBS Armando Gonçalves de Freitas (Parque Imperial);
  • UBS Edini Cavalcante Consoli (Núcleo Nardy);
  • UBS Maria Francisca de Melo (Parque Viana);
  • UBS Hermelino Liberato Filho (Jardim Belval);
  • UBS Benedito de Oliveira Crudo (Vila Boa Vista).

Outra medida de prevenção destacada pela Secretaria de Saúde é a vacinação contra o HPV, disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde para meninas e meninos de 9 a 14 anos.

Fique atento aos sinais

A orientação é procurar atendimento médico caso os seguintes sintomas persistam por mais de 15 dias:

  • feridas na boca que não cicatrizam;
  • rouquidão persistente;
  • dificuldade para engolir;
  • caroços no pescoço;
  • dor de garganta contínua;
  • manchas brancas ou avermelhadas na boca.

Segundo especialistas, quando identificado precocemente, o câncer de cabeça e pescoço apresenta maiores chances de cura e pode exigir tratamentos menos agressivos.

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Foto: Ana Guice/PMB

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Anvisa atualiza regras e exige vacinas contra covid adaptadas a novas variantes

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Novas doses deverão ser direcionadas às cepas mais recentes do coronavírus; imunizantes já distribuídos poderão ser usados por até nove meses

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou novas regras para a composição das vacinas contra a covid-19 no Brasil. A medida determina que os imunizantes passem a ser atualizados para oferecer proteção contra as variantes mais recentes do coronavírus em circulação.

A mudança foi oficializada em instrução normativa publicada nesta quinta-feira (9) no Diário Oficial da União e faz parte da estratégia de atualização periódica das vacinas, semelhante ao que ocorre com os imunizantes contra a gripe.

Pelas novas regras, as vacinas deverão ser monovalentes, ou seja, direcionadas a uma única linhagem do vírus SARS-CoV-2. A Anvisa definiu a variante LP.8.1 como antígeno preferencial para os novos imunizantes.

A norma também permite o uso de variantes derivadas da cepa JN.1, como XFG e NB.1.8.1, desde que os fabricantes comprovem que elas oferecem ampla resposta de anticorpos neutralizantes.

Os imunizantes já registrados, produzidos ou distribuídos antes da publicação da nova norma poderão continuar sendo utilizados por até nove meses. Após esse período, não poderão mais ser aplicados.

Segundo a Anvisa, a atualização busca acompanhar a evolução do vírus e manter a eficácia das campanhas de vacinação diante da circulação de novas variantes e do registro contínuo de casos de síndrome gripal associados à covid-19.

O que muda para a população?

A decisão da Anvisa não invalida as vacinas já recebidas pela população. A atualização estabelece critérios para a fabricação e o fornecimento das próximas doses, que deverão ser adaptadas às variantes atualmente predominantes.

A recomendação continua sendo que as pessoas pertencentes aos grupos indicados pelo Ministério da Saúde mantenham o calendário vacinal em dia.

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Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Ag. Brasil

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São Paulo recomenda dose extra da vacina contra sarampo após novos casos da doença

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O Governo de São Paulo passou a recomendar a aplicação da chamada “dose zero” da vacina tríplice viral para bebês de 6 a 11 meses e 29 dias que vivem na capital paulista e em Guarulhos. A medida foi adotada após a confirmação de mais três casos de sarampo no estado nesta sexta-feira (26).

Com as novas confirmações, São Paulo soma cinco casos da doença em 2026. Os pacientes mais recentes são duas crianças e um bebê, sem histórico de viagens. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), dois deles não haviam sido vacinados. Todos evoluíram para a cura.

A dose zero é uma estratégia preventiva utilizada em situações de maior risco de circulação do vírus e não substitui o calendário regular de vacinação. As crianças que receberem essa dose deverão ser vacinadas novamente aos 12 meses e aos 15 meses, conforme prevê o Programa Nacional de Imunizações.

Além da recomendação para a vacinação antecipada, a Secretaria de Estado da Saúde intensificou as ações de bloqueio vacinal e ampliou a imunização em locais de grande circulação, como aeroportos, terminais rodoviários, estações de metrô e trens, para reduzir o risco de disseminação da doença.

Apesar dos registros deste ano, o Brasil mantém o certificado de país livre do sarampo, reconquistado em 2024. No entanto, as autoridades sanitárias alertam que o fluxo internacional de viajantes e a ocorrência de casos em outros países aumentam o risco de reintrodução do vírus.

A Secretaria reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção. Atualmente, a cobertura vacinal em São Paulo está em 85,32% para a primeira dose e 72,06% para a segunda, índices considerados abaixo da meta recomendada para garantir a proteção coletiva.

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Foto: Tomaz Silva/Ag. Brasil

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Passageiros poderão se vacinar em estações da CPTM nesta semana

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Passageiros que utilizam a CPTM poderão aproveitar a rotina de deslocamento para atualizar a carteira de vacinação. Entre os dias 9 e 12 de junho, seis estações receberão uma campanha gratuita de imunização em parceria com as secretarias municipais de Saúde.

A ação faz referência ao Dia Nacional da Imunização e busca ampliar a cobertura vacinal em locais de grande circulação de pessoas. Serão disponibilizadas doses contra gripe (Influenza), sarampo, caxumba e rubéola (SCR) e febre amarela.

As estações contempladas são Comendador Ermelino, Itaim Paulista, São Miguel Paulista, Engenheiro Goulart, Palmeiras-Barra Funda e Rio Grande da Serra.

Na estação Palmeiras-Barra Funda, a vacinação ocorre entre os dias 9 e 12 de junho, das 9h às 16h. Já em Comendador Ermelino, a ação está programada para terça-feira (9), no mesmo horário.

Os passageiros da estação Itaim Paulista poderão se vacinar na quarta-feira (10), enquanto as estações Engenheiro Goulart e São Miguel Paulista receberão a campanha na quinta-feira (11), também das 9h às 16h.

A iniciativa integra as estratégias de vacinação extramuros das secretarias municipais, que levam os serviços de imunização para locais com grande fluxo de pessoas, facilitando o acesso da população às vacinas.

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Foto: Reprodução/Metrô

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São Paulo libera vacina da gripe para toda a população acima de 6 meses

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A vacinação contra a gripe foi ampliada em todo o estado de São Paulo e passa a atender toda a população acima de 6 meses de idade. A medida foi anunciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) e já está disponível nos 645 municípios paulistas.

A ampliação busca aumentar a cobertura vacinal e reforçar a proteção contra os vírus influenza, especialmente durante o período de maior circulação de doenças respiratórias.

Segundo a secretaria, mais de 5,6 milhões de doses já foram aplicadas no estado desde o início da campanha.

Grupos prioritários continuam sendo foco da campanha

Apesar da liberação para toda a população, a Secretaria da Saúde reforça que os grupos considerados mais vulneráveis devem procurar a vacinação o quanto antes.

Entre eles estão:

  • Idosos;
  • Crianças menores de 6 anos;
  • Gestantes;
  • Puérperas;
  • Pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais.

Esses públicos apresentam maior risco de desenvolver complicações graves relacionadas à gripe.

Vacina ajuda a reduzir internações

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, a ampliação da campanha tem como objetivo reduzir casos graves da doença, internações e a pressão sobre os serviços de saúde durante o inverno.

A imunização é considerada a principal forma de prevenção contra a influenza e suas complicações.

Como se proteger dos vírus respiratórios

Além da vacinação, a orientação é manter medidas simples de prevenção, como:

  • Higienizar frequentemente as mãos;
  • Manter os ambientes ventilados;
  • Beber bastante água;
  • Adotar alimentação equilibrada;
  • Evitar acúmulo de poeira e mofo nos ambientes;
  • Manter hábitos saudáveis que fortaleçam a imunidade.

Portal tira dúvidas sobre vacinação

Para combater a desinformação, o Governo de São Paulo disponibiliza o portal “Vacina 100 Dúvidas”, que reúne respostas para perguntas frequentes sobre vacinas, efeitos colaterais, eficácia dos imunizantes e doenças preveníveis.

A plataforma também orienta a população sobre a importância da vacinação e os riscos da baixa cobertura vacinal.

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Foto: Beatriz Lucato/PMB

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Barueri investe R$ 1,3 bilhão na saúde e registra 70 mil faltas em consultas e exames

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Prestação de contas mostra aplicação de 20,8% do orçamento municipal na saúde; ausências de pacientes superaram 70 mil agendamentos no primeiro quadrimestre de 2026.


A rede municipal de saúde de Barueri realizou 713.974 atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) durante o primeiro quadrimestre de 2026. Os números foram apresentados pela Secretaria Municipal de Saúde durante audiência pública de prestação de contas realizada na Câmara Municipal.

Os dados revelam a dimensão da estrutura de saúde do município, que conta com 50 equipamentos públicos e recebeu investimentos equivalentes a 20,8% do orçamento municipal deste ano, acima do mínimo exigido por lei.

Centro de Diagnósticos realizou quase 2 milhões de procedimentos

Entre janeiro e abril, o Centro de Diagnósticos Maria Mariano Meneghin contabilizou 1.974.746 procedimentos, dos quais 1.872.593 foram exames.

Já o Centro de Especialidades Luiz Maria Barletta registrou 82.348 procedimentos no período.

Os prontos-socorros adulto e infantil somaram 249.854 atendimentos, enquanto o Hospital Municipal Francisco Moran realizou 119.455 serviços, incluindo 15.452 sessões de hemodiálise.

Maternidade realizou mais de mil procedimentos

A Maternidade Municipal contabilizou 1.539 procedimentos no primeiro quadrimestre, entre eles 732 partos normais e 367 cesarianas.

Na Policlínica do Engenho Novo foram realizados 39.565 atendimentos, além de 12.292 procedimentos diagnósticos e 985 pequenas cirurgias.

Outro destaque foi a Assistência Farmacêutica, responsável pela distribuição de 32.492.697 medicamentos e insumos à população.

Saúde mental e vacinação

Os serviços de saúde mental registraram 52.594 atendimentos nos quatro primeiros meses do ano.

Já a Vigilância em Saúde aplicou 108.696 doses de vacinas de rotina.

Os números da campanha de vacinação contra a gripe ainda serão divulgados após o encerramento do calendário nacional definido pelo Ministério da Saúde.

Mais de 70 mil faltas em consultas e exames preocupam

Durante a apresentação, a Secretaria de Saúde também chamou atenção para o elevado número de ausências em consultas e exames agendados.

Entre janeiro e abril, foram registrados 169.863 agendamentos de exames, dos quais 39.431 não foram realizados devido à falta dos pacientes, índice de 23,62%.

Nas consultas, o cenário foi ainda mais preocupante. Das 101.718 agendas marcadas, 31.491 resultaram em ausência dos pacientes, o equivalente a 32,57%.

A orientação da secretaria é que, em caso de impossibilidade de comparecimento, o cancelamento seja informado com pelo menos 48 horas de antecedência para que a vaga possa ser destinada a outro paciente.

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Barueri libera vacina da gripe para toda a população a partir de 1º de junho

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A Prefeitura de Barueri vai ampliar a vacinação contra a gripe para toda a população a partir da próxima segunda-feira (1º). Com a medida, qualquer pessoa com mais de 6 meses de idade poderá receber gratuitamente a dose da vacina nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município.

A ampliação da campanha busca aumentar a cobertura vacinal em um período marcado pelo crescimento dos casos de doenças respiratórias, comuns durante os meses mais frios do ano.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a imunização estará disponível ao longo de todo o mês de junho e continua sendo uma das principais formas de prevenção contra a influenza, ajudando a reduzir casos graves, internações e a circulação dos vírus respiratórios.

Grupos prioritários seguem em alerta

Embora a vacinação tenha sido liberada para toda a população, a Secretaria de Saúde reforça a importância de que os grupos mais vulneráveis procurem os postos de saúde o quanto antes.

Estão entre os públicos com maior risco de complicações causadas pela gripe os idosos, crianças menores de 6 anos, gestantes, puérperas e pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais.

Casos respiratórios aumentam no período de frio

A ampliação da campanha ocorre em um momento de maior circulação de vírus respiratórios em todo o Estado de São Paulo.

De acordo com dados da Secretaria Estadual da Saúde, mais de 5,6 milhões de doses da vacina contra a gripe já foram aplicadas em território paulista neste ano.

Especialistas destacam que a vacinação é uma das medidas mais eficazes para reduzir complicações da doença e evitar a sobrecarga dos serviços de saúde durante o inverno.

Como se proteger

Além da vacinação, algumas medidas ajudam a diminuir o risco de transmissão de doenças respiratórias:

  • Higienizar frequentemente as mãos;
  • Manter ambientes ventilados;
  • Beber bastante água;
  • Ter uma alimentação equilibrada;
  • Evitar acúmulo de poeira e mofo em casa;
  • Manter hábitos saudáveis que fortaleçam a imunidade.

Como se vacinar

A vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nas UBSs de Barueri.

Para receber a dose, é recomendável apresentar um documento com foto e, se possível, a carteira de vacinação.

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