Santana de Parnaíba terá Dia D de Multivacinação no sábado (22)

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Unidades de saúde funcionarão das 7h às 17h para atualizar a vacinação de crianças, adolescentes e adultos e realizar exame preventivo de Papanicolau

As unidades de saúde de Santana de Parnaíba realizarão neste sábado (22) o Dia D de Multivacinação, com atendimento das 7h às 17h. A ação tem como objetivo ampliar a atualização da carteira de vacinação dos moradores.

A campanha terá como público prioritário crianças e adolescentes menores de 15 anos, mas adultos também poderão aproveitar a mobilização para verificar e atualizar a situação vacinal.

Além da vacinação, a programação contará com um atendimento especial voltado à saúde das mulheres, com a realização de um mutirão de exames preventivos de Papanicolau.

Para participar, os moradores devem comparecer a uma unidade de saúde durante o horário da campanha e apresentar documento de identificação com foto, cartão do SUS e caderneta de vacinação.

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Sarampo chega a 23 casos em SP e vacinação é reforçada na Grande São Paulo

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Moradores de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo entre 6 meses e 59 anos são orientados a procurar as UBSs; 16 dos pacientes não tinham vacinação ou estavam com esquema incompleto

O estado de São Paulo chegou a 23 casos confirmados de sarampo em 2026, levando as autoridades de saúde a reforçar a vacinação da população de 6 meses a 59 anos nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A estratégia foi adotada para reduzir o risco de disseminação do vírus e inclui a vacinação mesmo de pessoas que já tenham recebido doses anteriormente, conforme a orientação epidemiológica.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), dois dos casos são importados e os demais estão relacionados à importação, embora a fonte de infecção ainda não tenha sido identificada. Entre os 23 pacientes, 16 não tinham histórico de vacinação ou apresentavam esquema vacinal incompleto, cenário que reforça a preocupação das autoridades com a existência de pessoas suscetíveis à doença.

A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A orientação também deve ser observada por quem mora em outros municípios, mas trabalha, estuda ou pretende passar temporariamente por São Paulo, Guarulhos ou São Bernardo do Campo, devido à intensa circulação de pessoas entre as cidades da região metropolitana.

A recomendação de vacinação indiscriminada foi adotada nos três municípios que concentram os casos como uma medida para ampliar rapidamente a proteção da população e dificultar a formação de novas cadeias de transmissão. O Ministério da Saúde já havia orientado, em julho, a ampliação da vacinação para pessoas de 6 meses a 59 anos nessas três cidades.

Quem deve tomar a vacina contra o sarampo

A vacina utilizada para proteção contra o sarampo é a tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola. No cenário atual, a estratégia adotada nos municípios com recomendação específica amplia a vacinação para a faixa de 6 meses a 59 anos.

Para bebês entre 6 e 11 meses, a dose aplicada em situações de risco epidemiológico é conhecida como dose zero. Ela não substitui as doses previstas no calendário de rotina, que devem continuar sendo aplicadas posteriormente.

Na rotina de vacinação, crianças recebem as doses previstas pelo Programa Nacional de Imunizações, enquanto adolescentes e adultos devem verificar o histórico vacinal para identificar a necessidade de iniciar ou completar o esquema. Em São Paulo, a recomendação publicada pela Secretaria Municipal de Saúde prevê duas doses para pessoas de 12 meses a 29 anos e uma dose para a faixa de 30 a 59 anos, conforme o histórico de vacinação.

A recomendação é que o cidadão leve a caderneta de vacinação à UBS para que um profissional de saúde avalie quais doses são necessárias. A vacina é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Há, porém, situações em que a vacinação não é indicada. Gestantes não devem receber a tríplice viral, por se tratar de uma vacina produzida com vírus atenuados. Pessoas com imunodeficiência grave ou histórico de reação alérgica grave a algum componente da fórmula também precisam de avaliação específica.

Já mulheres que estão amamentando podem ser vacinadas normalmente. A amamentação não precisa ser interrompida após a aplicação do imunizante.

Por que o sarampo voltou a preocupar

O sarampo é uma das doenças infecciosas de maior transmissibilidade. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus para várias pessoas não imunizadas, o que torna a manutenção de uma cobertura vacinal elevada uma das principais estratégias para evitar surtos.

A atual situação em São Paulo está relacionada à circulação de vírus introduzidos por pessoas infectadas fora do país e à presença de grupos sem vacinação ou com esquemas incompletos. O Ministério da Saúde destaca que o intenso fluxo internacional de pessoas aumenta o risco de reintrodução do vírus, especialmente em locais onde a cobertura vacinal não alcança níveis considerados adequados.

Apesar do aumento de casos, o Brasil mantém o status de país livre da circulação endêmica do sarampo. O Ministério da Saúde ressalta que casos isolados ou importados não significam, por si só, o retorno da doença como problema de saúde pública, mas exigem vigilância e manutenção de altas coberturas vacinais.

A vice-presidente da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm-SP), Melissa Palmier, explica que o controle depende de uma resposta rápida das autoridades diante de casos suspeitos e confirmados. Entre as medidas estão a identificação dos contatos e o chamado bloqueio vacinal, com o objetivo de interromper a transmissão.

A atenção é especialmente importante diante dos sintomas característicos da doença. Febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza e conjuntivite estão entre os principais sinais. Em caso de suspeita, a orientação é procurar atendimento de saúde e informar possíveis viagens ou contato com pessoas que tenham circulado em locais com transmissão do vírus.

A situação reforça a importância de conferir a caderneta de vacinação, especialmente para quem circula diariamente entre os municípios da Grande São Paulo. A vacinação continua sendo a principal medida de prevenção contra o sarampo e está disponível gratuitamente na rede pública.

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SP inicia campanha para atualizar vacinação de crianças e adolescentes na segunda

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Mobilização acontece nos 645 municípios paulistas e busca colocar em dia a caderneta de vacinação de menores de 15 anos

O Governo de São Paulo inicia na próxima segunda-feira (3) a Campanha de Multivacinação para atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A ação será realizada nos 645 municípios paulistas e tem como objetivo identificar e aplicar as doses em atraso previstas no Calendário Nacional de Vacinação.

Pais e responsáveis devem levar os filhos até uma Unidade Básica de Saúde (UBS) com a caderneta de vacinação para que as equipes avaliem a necessidade de novas doses. Os horários de atendimento serão definidos por cada município.

Vacinação contra o sarampo será ampliada

Além da campanha de multivacinação, o Governo do Estado adotará uma estratégia especial de combate ao sarampo na capital paulista, em Guarulhos e São Bernardo do Campo.

Nessas três cidades, a vacina tríplice viral será oferecida a pessoas entre 6 meses e 59 anos, independentemente da situação vacinal.

A medida foi anunciada após a confirmação do 15º caso de sarampo em São Paulo neste ano. O caso mais recente foi registrado em Guarulhos e envolve uma criança que não havia sido vacinada.

Cobertura vacinal segue abaixo da meta

Dados preliminares da Secretaria de Estado da Saúde apontam cobertura de 77,5% para a primeira dose da vacina tríplice viral e de 65,5% para a segunda dose, índices abaixo da meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Segundo a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), Tatiana Lang, manter a caderneta atualizada é fundamental para prevenir doenças imunopreveníveis e reduzir o risco de transmissão do sarampo.

Diversas vacinas estarão disponíveis

Durante a campanha, as Unidades Básicas de Saúde disponibilizarão todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação, conforme a idade e o histórico de cada paciente.

Entre os imunizantes oferecidos estão vacinas contra hepatite B, poliomielite, meningite, influenza, Covid-19, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela, hepatite A e HPV, entre outras.

A Secretaria de Estado da Saúde também mantém o portal Vacina 100 Dúvidas, que reúne informações sobre segurança, eficácia e esclarecimentos sobre os principais questionamentos relacionados à vacinação.

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Casos de sarampo em SP reforçam alerta para vacinação; veja quem deve se imunizar

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Secretaria da Saúde orienta população a atualizar a caderneta de vacinação e destaca que a imunização continua sendo a principal forma de prevenção

A confirmação de casos de sarampo no Estado de São Paulo em 2026 levou a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) a reforçar o alerta para que a população mantenha a vacinação em dia. A recomendação é que crianças, adolescentes e adultos verifiquem a caderneta de vacinação e procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) caso tenham dúvidas sobre o esquema vacinal.

A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e continua sendo a principal medida para prevenir a doença e reduzir a circulação do vírus.

Quem deve tomar a vacina

A recomendação varia conforme a faixa etária:

  • Bebês de 6 a 11 meses e 29 dias: podem receber a chamada dose zero da tríplice viral se residirem nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Essa aplicação não substitui as doses previstas no calendário de vacinação.
  • Crianças de 12 meses: devem receber a primeira dose da vacina.
  • Crianças de 15 meses: devem completar o esquema vacinal com a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral ou conforme disponibilidade da rede pública.
  • Pessoas de 1 a 29 anos: precisam ter duas doses registradas da vacina com componente contra o sarampo.
  • Adultos de 30 a 59 anos: devem ter pelo menos uma dose registrada.
  • Profissionais da saúde: devem manter duas doses da vacina, conforme orientação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Quem não possui comprovante de vacinação ou não sabe se recebeu as doses deve procurar uma UBS para avaliação.

Quais são os sintomas do sarampo?

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Os principais sintomas são:

  • febre alta;
  • manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo;
  • tosse;
  • coriza;
  • conjuntivite;
  • mal-estar intenso.

Segundo a Secretaria da Saúde, em alguns casos a doença pode provocar complicações graves, como pneumonia, infecções de ouvido e inflamação no cérebro, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.

O que fazer em caso de suspeita?

Pessoas que apresentarem sintomas compatíveis com sarampo devem procurar atendimento médico para avaliação e realização dos exames necessários.

A orientação é evitar contato com outras pessoas até a avaliação médica e informar aos profissionais de saúde se houve viagens recentes, contato com casos suspeitos ou confirmação da situação vacinal.

Vacina está disponível gratuitamente

A vacina tríplice viral pode ser encontrada gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o Estado de São Paulo.

Antes de comparecer à unidade, a Secretaria da Saúde recomenda verificar o horário de funcionamento da UBS do município e levar, sempre que possível, a caderneta de vacinação e um documento de identificação.

A pasta reforça que manter altas coberturas vacinais é a estratégia mais eficaz para impedir a circulação do vírus e proteger toda a comunidade.

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Barueri reforça prevenção ao câncer de cabeça e pescoço durante o Julho Verde

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Campanha reforça a importância do diagnóstico precoce, da vacinação contra o HPV e da adoção de hábitos saudáveis

A campanha Julho Verde reforça, neste mês, a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de cabeça e pescoço, doença que ainda é descoberta em estágios avançados na maioria dos pacientes. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP), cerca de 80% dos casos são diagnosticados tardiamente, reduzindo as chances de sucesso no tratamento.

Em Barueri, a Secretaria de Saúde aproveita a campanha para orientar a população sobre os fatores de risco, os principais sintomas da doença e as formas de prevenção, incluindo a vacinação contra o HPV e o combate ao tabagismo.

Entre os principais fatores de risco estão o uso de cigarros e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. A infecção pelo HPV também está associada ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer que atingem a região da cabeça e do pescoço.

Para ajudar quem deseja abandonar o cigarro, a rede municipal de saúde oferece grupos de apoio conduzidos por equipes multiprofissionais. Durante os encontros, os participantes recebem orientações sobre a dependência da nicotina, estratégias para interromper o hábito e, quando necessário, tratamento medicamentoso.

As atividades são realizadas nas seguintes unidades:

  • UBS Hélio Berzaghi (Jardim Paulista);
  • UBS Armando Gonçalves de Freitas (Parque Imperial);
  • UBS Edini Cavalcante Consoli (Núcleo Nardy);
  • UBS Maria Francisca de Melo (Parque Viana);
  • UBS Hermelino Liberato Filho (Jardim Belval);
  • UBS Benedito de Oliveira Crudo (Vila Boa Vista).

Outra medida de prevenção destacada pela Secretaria de Saúde é a vacinação contra o HPV, disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde para meninas e meninos de 9 a 14 anos.

Fique atento aos sinais

A orientação é procurar atendimento médico caso os seguintes sintomas persistam por mais de 15 dias:

  • feridas na boca que não cicatrizam;
  • rouquidão persistente;
  • dificuldade para engolir;
  • caroços no pescoço;
  • dor de garganta contínua;
  • manchas brancas ou avermelhadas na boca.

Segundo especialistas, quando identificado precocemente, o câncer de cabeça e pescoço apresenta maiores chances de cura e pode exigir tratamentos menos agressivos.

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Foto: Ana Guice/PMB

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Hospitais Dia 24h ampliam atendimentos na madrugada e número de cirurgias cresce 220% em SP

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A ampliação do funcionamento dos Hospitais Dia da Prefeitura de São Paulo contribuiu para um aumento de 220% no número de cirurgias realizadas na rede municipal nos últimos cinco anos. O total de procedimentos passou de 46.538 em 2021 para 149.132 em 2025, segundo dados da Secretaria Municipal da Saúde.

Atualmente, 12 das 17 unidades operam 24 horas por dia, estratégia que permitiu ampliar a realização de cirurgias de médio porte e desafogar os hospitais gerais, que passaram a concentrar os atendimentos de maior complexidade e emergência.

Somente no primeiro trimestre deste ano, os Hospitais Dia realizaram 33.514 cirurgias. O número de consultas especializadas também cresceu, passando de 1,02 milhão em 2021 para 1,36 milhão em 2025, um aumento de 34%.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, o modelo permite aproveitar melhor a estrutura existente, inclusive no período noturno. Os pacientes passam pela recuperação pós-anestésica na própria unidade e recebem alta no dia seguinte.

Um dos destaques da rede é o Hospital Dia Santo Amaro, que se tornou referência nacional e internacional em cirurgias para retirada de pedras nos rins. A unidade é responsável por cerca de 60% dos procedimentos realizados no município e registrou crescimento de 1.724 cirurgias em 2023 para 2.915 em 2025.

Além da alta produtividade, a unidade mantém índice de complicações inferior a 1%, percentual abaixo do observado em centros internacionais especializados nesse tipo de procedimento.

Para ter acesso aos serviços dos Hospitais Dia, os pacientes devem procurar uma das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da capital, onde são avaliados e encaminhados conforme a necessidade clínica e a especialidade indicada.

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Foto: Edson Hatakeyama/Pref. de SP

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Barueri investe R$ 1,3 bilhão na saúde e registra 70 mil faltas em consultas e exames

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Prestação de contas mostra aplicação de 20,8% do orçamento municipal na saúde; ausências de pacientes superaram 70 mil agendamentos no primeiro quadrimestre de 2026.


A rede municipal de saúde de Barueri realizou 713.974 atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) durante o primeiro quadrimestre de 2026. Os números foram apresentados pela Secretaria Municipal de Saúde durante audiência pública de prestação de contas realizada na Câmara Municipal.

Os dados revelam a dimensão da estrutura de saúde do município, que conta com 50 equipamentos públicos e recebeu investimentos equivalentes a 20,8% do orçamento municipal deste ano, acima do mínimo exigido por lei.

Centro de Diagnósticos realizou quase 2 milhões de procedimentos

Entre janeiro e abril, o Centro de Diagnósticos Maria Mariano Meneghin contabilizou 1.974.746 procedimentos, dos quais 1.872.593 foram exames.

Já o Centro de Especialidades Luiz Maria Barletta registrou 82.348 procedimentos no período.

Os prontos-socorros adulto e infantil somaram 249.854 atendimentos, enquanto o Hospital Municipal Francisco Moran realizou 119.455 serviços, incluindo 15.452 sessões de hemodiálise.

Maternidade realizou mais de mil procedimentos

A Maternidade Municipal contabilizou 1.539 procedimentos no primeiro quadrimestre, entre eles 732 partos normais e 367 cesarianas.

Na Policlínica do Engenho Novo foram realizados 39.565 atendimentos, além de 12.292 procedimentos diagnósticos e 985 pequenas cirurgias.

Outro destaque foi a Assistência Farmacêutica, responsável pela distribuição de 32.492.697 medicamentos e insumos à população.

Saúde mental e vacinação

Os serviços de saúde mental registraram 52.594 atendimentos nos quatro primeiros meses do ano.

Já a Vigilância em Saúde aplicou 108.696 doses de vacinas de rotina.

Os números da campanha de vacinação contra a gripe ainda serão divulgados após o encerramento do calendário nacional definido pelo Ministério da Saúde.

Mais de 70 mil faltas em consultas e exames preocupam

Durante a apresentação, a Secretaria de Saúde também chamou atenção para o elevado número de ausências em consultas e exames agendados.

Entre janeiro e abril, foram registrados 169.863 agendamentos de exames, dos quais 39.431 não foram realizados devido à falta dos pacientes, índice de 23,62%.

Nas consultas, o cenário foi ainda mais preocupante. Das 101.718 agendas marcadas, 31.491 resultaram em ausência dos pacientes, o equivalente a 32,57%.

A orientação da secretaria é que, em caso de impossibilidade de comparecimento, o cancelamento seja informado com pelo menos 48 horas de antecedência para que a vaga possa ser destinada a outro paciente.

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Foto: Reprodução/Arquivo/PMB

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Barueri libera vacina da gripe para toda a população a partir de 1º de junho

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A Prefeitura de Barueri vai ampliar a vacinação contra a gripe para toda a população a partir da próxima segunda-feira (1º). Com a medida, qualquer pessoa com mais de 6 meses de idade poderá receber gratuitamente a dose da vacina nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município.

A ampliação da campanha busca aumentar a cobertura vacinal em um período marcado pelo crescimento dos casos de doenças respiratórias, comuns durante os meses mais frios do ano.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a imunização estará disponível ao longo de todo o mês de junho e continua sendo uma das principais formas de prevenção contra a influenza, ajudando a reduzir casos graves, internações e a circulação dos vírus respiratórios.

Grupos prioritários seguem em alerta

Embora a vacinação tenha sido liberada para toda a população, a Secretaria de Saúde reforça a importância de que os grupos mais vulneráveis procurem os postos de saúde o quanto antes.

Estão entre os públicos com maior risco de complicações causadas pela gripe os idosos, crianças menores de 6 anos, gestantes, puérperas e pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais.

Casos respiratórios aumentam no período de frio

A ampliação da campanha ocorre em um momento de maior circulação de vírus respiratórios em todo o Estado de São Paulo.

De acordo com dados da Secretaria Estadual da Saúde, mais de 5,6 milhões de doses da vacina contra a gripe já foram aplicadas em território paulista neste ano.

Especialistas destacam que a vacinação é uma das medidas mais eficazes para reduzir complicações da doença e evitar a sobrecarga dos serviços de saúde durante o inverno.

Como se proteger

Além da vacinação, algumas medidas ajudam a diminuir o risco de transmissão de doenças respiratórias:

  • Higienizar frequentemente as mãos;
  • Manter ambientes ventilados;
  • Beber bastante água;
  • Ter uma alimentação equilibrada;
  • Evitar acúmulo de poeira e mofo em casa;
  • Manter hábitos saudáveis que fortaleçam a imunidade.

Como se vacinar

A vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nas UBSs de Barueri.

Para receber a dose, é recomendável apresentar um documento com foto e, se possível, a carteira de vacinação.

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Foto: Tomaz Silva/Ag. Brasil

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Pirapora do Bom Jesus anuncia nova UBS e amplia atendimento de saúde na cidade

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A Prefeitura de Pirapora do Bom Jesus anunciou a construção da quinta Unidade Básica de Saúde (UBS) do município. A nova estrutura será instalada no bairro Parque Payol 2 – Green Hills e deve ampliar o atendimento de saúde para mais de 3 mil moradores da região.

O anúncio foi feito pelo prefeito Gregorio Maglio durante a assinatura da ordem de serviço realizada na última quinta-feira (14), na área onde será construída a unidade.

Segundo a Prefeitura, a obra será financiada pelo novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal, com investimento estimado em R$ 3 milhões.

A nova UBS será do tipo 2, modelo considerado mais completo dentro da atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS), com capacidade para abrigar até duas equipes de Saúde da Família.

De acordo com Gregorio, a implantação da unidade deve reduzir a necessidade de deslocamento dos moradores até outras regiões da cidade para atendimento médico.

“É uma obra que vai mudar o dia a dia de mais de 3 mil pessoas. A saúde vai chegar na porta da casa”, afirmou o prefeito durante a cerimônia.

A futura unidade contará com consultórios médicos, odontológicos e de enfermagem, além de espaços para atendimento psicológico, assistência social, vacinação, dispensação de medicamentos e realização de procedimentos.

O projeto também prevê estrutura acessível e sustentável, seguindo padrões mais modernos de construção na área da saúde pública.

Segundo a administração municipal, a UBS será sede da sexta e sétima equipe de agentes comunitários da saúde da cidade.

A secretária municipal de Saúde, Antonia Maria da Paixão Santos, classificou o início da obra como um momento histórico para o município e destacou que a nova estrutura deve ampliar o acesso da população aos serviços essenciais de saúde.

A cerimônia de lançamento contou ainda com a presença do vice-prefeito Luciano Motorista, secretários municipais, vereadores e representantes do Ministério da Saúde.

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Foto: Gilberto Labriola/PMPBJ

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Barueri terá vacinação contra gripe em feiras noturnas da cidade

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A Prefeitura de Barueri vai ampliar a campanha de vacinação contra a gripe com atendimento em feiras noturnas do município. A ação começa nesta semana e pretende facilitar o acesso da população às doses em horários alternativos, principalmente para moradores que não conseguem ir às UBSs durante o dia.

A imunização acontecerá na Feira Noturna do Centro nos dias 19 e 26 de maio, e na Feira Noturna do Silveira nos dias 22 e 29. Além da vacina contra a influenza, equipes da Secretaria de Saúde também irão atualizar carteirinhas de vacinação.

A estratégia busca aumentar a cobertura vacinal em meio à campanha nacional contra a gripe, que neste ano prioriza grupos considerados mais vulneráveis às complicações provocadas pelo vírus influenza.

No Centro, a vacinação será realizada na Feira Noturna localizada na avenida Guilherme Perereca Guglielmo. Já na região do Silveira, a aplicação das doses acontecerá na avenida João Vicente Nascimento, no Parque dos Camargos.

A Secretaria de Saúde informou que a ação pretende aproximar a vacinação da rotina dos moradores, utilizando espaços de grande circulação durante o período da noite.

Entre os públicos prioritários estão crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos acima de 60 anos, gestantes, puérperas, profissionais da saúde e professores das redes pública e privada.

A campanha também contempla pessoas com doenças crônicas, deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, indígenas, quilombolas, profissionais das forças de segurança e população em situação de rua.

Para receber a vacina, os moradores devem apresentar documento com foto e, nos casos necessários, comprovantes que demonstrem a condição de prioridade.

Segundo especialistas, a vacinação anual contra a gripe é essencial porque o vírus influenza sofre mutações frequentes, exigindo atualização constante da proteção oferecida pelas vacinas.

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Foto: Benjamim Sepulvida/PMB

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