Tornar sua marca, produto ou serviço mais visível exige estratégia, criatividade e ajuda profissional – por Adriana Vasconcellos

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Em um cenário econômico competitivo e com consumidores cada vez mais conectados e exigentes, fazer com que sua marca, produto ou serviço ganhe visibilidade deixou de ser uma tarefa espontânea. Hoje, quem quer se destacar precisa mais do que boas ideias: é preciso investir em comunicação estratégica, construir autoridade e buscar apoio profissional para transformar esforço em resultado. Seja você um pequeno empreendedor, profissional liberal ou gestor de uma grande empresa, um ponto é inegociável: visibilidade gera negócios. E para que ela seja positiva e duradoura, é preciso explorar diferentes frentes de forma integrada. Veja, a seguir, alguns caminhos eficazes para aumentar a sua presença no mercado:

Presença Digital: visibilidade no dia a dia do consumidor

As redes sociais tornaram-se vitrines poderosas para empresas de todos os tamanhos. Estar presente nelas é fundamental, mas estar com estratégia é o que realmente faz diferença.

Invista em anúncios segmentados, crie campanhas promocionais criativas na sua fanpage, participe de eventos virtuais e, sempre que possível, capture os contatos (como e-mails) dos participantes para construir uma base ativa. Envie conteúdos relevantes, promoções e dicas que aproximem o consumidor da sua marca, produto ou serviço. A comunicação digital, quando bem planejada, constrói relacionamento e gera vendas.

O poder do boca a boca – e como provocá-lo

Nada substitui a boa e velha indicação. Mas, ao contrário do que muitos pensam, o “boca a boca” pode – e deve – ser planejado. Crie ações que surpreendam e encantem, como brindes inusitados ou promoções com impacto emocional. Um exemplo simples e eficaz? Distribuir mudas de árvores com descontos para quem plantar. Além de vincular sua marca a uma causa ambiental, você desperta empatia, engajamento e naturalmente faz com que as pessoas falem sobre você.

Eventos: criar ou participar, o importante é estar presente

Eventos são excelentes oportunidades de aproximação com o público. Não é preciso, necessariamente, começar com algo grandioso. Um encontro temático, uma live com especialistas ou uma ação em parceria com outros negócios já é o suficiente para gerar visibilidade.

A dica é pensar nos eventos como pontos de contato reais com pessoas interessadas no que você oferece — e, claro, usá-los para gerar conteúdo e atrair mais público nas redes sociais.

Torne-se um especialista: autoridade gera confiança

As marcas mais fortes são aquelas que se tornam referência no seu segmento. Ensinar algo relevante ao seu público é uma das formas mais eficazes de construir essa autoridade. Se você vende cosméticos naturais, por que não ensinar como montar uma rotina de cuidados com a pele? Se você é um advogado, por que não explicar mudanças simples na legislação que impactam no dia a dia? Esse tipo de conteúdo gera valor real e aproxima sua marca do consumidor.

Para ampliar ainda mais o alcance dessa autoridade, vale investir em assessoria de imprensa, uma das ferramentas mais estratégicas quando o objetivo é construir reputação e consolidar uma imagem de referência em seu segmento. Uma assessoria de imprensa qualificada atua como ponte entre a sua marca e os veículos de comunicação, posicionando você ou sua empresa nas páginas de jornais e revistas, nas pautas de rádio e TV, nos sites de notícias e colunas de opinião. Ao ser citado como fonte confiável por um veículo respeitado, você conquista algo que a publicidade sozinha não consegue: credibilidade espontânea.

Essa presença na mídia tradicional não apenas amplia o alcance da sua mensagem, como também gera um efeito de validação pública — afinal, se você foi notícia, é porque tem relevância. Além disso, uma boa matéria pode ser reaproveitada em outras frentes de comunicação, como redes sociais, e-mail marketing, apresentações institucionais e propostas comerciais, reforçando o valor da sua marca em diferentes contextos. Em um mercado competitivo, essa visibilidade estratégica é muitas vezes o diferencial que coloca você à frente.

Fortaleça suas parcerias

Nenhum negócio cresce sozinho. Buscar parceiros locais ou do seu segmento pode ampliar sua capacidade de divulgação. Pense em ações conjuntas que beneficiem ambos os públicos – como descontos cruzados, sorteios ou eventos co-branded. Um co-branding é a união estratégica de marcas para criar valor, e quando isso acontece em forma de evento, é uma oportunidade concreta de crescimento conjunto. Use e abuse dos canais disponíveis: redes sociais, blogs, e-mail marketing e, novamente, a imprensa. Quando a ação é bem comunicada, o resultado é maior para todos os envolvidos.

Networking: a força das conexões

Relacionamento é uma das moedas mais valiosas no mundo dos negócios. Manter uma rede de contatos ativa e colaborativa abre portas, gera parcerias e aumenta a visibilidade da sua marca de forma orgânica.

Participe de eventos setoriais, converse com outros profissionais, ofereça ajuda, compartilhe informações úteis. O networking é uma via de mão dupla: quanto mais valor você entrega, mais portas se abrem.

Comunicação profissional é investimento, não custo

Se existe um ponto em comum entre todas essas estratégias é a necessidade de planejamento, consistência e ajuda profissional. A comunicação bem-feita não acontece por acaso. Ela exige conhecimento, sensibilidade e visão de longo prazo. Contratar uma assessoria especializada pode ser o passo que faltava para sua empresa crescer de forma sustentável, conquistar novos públicos e se destacar em um mercado cada vez mais ruidoso.

Afinal, se a sua marca é boa, ela merece ser vista — e bem falada.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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Pratique gratidão, é simples e não tem contraindicação – por Celso Tracco

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Vivemos a era das incertezas. Todos os dias, ouvimos ou lemos notícias que nos deixam alarmados, assustados, perturbados. Exemplos: um ambiente político agressivo, ofensivo, polarizado, expressando uma radicalização que não contribui em nada para uma paz social; as profundas incertezas na economia, tem-se a impressão de que estamos à beira de uma catástrofe econômica sem precedentes; os efeitos climáticos extremos, que são cada vez mais frequentes no mundo todo; o aquecimento global, que já é uma realidade, ainda que seja negado por muitas autoridades nacionais e/ou internacionais. A lista de más notícias não tem fim: epidemias, (in)segurança pública interna, guerras acontecendo por todos os lados. E para completar, grande parte da população, na qual me incluo, não sabe lidar com a velocidade da informática, que por sua vez gera outro fator de insegurança: golpes eletrônicos e fake news que não acabam mais. Parece que o mundo está realmente virando um lugar difícil de se viver.

 Mas, amigo leitor, amiga leitora, dentro deste caos eu ouso lançar uma proposta: desenvolva a prática da gratidão, faça o exercício diário de agradecer por todas as coisas e situações que acontecem na sua vida. Mudanças de comportamento em uma sociedade demoram para acontecer, mas, pelo menos você se sentirá mais feliz, tornando seu dia a dia mais agradável, prazeroso, leve.

Acredite! Ser grato e agradecer de coração, fará muito bem para seu corpo, mente e espírito. Esta prática, não é uma novidade e nem exclusiva de nenhuma religião, filosofia de vida ou qualquer cultura específica. Décadas atrás, era muito comum ver uma família sentada à mesa, orar e agradecer antes da refeição que iriam compartilhar. Você já se deu conta de que milhares de pessoas dedicam muito trabalho para que o alimento chegue a nossa mesa?

Igualmente, devemos ver em tudo o que nos acontece, o lado bom, e agradecer por isso.  Você pode estar pensando. Como assim? Devo agradecer por todas as desgraças que me acontecem? Caí na rua, perdi meu celular, cheguei atrasado no trabalho, bati o carro, fui assaltado e devo agradecer? Sim, por mais idiota que isso possa parecer. Quando acontece algo que julgo ruim, deve servir para meu aprendizado e constante capacitação. O único lugar onde os moradores não têm nada para aprender, é o cemitério. Enquanto estivermos vivos, devemos agradecer e reconhecer que sempre podemos aprender e assim estar em equilíbrio e em sintonia com o universo que nos cerca.

Principalmente devemos ser gratos com aqueles que nos são mais próximos: em casa, no trabalho, no laser. Devemos compartilhar os acontecimentos diários com nossos entes queridos. E aqui está uma oportunidade única para efetivamente escutarmos o que uma outra pessoa tem para nos dizer. Vamos ouvir a todos com atenção, deixar de lado assuntos que talvez não nos digam respeito. Isto fará muito bem para nosso espírito e certamente para nossa saúde. Creio que a vida é uma só, e passa muito rápido, não temos necessidade de apressar o seu fim. Ser grato! Agradecer, é uma gentileza, que fará muito bem para quem recebe, mas fará ainda mais para quem pratica.

Muito obrigado por ter lido este artigo. Por favor deixe seu comentário.  Forte abraço.


Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante. Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.


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Conexão virtual e a alienação real – por Celso Tracco

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O mundo digital é uma realidade em nossas vidas, gostemos ou não. Estamos vivendo a chamada Quarta Revolução Industrial, que é a integração do mundo digital, com o mundo biológico e com o mundo físico. É um caminho sem volta e precisamos aprender a conviver com este “novo normal”. Para começar, meu amigo leitor, minha amiga leitora, gostaria de definir alguns conceitos: os objetos com os quais eu acesso à internet, tais como: celulares, tablets, computadores, smart tvs, aqui serão definitos como ferramentas; já as redes sociais e os aplicativos, são lugares virtuais onde se pode navegar. Ou seja, sem uma ferramenta adequada eu não posso acessar os lugares onde eu desejo ir. Agora, me permita fazer uma analogia bem simples. Uma faca é uma ferramenta, ela pode ter milhares de utilidades, correto? Por exemplo, todo chef de cozinha tem suas facas, uma ferramenta essencial para o seu trabalho. Porém essa mesma faca, se utilizada de outro modo pode matar uma pessoa, concorda? O certo e o errado, o bem e o mal, depende do uso que eu faço da ferramenta. Do mesmo modo se dá no mundo digital, o bem e o mal dependerá do uso que eu faça dessa ferramenta.

O agravante é que este novo normal, navegar por onde eu quero, é muito fácil e muito sedutor. A internet oferece absolutamente tudo que eu desejo ou acho que desejo. E isto é um perigo. Posso me tornar um alienado em relação ao mundo real onde eu vivo, trabalho, estudo, fico feliz, sofro, fico alegre e triste, tenho relacionamentos reais, ou seja, como qualquer ser humano. Portanto, devemos ficar muito preocupados com o uso adequado destas ferramentas, principalmente nas mãos de nossas crianças e dos nossos jovens. O cérebro de uma criança tem um grande poder de absorção de informações, porém pode não ter ainda o discernimento necessário para saber diferenciar o bem do mal. Além disso, todos os usuários da internet deveriam fazer, continuamente, um exercício de autoconhecimento. O que realmente eu preciso saber, para mim mesmo? Como evitar uma possível alienação social? Exemplo simples: falar com meus parentes e amigos apenas pelas redes sociais não basta. Devemos procurar os encontros presenciais. Nada substitui a troca de afetos, um abraço, a conversa face a face. Apesar da inteligência artificial, ainda somos seres humanos naturais, gregários, precisamos do contato físico, sentir emoções reais, agradáveis e desagradáveis, necessárias e inúteis, calorosas e frias. Não devemos deixar que as ferramentas nos conduzam. As ferramentas devem ser usadas a nosso favor. Se soubermos ser cognitivos, a internet pode ajudar a vivermos em um mundo melhor, mais justo, mais igualitário, mais pacífico, mais sustentável, mais equilibrado, mais feliz. Tudo irá depender de como a humanidade irá fazer uso de suas ferramentas digitais. A humanidade se desenvolveu graças ao seu poder cognitivo, então temos dois caminhos: ou assumimos a responsabilidade do nosso autocontrole, ou nos deixamos levar pela mais completa alienação.

Aproveite seu dia, seja feliz.


Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante. Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.


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O planeta Terra está pedindo ajuda. E eu com isso? – por Celso Tracco

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Segundo os últimos estudos feitos por cientistas consagrados, o planeta Terra tem cerca de 5 BILHÕES de anos. Também, segundo a ciência, já ocorreram 5 extinções em massa em nosso planeta. Ou seja, por 5 vezes cerca de 90% de todas as espécies, animais e vegetais, da Terra desapareceram. A mais famosa, ocorreu há 65 MILHÕES de anos, exterminou os dinossauros. A nossa espécie, SAPIENS, apareceu por volta de 1 MILHÃO de anos atrás. Importante: os humanos (homo sapiens) desenvolveram um órgão que nenhuma outra espécie conseguiu na mesma proporção: o cérebro. Eles perceberam que a vida ficaria muito mais fácil e produtiva ajudando-se mutuamente, pois fisicamente eram muito inferiores às outras espécies que coabitavam a Terra. A colaboração entre os SAPIENS tornou a espécie tão poderosa que ela dominou todo planeta.

Mas essa história pode terminar mais cedo do que se imagina. Meu prezado leitor, minha prezada leitora, me refiro à poluição ambiental que nós, seres humanos, estamos produzindo, na terra, na água e no ar. E isso tem a ver com todos nós. O que podemos fazer para deixar de ser parte do problema e fazer parte da solução? Creio que o principal deve ser uma mudança radical de nossas atitudes; ter a conscientização que precisamos ser agentes dessa mudança. 

Com certeza vocês, leitores e leitoras, já ouviram e quiçá já praticam algumas atitudes que combatem a poluição. Mesmo correndo o risco de ser repetitivo, descrevo:

  • Não desperdiçar água, se possível usar água de reuso.
  • Não desperdiçar energia, seja ela elétrica, gás, ou de combustíveis fósseis   
  • Não desperdiçar alimentos
  • Descartar adequadamente plásticos, vidro, papel, óleo de cozinha, restos de madeiras, podas, remédios vencidos, pilhas, lixo eletrônico
  • Doar, adequadamente, roupas, agasalhos, calçados, utensílios domésticos
  • Aderir à economia circular – reduzir, reutilizar, reciclar
  • Colaborar com plantio de árvores e outros tipos de vegetação, sempre seguindo orientação profissional
  • Não jogar lixo nas ruas, calçadas, bueiros, córregos, rios, praias, praças públicas

Certamente a grande maioria de nós já sabe o que deve ser feito! E por que ainda não fazemos? Me atrevo a responder: porque não damos a devida prioridade. Apenas nós podemos mudar nossos hábitos de consumo e nosso comportamento ecológico. Isto significa ter plena conscientização que essa mudança de atitude fará diferença no ecossistema no qual eu vivo (minha família, meu trabalho, meu lazer, meu bairro, minha cidade).  Voltando à pergunta do título desta coluna: E eu com isso? Nós, eu e você, temos tudo a ver com isso. Boas práticas ecológicas, também, dependem de nós. Somos moradores deste planeta, que está, já há algum tempo, pedindo ajuda. Cuidar de nossa casa comum não é uma opção, é uma obrigação. Aproveite seu dia.


Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante. Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.


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Sociedade solidária. Uma utopia? – por Celso Tracco

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A sociedade atual se caracteriza pela cultura do individualismo, do ódio, da exclusão social, da agressividade cotidiana, da sensação de insegurança, da falência das instituições. Uma sociedade onde os meios justificam os fins e os valores morais e éticos cedem espaços ao monetário. O que vale é ter dinheiro. Talvez, se possa argumentar que desde que o mundo é mundo isto sempre foi assim. Concordo. Porém hoje existe um agravante: a comunicação digital, ela amplifica em escala exponencial as atitudes da sociedade.

Parece claro que há uma tendência a um isolacionismo, cada um se fechar em seu mundo particular. E isto é péssimo. O ser humano é um ser gregário, precisa dos outros para viver e conviver. Precisa trocar ideias e experiências, angústias e alegrias, êxitos e fracassos, precisa ouvir e ser ouvido. É a essência da humanidade, precisamos uns dos outros, em um intercâmbio de opiniões, ajuda, amor, carinho, compaixão, enfim solidariedade.

A proposta para uma sociedade mais humanizada, passa pela prática da solidariedade como uma atitude de vida. Devemos e necessitamos ser solidários em nosso dia a dia. Solidariedade significa, por exemplo, dar atenção aos filhos, não apenas dar conforto material, mas proporcionar a eles uma estabilidade emocional. Perguntar e ajudar nas tarefas escolares, informar que a internet pode ser muito boa, mas também é perigosa. Os filhos e filhas devem ter a liberdade para falar qualquer assunto com o pai ou mãe.

A solidariedade, também, deve extrapolar os limites do lar. Precisamos nos preocupar com quem mais precisa, com os idosos, ou com quem necessita de cuidados especiais. Além das pessoas, devemos ser solidários com a natureza, fauna e flora. Nossa casa comum, o planeta Terra, está pedindo ajuda, está dando sinais de doença. Uma boa prática é não desperdiçar alimentos, não apenas por economia, mas porque os recursos naturais estão se esgotando.

Pode parecer utópico em uma sociedade que tem uma cultura de agressividade, de radicalização, de antagonismo, pregar a solidariedade e a boa vontade com quem quer que seja. Porém, creio que é mais agradável, além de mais barato nos ajudarmos mutuamente do que devotar a vida na luta constante contra “inimigos” imagináveis. Um simples cumprimento afetuoso, pode fazer uma enorme diferença para alguém.

Um excelente dia a todos e todas.


Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante. Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.


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Praticar cidadania, mais do que um direito é um dever; por Celso Tracco

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Nada é mais comum do que falarmos mal de nossos governantes. Sempre e em todo lugar. Nos esquecemos que eles foram eleitos por nós mesmos. Podemos ter até muitas discordâncias sobre o sistema político eleitoral do Brasil, mas ele é democrático portanto, os governantes foram eleitos de forma legítima. A nós, povo cabe a tarefa de uma permanente vigilância sobre as atitudes e atos dos eleitos. Afinal eles são servidores públicos, estão para servirem, da melhor maneira possível o povo que os elegeu, seja no governo municipal, estadual ou federal. 

Todos nós moramos em um município. Por uma definição institucional o governo municipal deveria ter se preocupar com a qualidade de vida de seus munícipes, principalmente a respeito da educação, saúde, segurança, mobilidade urbana. Como você avalia o seu município nestas questões? Mais importante, como você age no seu papel de morador e pagador de impostos ao município?

Exercer sua cidadania aqui pode fazer toda diferença. Por exemplo: você participa das reuniões de pais e mestres na escola onde seus filhos estão matriculados? Você conhece os Conselhos Municipais, tais como o Tutelar, Criança e Adolescente, Segurança, Saúde, entre outros? Você sabia que os conselheiros são eleitos em eleições que se realizam, geralmente há cada dois anos? O comparecimento para votar não é obrigatório, mas qualquer habitante do município, com o título de eleitor válido, pode votar. Os membros dos Conselhos não precisam pertencer a nenhum partido político, apenas se disponibilizar ao trabalho voluntário. A participação da população nessas eleições, faz toda a diferença.

Há muitas formas de exercer a cidadania. Por exemplo: participar de uma associação de amigos de bairro, de entidades beneficentes, de ajuda aos animais, a preocupação com a interação de idosos na sociedade, entre muitas outras oportunidades.

O fato é, não adianta apenas reclamar de quem não faz, ou faz malfeito. É preciso participar e lutar para modificar o que você pensa que está ruim. Se nós não participamos e não lutamos pelo que acreditamos, os outros tomarão decisões por nós. Apenas reclamar não vai adiantar.  Pratique sua cidadania, a sociedade civil agradece.


Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante. Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.


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