Sarampo chega a 23 casos em SP e vacinação é reforçada na Grande São Paulo

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Moradores de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo entre 6 meses e 59 anos são orientados a procurar as UBSs; 16 dos pacientes não tinham vacinação ou estavam com esquema incompleto

O estado de São Paulo chegou a 23 casos confirmados de sarampo em 2026, levando as autoridades de saúde a reforçar a vacinação da população de 6 meses a 59 anos nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A estratégia foi adotada para reduzir o risco de disseminação do vírus e inclui a vacinação mesmo de pessoas que já tenham recebido doses anteriormente, conforme a orientação epidemiológica.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), dois dos casos são importados e os demais estão relacionados à importação, embora a fonte de infecção ainda não tenha sido identificada. Entre os 23 pacientes, 16 não tinham histórico de vacinação ou apresentavam esquema vacinal incompleto, cenário que reforça a preocupação das autoridades com a existência de pessoas suscetíveis à doença.

A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A orientação também deve ser observada por quem mora em outros municípios, mas trabalha, estuda ou pretende passar temporariamente por São Paulo, Guarulhos ou São Bernardo do Campo, devido à intensa circulação de pessoas entre as cidades da região metropolitana.

A recomendação de vacinação indiscriminada foi adotada nos três municípios que concentram os casos como uma medida para ampliar rapidamente a proteção da população e dificultar a formação de novas cadeias de transmissão. O Ministério da Saúde já havia orientado, em julho, a ampliação da vacinação para pessoas de 6 meses a 59 anos nessas três cidades.

Quem deve tomar a vacina contra o sarampo

A vacina utilizada para proteção contra o sarampo é a tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola. No cenário atual, a estratégia adotada nos municípios com recomendação específica amplia a vacinação para a faixa de 6 meses a 59 anos.

Para bebês entre 6 e 11 meses, a dose aplicada em situações de risco epidemiológico é conhecida como dose zero. Ela não substitui as doses previstas no calendário de rotina, que devem continuar sendo aplicadas posteriormente.

Na rotina de vacinação, crianças recebem as doses previstas pelo Programa Nacional de Imunizações, enquanto adolescentes e adultos devem verificar o histórico vacinal para identificar a necessidade de iniciar ou completar o esquema. Em São Paulo, a recomendação publicada pela Secretaria Municipal de Saúde prevê duas doses para pessoas de 12 meses a 29 anos e uma dose para a faixa de 30 a 59 anos, conforme o histórico de vacinação.

A recomendação é que o cidadão leve a caderneta de vacinação à UBS para que um profissional de saúde avalie quais doses são necessárias. A vacina é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Há, porém, situações em que a vacinação não é indicada. Gestantes não devem receber a tríplice viral, por se tratar de uma vacina produzida com vírus atenuados. Pessoas com imunodeficiência grave ou histórico de reação alérgica grave a algum componente da fórmula também precisam de avaliação específica.

Já mulheres que estão amamentando podem ser vacinadas normalmente. A amamentação não precisa ser interrompida após a aplicação do imunizante.

Por que o sarampo voltou a preocupar

O sarampo é uma das doenças infecciosas de maior transmissibilidade. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus para várias pessoas não imunizadas, o que torna a manutenção de uma cobertura vacinal elevada uma das principais estratégias para evitar surtos.

A atual situação em São Paulo está relacionada à circulação de vírus introduzidos por pessoas infectadas fora do país e à presença de grupos sem vacinação ou com esquemas incompletos. O Ministério da Saúde destaca que o intenso fluxo internacional de pessoas aumenta o risco de reintrodução do vírus, especialmente em locais onde a cobertura vacinal não alcança níveis considerados adequados.

Apesar do aumento de casos, o Brasil mantém o status de país livre da circulação endêmica do sarampo. O Ministério da Saúde ressalta que casos isolados ou importados não significam, por si só, o retorno da doença como problema de saúde pública, mas exigem vigilância e manutenção de altas coberturas vacinais.

A vice-presidente da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm-SP), Melissa Palmier, explica que o controle depende de uma resposta rápida das autoridades diante de casos suspeitos e confirmados. Entre as medidas estão a identificação dos contatos e o chamado bloqueio vacinal, com o objetivo de interromper a transmissão.

A atenção é especialmente importante diante dos sintomas característicos da doença. Febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza e conjuntivite estão entre os principais sinais. Em caso de suspeita, a orientação é procurar atendimento de saúde e informar possíveis viagens ou contato com pessoas que tenham circulado em locais com transmissão do vírus.

A situação reforça a importância de conferir a caderneta de vacinação, especialmente para quem circula diariamente entre os municípios da Grande São Paulo. A vacinação continua sendo a principal medida de prevenção contra o sarampo e está disponível gratuitamente na rede pública.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Metrô de SP terá vacinação contra sarampo em cinco estações

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Passageiros do Metrô de São Paulo poderão aproveitar o deslocamento pela cidade para atualizar a vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola. Uma campanha realizada em parceria entre o Metrô e a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) terá postos em cinco estações entre os dias 10 e 28 de agosto.

A iniciativa busca ampliar o acesso à imunização e facilitar a atualização da situação vacinal da população. A vacinação é apontada como a principal forma de prevenção contra o sarampo, doença de alta transmissibilidade que pode provocar complicações graves.

A campanha terá ações em diferentes dias e horários nas estações Tucuruvi, Vila Prudente, Vila Matilde, Corinthians-Itaquera e São Mateus.

Tucuruvi terá período maior de vacinação

A Estação Tucuruvi, na Zona Norte, terá atendimento entre os dias 10 e 14 e de 17 a 21 de agosto, das 10h às 16h.

Segundo as informações da campanha, a região registra casos recentes de sarampo, o que aumenta a importância da vacinação como medida de prevenção e controle da doença.

Nas estações Corinthians-Itaquera e São Mateus, os postos funcionarão nos dias 17, 19 e 21 de agosto, das 10h às 20h.

Já na Estação Vila Prudente, a vacinação será realizada entre 17 e 21 de agosto, das 10h às 16h. Na Vila Matilde, o atendimento ocorrerá nos dias 27 e 28 de agosto, também das 10h às 16h.

A recomendação é que a população mantenha a caderneta de vacinação atualizada, contribuindo para reduzir o risco de transmissão e evitar novos casos.

Onde haverá vacinação

EstaçãoDatasHorário
Tucuruvi10 a 14 e 17 a 21 de agosto10h às 16h
Vila Prudente17 a 21 de agosto10h às 16h
Corinthians-Itaquera17, 19 e 21 de agosto10h às 20h
São Mateus17, 19 e 21 de agosto10h às 20h
Vila Matilde27 e 28 de agosto10h às 16h

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Foto: Flickr/Cia Metrô de SP

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SP inicia campanha para atualizar vacinação de crianças e adolescentes na segunda

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Mobilização acontece nos 645 municípios paulistas e busca colocar em dia a caderneta de vacinação de menores de 15 anos

O Governo de São Paulo inicia na próxima segunda-feira (3) a Campanha de Multivacinação para atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A ação será realizada nos 645 municípios paulistas e tem como objetivo identificar e aplicar as doses em atraso previstas no Calendário Nacional de Vacinação.

Pais e responsáveis devem levar os filhos até uma Unidade Básica de Saúde (UBS) com a caderneta de vacinação para que as equipes avaliem a necessidade de novas doses. Os horários de atendimento serão definidos por cada município.

Vacinação contra o sarampo será ampliada

Além da campanha de multivacinação, o Governo do Estado adotará uma estratégia especial de combate ao sarampo na capital paulista, em Guarulhos e São Bernardo do Campo.

Nessas três cidades, a vacina tríplice viral será oferecida a pessoas entre 6 meses e 59 anos, independentemente da situação vacinal.

A medida foi anunciada após a confirmação do 15º caso de sarampo em São Paulo neste ano. O caso mais recente foi registrado em Guarulhos e envolve uma criança que não havia sido vacinada.

Cobertura vacinal segue abaixo da meta

Dados preliminares da Secretaria de Estado da Saúde apontam cobertura de 77,5% para a primeira dose da vacina tríplice viral e de 65,5% para a segunda dose, índices abaixo da meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Segundo a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), Tatiana Lang, manter a caderneta atualizada é fundamental para prevenir doenças imunopreveníveis e reduzir o risco de transmissão do sarampo.

Diversas vacinas estarão disponíveis

Durante a campanha, as Unidades Básicas de Saúde disponibilizarão todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação, conforme a idade e o histórico de cada paciente.

Entre os imunizantes oferecidos estão vacinas contra hepatite B, poliomielite, meningite, influenza, Covid-19, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela, hepatite A e HPV, entre outras.

A Secretaria de Estado da Saúde também mantém o portal Vacina 100 Dúvidas, que reúne informações sobre segurança, eficácia e esclarecimentos sobre os principais questionamentos relacionados à vacinação.

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Foto: Divulgação/GESP

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SP mantém dose extra contra sarampo para bebês em três cidades

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Recomendação vale para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias que vivem em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) manteve a recomendação da aplicação da dose zero da vacina tríplice viral para bebês com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

Segundo a pasta, a medida tem como objetivo ampliar a proteção contra o sarampo em áreas consideradas prioritárias. A dose é complementar e não substitui o esquema regular previsto no Calendário Nacional de Vacinação.

Quem deve receber a dose?

A recomendação é destinada a:

  • bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias que moram em São Paulo, Guarulhos ou São Bernardo do Campo;
  • crianças da mesma faixa etária que tenham tido contato com casos suspeitos ou confirmados de sarampo, quando houver indicação em ações de bloqueio vacinal.

Após receber a dose zero, a criança deverá seguir normalmente o calendário de vacinação:

  • 12 meses: primeira dose da vacina tríplice viral;
  • 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral.

Cobertura vacinal está abaixo da meta

A Secretaria da Saúde também orienta que crianças, adolescentes e adultos verifiquem a situação vacinal e atualizem a caderneta, caso necessário.

Neste ano, a cobertura da primeira dose da tríplice viral é de 77,5%, enquanto a segunda dose alcança 65,5%. A meta estabelecida para ambas é de 95%.

Quem mais deve se vacinar?

Além da dose zero para bebês, o calendário prevê:

  • crianças: duas doses, aos 12 e 15 meses;
  • pessoas de 5 a 29 anos: duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias;
  • pessoas de 30 a 59 anos: uma dose;
  • trabalhadores da saúde: duas doses, independentemente da idade.

A Secretaria reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra o sarampo e orienta a população a procurar a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal.

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Casos de sarampo em SP reforçam alerta para vacinação; veja quem deve se imunizar

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Secretaria da Saúde orienta população a atualizar a caderneta de vacinação e destaca que a imunização continua sendo a principal forma de prevenção

A confirmação de casos de sarampo no Estado de São Paulo em 2026 levou a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) a reforçar o alerta para que a população mantenha a vacinação em dia. A recomendação é que crianças, adolescentes e adultos verifiquem a caderneta de vacinação e procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) caso tenham dúvidas sobre o esquema vacinal.

A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e continua sendo a principal medida para prevenir a doença e reduzir a circulação do vírus.

Quem deve tomar a vacina

A recomendação varia conforme a faixa etária:

  • Bebês de 6 a 11 meses e 29 dias: podem receber a chamada dose zero da tríplice viral se residirem nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Essa aplicação não substitui as doses previstas no calendário de vacinação.
  • Crianças de 12 meses: devem receber a primeira dose da vacina.
  • Crianças de 15 meses: devem completar o esquema vacinal com a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral ou conforme disponibilidade da rede pública.
  • Pessoas de 1 a 29 anos: precisam ter duas doses registradas da vacina com componente contra o sarampo.
  • Adultos de 30 a 59 anos: devem ter pelo menos uma dose registrada.
  • Profissionais da saúde: devem manter duas doses da vacina, conforme orientação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Quem não possui comprovante de vacinação ou não sabe se recebeu as doses deve procurar uma UBS para avaliação.

Quais são os sintomas do sarampo?

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Os principais sintomas são:

  • febre alta;
  • manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo;
  • tosse;
  • coriza;
  • conjuntivite;
  • mal-estar intenso.

Segundo a Secretaria da Saúde, em alguns casos a doença pode provocar complicações graves, como pneumonia, infecções de ouvido e inflamação no cérebro, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.

O que fazer em caso de suspeita?

Pessoas que apresentarem sintomas compatíveis com sarampo devem procurar atendimento médico para avaliação e realização dos exames necessários.

A orientação é evitar contato com outras pessoas até a avaliação médica e informar aos profissionais de saúde se houve viagens recentes, contato com casos suspeitos ou confirmação da situação vacinal.

Vacina está disponível gratuitamente

A vacina tríplice viral pode ser encontrada gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o Estado de São Paulo.

Antes de comparecer à unidade, a Secretaria da Saúde recomenda verificar o horário de funcionamento da UBS do município e levar, sempre que possível, a caderneta de vacinação e um documento de identificação.

A pasta reforça que manter altas coberturas vacinais é a estratégia mais eficaz para impedir a circulação do vírus e proteger toda a comunidade.

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SP confirma 13 casos de sarampo e reforça alerta para vacinação

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Secretaria da Saúde orienta população a manter a caderneta em dia; imunização é a principal forma de prevenção

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) reforçou a importância da vacinação contra o sarampo após a confirmação de 13 casos da doença no estado em 2026.

Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), a imunização continua sendo a medida mais eficaz para interromper a circulação do vírus e proteger a população.

Os casos confirmados neste ano envolvem bebês de até 1 ano e adultos entre 20 e 50 anos, demonstrando que a doença pode atingir diferentes faixas etárias.

Dose extra para bebês

Desde junho, a Secretaria da Saúde recomenda a aplicação da chamada dose zero da vacina tríplice viral para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

A medida busca ampliar a proteção diante do atual cenário epidemiológico.

A pasta ressalta que essa dose não substitui o calendário regular de vacinação.

Após receber a dose zero, a criança deverá seguir normalmente o esquema previsto pelo Programa Nacional de Imunizações:

  • 12 meses: primeira dose da vacina tríplice viral;
  • 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral.

Quem deve se vacinar

Além dos bebês contemplados pela recomendação da dose zero, a Secretaria orienta que pessoas com vacinação incompleta procurem uma unidade de saúde para verificar a situação vacinal.

As recomendações são:

  • Crianças de 12 meses: primeira dose da tríplice viral;
  • Crianças de 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a tetraviral;
  • Pessoas de 5 a 29 anos: duas doses da vacina tríplice viral;
  • Pessoas de 30 a 59 anos: uma dose;
  • Profissionais da saúde: duas doses, independentemente da idade.

População deve conferir a caderneta

A Secretaria da Saúde orienta pais, responsáveis, adolescentes e adultos a verificarem a caderneta de vacinação e, caso necessário, procurarem a unidade de saúde mais próxima para atualizar o esquema vacinal.

Segundo o órgão, manter a vacinação em dia é a principal estratégia para evitar novos casos e impedir a circulação do vírus.

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Foto: Tomaz Silva/Ag. Brasil

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São Paulo recomenda dose extra da vacina contra sarampo após novos casos da doença

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O Governo de São Paulo passou a recomendar a aplicação da chamada “dose zero” da vacina tríplice viral para bebês de 6 a 11 meses e 29 dias que vivem na capital paulista e em Guarulhos. A medida foi adotada após a confirmação de mais três casos de sarampo no estado nesta sexta-feira (26).

Com as novas confirmações, São Paulo soma cinco casos da doença em 2026. Os pacientes mais recentes são duas crianças e um bebê, sem histórico de viagens. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), dois deles não haviam sido vacinados. Todos evoluíram para a cura.

A dose zero é uma estratégia preventiva utilizada em situações de maior risco de circulação do vírus e não substitui o calendário regular de vacinação. As crianças que receberem essa dose deverão ser vacinadas novamente aos 12 meses e aos 15 meses, conforme prevê o Programa Nacional de Imunizações.

Além da recomendação para a vacinação antecipada, a Secretaria de Estado da Saúde intensificou as ações de bloqueio vacinal e ampliou a imunização em locais de grande circulação, como aeroportos, terminais rodoviários, estações de metrô e trens, para reduzir o risco de disseminação da doença.

Apesar dos registros deste ano, o Brasil mantém o certificado de país livre do sarampo, reconquistado em 2024. No entanto, as autoridades sanitárias alertam que o fluxo internacional de viajantes e a ocorrência de casos em outros países aumentam o risco de reintrodução do vírus.

A Secretaria reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção. Atualmente, a cobertura vacinal em São Paulo está em 85,32% para a primeira dose e 72,06% para a segunda, índices considerados abaixo da meta recomendada para garantir a proteção coletiva.

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Foto: Tomaz Silva/Ag. Brasil

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São Paulo tem primeiro caso de sarampo em 2026

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Um bebê de seis meses, uma menina, é a primeira pessoa a contrair sarampo em São Paulo, segundo informa a Secretaria de Estado da Saúde paulista. A bebe, que não foi vacinada, esteve na Bolívia em janeiro deste ano.

O caso foi registrado em fevereiro e confirmado por exames laboratoriais.

Em 2025 o estado de São Paulo teve dois casos importados de sarampo.

O governo do estado reforça que a melhor maneira de evitar ser contagiado pela doença é através da vacinação. A vacina contra o sarampo integra o Calendário Nacional de Vacinação e a primeira dose deve ser ministrada aos 12 meses de idade. A segunda dose deve ser dada aos 15 meses.

Também é necessário se vacinar entre os 5 e 29 anos, com duas doses no intervalo mínimo de 30 dias. Pessoas entre 30 e 59 anos devem tomar uma nova dose.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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SP alerta para importância da vacinação contra sarampo durante a temporada de cruzeiros no litoral paulista

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) emitiu um alerta aos serviços de saúde, autoridades portuárias e viajantes diante do aumento do risco de reintrodução do sarampo durante a temporada de cruzeiros 2025/2026 no litoral paulista. A medida considera a circulação internacional do vírus e a intensa movimentação de passageiros e tripulantes de diferentes nacionalidades.

A temporada de cruzeiros, iniciada em 26 de outubro de 2025, segue até 19 de abril de 2026. De acordo com a CLIA Brasil, mais de 670 mil viajantes devem embarcar em roteiros pelo país.

Em 2024, o Brasil reconquistou a certificação de eliminação do sarampo. No entanto, em 2025, já foram registrados 38 casos importados ou relacionados à importação no país, incluindo dois casos confirmados no estado de São Paulo até dezembro. Atualmente, há surtos ativos da doença em diversas regiões do mundo, o que exige vigilância contínua e atenção à situação vacinal da população.

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida pelo ar, especialmente em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas, como navios de cruzeiro. Os principais sintomas incluem febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele, que geralmente surgem entre sete e 14 dias após a exposição.

A SES-SP orienta que pessoas que planejam viajar, inclusive em cruzeiros marítimos ou participar de eventos de grande porte, verifiquem a caderneta de vacinação e garantam o esquema completo da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), preferencialmente com pelo menos 15 dias de antecedência da viagem. A imunização é a principal forma de prevenção da doença.

A Pasta também reforça a adoção de medidas de higiene durante as viagens, entre elas:

  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;

  • Lavar as mãos com frequência com água e sabão, ou então utilizar álcool em gel;

  • Não compartilhar copos, talheres e alimentos;

  • Procurar não levar as mãos à boca ou aos olhos;

  • Evitar aglomerações ou locais pouco arejados;

  • Manter os ambientes frequentados sempre limpos e ventilados;

  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.

    No retorno, caso surjam sintomas suspeitos até 30 dias após a viagem, como febre, manchas avermelhadas pelo corpo, acompanhadas de tosse ou coriza ou conjuntivite, a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde, informar o histórico de deslocamento e evitar a circulação em locais públicos.

Para os profissionais de saúde, a Secretaria destaca que o sarampo é uma doença de notificação compulsória imediata. Casos suspeitos devem ser comunicados à vigilância epidemiológica em até 24 horas, para adoção rápida das medidas de bloqueio e prevenção.

A SES-SP segue atuando de forma integrada com os municípios e demais órgãos envolvidos para proteger a população e evitar a reintrodução do sarampo no estado.


Fonte/foto: GESP

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Estado de São Paulo confirma segundo caso de sarampo em 2025

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O estado de São Paulo registrou o segundo caso de sarampo este ano. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, o paciente é um homem de 27 anos, morador da capital paulista, não vacinado e que havia viajado recentemente ao exterior. Segundo a pasta, ele já recebeu atendimento médico e teve alta.

O outro caso havia sido identificado em abril deste ano, também em um morador da capital paulista.

Entre janeiro e novembro deste ano, 37 casos de sarampo foram confirmados em todo o Brasil, segundo informações do Ministério da Saúde. Todos estes casos foram importados, ou seja, adquiridos em viagens, sem transmissão local do vírus.

O número de casos de sarampo vem se intensificando neste ano na região das Américas. Até o dia 7 de novembro de 2025, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), foram confirmados 12.596 casos de sarampo em dez países das Américas, com 28 óbitos, a maior parte deles registrados no México.

De acordo com a Opas, essa transmissão tem afetado principalmente comunidades com baixa cobertura vacinal: 89% dos casos ocorreram em pessoas não vacinadas ou com status vacinal desconhecido.

Sarampo e vacinação

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa e que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no mundo. A transmissão do vírus ocorre de pessoa a pessoa, por via aérea, seja ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

A doença é tão contagioso que um paciente infectado pode transmiti-la para 90% das pessoas próximas e que não estejam imunes. Por isso, a vacinação contra o sarampo é extremamente importante. A imunização é a principal forma de prevenção contra a doença.

Os principais sintomas do sarampo são manchas vermelhas no corpo e febre alta, acima de 38,5 graus, acompanhada de tosse, conjuntivite, nariz escorrendo ou mal-estar intenso. Os casos podem evoluir para complicações graves podendo causar diarreia intensa, infecções de ouvido, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). Algumas dessas complicações podem ser fatais.

Certificado

Em 2016, o Brasil havia recebido a certificação da eliminação do vírus que causa o sarampo. Segundo o Ministério da Saúde, nos anos de 2016 e 2017 não foram confirmados casos da doença, no entanto, em 2018, com o grande fluxo migratório associado às baixas coberturas vacinais, o vírus voltou a circular. Em 2019, o Brasil perdeu a certificação de “país livre do vírus do sarampo”, com o registro de mais de 21,7 mil casos.

Em junho de 2022, o país registrou o último caso endêmico de sarampo, no Amapá. Com isso, em novembro do ano passado, a Opas voltou a certificar o Brasil como livre da circulação do vírus, mesmo com o registro de casos importados da doença. Isso ocorreu porque o país conseguiu demonstrar que não houve transmissão do vírus do sarampo em território nacional por pelo menos um ano.

Em novembro passado, com a alta circulação do vírus, a Opas anunciou que a região das Américas perdeu a verificação de área livre da transmissão endêmica do sarampo. Apesar disso, o Ministério da Saúde informou que o Brasil ainda mantém a sua certificação internacional de país livre da circulação do vírus.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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