Santo André amplia vacinação de bebês após caso de sarampo

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Dose zero da tríplice viral passa a ser aplicada em crianças de 6 a 11 meses e 29 dias; São Paulo já soma 36 casos confirmados neste ano.

Bebês de 6 a 11 meses e 29 dias que vivem em Santo André, no ABC Paulista, passam a receber a chamada dose zero da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.

A estratégia foi adotada após a confirmação de um caso de sarampo no município e tem como objetivo ampliar a proteção de uma faixa etária mais vulnerável às complicações da doença.

A medida ocorre em meio ao aumento de casos de sarampo no Estado de São Paulo. Até o momento, são 36 casos confirmados em 2026, sendo 32 na capital, dois em São Bernardo do Campo, um em Guarulhos e um em Santo André.

Dose não substitui vacinação de rotina

A dose aplicada aos bebês menores de 1 ano é uma estratégia adicional de proteção e não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação.

A orientação de vigilância epidemiológica prevê a aplicação da tríplice viral em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias em situações de bloqueio vacinal. Nesses casos, a dose não é considerada válida para o esquema de rotina, sendo necessário seguir posteriormente o calendário regular.

Na vacinação de rotina, a tríplice viral faz parte da proteção oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A Prefeitura de Santo André também orienta que responsáveis levem a carteira de vacinação da criança ao procurar uma unidade de saúde.

Sarampo exige atenção

O sarampo é uma doença altamente transmissível e pode provocar complicações, principalmente em crianças pequenas. A ampliação temporária da vacinação busca reduzir o risco de transmissão após a identificação de um caso no município.

A estratégia adotada em Santo André também ocorre em um momento de atenção para a circulação da doença no Estado, com registros concentrados principalmente na capital paulista.

Para os pais e responsáveis, a recomendação é manter a carteira de vacinação atualizada e procurar uma unidade de saúde para receber orientação sobre a estratégia adotada no município.

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Campanha de vacinação termina na terça (1°) em SP; veja quem pode se vacinar

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Campanha atende crianças e adolescentes menores de 15 anos nos 645 municípios; vacinação contra o sarampo também foi ampliada em três cidades

A Campanha de Multivacinação entra na reta final em São Paulo. A ação segue até terça-feira (1º) nos 645 municípios do estado para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos.

No último sábado (22), durante o Dia D, foram aplicadas mais de 600 mil doses de diferentes vacinas em todo o estado, segundo dados preliminares do Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo (CVE-SP).

Pais e responsáveis ainda podem procurar uma unidade de saúde para conferir a situação vacinal e verificar quais doses estão indicadas para cada faixa etária.

Vacinação contra o sarampo

Além da campanha de multivacinação, São Paulo mantém uma estratégia específica de vacinação contra o sarampo na capital, em Guarulhos e em São Bernardo do Campo.

Nesses três municípios, pessoas de 6 meses a 59 anos podem receber a vacina contra a doença, independentemente do histórico vacinal, após avaliação da equipe de saúde.

A medida foi adotada após a confirmação de casos de sarampo no estado. Segundo o CVE-SP, foram registrados 26 casos, sendo 23 em moradores da capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Crianças menores de 2 anos foram o grupo mais atingido.

Para bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias, a vacinação contra o sarampo inclui a chamada dose zero, que funciona como proteção adicional e não substitui as doses previstas no calendário regular.

Como participar da campanha

A Campanha de Multivacinação é destinada a crianças e adolescentes menores de 15 anos.

Pais e responsáveis devem procurar uma unidade de saúde, preferencialmente levando a caderneta de vacinação. A equipe fará a conferência do histórico e indicará as doses necessárias.

As vacinas previstas no calendário são oferecidas gratuitamente pelo SUS. Os horários e os locais de atendimento devem ser consultados junto à prefeitura de cada município.

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Dia D de Multivacinação acontece neste sábado (22) em todo o estado de SP

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UBSs e pontos de vacinação dos 645 municípios paulistas estarão abertos das 8h às 17h para atualização da caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos

Pais e responsáveis devem ficar atentos: o estado de São Paulo realiza neste sábado (22) o Dia D da Campanha de Multivacinação, com ações nos 645 municípios paulistas.

As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e outros pontos de vacinação estarão abertos das 8h às 17h para que pais e responsáveis possam verificar a situação vacinal e atualizar a caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, mais de 6,2 milhões de doses foram distribuídas aos municípios paulistas para as ações da campanha.

Quais vacinas estarão disponíveis?

A campanha de multivacinação disponibiliza 20 imunizantes previstos no Calendário Nacional de Vacinação, com proteção contra diferentes doenças.

Entre as vacinas disponíveis estão:

  • BCG;
  • Hepatite B;
  • Poliomielite;
  • Rotavírus;
  • Pneumocócica;
  • Meningocócica;
  • Influenza;
  • Covid-19;
  • Febre amarela;
  • Tríplice viral;
  • Varicela;
  • DTP;
  • Hepatite A;
  • HPV.

Nesta edição, a campanha também conta com a Pneumo 20, incorporada ao calendário para ampliar a proteção de crianças menores de 5 anos contra doenças como pneumonia e meningite.

Sarampo terá vacinação reforçada em três cidades

Além da atualização da vacinação de crianças e adolescentes, o Dia D terá uma estratégia específica contra o sarampo na capital paulista, em Guarulhos e São Bernardo do Campo.

Nessas três cidades, a vacinação contra a doença será indicada para pessoas com idade entre 6 meses e 59 anos, independentemente do histórico vacinal, respeitando os intervalos recomendados entre as doses e as contraindicações.

A estratégia foi adotada após a confirmação de casos de sarampo no estado.

Em 2026, São Paulo registrou 23 casos confirmados da doença, sendo 20 na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos.

A campanha de multivacinação segue até o dia 1º de setembro.

Serviço

Dia D da Campanha de Multivacinação

Data: sábado, 22 de agosto
Horário: das 8h às 17h
Público principal: crianças e adolescentes menores de 15 anos
Local: UBSs e pontos de vacinação dos 645 municípios do estado de São Paulo

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São Paulo aplica mais de 1 milhão de vacinas em duas semanas

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Campanha de multivacinação registrou mais de 795 mil doses contra o sarampo; capital já confirmou 20 casos da doença em 2026

A cidade de São Paulo ultrapassou a marca de 1 milhão de doses de vacinas aplicadas desde o início da Campanha de Multivacinação – De Olho na Carteirinha 2026, iniciada no dia 3 de agosto.

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Até o último sábado (15), foram aplicadas 795.418 doses contra o sarampo e outras 252.382 de diferentes imunizantes, totalizando mais de 1,04 milhão de aplicações em pouco mais de duas semanas.

O resultado ocorre em meio à preocupação com os casos de sarampo registrados na capital. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, 20 pessoas tiveram a doença confirmada em São Paulo neste ano. Outros 376 casos seguem em investigação, enquanto 275 foram descartados. Até o momento, não há registro de mortes.

A campanha busca ampliar a vacinação contra o sarampo e, ao mesmo tempo, atualizar a caderneta de crianças, adolescentes, adultos e idosos.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, o número de doses aplicadas nas primeiras semanas reforça a importância da imunização como estratégia de prevenção contra o sarampo e outras doenças.

Dose para crianças de até 11 meses continua disponível

Além das doses previstas no calendário regular de vacinação, a capital mantém disponível a chamada dose zero contra o sarampo para crianças de 6 a 11 meses de idade.

Desde 29 de junho, foram aplicadas 43.281 doses nesse público. A Secretaria Municipal da Saúde ressalta que essa aplicação adicional não substitui as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação, que devem ser administradas aos 12 e aos 15 meses.

O secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, afirmou que a mobilização tem como objetivo ampliar a proteção da população e garantir que a caderneta de vacinação esteja atualizada.

Vacinas estão disponíveis em 483 UBSs

As vacinas são oferecidas nas 483 Unidades Básicas de Saúde da capital, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Aos sábados, o atendimento ocorre nas AMAs/UBSs Integradas, também no mesmo horário.

Para facilitar o acesso, a Prefeitura orienta os moradores a consultarem a plataforma De Olho na Fila, que informa as unidades com doses disponíveis durante o horário de funcionamento.

A unidade de saúde mais próxima também pode ser localizada pela plataforma Busca Saúde.

A recomendação é levar um documento de identificação e, sempre que possível, a caderneta de vacinação.

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Sarampo chega a 23 casos em SP e vacinação é reforçada na Grande São Paulo

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Moradores de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo entre 6 meses e 59 anos são orientados a procurar as UBSs; 16 dos pacientes não tinham vacinação ou estavam com esquema incompleto

O estado de São Paulo chegou a 23 casos confirmados de sarampo em 2026, levando as autoridades de saúde a reforçar a vacinação da população de 6 meses a 59 anos nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A estratégia foi adotada para reduzir o risco de disseminação do vírus e inclui a vacinação mesmo de pessoas que já tenham recebido doses anteriormente, conforme a orientação epidemiológica.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), dois dos casos são importados e os demais estão relacionados à importação, embora a fonte de infecção ainda não tenha sido identificada. Entre os 23 pacientes, 16 não tinham histórico de vacinação ou apresentavam esquema vacinal incompleto, cenário que reforça a preocupação das autoridades com a existência de pessoas suscetíveis à doença.

A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A orientação também deve ser observada por quem mora em outros municípios, mas trabalha, estuda ou pretende passar temporariamente por São Paulo, Guarulhos ou São Bernardo do Campo, devido à intensa circulação de pessoas entre as cidades da região metropolitana.

A recomendação de vacinação indiscriminada foi adotada nos três municípios que concentram os casos como uma medida para ampliar rapidamente a proteção da população e dificultar a formação de novas cadeias de transmissão. O Ministério da Saúde já havia orientado, em julho, a ampliação da vacinação para pessoas de 6 meses a 59 anos nessas três cidades.

Quem deve tomar a vacina contra o sarampo

A vacina utilizada para proteção contra o sarampo é a tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola. No cenário atual, a estratégia adotada nos municípios com recomendação específica amplia a vacinação para a faixa de 6 meses a 59 anos.

Para bebês entre 6 e 11 meses, a dose aplicada em situações de risco epidemiológico é conhecida como dose zero. Ela não substitui as doses previstas no calendário de rotina, que devem continuar sendo aplicadas posteriormente.

Na rotina de vacinação, crianças recebem as doses previstas pelo Programa Nacional de Imunizações, enquanto adolescentes e adultos devem verificar o histórico vacinal para identificar a necessidade de iniciar ou completar o esquema. Em São Paulo, a recomendação publicada pela Secretaria Municipal de Saúde prevê duas doses para pessoas de 12 meses a 29 anos e uma dose para a faixa de 30 a 59 anos, conforme o histórico de vacinação.

A recomendação é que o cidadão leve a caderneta de vacinação à UBS para que um profissional de saúde avalie quais doses são necessárias. A vacina é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Há, porém, situações em que a vacinação não é indicada. Gestantes não devem receber a tríplice viral, por se tratar de uma vacina produzida com vírus atenuados. Pessoas com imunodeficiência grave ou histórico de reação alérgica grave a algum componente da fórmula também precisam de avaliação específica.

Já mulheres que estão amamentando podem ser vacinadas normalmente. A amamentação não precisa ser interrompida após a aplicação do imunizante.

Por que o sarampo voltou a preocupar

O sarampo é uma das doenças infecciosas de maior transmissibilidade. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus para várias pessoas não imunizadas, o que torna a manutenção de uma cobertura vacinal elevada uma das principais estratégias para evitar surtos.

A atual situação em São Paulo está relacionada à circulação de vírus introduzidos por pessoas infectadas fora do país e à presença de grupos sem vacinação ou com esquemas incompletos. O Ministério da Saúde destaca que o intenso fluxo internacional de pessoas aumenta o risco de reintrodução do vírus, especialmente em locais onde a cobertura vacinal não alcança níveis considerados adequados.

Apesar do aumento de casos, o Brasil mantém o status de país livre da circulação endêmica do sarampo. O Ministério da Saúde ressalta que casos isolados ou importados não significam, por si só, o retorno da doença como problema de saúde pública, mas exigem vigilância e manutenção de altas coberturas vacinais.

A vice-presidente da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm-SP), Melissa Palmier, explica que o controle depende de uma resposta rápida das autoridades diante de casos suspeitos e confirmados. Entre as medidas estão a identificação dos contatos e o chamado bloqueio vacinal, com o objetivo de interromper a transmissão.

A atenção é especialmente importante diante dos sintomas característicos da doença. Febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza e conjuntivite estão entre os principais sinais. Em caso de suspeita, a orientação é procurar atendimento de saúde e informar possíveis viagens ou contato com pessoas que tenham circulado em locais com transmissão do vírus.

A situação reforça a importância de conferir a caderneta de vacinação, especialmente para quem circula diariamente entre os municípios da Grande São Paulo. A vacinação continua sendo a principal medida de prevenção contra o sarampo e está disponível gratuitamente na rede pública.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Metrô de SP terá vacinação contra sarampo em cinco estações

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Passageiros do Metrô de São Paulo poderão aproveitar o deslocamento pela cidade para atualizar a vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola. Uma campanha realizada em parceria entre o Metrô e a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) terá postos em cinco estações entre os dias 10 e 28 de agosto.

A iniciativa busca ampliar o acesso à imunização e facilitar a atualização da situação vacinal da população. A vacinação é apontada como a principal forma de prevenção contra o sarampo, doença de alta transmissibilidade que pode provocar complicações graves.

A campanha terá ações em diferentes dias e horários nas estações Tucuruvi, Vila Prudente, Vila Matilde, Corinthians-Itaquera e São Mateus.

Tucuruvi terá período maior de vacinação

A Estação Tucuruvi, na Zona Norte, terá atendimento entre os dias 10 e 14 e de 17 a 21 de agosto, das 10h às 16h.

Segundo as informações da campanha, a região registra casos recentes de sarampo, o que aumenta a importância da vacinação como medida de prevenção e controle da doença.

Nas estações Corinthians-Itaquera e São Mateus, os postos funcionarão nos dias 17, 19 e 21 de agosto, das 10h às 20h.

Já na Estação Vila Prudente, a vacinação será realizada entre 17 e 21 de agosto, das 10h às 16h. Na Vila Matilde, o atendimento ocorrerá nos dias 27 e 28 de agosto, também das 10h às 16h.

A recomendação é que a população mantenha a caderneta de vacinação atualizada, contribuindo para reduzir o risco de transmissão e evitar novos casos.

Onde haverá vacinação

EstaçãoDatasHorário
Tucuruvi10 a 14 e 17 a 21 de agosto10h às 16h
Vila Prudente17 a 21 de agosto10h às 16h
Corinthians-Itaquera17, 19 e 21 de agosto10h às 20h
São Mateus17, 19 e 21 de agosto10h às 20h
Vila Matilde27 e 28 de agosto10h às 16h

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Foto: Flickr/Cia Metrô de SP

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SP inicia campanha para atualizar vacinação de crianças e adolescentes na segunda

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Mobilização acontece nos 645 municípios paulistas e busca colocar em dia a caderneta de vacinação de menores de 15 anos

O Governo de São Paulo inicia na próxima segunda-feira (3) a Campanha de Multivacinação para atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A ação será realizada nos 645 municípios paulistas e tem como objetivo identificar e aplicar as doses em atraso previstas no Calendário Nacional de Vacinação.

Pais e responsáveis devem levar os filhos até uma Unidade Básica de Saúde (UBS) com a caderneta de vacinação para que as equipes avaliem a necessidade de novas doses. Os horários de atendimento serão definidos por cada município.

Vacinação contra o sarampo será ampliada

Além da campanha de multivacinação, o Governo do Estado adotará uma estratégia especial de combate ao sarampo na capital paulista, em Guarulhos e São Bernardo do Campo.

Nessas três cidades, a vacina tríplice viral será oferecida a pessoas entre 6 meses e 59 anos, independentemente da situação vacinal.

A medida foi anunciada após a confirmação do 15º caso de sarampo em São Paulo neste ano. O caso mais recente foi registrado em Guarulhos e envolve uma criança que não havia sido vacinada.

Cobertura vacinal segue abaixo da meta

Dados preliminares da Secretaria de Estado da Saúde apontam cobertura de 77,5% para a primeira dose da vacina tríplice viral e de 65,5% para a segunda dose, índices abaixo da meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Segundo a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), Tatiana Lang, manter a caderneta atualizada é fundamental para prevenir doenças imunopreveníveis e reduzir o risco de transmissão do sarampo.

Diversas vacinas estarão disponíveis

Durante a campanha, as Unidades Básicas de Saúde disponibilizarão todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação, conforme a idade e o histórico de cada paciente.

Entre os imunizantes oferecidos estão vacinas contra hepatite B, poliomielite, meningite, influenza, Covid-19, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela, hepatite A e HPV, entre outras.

A Secretaria de Estado da Saúde também mantém o portal Vacina 100 Dúvidas, que reúne informações sobre segurança, eficácia e esclarecimentos sobre os principais questionamentos relacionados à vacinação.

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SP mantém dose extra contra sarampo para bebês em três cidades

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Recomendação vale para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias que vivem em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) manteve a recomendação da aplicação da dose zero da vacina tríplice viral para bebês com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

Segundo a pasta, a medida tem como objetivo ampliar a proteção contra o sarampo em áreas consideradas prioritárias. A dose é complementar e não substitui o esquema regular previsto no Calendário Nacional de Vacinação.

Quem deve receber a dose?

A recomendação é destinada a:

  • bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias que moram em São Paulo, Guarulhos ou São Bernardo do Campo;
  • crianças da mesma faixa etária que tenham tido contato com casos suspeitos ou confirmados de sarampo, quando houver indicação em ações de bloqueio vacinal.

Após receber a dose zero, a criança deverá seguir normalmente o calendário de vacinação:

  • 12 meses: primeira dose da vacina tríplice viral;
  • 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral.

Cobertura vacinal está abaixo da meta

A Secretaria da Saúde também orienta que crianças, adolescentes e adultos verifiquem a situação vacinal e atualizem a caderneta, caso necessário.

Neste ano, a cobertura da primeira dose da tríplice viral é de 77,5%, enquanto a segunda dose alcança 65,5%. A meta estabelecida para ambas é de 95%.

Quem mais deve se vacinar?

Além da dose zero para bebês, o calendário prevê:

  • crianças: duas doses, aos 12 e 15 meses;
  • pessoas de 5 a 29 anos: duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias;
  • pessoas de 30 a 59 anos: uma dose;
  • trabalhadores da saúde: duas doses, independentemente da idade.

A Secretaria reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra o sarampo e orienta a população a procurar a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal.

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Casos de sarampo em SP reforçam alerta para vacinação; veja quem deve se imunizar

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Secretaria da Saúde orienta população a atualizar a caderneta de vacinação e destaca que a imunização continua sendo a principal forma de prevenção

A confirmação de casos de sarampo no Estado de São Paulo em 2026 levou a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) a reforçar o alerta para que a população mantenha a vacinação em dia. A recomendação é que crianças, adolescentes e adultos verifiquem a caderneta de vacinação e procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) caso tenham dúvidas sobre o esquema vacinal.

A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e continua sendo a principal medida para prevenir a doença e reduzir a circulação do vírus.

Quem deve tomar a vacina

A recomendação varia conforme a faixa etária:

  • Bebês de 6 a 11 meses e 29 dias: podem receber a chamada dose zero da tríplice viral se residirem nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Essa aplicação não substitui as doses previstas no calendário de vacinação.
  • Crianças de 12 meses: devem receber a primeira dose da vacina.
  • Crianças de 15 meses: devem completar o esquema vacinal com a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral ou conforme disponibilidade da rede pública.
  • Pessoas de 1 a 29 anos: precisam ter duas doses registradas da vacina com componente contra o sarampo.
  • Adultos de 30 a 59 anos: devem ter pelo menos uma dose registrada.
  • Profissionais da saúde: devem manter duas doses da vacina, conforme orientação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Quem não possui comprovante de vacinação ou não sabe se recebeu as doses deve procurar uma UBS para avaliação.

Quais são os sintomas do sarampo?

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Os principais sintomas são:

  • febre alta;
  • manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo;
  • tosse;
  • coriza;
  • conjuntivite;
  • mal-estar intenso.

Segundo a Secretaria da Saúde, em alguns casos a doença pode provocar complicações graves, como pneumonia, infecções de ouvido e inflamação no cérebro, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.

O que fazer em caso de suspeita?

Pessoas que apresentarem sintomas compatíveis com sarampo devem procurar atendimento médico para avaliação e realização dos exames necessários.

A orientação é evitar contato com outras pessoas até a avaliação médica e informar aos profissionais de saúde se houve viagens recentes, contato com casos suspeitos ou confirmação da situação vacinal.

Vacina está disponível gratuitamente

A vacina tríplice viral pode ser encontrada gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o Estado de São Paulo.

Antes de comparecer à unidade, a Secretaria da Saúde recomenda verificar o horário de funcionamento da UBS do município e levar, sempre que possível, a caderneta de vacinação e um documento de identificação.

A pasta reforça que manter altas coberturas vacinais é a estratégia mais eficaz para impedir a circulação do vírus e proteger toda a comunidade.

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SP confirma 13 casos de sarampo e reforça alerta para vacinação

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Secretaria da Saúde orienta população a manter a caderneta em dia; imunização é a principal forma de prevenção

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) reforçou a importância da vacinação contra o sarampo após a confirmação de 13 casos da doença no estado em 2026.

Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), a imunização continua sendo a medida mais eficaz para interromper a circulação do vírus e proteger a população.

Os casos confirmados neste ano envolvem bebês de até 1 ano e adultos entre 20 e 50 anos, demonstrando que a doença pode atingir diferentes faixas etárias.

Dose extra para bebês

Desde junho, a Secretaria da Saúde recomenda a aplicação da chamada dose zero da vacina tríplice viral para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

A medida busca ampliar a proteção diante do atual cenário epidemiológico.

A pasta ressalta que essa dose não substitui o calendário regular de vacinação.

Após receber a dose zero, a criança deverá seguir normalmente o esquema previsto pelo Programa Nacional de Imunizações:

  • 12 meses: primeira dose da vacina tríplice viral;
  • 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral.

Quem deve se vacinar

Além dos bebês contemplados pela recomendação da dose zero, a Secretaria orienta que pessoas com vacinação incompleta procurem uma unidade de saúde para verificar a situação vacinal.

As recomendações são:

  • Crianças de 12 meses: primeira dose da tríplice viral;
  • Crianças de 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a tetraviral;
  • Pessoas de 5 a 29 anos: duas doses da vacina tríplice viral;
  • Pessoas de 30 a 59 anos: uma dose;
  • Profissionais da saúde: duas doses, independentemente da idade.

População deve conferir a caderneta

A Secretaria da Saúde orienta pais, responsáveis, adolescentes e adultos a verificarem a caderneta de vacinação e, caso necessário, procurarem a unidade de saúde mais próxima para atualizar o esquema vacinal.

Segundo o órgão, manter a vacinação em dia é a principal estratégia para evitar novos casos e impedir a circulação do vírus.

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