Governo de SP sanciona lei que isenta IPVA para motos de até 180 cilindradas

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sancionou nesta terça-feira (23) a lei que isenta motocicletas, ciclomotores e motonetas com até 180 cilindradas — de propriedade de pessoas físicas — do pagamento de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

A isenção já vale para 2026 para os veículos que estejam em situação regular de registro e de licenciamento. A medida beneficia milhões de motociclistas e tem forte impacto no orçamento de quem utiliza a moto como instrumento de trabalho, especialmente entregadores e prestadores de serviço do estado de São Paulo.

“Sancionei o projeto de lei que isenta de IPVA as motos de até 180 cilindradas e que trará alívio ao orçamento principalmente dos profissionais de entrega, que diariamente contribuem para o desenvolvimento do Estado. Para muitos trabalhadores, a motocicleta é uma ferramenta fundamental de trabalho, sustento e locomoção. A isenção foi estruturada com responsabilidade fiscal, com foco em apoiar quem mais precisa, sem comprometer o equilíbrio das contas públicas”, afirma o governador.

Após a sanção do projeto, o número de motos isentas do pagamento do IPVA no estado pode chegar a 4,3 milhões, ou 76,3% de toda a frota que circula pelo estado de São Paulo. Atualmente, a frota total é de 5,7 milhões de motocicletas.

A sanção alterou a Lei nº 13.296/2008, que regulamenta a cobrança do IPVA no Estado. O projeto considera o papel social e econômico das motocicletas no Estado e foi planejado com base nas projeções fiscais, na atualização da Tabela Fipe para 2026, além de atender à Lei de Responsabilidade Fiscal.

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Fonte: GESP | Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Compras de última hora aquecem o comércio e impulsionam vendas de Natal em São Paulo

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O comércio da região central de São Paulo vive dias de forte movimento com as compras de Natal feitas na reta final antes da data comemorativa. No Brás, lojistas relatam ruas cheias desde as primeiras horas da manhã, impulsionadas tanto por consumidores que deixaram para comprar na última hora quanto por trocas de presentes.

“O movimento nesses últimos dias está espetacular, muita gente na rua desde cedo”, afirma Lauro Pimenta, vice-presidente da Alobrás (Associação de Lojistas do Brás). Segundo ele, além das novas compras, as trocas ajudam a aquecer ainda mais as vendas. “Quem vem trocar acaba levando mais alguma coisa.”

Levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), aponta que cerca de 12 milhões de consumidores devem comprar presentes nas últimas horas antes do Natal nas 27 capitais do país. O estudo indica que promoções de fim de ano e a espera pelo salário ou pela segunda parcela do 13º explicam a decisão de adiar as compras. A recomendação é definir um teto de gastos para evitar excessos.

No Brás, o desempenho de 2025 supera o do ano passado, tanto em fluxo quanto em valores. “O ticket médio subiu. Em 2024 era cerca de R$ 175; neste ano passou para R$ 190, o que impacta diretamente o faturamento”, diz Pimenta. A Alobrás estima crescimento de aproximadamente 10% nas vendas entre seus 1,2 mil associados. Na primeira quinzena de dezembro, a alta já havia sido de 8% em relação ao mesmo período de 2024.

O bom resultado também se repete em centros de compras da região. Antônio Almeida, diretor de marketing do Mega Plaza Shopping, destaca crescimento de 50% no fluxo de pessoas durante o período natalino e aumento superior a 15% no faturamento. O ticket médio no local gira em torno de R$ 250.

“Ampliamos o número de lojas e diversificamos os segmentos, com opções como cama, mesa e banho, decoração, ferramentas, maquiagem e lingerie. Isso melhorou o mix e explica o crescimento”, afirma Almeida.

Com ruas cheias, tíquetes maiores e expectativa de vendas em alta, o varejo do centro paulistano fecha 2025 com desempenho acima do registrado antes mesmo da pandemia.

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Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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Rodoanel Norte começa a operar e promete tirar 10 mil caminhões das marginais de SP

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O Governo de São Paulo entregou nesta segunda-feira (22) a primeira metade do trecho norte do Rodoanel Mário Covas, entre os quilômetros 129 e 153, ligando as rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias. A operação do novo trecho tem início nesta terça-feira (23) e marca um avanço histórico após seis anos de obras paralisadas.

Retomada em abril de 2024, a construção foi acelerada e entregue seis meses antes do prazo previsto. Com a liberação do trecho, a expectativa é reduzir congestionamentos, melhorar a fluidez do trânsito e retirar cerca de 10 mil caminhões por dia das marginais Tietê e Pinheiros, além de contribuir para a redução da poluição e do tempo de deslocamento.

“O Rodoanel começa a ser concluído quase 30 anos depois de sua concepção. Essa obra parecia impossível, mas estamos mostrando que não é”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas durante a entrega.

O trecho 1 do Rodoanel Norte possui 24 quilômetros de extensão, com três faixas de rolamento, quatro túneis que somam dois quilômetros, além de pontes e viadutos. A previsão é de circulação diária de aproximadamente 40 mil veículos, sendo mais da metade caminhões e carretas.

A rodovia contará com Base de Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), Centro de Controle de Operações (CCO), base da Polícia Militar Rodoviária, além de quatro passagens subterrâneas de fauna monitoradas, voltadas à preservação ambiental.

As obras são executadas pela concessionária Via SP Serra. O trecho norte completo terá 44 quilômetros, passando por São Paulo, Guarulhos e Arujá. A segunda etapa, que seguirá até a Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, na capital, tem previsão de entrega para o segundo semestre de 2026.

O investimento total no Rodoanel Norte é de cerca de R$ 3,4 bilhões, sendo R$ 1,35 bilhão do Estado e R$ 2 bilhões da concessionária, com geração estimada de 10 mil empregos diretos e indiretos. O projeto integra o programa SP pra Toda Obra, o maior pacote de investimentos viários da história paulista.

A via também contará com tecnologia de ponta, incluindo 32 câmeras, painéis de mensagens, cobertura 4G em todo o trajeto — inclusive nos túneis — e o sistema de pedágio eletrônico Siga Fácil, supervisionado pela Artesp, que permite cobrança proporcional ao trecho percorrido e oferece desconto para usuários com tag.

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Foto: Paulo Guereta/GESP

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Rodízio de veículos é suspenso em São Paulo até 9 de janeiro

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A Prefeitura de São Paulo suspendeu, a partir desta segunda-feira (22), o Rodízio Municipal de Veículos para automóveis leves. A decisão foi tomada em razão da redução do fluxo de veículos no período de fim de ano, segundo informou a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

De acordo com a prefeitura, a suspensão segue válida até sexta-feira, 9 de janeiro de 2026. A partir de segunda-feira, dia 12 de janeiro, o rodízio volta a ser aplicado normalmente na capital paulista.

Apesar da liberação para veículos leves, permanecem em vigor as restrições para veículos pesados, como caminhões. Continuam válidas a Zona de Máxima Restrição à Circulação de Caminhões (ZMRC) e a Zona de Máxima Restrição ao Fretamento (ZMRF), conforme a regulamentação municipal.

O Rodízio Municipal, também conhecido como Operação Horário de Pico, limita a circulação de veículos no Anel Viário da cidade nos períodos das 7h às 10h e das 17h às 20h. Durante esses horários, a restrição atinge o chamado Centro Expandido.

Essa área compreende vias de grande circulação, como as marginais Tietê e Pinheiros, as avenidas dos Bandeirantes, Afonso D’Escragnolle Taunay, Tancredo Neves, Professor Luiz Inácio de Anhaia Melo e Salim Farah Maluf, além do Complexo Viário Maria Maluf e do Viaduto Grande São Paulo.

A prefeitura reforça que, fora do período de suspensão, motoristas que desrespeitam o rodízio cometem infração média, conforme o Código de Trânsito Brasileiro. A penalidade prevê multa de R$ 130,16 e o acréscimo de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

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Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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IPVA 2026 em SP tem carro avaliado em R$ 18,2 milhões; valores já podem ser consultados online

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Os proprietários de veículos no estado de São Paulo já podem consultar o valor venal que servirá de base para o cálculo do IPVA 2026. A consulta está disponível no Sistema de Veículos (Sivei), ferramenta simplificada da Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo, na qual basta informar a placa do automóvel. Nas próximas semanas, o imposto estará liberado para pagamento na rede bancária.

De acordo com levantamento divulgado pelo Governo do Estado de São Paulo, o maior valor venal registrado para 2026 é de um automóvel Ferrari Daytona SP3, ano 2023, avaliado em R$ 18.291.927. O IPVA desse veículo chega a R$ 731.677,08, o maior do estado. Já o menor valor de IPVA para automóveis é de R$ 217,16, referente a um veículo avaliado em R$ 5.429.

Os dados constam em pesquisa encomendada à Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, que analisou 13.571 modelos e versões de veículos, com base nos preços praticados no varejo nos meses de setembro e outubro de 2025. Em comparação com o mesmo período de 2024, houve valorização média de 2,51% nos preços de mercado.

Atualmente, a frota paulista soma cerca de 30,1 milhões de veículos. Desse total, aproximadamente 19,2 milhões estão sujeitos ao pagamento do IPVA, enquanto 9,9 milhões são isentos por terem mais de 20 anos de fabricação. Outros cerca de 1 milhão de veículos são isentos, imunes ou dispensados, como os pertencentes a taxistas, pessoas com deficiência, entidades sem fins lucrativos e veículos oficiais.

As alíquotas permanecem inalteradas em 2026: 4% para carros de passeio; 2% para motocicletas e similares, caminhonetes cabine simples, ônibus, micro-ônibus e maquinário pesado; 1,5% para caminhões; e 1% para veículos de locadoras registrados no estado.

Uma das principais novidades para 2026 é a proposta do governo estadual que prevê a isenção do IPVA para motocicletas, ciclomotores e motonetas de até 150 cilindradas pertencentes a pessoas físicas, desde que estejam em situação regular. O projeto foi enviado à Assembleia Legislativa em regime de urgência e, se aprovado, deve beneficiar milhões de paulistas, especialmente trabalhadores que utilizam a moto como instrumento de renda.

O calendário de pagamento prevê desconto de 3% para quem quitar o imposto em cota única no mês de janeiro. Também será possível pagar em cota única em fevereiro, sem desconto, ou parcelar em até cinco vezes, de janeiro a maio, conforme o final da placa. Caminhões possuem calendário diferenciado, com prazos que se estendem até setembro.

O pagamento pode ser feito com o número do Renavam, pela rede bancária credenciada. O Pix, gerado exclusivamente no site da Sefaz-SP, é apontado como a forma preferencial, com confirmação imediata. Também seguem disponíveis os pagamentos via internet banking, terminais de autoatendimento, casas lotéricas e cartão de crédito em empresas credenciadas.

Em caso de atraso, o contribuinte fica sujeito a multa diária de 0,33% e juros pela taxa Selic. Após 60 dias, a multa chega a 20%, e a dívida pode ser inscrita na Dívida Ativa, além de impedir o licenciamento do veículo.

Todas as informações detalhadas sobre valores venais, calendário e formas de pagamento do IPVA 2026 podem ser consultadas diretamente no portal da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.

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Foto: Joédson Alves/Ag. Brasil

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Natal e Ano Novo devem movimentar mais de 40 milhões de veículos nas rodovias estaduais

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Os feriados de Natal e Ano Novo devem intensificar significativamente o tráfego nas rodovias concedidas do Estado de São Paulo. A previsão das concessionárias indica a circulação de mais de 40,5 milhões de veículos ao longo dos dois períodos — cerca de 20,8 milhões entre 23 e 29 de dezembro e 19,8 milhões entre 30 de dezembro e 5 de janeiro.

Para atender à demanda elevada, as concessionárias colocam em prática o Planejamento Operacional Especial (POE), com operação em capacidade plena ao longo de todo o período. As equipes do Serviço de Atendimento ao Usuário, Centros de Controle Operacional (CCO) e Praças de Pedágio atuarão reforçadas, com possibilidade de incremento de efetivo conforme a necessidade.

No Sistema Anchieta-Imigrantes, haverá aumento de recursos operacionais, como guinchos e equipes de inspeção de tráfego, além da possibilidade de operações especiais de reversão de pistas na Serra, como os esquemas 7×3 e 2×8, de acordo com a demanda. Já a Rodovia dos Tamoios manterá o esquema padrão com duas faixas para subida e duas para descida. Outras rodovias de acesso ao litoral, como a SP-055 e a SP-098, também poderão contar com operações especiais para melhoria da fluidez.

Principais volumes previstos

Entre os corredores com maior fluxo esperado, destacam-se os sistemas administrados pela AutoBan, que projeta mais de 6 milhões de veículos somados entre Natal e Ano Novo, o Rodoanel Oeste, que deve receber cerca de 2,8 milhões e o Sistema Anchieta-Imigrantes, que pode ultrapassar 2,2 milhões. Também são esperados volumes expressivos em rodovias operadas por Ecopistas, SPMar, Raposo Castello e EixoSP.

Operação e segurança

O monitoramento das rodovias será realizado 24 horas por dia, de forma integrada com a Polícia Militar Rodoviária, por meio de câmeras, sistemas de detecção automática de incidentes, painéis de mensagens variáveis (PMVs), telefones de emergência, aplicativos e redes sociais. Viaturas operacionais serão posicionadas em locais estratégicos, ampliando a agilidade no atendimento e a sensação de segurança do usuário.

As Praças de Pedágio operarão com capacidade total e poderão contar com reforço operacional, abertura de cabines adicionais e uso de papa-filas nos horários de pico. O tráfego de cargas especiais também será restrito conforme o volume de veículos, em alinhamento com o DER-SP e a Polícia Militar Rodoviária.

Conforto ao usuário

Os Postos de Atendimento ao Usuário e as Áreas de Descanso para Caminhoneiros permanecerão abertos durante todo o período, oferecendo estrutura completa, como banheiros, bebedouros e áreas de descanso, seguindo os protocolos sanitários vigentes.

Ao longo dos feriados, as concessionárias também farão divulgação constante das condições de tráfego por meio de seus canais oficiais, rádios locais, sites e redes sociais, além do envio de informações ao Centro de Controle Multimodal da ARTESP, garantindo transparência e apoio ao planejamento da viagem dos motoristas.

Pedágio eletrônico (Siga Fácil)

Nos trechos com o sistema de pedágio eletrônico, o pagamento pode ser realizado automaticamente por tag ou, para quem não utiliza o dispositivo, por meio da leitura da placa. O motorista tem até 30 dias para efetuar o pagamento, disponível pela plataforma Siga Fácil ou pelos canais digitais das concessionárias. O não pagamento dentro do prazo constitui infração de trânsito, conforme resolução federal do Contran. Para consultar seus débitos, acesse https://www.sigafacil.sp.gov.br/

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Fonte: GESP | Foto: Motiva Sorocabana

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Prefeitura de SP autoriza abertura de concurso público para mais 500 vagas na GCM

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A Prefeitura de São Paulo autorizou a abertura de um novo concurso público para a Guarda Civil Metropolitana (GCM), com a oferta de 500 vagas. O despacho foi assinado nesta quarta-feira (17) pelo prefeito Ricardo Nunes e integra o Plano de Metas 2025–2028, que prevê a contratação de dois mil novos agentes para a corporação ao longo do período.

Segundo o prefeito, esta é a primeira etapa do reforço no efetivo. “Começa agora, com quinhentos guardas, que assinei hoje para publicação no Diário Oficial. A nossa GCM tem prestado um excelente trabalho e isso vai fortalecer ainda mais a segurança da cidade”, afirmou. Atualmente, a GCM conta com cerca de 7.500 integrantes, contingente superior ao das forças de segurança de ao menos dez estados brasileiros.

Com a publicação oficial, o processo segue para a Secretaria Municipal de Segurança Urbana, responsável pelas providências para a realização do concurso. O secretário Orlando Morando destacou que a ampliação do efetivo é parte de uma estratégia mais ampla. “A Prefeitura tem priorizado a segurança em várias frentes, com tecnologia, novas viaturas, armamentos modernos e o maior efetivo municipal do Brasil”, afirmou.

A autorização para o concurso teve parecer favorável das secretarias municipais envolvidas, incluindo Gestão, Fazenda e a Junta Orçamentária Financeira, que atestaram a viabilidade financeira da medida. A decisão está alinhada ao Plano Plurianual, à Lei de Diretrizes Orçamentárias e à Lei de Responsabilidade Fiscal.

Nos últimos quatro anos, a atual gestão contratou dois mil novos agentes, consolidando a GCM como a maior guarda armada do país. Nesse período, houve valorização profissional, com aumento de 72% no salário inicial desde 2021, ampliação do Prêmio de Desempenho, reajuste da Diária Especial de Atividade Complementar e melhorias no plano de carreira. O seguro de vida também dobrou, passando para R$ 100 mil.

A estrutura da corporação foi modernizada, com a frota ampliada de 251 para 610 viaturas, incluindo modelos elétricos, além da aquisição de mais de sete mil armas próprias e investimentos de R$ 21 milhões em inspetorias regionais. Operações como Paulista Mais Segura e Madrugada Segura já apresentaram queda expressiva nos índices de criminalidade.

A tecnologia também ganhou protagonismo com o programa Smart Sampa, que reúne 40 mil câmeras de monitoramento, e com o Dronepol, referência nacional no uso de drones em ações de segurança urbana. O novo concurso reforça a presença da GCM em todas as regiões da capital e amplia a capacidade de resposta da cidade no combate à criminalidade.

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Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Ricardo Nunes admite reajuste na tarifa de ônibus em 2026, limitado à inflação

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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou que não descarta um aumento na tarifa dos ônibus municipais em 2026, mas garantiu que qualquer reajuste deverá ficar limitado à inflação do período. A definição do novo valor, segundo ele, dependerá de estudos técnicos que estão sendo elaborados pela SPTrans, empresa da prefeitura responsável pela gestão do transporte por ônibus na capital.

“O ideal é manter congelada a tarifa. Se a gente não conseguir, que não passe da inflação. Mas isso vai depender dos estudos que eles vão trazer”, declarou o prefeito. Nunes reforçou que a administração trabalhará para evitar aumento real, ou seja, acima da inflação. “Uma coisa que eu acho que a gente vai trabalhar bastante é para que não tenha aumento real”, acrescentou.

Atualmente, a tarifa de ônibus em São Paulo é de R$ 5. O valor foi reajustado no início de 2025, quando a passagem subiu de R$ 4,40 para o preço atual. De acordo com o prefeito, o custo real do transporte coletivo é significativamente maior e só não é repassado integralmente ao usuário por causa do subsídio pago pela prefeitura às empresas concessionárias.

“Se não fosse o subsídio da administração municipal às empresas de ônibus, o preço da passagem seria de R$ 9”, afirmou Nunes. Ele explicou que a política de subsídio tem como objetivo garantir maior acesso da população ao transporte público, especialmente para os trabalhadores que dependem do sistema diariamente.

Apesar disso, o prefeito destacou que o equilíbrio fiscal é um fator decisivo na discussão. “A prefeitura tem capacidade de manter o subsídio, mas também a gente precisa equilibrar para não tirar dinheiro da saúde, não tirar dinheiro da habitação, não tirar dinheiro da segurança, cada área podendo fluir de uma forma responsável”, concluiu.

A expectativa é que os estudos da SPTrans sejam apresentados ao longo de 2025, servindo de base para a decisão final sobre a tarifa a ser praticada no próximo ano.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Governo de SP critica Enel e pede intervenção federal após sucessivos apagões

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O Governo do Estado de São Paulo endureceu o tom contra a Enel São Paulo e cobrou uma ação rigorosa do Governo Federal diante das falhas recorrentes no fornecimento de energia elétrica no estado. Em nota oficial, divulgada nesta segunda-feira (15), o Palácio dos Bandeirantes afirma que os paulistas não podem continuar “reféns de um serviço essencial prestado de forma inadequada” e aponta incapacidade técnica, operacional e gerencial da concessionária.

A manifestação ocorre em meio à possibilidade de prorrogação da concessão da Enel por mais 30 anos, hipótese classificada pelo governo estadual como uma desconsideração aos interesses da população dos 24 municípios atendidos pela empresa. Segundo o Estado, os prejuízos causados pelos apagões são inaceitáveis e vêm se repetindo ao longo dos últimos anos.

De acordo com o governo paulista, em 2023 e 2024 milhões de consumidores ficaram sem energia por seis e até sete dias consecutivos, impactando diretamente famílias, comércios, hospitais, escolas e serviços públicos. No episódio mais recente, iniciado em 9 de dezembro, mais de 2,2 milhões de consumidores foram afetados, e mesmo após cinco dias o fornecimento ainda não havia sido totalmente restabelecido.

O Estado também destaca que, entre 2024 e 2025, a Enel acumulou a maior média mensal de reclamações na Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) entre as concessionárias paulistas. Além disso, seis dos sete Planos de Resultados apresentados entre 2020 e 2023 foram reprovados, e multas superiores a R$ 400 milhões foram aplicadas nos últimos sete anos, sem que houvesse melhora efetiva na qualidade do serviço.

A gestão estadual afirma que, por meio da Arsesp, mantém fiscalização permanente, aplica penalidades dentro de sua competência e encaminha relatórios técnicos à Aneel, apontando a degradação da rede de distribuição e a insuficiência de investimentos. Diante do cenário, o governo defende que o Ministério de Minas e Energia e a Aneel adotem medidas mais duras, incluindo a possibilidade de intervenção na concessão, conforme prevê a legislação federal.

Ao final da nota, o governo reforça que a energia elétrica é base da vida cotidiana e da atividade econômica e afirma que o consumidor paulista deve ser colocado em primeiro lugar.

Confira a nota do Governo do Estado de São Paulo na íntegra:

Os paulistas não podem continuar reféns de um serviço essencial prestado de forma inadequada. As interrupções recorrentes e prolongadas no fornecimento de energia pela Enel São Paulo evidenciam há muito tempo a incapacidade técnica, operacional e gerencial da concessionária e o fracasso do atual modelo federal em avaliar a qualidade da prestação do serviço aos consumidores.

Nesse contexto, amplamente demonstrado pelas reiteradas manifestações de insatisfação dos usuários quanto à qualidade do serviço prestado, causa especial preocupação a possibilidade de o Governo Federal prorrogar a concessão da Enel São Paulo por mais 30 anos, o que representaria evidente desconsideração dos interesses e das necessidades da população residente nos 24 municípios atendidos pela concessionária.

Os prejuízos são inaceitáveis. Em 2023 e 2024, milhões de paulistas ficaram sem energia por seis e sete dias consecutivos, afetando famílias, comércio, hospitais, escolas e serviços públicos. No episódio mais recente, que começou no dia 9 de dezembro, mais de 2,2 milhões de consumidores foram impactados, sem resposta adequada, comunicação eficiente ou plano de contingência. Passados mais de cinco dias, o fornecimento ainda não foi normalizado.

Entre 2024 e 2025, a Enel registrou a maior média mensal de reclamações na Ouvidoria da Aneel entre as concessionárias paulistas; seis dos sete Planos de Resultados entre 2020 e 2023 foram reprovados; multas superiores a R$ 400 milhões foram aplicadas nos últimos sete anos sem melhora efetiva do serviço.

O Governo do Estado de São Paulo tem atuado de forma contínua e técnica por meio da Arsesp, com fiscalização permanente, identificação de gargalos críticos, aplicação de penalidades no âmbito de sua competência e encaminhamento de recomendações e avaliações de fiscalização em campo à Aneel sobre a degradação da qualidade do serviço e o descompasso entre os indicadores regulatórios e a realidade enfrentada pela população.

Problemas relacionados à insuficiência de investimentos realizados e à inadequada execução de vistorias podem ser evidenciados a partir da análise dos vários relatórios de fiscalização emitidos pela Arsesp, os quais, por meio de registros fotográficos, demonstram, em diversas localidades, a precarização da rede de distribuição.

A Lei Federal 8.987/95 no artigo 6º afirma que toda concessão pressupõe a prestação do serviço adequado ao pleno atendimento dos usuários, sendo este o que satisfaz as condições de regularidade, continuidade e eficiência na prestação aos consumidores. Diante desse quadro, observamos que a legislação não está sendo cumprida.

É indispensável que o Governo Federal, por meio do Ministério de Minas e Energia, observando as evidências apontadas pela Arsesp e pela própria Aneel, atue com máximo rigor no exercício do poder concedente, declarando intervenção na concessão da Enel São Paulo conforme prevê a lei federal 12.767/2012 que diz: “O poder concedente, por intermédio da Aneel, poderá intervir na concessão de serviço público de energia elétrica com o fim de assegurar sua prestação adequada e o fiel cumprimento das normas contratuais, regulamentares e legais pertinentes”.

A energia elétrica é base da vida cotidiana e da atividade econômica. O consumidor paulista vem primeiro. São Paulo exige respeito.

Governo do Estado de São Paulo

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Foto: Reprodução

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Frente fria mantém SP em alerta: chuva forte, ventos e granizo até terça-feira (16)

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Após uma semana de tempestades e da passagem de um ciclone extratropical, o estado de São Paulo deve seguir enfrentando tempo instável nos próximos dias. A Defesa Civil alerta que a atuação lenta de uma frente fria provoca chuva persistente, descargas elétricas, rajadas de vento e possibilidade de granizo entre este sábado (13) e a próxima terça-feira (16).

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja — o segundo mais grave da escala — para grande parte do território paulista. O aviso indica risco de chuvas intensas, com volumes entre 30 e 60 milímetros por hora ou até 100 milímetros por dia, além de ventos que podem variar de 60 a 100 km/h e queda de granizo, principalmente entre hoje (13) e amanhã (14).

Segundo a Defesa Civil, as regiões mais afetadas devem ser Presidente Prudente, Marília, Bauru, Araraquara, Campinas, Sorocaba, Itapeva e Registro. Neste sábado, as regiões sul, central e leste do estado concentram a maior instabilidade, com previsão de elevados acumulados de chuva, o que aumenta o risco de alagamentos, enxurradas e outros transtornos, sobretudo em áreas vulneráveis.

Ainda de acordo com o órgão, a partir da tarde deste sábado podem ocorrer fortes pancadas de chuva em municípios das regiões de Marília, Presidente Prudente, Itapeva, Bauru, Registro, Vale do Paraíba, Baixada Santista e Região Metropolitana de São Paulo.

Para domingo (14), a frente fria deve permanecer estacionada na costa paulista, mantendo o tempo fechado e chuva frequente ao longo do dia. O cenário eleva o risco de alagamentos e deslizamentos de terra, especialmente em cidades mais suscetíveis.

A partir de segunda-feira (15), o sistema começa a avançar em direção ao Rio de Janeiro, mas ainda deve manter chuva persistente em diversas regiões do estado de São Paulo nos próximos dias.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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