Santana de Parnaíba se destaca em qualidade de vida; Pirapora do Bom Jesus tem pior índice da Grande SP

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A primeira edição do Mapa da Desigualdade da Região Metropolitana de São Paulo, divulgada nesta quinta-feira (6), revelou um retrato das diferenças sociais e da qualidade de vida entre os 39 municípios que compõem a maior metrópole do país. Entre os destaques do levantamento estão duas cidades da região Oeste: Santana de Parnaíba, que aparece como a segunda melhor colocada no ranking geral, e Pirapora do Bom Jesus, que ocupa a última posição.

O estudo foi elaborado pela Rede Nossa São Paulo e pelo Instituto Cidades Sustentáveis e avaliou 40 indicadores, distribuídos em nove áreas temáticas, incluindo saúde, educação, segurança pública, saneamento, mobilidade, habitação, economia e meio ambiente.

No ranking geral, São Caetano do Sul lidera a classificação. Em seguida aparecem Santana de Parnaíba, Ribeirão Pires e Vargem Grande Paulista. Já Pirapora do Bom Jesus ficou na última colocação entre todos os municípios analisados.

O levantamento evidencia que cidades vizinhas, conectadas pela mesma dinâmica econômica e populacional, oferecem condições bastante diferentes de acesso aos serviços públicos e de qualidade de vida.

Confira o ranking:

Imagem do Mapa da Desigualdade da RMSP • Créditos: RMSP

Santana de Parnaíba consolida posição entre os melhores municípios

A segunda colocação de Santana de Parnaíba reforça um cenário observado nos últimos anos, em que o município vem registrando indicadores elevados em diversas áreas da administração pública.

Embora o estudo ressalte que nenhum município apresenta desempenho excelente em todos os indicadores, Santana de Parnaíba aparece entre as cidades mais equilibradas da Região Metropolitana, refletindo resultados consistentes em diferentes áreas analisadas.

O levantamento também alerta que mesmo os municípios mais bem posicionados ainda possuem desafios importantes, principalmente em indicadores específicos.

Pirapora do Bom Jesus enfrenta os maiores desafios

Na outra ponta do ranking está Pirapora do Bom Jesus, que apresentou o menor desempenho geral entre os 39 municípios avaliados.

Apesar da última colocação, o estudo mostra que a realidade da cidade não é negativa em todos os aspectos.

Um dos principais exemplos aparece na cobertura vacinal, em que Pirapora do Bom Jesus alcança 97%, figurando entre os melhores resultados da Região Metropolitana, atrás apenas de Vargem Grande Paulista.

Por outro lado, o município apresenta um dos maiores índices de homicídios do levantamento, com 16,3 mortes por 100 mil habitantes, além de desafios relacionados à infraestrutura e aos serviços públicos.

Segundo os organizadores, o objetivo do estudo não é rotular municípios, mas identificar prioridades para orientar investimentos e reduzir desigualdades.

Saúde revela diferenças de até 16 anos na expectativa de vida

A área da saúde foi a que concentrou o maior número de indicadores analisados. Entre os dados mais expressivos está a idade média ao morrer.

Enquanto moradores de São Caetano do Sul vivem, em média, 76 anos, em Francisco Morato essa média é de apenas 60 anos.

A diferença de 16 anos evidencia como as condições de vida variam dentro da própria Região Metropolitana.

O levantamento também analisou mortalidade infantil, mortalidade materna, gravidez na adolescência, desnutrição infantil e cobertura vacinal.

Saneamento ainda divide municípios

Os indicadores de saneamento básico também revelam contrastes significativos. Poá, Santo André e Taboão da Serra possuem cobertura universal de rede de esgoto. Já Juquitiba atende apenas 19,5% da população.

No abastecimento de água, onze municípios oferecem cobertura total, enquanto São Lourenço da Serra e Juquitiba atendem pouco menos da metade dos moradores.

Educação ainda apresenta desafios

O estudo aponta que apenas 66,5% dos jovens entre 18 e 19 anos concluíram o ensino médio na Região Metropolitana.

Guararema lidera esse indicador com 86%, enquanto Salesópolis registra o menor índice, com 52%. Na capital paulista, o percentual é de 59,8%, abaixo da média regional.

Mobilidade amplia desigualdades

Outro dado preocupante está relacionado ao tempo de deslocamento até o trabalho. Em Francisco Morato, 52% dos trabalhadores de baixa renda gastam mais de uma hora para chegar ao emprego.

Segundo os pesquisadores, o problema está diretamente ligado à distribuição desigual dos empregos e da infraestrutura de transporte.

PIB elevado nem sempre representa melhor qualidade de vida

Na área econômica, o levantamento mostra que o maior PIB per capita não garante necessariamente melhores condições de vida.

Cajamar lidera esse indicador, com cerca de R$ 312,7 mil por habitante. Na outra ponta aparece Francisco Morato, com aproximadamente R$ 13,5 mil.

Os pesquisadores destacam que municípios com grandes centros logísticos ou industriais podem concentrar riqueza sem que ela seja distribuída de forma equilibrada à população.

Ferramenta para orientar políticas públicas

Segundo a Rede Nossa São Paulo e o Instituto Cidades Sustentáveis, o Mapa da Desigualdade foi criado para auxiliar governos municipais e estadual na definição de prioridades para investimentos.

A proposta é fortalecer políticas públicas integradas em áreas como mobilidade, saneamento, habitação, saúde, educação e segurança pública.

De acordo com Jorge Abrahão, coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo e do Instituto Cidades Sustentáveis, o diagnóstico permite identificar onde estão concentradas as maiores vulnerabilidades sociais.

“Há municípios vizinhos, integrados pelos mesmos fluxos econômicos e populacionais, mas com condições muito diferentes de acesso a direitos e serviços públicos. O diagnóstico territorial é fundamental para orientar investimentos e fortalecer a cooperação entre as prefeituras.”

O estudo utilizou dados oficiais do IBGE, DataSUS, Censo Escolar, SINISA e outros bancos públicos para comparar, de forma padronizada, os indicadores dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo.

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Barueri destaca prevenção e qualidade de vida no Dia Nacional da Saúde

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Celebrado nesta quarta-feira (5), o Dia Nacional da Saúde busca conscientizar a população sobre a importância da prevenção de doenças, da promoção da qualidade de vida e da adoção de hábitos saudáveis.

A data também presta homenagem ao médico e sanitarista Oswaldo Cruz, nascido em 5 de agosto de 1872, reconhecido por sua atuação no combate às epidemias e pela contribuição para o fortalecimento da saúde pública no Brasil.

Em Barueri, a Secretaria Municipal de Saúde aproveitou a ocasião para reforçar a importância da prevenção como uma das principais estratégias para reduzir o surgimento de doenças e melhorar o bem-estar da população.

Pequenas mudanças fazem diferença

Segundo a Secretaria de Saúde, atitudes simples incorporadas ao dia a dia podem trazer benefícios duradouros para a saúde física e mental.

Entre as principais recomendações estão:

  • praticar atividades físicas regularmente;
  • manter uma alimentação equilibrada;
  • dormir bem;
  • manter a vacinação em dia;
  • realizar consultas médicas periódicas;
  • fazer exames preventivos regularmente.

Esses cuidados contribuem para o diagnóstico precoce de diversas doenças e aumentam as chances de tratamento eficaz.

Saúde mental também merece atenção

Além dos cuidados com o corpo, especialistas destacam que a saúde mental deve receber a mesma atenção.

Manter o equilíbrio emocional, controlar o estresse e buscar ajuda profissional quando necessário são medidas que contribuem para a prevenção de doenças e para uma melhor qualidade de vida.

Datas reforçam conscientização

Além do Dia Nacional da Saúde, celebrado em 5 de agosto, o calendário também marca o Dia Mundial da Saúde, comemorado em 7 de abril por iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS).

As duas datas têm como objetivo incentivar a população a adotar hábitos saudáveis e fortalecer a conscientização sobre a importância da prevenção e do acesso aos serviços de saúde.

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Após perder mais de 100 kg, Thaís Carla se prepara para cirurgias reparadoras

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Depois de eliminar mais de 100 quilos, a influenciadora Thaís Carla revelou que pretende passar por cirurgias reparadoras para retirar o excesso de pele causado pelo emagrecimento. A nova etapa da transformação corporal também levanta uma dúvida comum entre pacientes que passaram por cirurgia bariátrica ou perderam muito peso: quando é o momento ideal para realizar esse tipo de procedimento?

Segundo o cirurgião plástico Dr. Régis Ramos, a resposta vai muito além do número indicado na balança. Antes da cirurgia, é necessário avaliar a estabilidade do peso, a condição nutricional e o estado geral de saúde do paciente.

Peso estável é um dos principais critérios

De acordo com o especialista, a cirurgia reparadora só deve ser considerada quando o paciente mantém o peso estável por, no mínimo, entre três e seis meses.

Nos casos de cirurgia bariátrica, a recomendação é aguardar entre 12 e 18 meses após o procedimento, período em que a fase mais intensa do emagrecimento costuma ser concluída.

Além disso, a indicação depende da avaliação da equipe multidisciplinar responsável pelo acompanhamento, que pode incluir endocrinologista, cirurgião bariátrico, nutricionista, psicólogo e cirurgião plástico.

Estado nutricional influencia a recuperação

Outro ponto considerado essencial é a condição nutricional do paciente.

Segundo Régis Ramos, pessoas que passaram por grandes perdas de peso podem apresentar deficiência de proteínas, ferro, zinco e vitaminas importantes para a cicatrização.

Sem a reposição adequada desses nutrientes, aumentam os riscos de complicações como abertura dos pontos, infecções, necrose da pele e cicatrizes de pior qualidade.

O especialista também alerta que operar antes da estabilização do peso pode comprometer o resultado estético. Se o paciente continuar emagrecendo, novas sobras de pele podem surgir. Já um eventual ganho de peso pode distender novamente a pele operada.

Cirurgias costumam ser realizadas em etapas

O excesso de pele após um emagrecimento expressivo pode atingir diferentes regiões do corpo, como abdômen, braços, mamas, costas, coxas e glúteos.

Embora muitos pacientes desejem corrigir todas essas áreas em um único procedimento, o médico explica que o planejamento costuma ser dividido em etapas para reduzir riscos.

Cirurgias muito extensas aumentam o tempo de anestesia, a perda de sangue e o estresse sobre o organismo, além de elevar o risco de complicações como trombose venosa profunda e embolia pulmonar.

Em geral, o tratamento começa pela região que provoca maior desconforto físico ou funcional, deixando outras áreas para procedimentos posteriores.

Excesso de pele pode causar problemas de saúde

Além da questão estética, o excesso de pele pode provocar dermatites, infecções, micoses, feridas recorrentes e dificuldade de higiene.

O peso do tecido excedente também pode favorecer dores na coluna, alterar a postura e limitar atividades físicas e tarefas do dia a dia.

Segundo o especialista, quando essas complicações comprometem a qualidade de vida, a cirurgia passa a ter caráter reparador e funcional.

Cicatrizes fazem parte do tratamento

A retirada de grandes quantidades de pele exige incisões amplas, tornando inevitável a presença de cicatrizes.

O cirurgião explica que essas marcas são planejadas para permanecer em regiões estratégicas e que o objetivo do procedimento é melhorar o conforto, a mobilidade e o contorno corporal, e não eliminar completamente os sinais deixados pelo emagrecimento.

A recuperação também exige disciplina do paciente, com uso de malhas compressivas, restrição de esforços e acompanhamento médico. Dependendo da cirurgia realizada, o período de cuidados mais intensos pode variar entre 30 e 45 dias.

Expectativas devem ser realistas

Para Régis Ramos, alinhar as expectativas é parte importante do tratamento.

Segundo ele, a cirurgia reparadora não busca a perfeição estética, mas sim proporcionar mais conforto, funcionalidade e qualidade de vida para quem passou por uma transformação significativa do corpo.

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SP avança em plano para levar saneamento a áreas rurais e já mapeia mais de 545 mil imóveis

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O Governo de São Paulo acelerou a criação de uma política inédita de saneamento rural e já mapeou mais de 545 mil imóveis em áreas afastadas dos centros urbanos. A iniciativa busca ampliar o acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário para populações historicamente fora da cobertura tradicional dos serviços públicos.

Atualmente, cerca de 1,2 milhão de pessoas vivem na zona rural paulista, o equivalente a aproximadamente 3% da população do estado. A dispersão das moradias e as dificuldades estruturais dessas regiões tornam a expansão do saneamento um desafio diferente do encontrado nas áreas urbanas.

Para tentar enfrentar esse problema, a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) colocou em prática um grande diagnóstico estadual por meio do Programa Brotar. A ação prevê o mapeamento de cerca de 820 mil domicílios e estruturas rurais em 371 municípios paulistas.

Desde o início da operação, em abril de 2025, aproximadamente 120 mil imóveis já receberam visitas presenciais de equipes de campo. O trabalho é realizado por cerca de 550 recenseadores, responsáveis pela coleta de informações sobre abastecimento de água, esgoto e condições sanitárias das propriedades.

O levantamento utiliza dados georreferenciados e entrevistas presenciais para identificar as principais carências das comunidades rurais. A expectativa é que as informações sirvam de base para definir investimentos, tecnologias e estratégias voltadas à universalização do saneamento no campo.

A iniciativa também acompanha a ampliação da atuação da Sabesp após o novo modelo de concessão, que passou a incluir explicitamente áreas rurais na expansão dos serviços.

Segundo a secretária da Semil, Natália Resende, o objetivo é adaptar as soluções à realidade de cada território. “Levar saneamento para áreas rurais é também uma questão de qualidade de vida e desenvolvimento estruturado”, afirmou.

Além do mapeamento, o governo estadual também vem implantando soluções diretas em municípios do interior por meio do programa Água é Vida. A iniciativa já instalou mais de 800 unidades individuais de esgotamento sanitário em cidades como Itapeva, Iporanga, Jacupiranga, Borebi e Mineiros do Tietê.

As ações também atendem comunidades indígenas, quilombolas e assentamentos rurais. Segundo o governo paulista, mais de 1,2 mil domicílios de populações tradicionais já foram incluídos nas medidas de saneamento.

A estratégia estadual combina três frentes principais: diagnóstico em larga escala, implantação de soluções descentralizadas e expansão estrutural dos serviços. O modelo é tratado pelo governo como referência nacional por incluir explicitamente a universalização do saneamento também em áreas rurais dentro dos contratos de concessão.

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Foto: Divulgação/Semil

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Barueri cria selo que pode atrair empresas para investir no esporte

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Empresas que apoiarem projetos esportivos em Barueri poderão receber um selo oficial de reconhecimento após a aprovação de uma nova lei na cidade. A medida busca ampliar investimentos privados no esporte e fortalecer ações de lazer e inclusão.

A iniciativa, aprovada pela Câmara Municipal, cria o selo “Empresa Amiga do Esporte” e aposta na participação da iniciativa privada para expandir atividades esportivas no município.

Na prática, empresas que contribuírem com doações, apoio a eventos ou manutenção de espaços públicos poderão utilizar o selo em materiais institucionais, agregando valor à marca e evidenciando compromisso social.

Para obter o reconhecimento, será necessário comprovar atuação em projetos esportivos ou sociais, além de estar em dia com a legislação municipal e não possuir histórico de práticas discriminatórias ou antidesportivas.

O selo terá validade de um ano e poderá ser renovado, desde que os critérios continuem sendo atendidos.

Segundo o autor do projeto, o vereador Thiago Rodrigues, a proposta busca ampliar o acesso ao esporte e estimular parcerias que impactem diretamente a qualidade de vida da população.

A regulamentação ficará a cargo da Prefeitura, que definirá o órgão responsável pela análise dos pedidos. Após essa etapa, empresas interessadas poderão solicitar o selo e participar das ações no município.

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Foto: Marco Miatelo/CMB

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Mais de 200 obras transformam Santana de Parnaíba em referência no estado

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Santana de Parnaíba intensifica o ritmo de crescimento com mais de 200 obras concluídas nos últimos anos e novos investimentos em áreas estratégicas como saúde, educação e segurança, consolidando a cidade como referência em desenvolvimento no estado de São Paulo.

Um dos principais marcos recentes é a entrega do Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, inaugurado em novembro de 2025 com recursos próprios. A cidade também avança com a construção de uma nova Unidade Básica de Saúde no bairro 120, ampliando o acesso da população aos serviços.

Na educação, o município segue expandindo a rede. O colégio do Suru já está em funcionamento, enquanto a unidade do Jaguari foi entregue recentemente. Outras duas escolas estão em construção nos bairros Cidade São Pedro e Parque Santana.

As unidades contam com estrutura moderna, incluindo salas equipadas, áreas de recreação e espaços adaptados para atendimento infantil. A Etec Bartolomeu Bueno também passou por reforma e ampliação.

Na área de segurança, a cidade inaugurou novos equipamentos, como a Delegacia de Defesa da Mulher, uma unidade da Polícia Civil e um complexo de segurança na Estrada dos Romeiros.

O local também deve concentrar futuramente a nova Câmara Municipal e o Fórum, reunindo serviços públicos em um único polo administrativo.

Com planejamento contínuo e investimentos estruturais, Santana de Parnaíba fortalece sua posição como uma das cidades que mais crescem na região, com foco na qualidade de vida e na ampliação dos serviços à população.

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Foto: Divulgação/PMSP

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Elvis Cezar destaca avanço histórico na segurança e investimentos na educação em Santana de Parnaíba

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Santana de Parnaíba segue avançando no combate à criminalidade e no fortalecimento da segurança pública. Durante a inauguração da nova base da GCM, o prefeito Elvis César destacou resultados expressivos e os investimentos que vêm transformando a cidade em uma das mais seguras da Região Metropolitana de São Paulo.

Segundo o prefeito, o município registrou uma queda de quase 80% nos casos de roubos — crimes que envolvem violência ou grave ameaça — atingindo a menor marca da série histórica. O dado ganha ainda mais relevância diante do crescimento acelerado da população local nos últimos anos.

Elvis César também ressaltou o reforço no efetivo da Guarda Civil Municipal, que hoje conta com mais de 500 agentes, além da ampliação do uso de tecnologia e da duplicação da frota de viaturas de trânsito. A medida, segundo ele, contribui diretamente para reduzir acidentes e melhorar os indicadores de segurança.

Outro ponto destacado foi a importância das políticas públicas integradas, especialmente na área da educação. O prefeito citou iniciativas como a formação de jovens na área de tecnologia e o incentivo ao ensino superior, com a prefeitura custeando a universidade para estudantes da rede pública.

“Segurança também passa pela educação e pelas oportunidades”, afirmou.

A estratégia, segundo ele, busca não apenas reduzir os índices criminais, mas também fortalecer a sensação de segurança e a qualidade de vida da população.

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Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Pesquisa: 46% da população acham que país está melhor este ano

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Uma pesquisa realizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostra que 46% dos entrevistados para o Radar Febraban avaliam que o país melhorou em relação a 2023, mesmo percentual da pesquisa de abril. O contingente que acha que o país está igual ao ano passado é de 31%, um ponto a mais que no levantamento anterior. Realizada entre os dias 28 de junho a 4 de julho, com 2 mil pessoas nas cinco regiões do país, pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), o Radar Febraban mapeia a percepção e expectativa da sociedade sobre a vida, aspectos da economia e prioridades para o país.

A mesma tendência de otimismo se verifica quanto à expectativa de melhora do país no restante do ano. Para 55%, haverá melhora e para 23% tudo continuará da mesma forma. Desde fevereiro de 2023, a perspectiva positiva da população diante do futuro permanece estável e acima dos 53% verificados em fevereiro de 2023.

Para 73% dos entrevistados, a inflação continua sendo uma preocupação. Esse contingente avaliou que os preços dos produtos aumentaram ou aumentaram muito em comparação com os últimos seis meses. A percepção de queda dos preços foi de 8% e o percentual daqueles que pensam que a inflação ficou estável é de 1%.

Segundo o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do Ipespe, apesar do otimismo, há cautela com relação ao país. “De um lado, mantém a percepção de que a situação está melhor do que antes e expressa esperança de que a situação do país vai melhorar. Mas, a pressão dos preços de algumas categorias de produtos e de serviços, que continuam impactando no seu bolso, refreia a expansão do otimismo”, avaliou.

A pesquisa também indicou que, para 42%, a vida pessoal e familiar está igual ao ano passado, enquanto 39% avaliam que está melhor. A percepção de piora oscilou de 17% para 19% entre abril e julho. Para 67%, a vida pessoal e familiar irá melhorar no restante de 2024. Pelo menos 38% disseram que estarão menos endividados este ano do que estavam em 2023 e 36% não veem perspectiva de alteração no endividamento. Já 23% pensam que estarão mais endividados.

Projeção para aumentos

Segundo o Radar Febraban, 59% das pessoas pensam que a inflação e o custo de vida sofrerão aumento; o mesmo percentual acredita no aumento de suas dívidas. Aqueles que acreditam que os impostos aumentarão são 58%. Para 50%, haverá aumento da taxa de juros. Entre os entrevistados, 36% acreditam que haverá expansão do crédito e do acesso e 31% acham que que o poder de compra das pessoas. Mas 38% creem que o desemprego crescerá e 30% acreditam que haverá aumento do salário.

Desejos da população

Mais da metade dos brasileiros (53%) declararam que investiriam em moradia, seja para comprar (34%) ou reformar (19%) caso tivesse recursos para isso. Em seguida, se houvesse sobras no orçamento, 46% aplicariam o dinheiro no banco (poupança: 21%; outros: 25%). Em seguida, aparecem os investimentos em educação pessoal. A educação da família vêm na sequência (12%). Os entrevistados também expressaram vontade de viajar; comprar carro (8%); fazer ou melhorar o plano de saúde (8%); comprar eletrodomésticos ou eletrônicos (5%); comprar moto (3%); fazer seguro de carro, casa, vida ou outros (2%).

Leia também: PM prende contrabandista em depósito com 11,8 milhões de cigarros clandestinos


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Benjamim Sepulvida/PMB

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Idosos de Barueri têm a segunda melhor qualidade de vida da Grande São Paulo e a 22ª do Brasil  

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No dia 29 de setembro foi anunciado mais um Índice de Desenvolvimento Urbano para a Longevidade, elaborado pelo IDL (Instituto de Longevidade). Barueri, colocada entre as grandes cidades, ocupa a 22ª posição no ranking nacional. No Estado, o município é o 8º melhor para os idosos e o 2º na Região Metropolitana de São Paulo, atrás apenas de São Caetano do Sul.

O estudo aponta as condições das cidades brasileiras no que concerne ao atendimento das necessidades de vida e do oferecimento de bem-estar, principalmente à população mais idosa.

“O envelhecimento da população é um fenômeno recente para muitas cidades brasileiras e o preparo para enfrentá-lo é fundamental. Nosso Instituto está há seis anos estudando como os municípios lidam com as necessidades das pessoas 60+ e as suas capacidades de oferecerem estruturas e serviços de qualidade”, afirma Antônio Leitão, gerente do Instituto, num vídeo postado no site do IDL (link acima).

O objetivo da pesquisa é fornecer à população idosa os conhecimentos necessários para avaliar se as cidades em que moram possuem instrumentos e ações que lhes garantem um envelhecimento digno.

Ao mesmo tempo esse estudo fornece informações aos gestores municipais para que aprimorem suas administrações atendendo às necessidades da população 60+. “Uma cidade que tem boa qualidade de vida para os idosos é uma cidade preparada para todos”, arremata Leitão.

A metodologia

O IDL já publicou estudos semelhantes em 2017 e em 2020 e afirma ter mudado os critérios de avaliação: agora são levados em conta 23 indicadores de três variáveis: Economia, Socioambiental e Saúde. As informações dos 5.570 municípios brasileiros são oriundas de órgãos públicos: IBGE, INSS, Ministério da Fazenda, Ministério da Saúde, Tesouro Nacional etc.

Com a mudança na metodologia, Barueri, classificada entre os grandes municípios em razão da sua população de 279.704 habitantes e que estava em 91º lugar no ranking passado, subiu para o 22º na última pesquisa com o seguinte desempenho:

  • Economia: 50,3;
  • Socioambiental: 71,8;
  • Saúde: 60,9.

Clique AQUI para ver o RELATÓRIO COMPLETO BRASIL.

Leia também: Santana de Parnaíba realiza palestra sobre tipos de violência que mais afetam as famílias


Foto / Texto: SECOM-Barueri

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