PSDB descarta aliança com PT e articula candidatura própria ao governo de SP em 2026

0 0
Read Time:1 Minute, 0 Second

O PSDB de São Paulo afirmou que não há qualquer possibilidade de aliança com o PT nas eleições de 2026 e reforçou que trabalha para lançar candidatura própria ao governo do estado.

Em nota divulgada nesta terça-feira (14), o partido classificou como incorretas as informações que apontavam uma possível aproximação entre as duas siglas.

“O PSDB é adversário histórico do PT, e assim continuará. Não há diálogo ou avanço oficial para qualquer aliança”, destacou o comunicado.

Segundo a legenda, o cenário mais consolidado neste momento é o lançamento de uma candidatura própria, com o nome de Paulo Serra como pré-candidato ao Palácio dos Bandeirantes.

Paulo Serra é presidente da executiva estadual do partido, ex-prefeito de Santo André e atual vice-presidente nacional da sigla.

De acordo com o PSDB, a proposta é apresentar ao eleitorado uma alternativa de centro, fora da polarização política, com foco em gestão pública e resultados administrativos.

A movimentação ocorre em meio à reorganização das forças políticas para a disputa estadual de 2026, que deve ser marcada por forte polarização.

Com a definição, o partido sinaliza estratégia de independência eleitoral e busca retomar protagonismo no cenário político paulista.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Divulgação

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

PSD dispara na Alesp após janela partidária e PSDB encolhe a uma cadeira

0 0
Read Time:1 Minute, 38 Second

O fechamento da janela partidária na última sexta-feira (3) redesenhou o mapa político da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O PSD saltou para 11 deputados e se tornou a terceira maior bancada da Casa, enquanto o PSDB sofreu um colapso histórico e ficou com apenas uma representante.

O avanço do partido comandado por Gilberto Kassab consolida uma mudança de força no Legislativo paulista, com impacto direto na articulação política e nas decisões estratégicas da Assembleia.

A virada começou antes mesmo da janela oficial. Em fevereiro, sete deputados estaduais deixaram o PSDB e migraram para o PSD, movimento que foi formalizado dentro do prazo legal e ampliado com novas adesões.

Entre os nomes que trocaram de partido estão Analice Fernandes, Maria Lúcia Amary, Mauro Bragato, Rogério Nogueira, Barros Munhoz, Carlão Pignatari e Carla Morando. O PSD também incorporou Dirceu Dalben, que estava no Cidadania.

Do outro lado, o PSDB, que por décadas dominou a política paulista, viu sua bancada praticamente desaparecer. A sigla passou a contar apenas com Ana Carolina Serra, que fez o caminho inverso ao se filiar ao partido após deixar o Cidadania.

A crise tucana se aprofundou com a saída de nomes relevantes, como Bruna Furlan, que optou pelo Republicanos, partido ligado ao governador Tarcísio de Freitas.

Com apenas uma cadeira, o PSDB perde espaço institucional na Alesp, deixando de ter liderança própria e reduzindo sua influência em comissões e decisões da Mesa Diretora.

Enquanto isso, o cenário também mudou em outras frentes. O PT manteve sua bancada, o PSB cresceu com a chegada de Marina Helou, e partidos como Cidadania, PDT e Rede ficaram sem representação na Casa.

As movimentações refletem o reposicionamento dos partidos de olho nas eleições, com deputados buscando fortalecer suas bases e ampliar chances de reeleição. No cenário atual, a nova configuração da Alesp já começa a influenciar o equilíbrio de forças no estado.

Gráfico: Hora de S. Paulo | Fonte: Alesp

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Rodrigo Costa/Alesp

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Após rompimento com o Podemos, PSDB busca federação com novos partidos

0 0
Read Time:1 Minute, 56 Second

O processo de fusão entre PSDB e Podemos chegou oficialmente ao fim após divergências sobre o comando da nova sigla. A principal razão para o rompimento foi a exigência da presidente do Podemos, deputada Renata Abreu, que queria o controle total da legenda unificada por um período de quatro anos — proposta considerada “inaceitável” pelas lideranças tucanas.

Segundo dirigentes do PSDB, a proposta inicial previa um sistema de rodízio na presidência durante o período de transição, com alternância no comando a cada seis meses inicialmente, e posteriormente a cada ano. A falta de consenso sobre esse ponto central inviabilizou a fusão entre os dois partidos, que têm tamanhos semelhantes no Congresso: 13 deputados tucanos contra 15 do Podemos na Câmara, e três senadores do PSDB frente a quatro do Podemos no Senado.

Diante do impasse, o PSDB voltou a dialogar com outras legendas em busca de novas alianças. Entre os partidos com os quais os tucanos mantêm conversas estão o MDB e os Republicanos, com a possibilidade de uma federação partidária. Há ainda diálogos com o Solidariedade, embora, nos bastidores, integrantes do PSDB considerem improvável uma junção com o partido comandado por Paulinho da Força.

Atualmente federado ao Cidadania, o PSDB já tem definido que essa união será desfeita assim que expirar sua validade legal, no início de 2026, devido a conflitos regionais entre os dois partidos.

A busca por uma nova aliança tem caráter urgente. Em declínio desde os últimos ciclos eleitorais, o PSDB corre o risco de ser extinto caso não supere a cláusula de desempenho estabelecida pela Emenda Constitucional de 2017. Essa cláusula define critérios para que os partidos tenham acesso ao fundo partidário e ao tempo de propaganda no rádio e na televisão — mecanismos fundamentais para a sobrevivência política.

O objetivo da cláusula é justamente incentivar a fusão ou incorporação de partidos menores, de modo a reduzir a fragmentação do sistema partidário brasileiro. Diante disso, o PSDB se vê pressionado a buscar uma saída para garantir sua continuidade no cenário político nacional.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Reprodução/Instagram/Aécio Neves

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

PSDB e Podemos oficializam fusão; Paulo Serra destaca fortalecimento do centro político no Brasil

0 0
Read Time:2 Minute, 3 Second

A fusão entre o PSDB e o Podemos foi oficializada na manhã desta quinta-feira (5), durante a Convenção Nacional do PSDB realizada em Brasília (DF). O novo bloco partidário nasce como uma federação de centro e já desponta como a oitava maior bancada da Câmara dos Deputados, com 28 parlamentares, e a quinta maior no Senado Federal, com sete senadores.

O presidente da Executiva Estadual do PSDB em São Paulo, Paulo Serra — ex-prefeito de Santo André —, avaliou de forma positiva a união entre as legendas. Para ele, a federação representa uma alternativa ao extremismo que, segundo afirmou, tem prejudicado o debate político e social no país.

“Esta união de partidos de centro nasce para oferecermos ao Brasil, aos Estados e às cidades uma opção equilibrada de gestão, que melhore, verdadeiramente, a vida das pessoas — bem longe do extremismo atual, que, ao meu ver, só empobrece o debate político e social, e não atende a nossa gente em suas necessidades. Vemos um país dividido por ódio e por ideologia, e repleto de desafios, que precisam ser superados com seriedade e bons quadros, distante de gritaria”, declarou Serra.

Durante a convenção, os filiados do PSDB aprovaram, por ampla maioria, a mudança no estatuto do partido que permite a fusão com o Podemos: foram 201 votos favoráveis, apenas dois contrários e duas abstenções.

A nova sigla agora terá o desafio de construir um estatuto conjunto e elaborar um programa partidário unificado. A expectativa é que a incorporação do Podemos ao PSDB seja apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até julho. Caso aprovado pelo órgão, a fusão deve ser oficialmente reconhecida até setembro ou outubro deste ano.

Paulo Serra também vê a união como um marco importante para o futuro político das legendas.

“Penso que este movimento com o Podemos faz com que o PSDB retorne fortalecido e mais competitivo ao cenário partidário brasileiro e, sobretudo, com bons quadros para as eleições de 2026”, completou.

Com a fusão, os partidos esperam ampliar sua presença nos debates nacionais e estaduais e se reposicionar como uma força moderada diante da polarização que tem marcado o cenário político brasileiro nos últimos anos.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Reprodução

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Após retirar Vinholi, PSDB nomeia Paulo Serra como presidente estadual do partido

1 0
Read Time:45 Second

O presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, nomeou o prefeito de Santo André, Paulo Serra, como presidente do diretório estadual do partido em São Paulo. Serra é membro da executiva nacional e também atuava como presidente da federação PSDB/Cidadania no Estado. O posto agora passa a ser ocupado pelo prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira.

A executiva nacional do PSDB havia entrado com intervenção no diretório paulista e anulou a eleição que decretou Marco Vinholi para o comando do partido em São Paulo na semana passada.

A preferência da alta cúpula da sigla era de que o eleito não tivesse ligação com o ex-governador paulista João Dória.

Leai também: TSE anula votos de vereadores por fraude à cota de gênero

*Matéria em atualização


*Com informações Diário do Grande ABC – Foto: Divulgação

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Marco Vinholi é eleito por unanimidade presidente do PSDB no Estado de São Paulo

1 1
Read Time:42 Second

Em reunião do Diretório do PSDB na noite desta quarta-feira (6), a executiva estadual paulista elegeu Marco Vinholi como presidente do partido no Estado de São Paulo.

A confirmação do resultado foi compartilhada nas redes sociais por Geraldo Vinholi, pai de Marco Vinholi. Segundo Geraldo, a escolhe ocorreu através de chapa única com 107 membros do partido, onde 93 membros participaram da votação e por unanimidade, elegeram Marco Vinholi presidente.

Geraldo Vinholi comemorou o resultado da eleição e destacou, “Parabéns e muito trabalho, por que o PSDB tem história muito positiva no Estado de São Paulo e no Brasil e vamos continuar”.

Leia também: Avança na Alesp projeto que prevê espaços adaptados em estádios para pessoas com TEA


Foto: Divulgação/Assessoria

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Aécio Neves quer candidatura própria do PSDB para a Prefeitura de São Paulo

0 0
Read Time:1 Minute, 30 Second

O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) tem pressionado dirigentes do PSDB, para que o partido tenha candidato próprio na dipsuta pela Prefeitura de São Paulo, na eleição deste ano.

Aécio, esteve na última quarta-feira (17) em São Paulo, e encontrou-se com Marconi Perillo, presidente do partido, Paulo Serra, presidente do diretório estadual, e José Aníbal, ex-senador.

Para a coluna Painel da Folha de S. Paulo, o deputado federal declarou, “defendo e defendi hoje que o PSDB tenha uma candidatura própria em São Paulo. A única eleição nacional que o Brasil terá neste ano é a de São Paulo. A única que, do Norte ao Sul do país, as pessoas sabem quem está concorrendo e as consequências do resultado para um ou outro lado”, disse Aécio.

Segundo Aécio, “o PSDB não pode cometer o erro que cometeu em 2022“, disse, em referência à ausência do partido na disputa pela presidência da República. 

A deputada federal Tabata Amaral e o prefeito de São Paulo Ricardo Nunes, têm tentando articular o apoio do partido para as suas pré-candidaturas. O ex-tucano Andrea Matarazzo, que no momento esta filiado ao PSD, deixou seu nome à disposição para concorrer à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB.

O presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, marcou para o dia 18 de fevereiro a convenção estadual do partido, data na qual será eleita a chapa que comandará o diretório paulista.

Leia também: São Paulo comemora 470 anos com shows de Naiara Azevedo, Lexa e Mart’nália; Confira a programação


*Com informações Folha de S. Paulo – Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Ex-governador Marconi Perillo é eleito presidente do PSDB com apoio de Aécio

1 0
Read Time:2 Minute, 3 Second

O ex-governador de Goiás e ex-senador Marconi Perillo foi eleito nesta quinta-feira (30) o novo presidente do PSDB para um mandato de dois anos. Ele substituirá o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que decidiu não permanecer mais à frente do partido.

A decisão foi tomada pelo novo diretório, eleito por votação de delegados e parlamentares da sigla durante convenção partidária, e em meio a uma divisão no tucanato.

A eleição de Perillo foi fruto da costura de uma ala da legenda, que chegou a enfrentar uma disputa com o ex-senador José Aníbal (SP). Aníbal anunciou que disputaria contra Perillo, mas, de última hora, retirou a candidatura, e o ex-governador acabou eleito por aclamação.

“Eu queria dar uma satisfação, porque eu coloquei minha candidatura a presidente do diretório. Coloquei agora nesse final de semana. Conversei com muitos companheiros, mas não pareceu suficiente para a disputa”, afirmou Aníbal nesta quinta, durante a convenção.

“O que nós não podemos é ficar fazendo de conta que a nossa unidade é sólida. Estamos unidos, olha essa vitória, mas é uma unidade que não tem uma âncora política sólida. O PSDB está um pouco perdido no panorama que temos hoje da política brasileira”, completou Aníbal.

O processo de troca do comando do partido teve forte influência do deputado Aécio Neves (MG). A indicação de Perillo para comandar o PSDB foi uma indicação do parlamentar. A nova executiva, inclusive, terá a participação de Aécio e a maioria dos membros ligados a ele.

Leite, que também fará parte do novo comando, tentou articular a candidatura do ex-senador Tasso Jereissati (CE), mas não conseguiu após Aécio vetar essa hipótese, por se tratar de um desafeto.

No lugar, o governador gaúcho deixou o caminho livre para que Aníbal disputasse contra o nome apoiado pelo deputado mineiro, mas não conseguiu encontrar consenso. Leite tentou articular um adversário a Perillo por preferir um nome mais ligado a ele no comando do partido. Aécio, porém, conseguiu montar uma chapa mais robusta e acabou fortalecido.

Leia também: Câmara dos Deputados aprova prorrogação da Lei Paulo Gustavo até dezembro de 2024


Fonte: Folha de S. Paulo

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %
error: