Mesmo inelegível, Marçal registra candidatura à Presidência e volta ao centro da disputa

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Empresário e influenciador foi terceiro colocado na eleição para prefeito de São Paulo em 2024 e agora tenta disputar o Palácio do Planalto; registro ainda será analisado pela Justiça Eleitoral

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O empresário e influenciador Pablo Marçal registrou sua candidatura à Presidência da República pelo PRTB para as eleições de 2026. O pedido foi protocolado no sábado (15), último dia do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.

A candidatura, no entanto, ainda depende de análise da Justiça Eleitoral. Marçal permanece inelegível em razão de uma condenação do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), que manteve a pena de oito anos de inelegibilidade relacionada à campanha para a Prefeitura de São Paulo em 2024.

O registro só foi possível após uma decisão judicial que autorizou Marçal a retornar ao PRTB, com efeitos retroativos à data-limite de filiação partidária. O presidente nacional da legenda, Leonardo Avalanche, que havia sido anunciado como candidato à Presidência, passou a integrar a chapa como candidato a vice.

Da eleição em São Paulo para a disputa nacional

A candidatura presidencial ocorre menos de dois anos depois de Marçal ter protagonizado uma das disputas mais acirradas pela Prefeitura de São Paulo.

Em 2024, ele terminou o primeiro turno na terceira colocação, com 1,719 milhão de votos, ou 28,14% dos votos válidos. Ricardo Nunes ficou em primeiro, com 29,48%, enquanto Guilherme Boulos obteve 29,07% e avançou ao segundo turno.

A diferença para Boulos foi de aproximadamente 56 mil votos, o que deixou Marçal muito próximo de uma vaga no segundo turno.

Além do resultado geral, o empresário foi o candidato mais votado em 20 das 57 zonas eleitorais da capital. Na Vila Formosa, na Zona Leste, alcançou 34,59% dos votos, seu melhor desempenho proporcional entre as zonas eleitorais.

A ligação com Alphaville

Marçal também mantém uma relação conhecida com Alphaville, região localizada entre Barueri e Santana de Parnaíba e que se tornou uma das bases de sua atuação empresarial.

Reportagens publicadas durante a campanha de 2024 apontaram Alphaville como local de residência e concentração de empresas e atividades ligadas ao empresário.

A conexão ganha relevância para a região porque Marçal construiu parte de sua trajetória empresarial e de comunicação justamente a partir desse território, antes de ampliar sua atuação para a política.

Candidatura ainda depende da Justiça

Apesar do registro, Marçal não está automaticamente habilitado a disputar a eleição.

O TRE-SP manteve a condenação que determinou sua inelegibilidade por oito anos. A decisão ainda pode ser questionada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e o pedido de registro da candidatura presidencial será analisado pela Justiça Eleitoral.

Enquanto não houver decisão definitiva sobre o registro, a candidatura permanece em processo de análise.

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Foto: Reprodução/Instagram/@pablomarcal1

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Senado em SP: veja quem são os 14 candidatos às duas vagas

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São Paulo terá duas cadeiras em disputa nas eleições de outubro; eleitor poderá escolher dois candidatos ao Senado

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São Paulo terá 14 candidatos na disputa por duas vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026. O prazo para registro das candidaturas terminou no sábado (15), e a votação do primeiro turno está marcada para 4 de outubro.

Diferentemente da eleição para governador e presidente, em que o eleitor escolhe apenas um nome no primeiro turno, neste ano os paulistas deverão votar em dois candidatos ao Senado.

A disputa ocorre em um dos maiores colégios eleitorais do país. São Paulo reúne cerca de 34,1 milhões de eleitores, o equivalente a 21,48% do eleitorado brasileiro, segundo dados compilados pelo Poder360.

Quem são os candidatos

Os 14 nomes registrados para a disputa são:

  • André do Prado (PL)
  • Dra. Eliana Ferreira (PSTU)
  • Ednelson Cesaretti (PCO)
  • Geraldo Rufino (Podemos)
  • Guilherme Derrite (PP)
  • Maíra de Souza (UP)
  • Márcio Alves (UP)
  • Marina Silva (Rede)
  • Petter Maahs (PCB)
  • Ricardo Salles (Novo)
  • Simone Tebet (PSB)
  • Soninha Francine (Cidadania)
  • Weller Gonçalves (PSTU)
  • William Teixeira (Agir)

A relação foi divulgada após o encerramento do prazo para registro das candidaturas. As informações apresentadas à Justiça Eleitoral são de responsabilidade dos candidatos e dos partidos e ainda podem sofrer alterações em razão de eventuais questionamentos judiciais.

Disputa reúne nomes conhecidos da política paulista

A corrida pelas duas cadeiras reúne políticos com trajetórias distintas e diferentes posicionamentos no espectro político.

Entre os nomes de maior projeção estão a ex-ministra Simone Tebet, candidata pelo PSB, a ministra Marina Silva, da Rede, o deputado federal Guilherme Derrite, do PP, o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado, do PL, e o deputado federal Ricardo Salles, do Novo.

Também concorrem nomes com atuação em diferentes áreas políticas e sociais, ampliando o número de alternativas oferecidas ao eleitor paulista.

Eleitor terá dois votos para o Senado

Em 2026, dois terços do Senado Federal serão renovados. Ao todo, 54 das 81 cadeiras estarão em disputa, com duas vagas destinadas a cada unidade da Federação.

Em São Paulo, os dois candidatos mais votados serão eleitos para mandatos de oito anos.

Por isso, o eleitor paulista deverá prestar atenção à segunda escolha na urna. Será necessário votar em dois nomes diferentes para o Senado.

A propaganda eleitoral já está liberada desde domingo (16), conforme o calendário das eleições de 2026.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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São Paulo terá 1.395 candidatos na disputa pela Alesp

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Prazo para registro terminou neste sábado (15); partidos, federações e coligações agora entram na fase de campanha eleitoral

Um total de 1.395 candidatos disputa 94 vagas na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) nas eleições de 2026. O prazo para partidos políticos, federações e coligações solicitarem o registro das candidaturas terminou às 19h deste sábado (15).

O prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral valeu para os cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e suplentes, deputado federal e deputado estadual.

Para a Alesp, a relação entre o número de registros e as cadeiras disponíveis mostra o tamanho da concorrência pela próxima legislatura.

O registro é a etapa que formaliza perante a Justiça Eleitoral as candidaturas escolhidas nas convenções partidárias. Após o protocolo, são analisados documentos, condições de elegibilidade e demais requisitos previstos na legislação eleitoral.

PL, DC e Novo aparecem entre os partidos com mais candidatos

Entre as legendas com maior número de candidaturas para deputado estadual estão PL, Democracia Cristã (DC) e Novo, com 95 registros cada, segundo os dados apresentados no levantamento.

Os partidos ligados aos dois principais candidatos ao governo de São Paulo citados na disputa, aparecem com um número menor de nomes registrados para concorrer a uma cadeira na Alesp.

O Republicanos, partido do governador Tarcísio de Freitas, registrou 67 candidatos. Já o PT, legenda do ex-prefeito Fernando Haddad, apresentou 77 candidaturas.

No caso do PT, entretanto, o número precisa ser analisado dentro da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV. Considerada a federação, o grupo reúne 86 candidaturas para a Alesp, de acordo com os dados apresentados.

Partidos com menor número de candidaturas

Na outra ponta, PV e UP aparecem com dois candidatos cada, enquanto Democrata e PSTU registraram três candidaturas cada, conforme os dados fornecidos para o levantamento.

A diferença entre os números individuais dos partidos e aqueles considerados por federações é relevante porque as federações funcionam como uma unidade partidária para determinados efeitos eleitorais.

Campanha eleitoral começa neste domingo

Com o encerramento do prazo para registro, a disputa entra oficialmente na fase de campanha.

A propaganda eleitoral passou a ser permitida a partir deste domingo (16), inclusive na internet, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A partir de agora, os candidatos poderão apresentar propostas, participar de atos de campanha e utilizar os meios de propaganda autorizados pela legislação eleitoral.

Os pedidos registrados neste momento ainda passam pela análise da Justiça Eleitoral. Portanto, o número de 1.395 corresponde aos registros apresentados e não significa, necessariamente, que todos os candidatos já tenham seus registros definitivamente deferidos.

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Foto: Tom Oliveira/Arquivo/Alesp

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Tarcísio inicia campanha em Osasco; Haddad lança candidatura em SP

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Governador fará primeiro ato no domingo, enquanto ex-prefeito terá lançamento oficial na segunda-feira, no centro da capital

Os dois principais candidatos ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT), definiram as agendas para o início da campanha eleitoral.

Tarcísio fará o primeiro ato no domingo (16), às 10h, em Osasco, na Grande São Paulo. A cidade é um dos principais redutos políticos do deputado estadual Rogério Lins, ex-prefeito do município e aliado do governador. O atual prefeito de Osasco também apoia a candidatura à reeleição.

A estratégia anunciada pela campanha de Tarcísio é priorizar eventos com capilaridade regional, reunindo diferentes grupos políticos e lideranças de diversas regiões do estado.

Tarcísio começa campanha em Osasco

A região metropolitana deve ter papel importante na estratégia eleitoral do governador. Segundo o material divulgado pela campanha, Tarcísio se reuniu nesta semana com 38 dos 39 prefeitos da região, que teriam manifestado apoio à sua candidatura.

Parte dessas lideranças deverá participar do ato de domingo em Osasco.

A campanha também prevê a participação de Tarcísio em eventos regionais ao longo da disputa. Entre os compromissos previstos está a Festa do Peão de Barretos, no dia 22, onde o governador deverá estar ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Haddad fará lançamento na Praça da República

Fernando Haddad também terá agenda no domingo, mas participará do evento de lançamento da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República.

O lançamento oficial da candidatura de Haddad ao governo paulista ocorrerá na segunda-feira (17), às 10h30, na Praça da República, no centro de São Paulo.

O ato será integrado à Caminhada das Mulheres com Haddad, que seguirá até o Teatro Municipal.

A programação deverá contar com a participação das ex-ministras e candidatas ao Senado Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), além do candidato a vice-governador Márcio França (PSB) e de Ana Estela Haddad, esposa do candidato.

Campanhas terão estratégias diferentes

A escolha do evento voltado ao público feminino é apresentada pela campanha de Haddad como parte da estratégia para o início da disputa.

Segundo o material, o candidato deverá concentrar parte dos primeiros movimentos eleitorais nesse segmento do eleitorado.

As campanhas também deverão adotar diferentes estratégias de distribuição geográfica dos eventos.

Enquanto Tarcísio pretende priorizar grandes eventos regionais, Haddad deverá viajar pelo interior paulista já na próxima semana, buscando ampliar sua presença em áreas onde o atual governador possui maior apoio eleitoral, segundo a estratégia apresentada pela campanha petista.

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Foto: Reprodução/Montagem

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Republicanos decide não apoiar candidato à Presidência em 2026

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O Republicanos anunciou nesta terça-feira (4) que não apoiará nenhum candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão foi oficializada durante a convenção nacional do partido, que também confirmou que a legenda não lançará candidato próprio ao Palácio do Planalto.

Em nota, o partido informou que adotará uma posição de independência institucional, permitindo que os diretórios estaduais tenham autonomia para definir suas alianças conforme a realidade política de cada estado.

Diretórios estaduais terão autonomia

Segundo o Republicanos, a decisão leva em consideração a presença da legenda em diversas regiões do país e a necessidade de preservar os acordos políticos já construídos nos estados.

Na nota divulgada pela direção nacional, o partido afirma que sua ampla atuação no território brasileiro exige respeito às particularidades locais.

“Essa capilaridade impõe o dever de considerar as particularidades de cada estado na tomada de decisão, respeitando as estratégias políticas locais e as diferentes composições construídas ao longo dos últimos anos”, informou a legenda.

Com isso, os diretórios regionais poderão firmar alianças com diferentes candidaturas, sem uma orientação única da executiva nacional.

Convenção confirmou decisão

A convenção nacional foi realizada na manhã desta terça-feira, mas a decisão já havia sido antecipada em nota publicada pelo partido antes mesmo do início do encontro.

A definição ocorre no momento em que as legendas iniciam a formalização de candidaturas e alianças para as eleições gerais de 2026.

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Foto: Divulgação/Republicanos

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Câmara de Barueri retoma sessões nesta terça-feira após recesso parlamentar

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Primeira sessão do segundo semestre acontece às 9h30 e será aberta à participação da população

A Câmara Municipal de Barueri retoma, nesta terça-feira (4), as sessões ordinárias após o recesso parlamentar previsto na Lei Orgânica do Município. A primeira reunião do segundo semestre será realizada a partir das 9h30, no plenário da Casa.

A última sessão ordinária ocorreu em 30 de junho. Durante o período de recesso, não houve votações em plenário, embora os serviços administrativos da Câmara tenham permanecido em funcionamento. Os gabinetes dos vereadores também continuaram atendendo a população e acompanhando demandas do município.

Segundo o presidente da Câmara, Wilson Zuffa (Republicanos), o recesso parlamentar não representa férias para os parlamentares.

“Os vereadores continuam atendendo a população nos gabinetes e fiscalizando o trabalho da Prefeitura na cidade”, afirmou.

Primeiro semestre teve 46 projetos de lei analisados

No balanço das atividades legislativas entre fevereiro e junho de 2026, a Câmara realizou 22 sessões ordinárias e três audiências públicas.

No período, passaram pelo plenário:

  • 46 projetos de lei;
  • 5 projetos de lei complementar;
  • 5 projetos de resolução;
  • 1.419 indicações ao Poder Executivo;
  • 8 requerimentos;
  • 18 moções.

Sessões são abertas ao público

As sessões ordinárias da Câmara de Barueri acontecem sempre às terças-feiras, às 9h30, salvo alteração por feriados, quando são transferidas para o primeiro dia útil seguinte.

A participação da população é livre. Para acompanhar a sessão presencialmente, basta apresentar um documento oficial com foto na entrada da Câmara.

Os trabalhos também são transmitidos ao vivo pelos canais oficiais da Câmara Municipal na internet.

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Foto: Marco Miatelo/CMB

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Tarcísio tem aprovação de 63,8% da gestão, aponta Paraná Pesquisas

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Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas aponta que quase dois terços dos paulistas aprovam a administração estadual; 46% avaliam a gestão como ótima ou boa

A administração do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) é aprovada por 63,8% dos eleitores do Estado de São Paulo, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (29) pelo Instituto Paraná Pesquisas. Outros 32,1% disseram desaprovar a gestão, enquanto 4% não souberam ou preferiram não opinar.

Além do índice de aprovação, o levantamento também mediu a avaliação do governo paulista. Para 46% dos entrevistados, a administração é considerada ótima (16,7%) ou boa (29,3%). Outros 29% classificaram a gestão como regular.

Já a avaliação negativa soma 22,7%, sendo 8% que consideram o governo ruim e 14,7% que o classificam como péssimo. Outros 2,3% não responderam.

Aprovação permanece acima de 60%

O comparativo apresentado pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra que a aprovação do governo Tarcísio permanece acima dos 60% ao longo dos levantamentos realizados em 2026.

Na pesquisa de junho, o índice de aprovação era de 63,2%. Agora, em julho, passou para 63,8%. Já a desaprovação variou de 31,9% para 32,1%, dentro da margem de erro da pesquisa.

Avaliação positiva supera negativa

Os dados também indicam que a soma das avaliações ótima e boa (46%) supera em mais do que o dobro a soma das avaliações ruim e péssima (22,7%). A parcela dos entrevistados que considera a gestão regular representa 29%.

Dados da pesquisa

O levantamento do Instituto Paraná Pesquisas foi realizado entre os dias 25 e 28 de julho de 2026, com 1.680 eleitores em 79 municípios do Estado de São Paulo.

A pesquisa tem grau de confiança de 95% e margem de erro de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-04624/2026.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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São Paulo terá mais de 34 milhões de eleitores nas eleições de 2026

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Estado concentra 21,48% do eleitorado brasileiro; mulheres são maioria entre os aptos a votar

O estado de São Paulo terá 34.104.226 eleitoras e eleitores aptos a votar nas eleições de 2026, segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número representa 21,48% de todo o eleitorado brasileiro, que soma 158.745.463 pessoas aptas a participar do pleito.

Com o maior colégio eleitoral do país, São Paulo terá papel decisivo nas eleições marcadas para outubro.

Capital lidera número de eleitores

A cidade de São Paulo concentra o maior número de eleitores do estado, com 9.135.407 votantes, o equivalente a 26,7% do eleitorado paulista.

Na sequência aparecem:

  • Guarulhos: 948.410 eleitores;
  • Campinas: 870.672 eleitores.

Mulheres são maioria

As mulheres representam a maior parcela do eleitorado paulista.

São 18,1 milhões de eleitoras, o equivalente a 53% do total, enquanto os homens somam 15,9 milhões, correspondendo a 47%.

Faixa etária predominante

A maior concentração de eleitores está entre pessoas de 40 a 44 anos, com aproximadamente 3,48 milhões de votantes.

Em seguida aparecem:

  • 45 a 49 anos: 3,38 milhões;
  • 35 a 39 anos: 3,23 milhões.

O estado também possui 8,5 milhões de eleitores com mais de 60 anos, sendo que quase metade deles tem 70 anos ou mais.

Já os eleitores menores de 18 anos somam 180.229, lembrando que o voto é permitido para jovens a partir de 16 anos.

Maioria está sujeita ao voto obrigatório

Dos mais de 34 milhões de eleitores paulistas:

  • 29.698.450 (87,08%) estão sujeitos ao voto obrigatório;
  • 4.405.776 (12,92%) têm voto facultativo.

Escolaridade

O ensino médio completo é o nível de escolaridade mais frequente entre os eleitores paulistas, representando 33,45% do total.

Também se destacam:

  • Ensino fundamental incompleto: 17,53%;
  • Ensino médio incompleto: 16,67%;
  • Ensino superior completo: 5.133.353 eleitores (15,05%).

O levantamento mostra ainda que 574.211 eleitores declararam ser analfabetos, enquanto 2,85% informaram apenas saber ler e escrever.

Cresce o número de indígenas, quilombolas e pessoas com nome social

Os dados do TSE apontam crescimento expressivo no número de eleitores que se autodeclaram indígenas e quilombolas no estado.

O eleitorado indígena passou de 3.706, em 2024, para 7.492 em 2026, um aumento de 102,1%.

Já o número de eleitores quilombolas cresceu de 2.180 para 3.941, alta de 80,7%.

Além disso, 12.331 eleitores estão cadastrados para votar utilizando o nome social, o que representa cerca de 32% de todos os registros desse tipo no país.

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Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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PoderData: Lula abre 6 pontos sobre Flávio Bolsonaro no 1º turno

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Pesquisa ouviu 2.400 eleitores em todo o país entre os dias 12 e 15 de julho; levantamento está registrado no TSE

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa pelo Palácio do Planalto no cenário de primeiro turno da nova pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta quinta-feira (16). O levantamento mostra Lula com 40% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 34%. Segundo o instituto, a diferença de seis pontos percentuais supera a margem de erro de dois pontos, deixando de configurar empate técnico nesse cenário.

Na sequência aparecem Renan Santos (Missão), com 6% das intenções de voto; Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), ambos com 4%; e Augusto Cury (Avante), com 3%. Os demais nomes permanecem tecnicamente empatados dentro da margem de erro da pesquisa.

Destaques do levantamento

De acordo com o PoderData/Aya, Lula registra desempenho mais forte entre o eleitorado feminino, com 40% das intenções de voto, contra 30% de Flávio Bolsonaro nesse segmento.

Regionalmente, o presidente também apresenta vantagem no Nordeste, onde alcança 46%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 33%. Já o senador tem desempenho relativamente melhor nas regiões Sul e Centro-Oeste, segundo o instituto.

Motivação do voto

A pesquisa também perguntou aos entrevistados quais fatores mais influenciam a escolha do candidato.

Segundo o levantamento:

  • 61% afirmaram votar principalmente pelas propostas apresentadas pelos candidatos;
  • 17% disseram que a escolha é motivada pela rejeição aos demais concorrentes.

Metodologia

A pesquisa PoderData/Aya foi realizada entre 12 e 15 de julho de 2026, com 2.400 entrevistas telefônicas em 685 municípios das 27 unidades da Federação.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00059/2026.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Quaest: aprovação do governo Lula supera desaprovação pela primeira vez desde abril

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Levantamento mostra empate técnico entre os dois índices e redução da diferença registrada nos últimos meses

A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a 48%, enquanto a desaprovação ficou em 47%, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15). Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os resultados configuram um empate técnico.

Os entrevistados que não souberam ou preferiram não responder representam 5%.

Na comparação com os levantamentos anteriores, a pesquisa indica redução da diferença entre aprovação e desaprovação observada ao longo dos últimos meses. Em abril, por exemplo, a desaprovação superava a aprovação por nove pontos percentuais.

Evolução da aprovação

Segundo a Quaest, os índices evoluíram da seguinte forma:

MêsAprovaDesaprova
Março44%51%
Abril43%52%
Maio46%49%
Junho47%48%
Julho48%47%

Avaliação do governo

A pesquisa também perguntou aos entrevistados como avaliam o trabalho do presidente Lula.

Os resultados foram:

  • Positivo: 36% (34% em junho);
  • Negativo: 36% (38% em junho);
  • Regular: 26% (26% em junho);
  • Não souberam ou não responderam: 2%.

Os números mostram equilíbrio entre as avaliações positivas e negativas, enquanto a avaliação regular permaneceu estável em relação ao levantamento anterior.

Metodologia

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026.

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