O PSDB de São Paulo afirmou que não há qualquer possibilidade de aliança com o PT nas eleições de 2026 e reforçou que trabalha para lançar candidatura própria ao governo do estado.
Em nota divulgada nesta terça-feira (14), o partido classificou como incorretas as informações que apontavam uma possível aproximação entre as duas siglas.
“O PSDB é adversário histórico do PT, e assim continuará. Não há diálogo ou avanço oficial para qualquer aliança”, destacou o comunicado.
Segundo a legenda, o cenário mais consolidado neste momento é o lançamento de uma candidatura própria, com o nome de Paulo Serra como pré-candidato ao Palácio dos Bandeirantes.
Paulo Serra é presidente da executiva estadual do partido, ex-prefeito de Santo André e atual vice-presidente nacional da sigla.
De acordo com o PSDB, a proposta é apresentar ao eleitorado uma alternativa de centro, fora da polarização política, com foco em gestão pública e resultados administrativos.
A movimentação ocorre em meio à reorganização das forças políticas para a disputa estadual de 2026, que deve ser marcada por forte polarização.
Com a definição, o partido sinaliza estratégia de independência eleitoral e busca retomar protagonismo no cenário político paulista.
O prefeito de Santana de Parnaíba, Elvis Cezar (Republicanos), recebeu nesta semana o ex-prefeito de Santo André e presidente da Executiva Estadual do PSDB, Paulo Serra, para uma reunião voltada à troca de experiências sobre gestão pública. O encontro ocorreu na sede do Executivo municipal e integrou a agenda de Serra com prefeitos da Região Metropolitana de São Paulo.
Também vice-presidente nacional do PSDB, Paulo Serra tem intensificado, desde o ano passado, visitas a municípios paulistas com o objetivo de mapear boas práticas administrativas e fortalecer o protagonismo de gestores locais.
Em Santana de Parnaíba, o destaque foi o modelo de governança adotado por Elvis Cezar. Eleito com 70,87% dos votos válidos, o prefeito assumiu a gestão municipal pela terceira vez, sendo idealizador do método “Governo 360”, plataforma que integra planejamento estratégico, participação popular e mecanismos de transparência nos gastos públicos.
Segundo Serra, a visita teve como foco o intercâmbio de experiências que possam ser replicadas em outras cidades do Estado. “Fizemos essa visita especial a Santana de Parnaíba para aprender e trocar experiências. A gestão do prefeito Elvis Cezar é exemplo de excelência. É impressionante como as cidades de São Paulo são ricas em boas práticas que podem ser replicadas”, afirmou.
Durante a agenda, Serra também dialogou com lideranças e servidores municipais. Ele deixou a Prefeitura de Santo André em dezembro de 2024 com índice de aprovação de 80,1%, conforme levantamento do Instituto Paraná Pesquisas.
De acordo com a administração municipal, o “Governo 360” já rendeu prêmios nacionais ao município e contribuiu para avanços nas áreas de Saúde, Educação e Infraestrutura Urbana. Após a implantação do sistema, o índice de aprovação da gestão em Santana de Parnaíba gira em torno de 90%, segundo dados divulgados pela prefeitura.
A reunião reforça o posicionamento de Santana de Parnaíba como referência administrativa na Região Metropolitana e insere Elvis Cezar no circuito de debates estaduais sobre inovação e eficiência na gestão pública.
Em convenção semipresencial realizada nesta quinta-feira (27), em Brasília, o PSDB oficializou a nova composição da sua Executiva Nacional. O deputado federal Aécio Neves (MG) assume a presidência da legenda, enquanto o ex-prefeito de Santo André, Paulo Serra, foi eleito 1º vice-presidente para o biênio 2025/2027.
A reunião marcou a transição no comando do partido, que nos últimos dois anos esteve sob a liderança de Marconi Perillo. A reestruturação interna tem como foco a preparação da sigla para as eleições de 2026.
Além da nova Executiva, a convenção definiu o Conselho Fiscal e celebrou a marca de 50 mil novos filiados nos últimos dois anos. No mesmo período, o partido elegeu 273 prefeitos, 289 vice-prefeitos e 2.956 vereadores em todo o país.
O encontro, realizado na sede nacional da legenda, reuniu lideranças tucanas de várias regiões e contou com a presença do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, do Republicanos.
Paulo Serra vai acumular a nova função nacional com a presidência da Executiva Estadual do partido em São Paulo. Pré-candidato ao Palácio dos Bandeirantes, ele afirmou que a meta é reposicionar o PSDB no centro do debate político e fortalecer os diretórios municipais. A legenda também abriu cadastro para interessados em disputar cargos em 2026, com previsão de capacitação política.
O ministro Fernando Haddad (PT) aparece à frente na disputa pelo Senado em São Paulo, segundo levantamento do Instituto Real Time Big, divulgado nesta segunda-feira (6). A pesquisa ouviu 1.500 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro e tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento simulou quatro cenários distintos para a eleição de 2026, quando os paulistas escolherão dois senadores para representar o estado por oito anos. Em todos eles, Haddad figura entre os mais citados, embora enfrente forte concorrência de nomes ligados à direita.
No primeiro cenário, o petista lidera com 19% das intenções de voto, seguido por Guilherme Derrite (PP), com 16%, e Ricardo Salles (Novo) e Marina Silva (Rede), empatados com 12%. Já Mara Gabrilli (PSD) e Paulo Serra (PSDB) somam 7% cada.
Quando Marta Suplicy (PT) entra na disputa, Haddad mantém a dianteira com 18%, mas Marta empata tecnicamente com Derrite, ambos com 16%. Salles aparece novamente com 12%.
Em um terceiro cenário, com Guilherme Boulos (PSOL), o deputado lidera com 18%, seguido de perto por Haddad (17%) e Derrite (16%), mantendo a polarização entre esquerda e direita.
No quarto cenário, com Eduardo Bolsonaro (PL) entre os candidatos, Haddad segue na frente com 17%, enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com 13%. Marina Silva e Derrite empatam com 12%, seguidos por Salles (10%).
Os votos nulos ou brancos variaram entre 11% e 13%, e os que não souberam ou não responderam, entre 12% e 14%, indicando que o quadro eleitoral ainda está aberto a cerca de um ano da eleição.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece na liderança em todos os cenários testados para a disputa ao governo paulista, segundo pesquisa do Instituto Real Time Big divulgada nesta segunda-feira (6).
No primeiro cenário, Tarcísio tem 52% das intenções de voto, seguido por Márcio França (PSB), com 16%. Em terceiro lugar está Erika Hilton (PSOL), com 10%, e Paulo Serra (PSDB), com 8%. Já Felipe D’Ávila (Novo) soma 3%.
Quando o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) é incluído, Tarcísio mantém a dianteira com 47%, contra 26% do vice-presidente. Erika Hilton (10%), Paulo Serra (7%) e D’Ávila (2%) completam o quadro.
Nos cenários sem Tarcísio, a disputa fica mais acirrada. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) e Alckmin despontam como principais alternativas. Em um dos recortes, Nunes lidera com 34%, seguido por Márcio França (20%) e Erika Hilton (10%). Em outro, França chega a 27%, com Rodrigo Garcia (14%) logo atrás. Já em um terceiro cenário, Alckmin e Nunes aparecem empatados tecnicamente, com 31% e 30%, respectivamente.
No índice de rejeição, quem lidera é Erika Hilton (38%), seguida de Tarcísio (28%) e Alckmin (26%).
O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
📊 Resumo dos principais cenários:
Tarcísio x França: 52% x 16%
Tarcísio x Alckmin: 47% x 26%
Sem Tarcísio: Nunes (34%) e Alckmin (31%) lideram em cenários distintos.
De olho nas eleições de 2026, a Executiva Estadual do PSDB de São Paulo iniciou nesta semana o cadastro para filiados que desejam disputar os cargos de deputado federal e estadual. O chamamento é digital e inclui capacitação política para os postulantes, além de alinhamento de discurso com os valores sociais e democráticos da legenda.
Segundo o presidente estadual do PSDB-SP, Paulo Serra, a meta é fortalecer o partido e retomar protagonismo no cenário político, elegendo de três a quatro deputados federais e de quatro a seis estaduais no próximo pleito. “A democracia só se fortalece quando mais pessoas decidem participar ativamente da vida pública. O PSDB de São Paulo abre este chamamento para todos aqueles que têm interesse em construir um futuro melhor para nossas cidades e nosso estado”, afirmou Serra, que foi prefeito de Santo André por dois mandatos.
O processo de inscrição está disponível no site tucano.org.br/ipcdep. Após o preenchimento do formulário, os nomes serão analisados pelo Diretório Estadual, que fará a seleção inicial dos futuros candidatos.
Paulo Serra destacou que o partido pretende preparar bem seus quadros para as disputas proporcionais. “A construção de uma candidatura exige tempo, diálogo, engajamento e presença junto à população. Ao se inscrever, nosso filiado inicia um caminho de aprendizado e preparo, alinhado aos valores do PSDB: democracia, justiça social, responsabilidade e compromisso com o futuro do Brasil.”
O dirigente tucano ainda ressaltou que, diante de fusões recentes de partidos como PP e União Brasil e do alto coeficiente exigido por legendas como o PL, o PSDB se torna mais competitivo para o pleito proporcional de 2026.
O presidente estadual do PSDB de São Paulo, Paulo Serra, e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado (Alesp), André do Prado (PL), se reuniram na quarta-feira (25) para discutir a construção de uma frente unificada da centro-direita no estado, mirando as eleições de 2026. O encontro aconteceu na capital paulista e faz parte de uma série de articulações lideradas por Serra para fortalecer o bloco político que apoia o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Ex-prefeito de Santo André e nome em ascensão no cenário tucano, Serra tem percorrido o estado em reuniões com prefeitos, vereadores e lideranças partidárias, com o objetivo de consolidar alianças e preparar o terreno para o próximo pleito. Segundo ele, a união dos partidos de centro-direita será fundamental caso Tarcísio confirme a candidatura à Presidência da República.
“Temos um projeto bem-sucedido em São Paulo com o governador Tarcísio. A missão agora é fortalecer os grupos políticos dessa aliança, para que possamos disputar as eleições de 2026 ainda mais fortes”, afirmou Serra, destacando que o diálogo com André do Prado foi essencial para alinhar estratégias e ampliar o apoio ao grupo pró-Tarcísio.
Após a reunião, o presidente da Alesp usou as redes sociais para reforçar a disposição em manter o diálogo com os tucanos. “Uma boa conversa sobre gestão pública, desenvolvimento regional e os desafios que compartilhamos na missão de transformar a vida das pessoas”, publicou Prado, ao compartilhar fotos do encontro.
O PSDB vive um momento de reestruturação e discute uma possível fusão com outras legendas. Em abril, Serra também recebeu em Santo André o presidente nacional do PSD e secretário estadual de Governo, Gilberto Kassab, em mais uma sinalização de aproximação entre partidos que orbitam a base do governo paulista.
De olho no cenário eleitoral, Paulo Serra tem visto seu nome ganhar espaço em pesquisas. Levantamento do Instituto Real Time Big Data divulgado em maio mostra o tucano com 13% das intenções de voto para o governo do estado e 4% na disputa pelo Senado Federal.
A fusão entre o PSDB e o Podemos foi oficializada na manhã desta quinta-feira (5), durante a Convenção Nacional do PSDB realizada em Brasília (DF). O novo bloco partidário nasce como uma federação de centro e já desponta como a oitava maior bancada da Câmara dos Deputados, com 28 parlamentares, e a quinta maior no Senado Federal, com sete senadores.
O presidente da Executiva Estadual do PSDB em São Paulo, Paulo Serra — ex-prefeito de Santo André —, avaliou de forma positiva a união entre as legendas. Para ele, a federação representa uma alternativa ao extremismo que, segundo afirmou, tem prejudicado o debate político e social no país.
“Esta união de partidos de centro nasce para oferecermos ao Brasil, aos Estados e às cidades uma opção equilibrada de gestão, que melhore, verdadeiramente, a vida das pessoas — bem longe do extremismo atual, que, ao meu ver, só empobrece o debate político e social, e não atende a nossa gente em suas necessidades. Vemos um país dividido por ódio e por ideologia, e repleto de desafios, que precisam ser superados com seriedade e bons quadros, distante de gritaria”, declarou Serra.
Durante a convenção, os filiados do PSDB aprovaram, por ampla maioria, a mudança no estatuto do partido que permite a fusão com o Podemos: foram 201 votos favoráveis, apenas dois contrários e duas abstenções.
A nova sigla agora terá o desafio de construir um estatuto conjunto e elaborar um programa partidário unificado. A expectativa é que a incorporação do Podemos ao PSDB seja apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até julho. Caso aprovado pelo órgão, a fusão deve ser oficialmente reconhecida até setembro ou outubro deste ano.
Paulo Serra também vê a união como um marco importante para o futuro político das legendas.
“Penso que este movimento com o Podemos faz com que o PSDB retorne fortalecido e mais competitivo ao cenário partidário brasileiro e, sobretudo, com bons quadros para as eleições de 2026”, completou.
Com a fusão, os partidos esperam ampliar sua presença nos debates nacionais e estaduais e se reposicionar como uma força moderada diante da polarização que tem marcado o cenário político brasileiro nos últimos anos.
O presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, nomeou o prefeito de Santo André, Paulo Serra, como presidente do diretório estadual do partido em São Paulo. Serra é membro da executiva nacional e também atuava como presidente da federação PSDB/Cidadania no Estado. O posto agora passa a ser ocupado pelo prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira.
A executiva nacional do PSDB havia entrado com intervenção no diretório paulista e anulou a eleição que decretou Marco Vinholi para o comando do partido em São Paulo na semana passada.
A preferência da alta cúpula da sigla era de que o eleito não tivesse ligação com o ex-governador paulista João Dória.
Em uma tentativa de unir o partido após disputas internas, integrantes do PSDB se reuniram neste domingo (25) em uma convenção em São Paulo para definir a nova liderança do diretório do estado.
O evento aconteceu pela manhã na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e reuniu 314 votos que aprovaram a criação de uma chapa única para liderar o partido, composta por diferentes alas da sigla.
Outra decisão esperada era o nome do novo presidente do diretório, que foi adiada para o próximo dia 9 de março.
Dois nomes disputam a vaga: Paulo Serra, prefeito de Santo André e atual presidente da comissão provisória que comanda o diretório estadual, e Marco Vinholi, que foi secretário de Desenvolvimento Regional na gestão do governador João Dória e é o atual presidente do partido em São Paulo.
Além do comando do Diretório Estadual de São Paulo, outra indefinição do partido permanece em lançar um candidato próprio ou apoiar a reeleição do prefeito Ricardo Nunes (MDB-SP). A decisão também deve ficar para março.
Aliado do governador do Rio Grande do Sul e possível aposta do partido para as eleições presidenciais de 2026, Eduardo Leite (PSDB-RS), Serra afirmou que a legenda não vai focar na quantidade de prefeituras para as eleições municipais de 2024. Em vez disso, a sigla deve focar nas cidades já governadas pelo PSDB, como Campinas, São José dos Campos, Piracicaba e Santo André.
“Essas cidades acabam influenciando as cidades vizinhas, candidatos que levem esse projeto e essas ideias de reconstrução do partido para que a gente consiga ultrapassar 2024”, disse Serra em uma coletiva de imprensa após o evento.
Eduardo Leite como possível aposta para 2026
Serra também ratificou seu apoio ao chefe do executivo do Rio Grande do Sul como candidato do partido para disputar as eleições de 2026.
Ao ser questionado pela repórter da CNN Suzana Busanello sobre os planos do PSDB para as eleições presidenciais de 2026, Leite, afirmou que o foco ainda está voltado para as disputas municipais de 2024.
“A estratégia do partido deve contemplar justamente fortalecer nas eleições municipais e partir daí, em 2025, observando justamente o ambiente político, definir o melhor caminho para 2026”, expressou o governador.
“O propósito é no centro, no bom senso, no senso comum, uma alternativa à polarização. E o PSDB se propõe a liderar esse processo”, continuou.
Leite era presidente do partido até novembro de 2023, quando parte dos tucanos resolveram acionar a Justiça para anular a convenção que elegeu o governador gaúcho. Para ele, o objetivo é fortalecer a sigla para liderar uma espécie de terceira via.
Região de maior força da sigla, o PSDB governou São Paulo por 28 anos, até perder a última disputa pelo estado para o candidato do Republicanos Tarcísio de Freitas. Hoje, o partido tenta recuperar o protagonismo no cenário político após a migração de prefeitos tucanos para outros partidos.
O partido perdeu o governo do estado pela primeira vez em quase 30 anos nas eleições de 2022. A sigla também perdeu o atual vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, que permaneceu na legenda por um período ainda maior: 33 anos.
Alckmin hoje integra o Partido Socialista Brasileiro (PSB) ao lado da deputada federal Tabata Amaral, também candidata à disputa pela prefeitura da capital paulista.
“Claro que com a perda do governo do Estado não existe a perspectiva de repetir o número [de prefeitos] que tivemos em 2020, mas estrategicamente teremos cidades muito importantes que vão preparar o partido para esse grande projeto de 2026”, concluiu Paulo Serra.