Vereador de Jandira propõe implantação da cinoterapia no município

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Na 25ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Jandira, o vereador Pastor Gilson (PP) apresentou o requerimento nº 395/25, que sugere à Prefeitura a criação de um programa de cinoterapia no município.

A proposta tem como objetivo introduzir a terapia assistida por cães especialmente treinados como recurso complementar em tratamentos de saúde. O parlamentar destacou que a prática é indicada, principalmente, para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), mas também pode beneficiar outros públicos.

Segundo Pastor Gilson, a cinoterapia já é reconhecida como uma ferramenta eficaz em diversas áreas. “A cinoterapia tem demonstrado resultados positivos em diversas áreas da saúde, incluindo a melhora na mobilidade física, a redução dos níveis de estresse e ansiedade, o aumento da interação social e o apoio no tratamento de transtornos psicológicos ou emocionais”, explicou.

O requerimento agora segue para avaliação do Executivo Municipal, que poderá analisar a viabilidade de implantação do projeto em Jandira.

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Foto: Reprodução/CMJ

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Câmara de Jandira aprova projeto que autoriza acompanhante pessoal para alunos com TEA na rede municipal

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A Câmara Municipal de Jandira aprovou, na última terça-feira (24), o Projeto de Lei nº 66/2025, que autoriza a presença de acompanhante pessoal nas escolas municipais para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A proposta, de autoria do vereador Pastor Gilson (PP), recebeu 11 votos favoráveis durante a 21ª Sessão Ordinária e agora segue para sanção ou veto do prefeito Dr. Sato (PSD).

O projeto busca fortalecer a inclusão educacional ao permitir que estudantes com TEA sejam acompanhados por pessoa de confiança — familiar ou não, remunerada ou voluntária — que possa auxiliá-los no ambiente escolar. O texto define que o acompanhante não pode exercer atividades pedagógicas nem substituir profissionais da educação, cabendo a ele apenas prestar cuidados básicos, auxiliar na adaptação, zelar pela segurança e promover o bem-estar do aluno.

Para solicitar o acompanhante, os responsáveis devem apresentar laudo médico que comprove o diagnóstico de TEA, conforme critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), além de informar os dados do acompanhante e assinar termo de compromisso.

Segundo o vereador autor da proposta, a medida não exime o poder público de suas obrigações, mas oferece mais uma ferramenta de apoio à inclusão educacional.

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