Influenciador Hytalo Santos é condenado a mais de 11 anos por crime envolvendo adolescentes

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A Justiça da Paraíba condenou o influenciador Hytalo Santos e o marido dele, Israel Vicente, conhecido como Euro, por produção de conteúdo pornográfico envolvendo adolescentes. A sentença foi proferida pelo juiz Antônio Rudimacy Firmino de Sousa, da comarca de Bayeux, na Grande João Pessoa, e tornada pública neste domingo (22).

Hytalo Santos foi condenado a 11 anos e 4 meses de prisão. Já Israel Vicente recebeu pena de 8 anos e 10 meses de reclusão.

Na decisão, o magistrado manteve a prisão preventiva dos dois réus. Segundo a sentença, permanecem inalterados os fundamentos que justificaram a medida cautelar. O juiz também destacou que o regime fechado é incompatível com a concessão de liberdade provisória.

A defesa informou que vai recorrer da condenação. De acordo com os advogados, ao longo da instrução processual foram apresentados argumentos que, na avaliação da equipe jurídica, afastariam a tese sustentada pela acusação.

Em nota, os defensores afirmaram confiar nas instituições e no devido processo legal. “A defesa reafirma sua confiança nas instituições e no devido processo legal, convicta de que as instâncias competentes restabelecerão a justiça”, declararam.

Apesar da condenação em primeira instância, o Tribunal de Justiça da Paraíba analisa um pedido de habeas corpus em favor dos réus. O julgamento deve ser retomado na terça-feira (24). Segundo a defesa de Hytalo, a sentença não interfere na apreciação do pedido.

Hytalo Santos e Israel Vicente foram presos em São Paulo no dia 15 de agosto do ano passado. Posteriormente, foram transferidos para o Presídio do Róger, em João Pessoa, onde estão detidos preventivamente desde o dia 28 do mesmo mês.

O caso em tramitação na Justiça estadual ocorre paralelamente a um processo na Justiça do Trabalho. Nessa outra ação, Hytalo Santos e Israel Vicente também respondem por tráfico de pessoas para exploração sexual e por submeter vítimas a condições análogas à escravidão.

As decisões ainda cabem recurso.

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Foto: Arquivo/Reprodução

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Hytalo Santos deixa Carapicuíba chorando ao ser levado com o marido para CDP de Pinheiros

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Na tarde desta segunda-feira (18), os influenciadores Hytalo Santos e seu marido, Israel Nata Vicente, conhecido como Euro, foram transferidos da cadeia pública de Carapicuíba, na Grande São Paulo, para o Centro de Detenção Provisória (CDP) I de Pinheiros, na Zona Oeste da capital. O casal deixou o local chorando.

A dupla havia sido detida na última sexta-feira (15) em Carapicuíba, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça da Paraíba. Inicialmente, eles foram encaminhados para a carceragem do 1º Distrito Policial do município.

De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), Hytalo e Israel chegaram ao CDP de Pinheiros por volta das 15h50 desta segunda-feira.

O casal é investigado pelo Ministério Público da Paraíba (MP-PB) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) por suspeita de exploração e exposição de menores de idade, além de tráfico humano em conteúdos produzidos para as redes sociais.

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Foto: Reprodução/Rede Globo

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Influenciador Hytalo Santos, investigado por exploração de menores, é preso em Carapicuíba

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O influenciador paraibano Hytalo Santos e o marido, Israel Nata Vicente, foram presos preventivamente nesta sexta-feira (15) em uma casa em Carapicuíba. A ação contou com participação do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Ministério Público do Trabalho (MPT), Polícias Civil da Paraíba e de São Paulo e Polícia Rodoviária Federal.

Eles são investigados por suposta exploração e exposição de crianças e adolescentes em conteúdos para redes sociais, após denúncias feitas pelo youtuber Felca, que apontou casos de “adultização” de menores. Desde então, a Justiça da Paraíba já havia determinado medidas cautelares e realizado mandados de busca e apreensão.

As ordens de prisão foram expedidas pelo juiz Antônio Rudimacy Firmino de Sousa, da 2ª Vara de Bayeux (PB), que citou “fortes indícios” de tráfico de pessoas, exploração sexual, trabalho infantil artístico irregular e produção de vídeos com constrangimento de menores.

Na decisão, o magistrado afirmou que o casal teria destruído provas, removido materiais que seriam apreendidos, intimidado testemunhas e ocultado bens, dificultando as investigações. A prisão, segundo ele, busca impedir novas ações que prejudiquem a coleta de provas e o andamento do processo.

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Foto: Reprodução

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