Gilmar Mendes valida reajuste de 15% do Bolsa Família

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Decisão atende pedido da AGU e considera que atualização dos valores não cria novo benefício nem amplia o número de beneficiários

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reconheceu nesta sexta-feira (18) a validade do decreto que reajusta os valores do Bolsa Família. A decisão atende a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e permite a aplicação dos novos valores a partir da folha de outubro.

O reajuste é de 15,04%, conforme cálculo baseado na variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026. Com a atualização, o benefício mínimo por família passa de R$ 600 para R$ 691, enquanto o valor médio estimado sobe de R$ 675 para R$ 777.

A discussão chegou ao STF porque o reajuste foi anunciado pelo governo durante o período eleitoral. Na decisão, Gilmar Mendes considerou que a medida não representa a criação de um novo benefício nem altera os critérios de elegibilidade do programa.

Segundo o ministro, trata-se de uma atualização monetária dos valores já previstos no Bolsa Família.

A AGU havia solicitado ao Supremo o reconhecimento da legalidade do decreto justamente sob o argumento de que a medida não criaria uma nova vantagem social e estaria de acordo com a legislação eleitoral.

Quando o novo valor começa a ser pago

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, os valores atualizados serão considerados na folha de outubro. Os pagamentos com os novos valores estarão disponíveis a partir de 19 de outubro, seguindo o calendário do programa.

O governo informou que esta é a primeira atualização dos valores do Bolsa Família pela inflação desde a retomada do atual modelo do programa, em 2023. O Decreto nº 13.120 foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União na quinta-feira (17).


Foto: Valter Campanato/ABR

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Moraes e Mendonça trocam acusações durante sessão do STF

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Moraes disse que o colega teria pedido sua inclusão em eventual delação de Daniel Vorcaro; Mendonça negou e chamou a acusação de “mentira”.

Os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça protagonizaram uma discussão nesta terça-feira (15), durante o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que analisa a possibilidade de abertura de uma investigação contra Moraes.

Durante a sessão, Moraes acusou Mendonça de ter pedido a investigadores da Operação Compliance Zero que seu nome fosse incluído em uma eventual delação premiada de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master e investigado por suspeitas de corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras.

“Quem tem medo da Polícia Federal?”, questionou Moraes durante o debate. O ministro afirmou ainda ter testemunhas, entre advogados e policiais, que teriam presenciado Mendonça pedir a inclusão de seu nome em uma colaboração de Vorcaro.

Moraes também acusou o colega de agir por motivação político-eleitoral e afirmou que Mendonça estaria ligado a um grupo político que, segundo ele, tentou promover um golpe de Estado no país. Mendonça foi indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

Mendonça negou as acusações e afirmou, em plenário, que não direcionou o caso Master nem pediu a inclusão de Moraes em uma eventual delação de Vorcaro.

“Isso é mentira!”, reagiu Mendonça. O ministro também afirmou que, caso as supostas testemunhas fossem chamadas para depor, “vão todas mentir”.

Após o confronto entre os dois ministros, Gilmar Mendes, decano do STF, também acusou Mendonça de ter motivações político-partidárias ao retirar o sigilo de um relatório da Operação Compliance Zero que relaciona Moraes a Vorcaro.

Gilmar propôs que o julgamento fosse adiado para 23 de setembro. A data coincide com a sessão já marcada para analisar um pedido de Moraes para a abertura de investigação contra Mendonça por suspeita de abuso de autoridade na condução do caso Master.

O presidente do STF, Edson Fachin, suspendeu a sessão para o almoço. A previsão de retomada era para as 15h desta terça-feira.

Relatório e mensagens

O relatório que trouxe as menções a Moraes foi divulgado em 1º de setembro, após Mendonça retirar o sigilo do documento. O material reúne 52 mensagens que os investigadores afirmam terem sido enviadas por Daniel Vorcaro a Moraes entre 2023 e novembro de 2025.

Segundo o relatório, as mensagens indicariam uma relação de proximidade entre Vorcaro e o ministro. Em uma delas, o ex-banqueiro aparenta mencionar um contrato de R$ 131 milhões do Banco Master com o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.

Outro trecho sugere que Vorcaro teria buscado informações junto a Moraes sobre uma operação que poderia resultar em sua prisão. O ex-banqueiro foi preso preventivamente em 17 de novembro de 2025.

Moraes nega ter cometido irregularidades e classificou o relatório como inconstitucional e ilegal.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) também pediu a Fachin a anulação do relatório parcial. O órgão argumenta que a investigação avançou sobre um ministro do Supremo sem comunicação prévia ao presidente da Corte ou ao plenário.

Acusações cruzadas

Em 2 de setembro, Moraes encaminhou a Fachin um documento que apresentou como relatório de inteligência da Polícia Federal. O material levantava a hipótese de que Mendonça teria direcionado a investigação da Operação Compliance Zero para atingir adversários políticos.

O documento, porém, não é assinado e não apresenta o timbre da Polícia Federal. Na própria capa, há a indicação de que o conteúdo foi produzido como conjectura e não possui valor probatório.

Com base nesse material, Moraes pediu a abertura de investigação contra Mendonça por suspeita de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. Fachin marcou a análise do pedido para 23 de setembro.

O julgamento desta terça-feira reúne os ministros do STF. Moraes e Mendonça participam da sessão lado a lado.

Mais cedo, Nunes Marques se declarou impedido e Dias Toffoli se declarou suspeito para participar da análise do caso.

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Foto: Victor Piemonte/STF

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Gilmar acusa Mendonça de viés eleitoral no caso Master

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O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), acusou nesta terça-feira (15) o ministro André Mendonça de conduzir o caso Master com um suposto viés político-eleitoral. A declaração ocorreu durante sessão extraordinária da Corte.

Gilmar afirmou que Mendonça teria escolhido deliberadamente a data de uma etapa do processo para coincidir com manifestações populares de 7 de setembro.

“Com todas as vênias e toda sinceridade presidente, é evidente e até as pedras sabem que há um inequívoco viés político-eleitoral na forma como o tema foi conduzido”, afirmou Gilmar, dirigindo-se ao presidente do STF, Edson Fachin.

O ministro acrescentou que esse tipo de conduta não deveria ocorrer. Em resposta, Mendonça acusou Gilmar de ser “leviano” ao levantar a suspeita.

“Não aponte o dedo para mim”, respondeu Mendonça.

A discussão ocorreu durante o julgamento, pelo plenário do STF, de uma questão envolvendo uma investigação sobre o ministro Alexandre de Moraes relacionada ao caso Master.

Gilmar pede adiamento do julgamento

Após a manifestação, Gilmar Mendes apresentou uma questão de ordem para pedir que o Supremo adiasse o julgamento para 23 de setembro.

A data coincide com outro julgamento já marcado por Fachin, que analisará um pedido de Moraes para que Mendonça seja investigado por suposto abuso de autoridade na condução do caso Master.

A sessão foi suspensa para o intervalo de almoço e deveria ser retomada às 14h.

Fachin informou ainda que a transmissão pela TV Justiça seria interrompida durante o horário eleitoral gratuito.

Caso Master provocou crise no STF

O conflito entre os ministros ocorre em meio à crise desencadeada pela divulgação de um relatório da Polícia Federal relacionado à Operação Compliance Zero.

O documento, cujo sigilo foi levantado por Mendonça em 1º de setembro, reúne mensagens atribuídas pela investigação ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do antigo Banco Master, e que mencionam Alexandre de Moraes.

Segundo o material apresentado no processo, as mensagens indicariam uma relação de proximidade entre Vorcaro e Moraes. Em um dos trechos, o ex-banqueiro teria mencionado um contrato de R$ 131 milhões do Banco Master com o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.

Em outro trecho, Vorcaro teria buscado informações sobre uma operação policial que poderia resultar em sua prisão.

Moraes negou ter cometido irregularidades e classificou o relatório como inconstitucional e ilegal.

Ministros também são alvo de pedidos de investigação

A divulgação do material provocou reações dentro do próprio Supremo.

Em 2 de setembro, Moraes encaminhou a Fachin um documento que, segundo ele, seria um relatório de inteligência da Polícia Federal e que apontaria possível direcionamento da Operação Compliance Zero por Mendonça para atingir adversários políticos.

O documento, entretanto, não possui assinatura nem timbre da Polícia Federal e traz a indicação de que o conteúdo seria uma conjectura, sem valor probatório.

Moraes pediu a abertura de investigação contra Mendonça por suspeitas de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. Fachin marcou a análise do pedido para 23 de setembro.

A Procuradoria-Geral da República também pediu a Fachin a anulação do relatório parcial relacionado às mensagens envolvendo Moraes e Vorcaro. Segundo a PGR, Mendonça teria permitido o avanço da investigação sobre um ministro do Supremo sem comunicar previamente o presidente da Corte ou o plenário.

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Foto: Marcelo Camargo/ABR

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Em Barueri, evento do CIOESTE recebe Procurador-Geral da República e Ministro do STF

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Nesta segunda-feira (28), o Procurador-Geral da República, Dr. Paulo Gonet, e o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, participaram de um encontro na sede do CIOESTE (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo), em Barueri. A palestra teve como tema “Desafios do Ente Federativo Municipal e a Segurança Jurídica”.

O evento reuniu prefeitos dos municípios consorciados, deputados federais e estaduais, vice-prefeitos, vereadores e secretários, que contribuíram com o debate sobre a importância da gestão municipal, o futuro da democracia e o fortalecimento da segurança jurídica nas administrações públicas.

O presidente do CIOESTE e prefeito de São Roque, Guto Issa, recebe o Ministro Gilmar Mendes e o Procurador Dr. Paulo Gonet.
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O presidente do CIOESTE e prefeito de São Roque, Guto Issa, destacou a relevância do encontro para os gestores municipais. “Uma iniciativa que ilumina nosso entendimento sobre a importância da segurança pública e jurídica na gestão das cidades, nos ajudando a buscar soluções que cada vez mais melhorem a vida do nosso povo”, afirmou.

O secretário executivo do consórcio, Jorge Lapas, também ressaltou o impacto da participação de grandes nomes do cenário jurídico nacional. “A presença de autoridades de elevado prestígio e a expressiva participação de agentes políticos e jurídicos reforçam o compromisso do CIOESTE em promover o diálogo institucional, o fortalecimento da segurança jurídica e o aprimoramento das práticas administrativas em benefício da população da nossa região”, declarou.

O evento reforçou o papel do CIOESTE como um dos principais fóruns de integração entre as cidades da região metropolitana oeste, em busca de soluções conjuntas para os desafios municipais.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

  • Câmara de Barueri define nova Mesa Diretora nesta terça-feira (3)

  • SP tem previsão de temporais, granizo e ventos fortes até quarta

  • Roubos de veículos caem 36% na região de Barueri

  • Brasil registra 189 denúncias de violência política nas eleições


Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Gilmar Mendes determina nova avaliação da prisão de Monique Medeiros

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quarta-feira (12) que a Justiça do Rio de Janeiro deve reavaliar a necessidade da prisão da professora Monique Medeiros, acusada de participação na morte do próprio filho, o menino Henry Borel, de quatro anos, em março de 2021.

Na decisão, o ministro atendeu o pedido feito pela defesa de Monique e concordou que a prisão deve ser reavaliada a cada 90 dias, conforme determina o Código de Processo Penal (CPP).

“Considerando o teor do artigo 316 do CPP, parágrafo único, concedo parcialmente habeas corpus de ofício para que o Juízo da 7ª Câmara Criminal do TJ/RJ reavalie a prisão imposta à requerente”, decidiu o ministro.

Monique Medeiros e o ex-vereador do Rio Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho, seu ex-namorado, que também é acusado de participar do crime, serão julgados pelo Júri Popular da comarca do Rio. A data do julgamento ainda não foi definida. 

Leia também: Briga de casal termina em prisão por tráfico de drogas em Carapicuíba


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Gilmar Mendes anula condenações de Dirceu na Lava Jato

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou o pedido da defesa do ex-ministro José Dirceu e anulou, nesta segunda-feira (28), todos os processos nos quais o petista foi condenado pelo ex-juiz federal e atual senador Sergio Moro (União-PR).

“Defiro o pedido da defesa para determinar a extensão da ordem de habeas corpus para as ações penais”, sentenciou Mendes, na decisão, referindo-se às condenações no âmbito da operação Lava Jato.

Em 2016, Moro, então responsável pela 13ª Vara Federal em Curitiba e principal juiz que atuou na Lava Jato, condenou Dirceu a 23 anos e 3 meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e pertinência à organização criminosa. A condenação tinha sido solicitada pelo Ministério Público Federal (MPF).

Ao pedir a anulação dos atos processuais, a defesa de Dirceu destacou que, em março de 2021, a Segunda Turma do STF, na época presidida por Gilmar Mendes, decidiu, por 3 votos a 2 que Moro foi parcial ao julgar, em 2017, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso envolvendo a acusação de que teria ocultado a propriedade de um apartamento triplex no Guarujá, no litoral paulista. Um mês depois, a maioria do STF confirmou que quatro processos criminais contra Lula teriam que ser refeitos.

Com base na decisão da Segunda Turma, os advogados de Dirceu pediram que os ministros da corte suprema reconhecessem que o ex-ministro petista também foi prejudicado pela parcialidade de Moro, alegando que a condenação de seu cliente fez parte de uma estratégia concebida pelos procuradores do MPF responsáveis pela força-tarefa da Operação Lava Jato, “de comum acordo com o ex-juiz Sérgio Moro para fragilizar não só o requerente [Dirceu], mas o Partido dos Trabalhadores como um todo”.

Sergio Moro

Pouco após a decisão de Gilmar Mendes se tornar pública, na manhã desta terça-feira (29), o senador Sergio Moro usou suas redes sociais para criticar a anulação das condenações de Dirceu. 

“Não existe base convincente para anulação da condenação de José Dirceu na Lava Jato. Além da condenação anterior no Mensalão, foi ele condenado na Lava Jato por três instâncias, inclusive pelo STJ”, escreveu Moro no X, referindo-se à condenação anterior que Dirceu sofreu em 2013 e cuja pena foi parcialmente perdoada em 2016.

“Segundo esses julgados, há prova documental do pagamento de suborno oriundo de contratos da Petrobras. Todos esses magistrados estavam de conluio? Um conluio do qual não há registro ou prova, apenas fantasia! O combate à corrupção foi esvaziado no Brasil, sob a benção do governo Lula/PT”, criticou Moro nas redes sociais.

A Lava Jato sofreu reveses a partir de junho de 2019, quando o site Intercept revelou trechos de mensagens de texto e áudio trocadas entre procuradores da Lava Jato e Moro. O caso ficou conhecido como Vaza Jato e levou o STF a considerar Moro parcial. 

O ex-procurador Deltan Dallagnol pediu demissão do MPF para disputar as eleições de 2022, quando se  elegeu deputado federal pelo Paraná. Ele foi cassado em maio de 2023.

Também no X, Dallagnol escreveu que, com a decisão de Mendes, “Dirceu deixa de ser ficha-suja e já pode voltar a se candidatar a deputado federal pelo PT em 2026”.

Dirceu

Em nota, a defesa de Dirceu afirma que ele recebeu com “tranquilidade” a decisão que, entre outras coisas, “restitui seus direitos políticos”.

Leia também: Grande quantidade de drogas é apreendida pela PM em habitação coletiva em Carapicuíba


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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Carla Zambelli tem autorização de porte de arma suspenso por Gilmar Mendes

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta terça-feira (20) a autorização de porte de arma da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).

Além da suspensão, o ministro também estabeleceu que Zambelli entregue a arma em até 48 horas na Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal ou São Paulo. Em caso de recusa, o ministro autorizou a expedição de um mandado de busca e apreensão da pistola e munições.

A decisão atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se manifestou contra o porte de arma da parlamentar e analisa a conduta da deputada bolsonarista.

No dia 29 de outubro, véspera da realização do segundo turno das eleições, Zambelli sacou uma arma e perseguiu um homem nos Jardins, bairro nobre da Zona Sul de São Paulo.

Leia também:


Fonte: TV Cultura

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