SP alerta para importância da vacinação contra sarampo durante a temporada de cruzeiros no litoral paulista

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) emitiu um alerta aos serviços de saúde, autoridades portuárias e viajantes diante do aumento do risco de reintrodução do sarampo durante a temporada de cruzeiros 2025/2026 no litoral paulista. A medida considera a circulação internacional do vírus e a intensa movimentação de passageiros e tripulantes de diferentes nacionalidades.

A temporada de cruzeiros, iniciada em 26 de outubro de 2025, segue até 19 de abril de 2026. De acordo com a CLIA Brasil, mais de 670 mil viajantes devem embarcar em roteiros pelo país.

Em 2024, o Brasil reconquistou a certificação de eliminação do sarampo. No entanto, em 2025, já foram registrados 38 casos importados ou relacionados à importação no país, incluindo dois casos confirmados no estado de São Paulo até dezembro. Atualmente, há surtos ativos da doença em diversas regiões do mundo, o que exige vigilância contínua e atenção à situação vacinal da população.

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida pelo ar, especialmente em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas, como navios de cruzeiro. Os principais sintomas incluem febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele, que geralmente surgem entre sete e 14 dias após a exposição.

A SES-SP orienta que pessoas que planejam viajar, inclusive em cruzeiros marítimos ou participar de eventos de grande porte, verifiquem a caderneta de vacinação e garantam o esquema completo da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), preferencialmente com pelo menos 15 dias de antecedência da viagem. A imunização é a principal forma de prevenção da doença.

A Pasta também reforça a adoção de medidas de higiene durante as viagens, entre elas:

  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;

  • Lavar as mãos com frequência com água e sabão, ou então utilizar álcool em gel;

  • Não compartilhar copos, talheres e alimentos;

  • Procurar não levar as mãos à boca ou aos olhos;

  • Evitar aglomerações ou locais pouco arejados;

  • Manter os ambientes frequentados sempre limpos e ventilados;

  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.

    No retorno, caso surjam sintomas suspeitos até 30 dias após a viagem, como febre, manchas avermelhadas pelo corpo, acompanhadas de tosse ou coriza ou conjuntivite, a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde, informar o histórico de deslocamento e evitar a circulação em locais públicos.

Para os profissionais de saúde, a Secretaria destaca que o sarampo é uma doença de notificação compulsória imediata. Casos suspeitos devem ser comunicados à vigilância epidemiológica em até 24 horas, para adoção rápida das medidas de bloqueio e prevenção.

A SES-SP segue atuando de forma integrada com os municípios e demais órgãos envolvidos para proteger a população e evitar a reintrodução do sarampo no estado.


Fonte/foto: GESP

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Estado de São Paulo confirma segundo caso de sarampo em 2025

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O estado de São Paulo registrou o segundo caso de sarampo este ano. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, o paciente é um homem de 27 anos, morador da capital paulista, não vacinado e que havia viajado recentemente ao exterior. Segundo a pasta, ele já recebeu atendimento médico e teve alta.

O outro caso havia sido identificado em abril deste ano, também em um morador da capital paulista.

Entre janeiro e novembro deste ano, 37 casos de sarampo foram confirmados em todo o Brasil, segundo informações do Ministério da Saúde. Todos estes casos foram importados, ou seja, adquiridos em viagens, sem transmissão local do vírus.

O número de casos de sarampo vem se intensificando neste ano na região das Américas. Até o dia 7 de novembro de 2025, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), foram confirmados 12.596 casos de sarampo em dez países das Américas, com 28 óbitos, a maior parte deles registrados no México.

De acordo com a Opas, essa transmissão tem afetado principalmente comunidades com baixa cobertura vacinal: 89% dos casos ocorreram em pessoas não vacinadas ou com status vacinal desconhecido.

Sarampo e vacinação

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa e que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no mundo. A transmissão do vírus ocorre de pessoa a pessoa, por via aérea, seja ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

A doença é tão contagioso que um paciente infectado pode transmiti-la para 90% das pessoas próximas e que não estejam imunes. Por isso, a vacinação contra o sarampo é extremamente importante. A imunização é a principal forma de prevenção contra a doença.

Os principais sintomas do sarampo são manchas vermelhas no corpo e febre alta, acima de 38,5 graus, acompanhada de tosse, conjuntivite, nariz escorrendo ou mal-estar intenso. Os casos podem evoluir para complicações graves podendo causar diarreia intensa, infecções de ouvido, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). Algumas dessas complicações podem ser fatais.

Certificado

Em 2016, o Brasil havia recebido a certificação da eliminação do vírus que causa o sarampo. Segundo o Ministério da Saúde, nos anos de 2016 e 2017 não foram confirmados casos da doença, no entanto, em 2018, com o grande fluxo migratório associado às baixas coberturas vacinais, o vírus voltou a circular. Em 2019, o Brasil perdeu a certificação de “país livre do vírus do sarampo”, com o registro de mais de 21,7 mil casos.

Em junho de 2022, o país registrou o último caso endêmico de sarampo, no Amapá. Com isso, em novembro do ano passado, a Opas voltou a certificar o Brasil como livre da circulação do vírus, mesmo com o registro de casos importados da doença. Isso ocorreu porque o país conseguiu demonstrar que não houve transmissão do vírus do sarampo em território nacional por pelo menos um ano.

Em novembro passado, com a alta circulação do vírus, a Opas anunciou que a região das Américas perdeu a verificação de área livre da transmissão endêmica do sarampo. Apesar disso, o Ministério da Saúde informou que o Brasil ainda mantém a sua certificação internacional de país livre da circulação do vírus.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Artesp abre concurso público com 142 vagas e salários de até R$ 12 mil

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A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) abriu concurso público com 142 vagas efetivas para cargos de nível médio e superior, sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). As remunerações variam de R$ 3.944 a R$ 12.070.

O edital, publicado no Diário Oficial do Estado na sexta-feira (31), marca uma nova fase da Agência, que passou por reestruturação institucional e ampliou suas atribuições, passando a regular e fiscalizar todos os modais de transporte concedidos no estado — rodoviário, metroferroviário, coletivo intermunicipal, aeroportuário e hidroviário.

As oportunidades estão distribuídas entre os cargos de Agente de Fiscalização à Regulação de Transporte I (nível médio), Analista de Suporte à Regulação de Transporte I e Especialista em Regulação de Transporte I (nível superior), com jornada de 40 horas semanais. As vagas abrangem áreas como engenharia, economia, administração, direito, tecnologia da informação e regulação de transportes.

Os salários e benefícios seguem o plano de cargos da Agência:

  • Agente de Fiscalização à Regulação de Transporte I – R$ 3.944
  • Analista de Suporte à Regulação de Transporte I – R$ 10.366
  • Especialista em Regulação de Transporte I – R$ 12.070

As inscrições devem ser feitas entre 3 de novembro e 1º de dezembro, até as 23h59, exclusivamente pelo site da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br). As taxas são de R$ 55 para nível médio e R$ 100 para superior, com possibilidade de isenção ou redução conforme critérios do edital.

De acordo com o diretor-presidente da Artesp, André Isper, o concurso representa um marco para o fortalecimento da Agência. “Com o reforço dos quadros técnicos, a Artesp amplia sua capacidade de atuação e fortalece a regulação e o planejamento da mobilidade no Estado.”

O certame reserva 5% das vagas para pessoas com deficiência e cotas para pretos, pardos e indígenas (PPI), além de permitir o uso do nome social por travestis e transexuais.

As provas estão previstas para 25 de janeiro de 2026, na cidade de São Paulo, e incluem avaliações objetivas, discursivas e de títulos, conforme o cargo. O conteúdo programático abrange conhecimentos gerais, legislação da área de transportes e temas específicos de cada função.

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Foto: GESP

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Osasco, Barueri e Cajamar estão entre as cidades campeãs de emprego em julho e no ano; veja lista

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O estado de São Paulo criou mais de 390 mil vagas de emprego com carteira assinada nos primeiros sete meses deste ano, o equivalente a 2 mil por dia. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No acumulado de 12 meses (de agosto de 2024 a julho de 2025), foram 403 mil oportunidades. Só no mês de julho, o saldo foi de 43 mil novos postos de trabalho.

Em todos os períodos, houve crescimento na criação de vagas de emprego no estado: 0,29% em julho, 2,73% no acumulado do ano e 2,82% no acumulado de 12 meses.

Além disso, o estado criou 33% do total de vagas com carteira assinada do país em julho, 29% do total nos primeiros sete meses e 27% em 12 meses. Assim, São Paulo se consolida como a unidade da Federação que tem maior saldo de vagas do país.

Veja as 50 cidades com maior saldo de vagas em julho:

  1. São Paulo: 9.242
  2. Bauru: 2.977
  3. Osasco: 2.949
  4. Barueri: 2.515
  5. Sao Caetano do Sul: 1.194
  6. Guarulhos: 1.106
  7. Vargem Grande do Sul 1.076
  8. Santo André 1.071
  9. São José do Rio Preto 725
  10. Bragança Paulista 679
  11. São José dos Campos: 661
  12. Santos: 658
  13. Bernardino de Campos: 568
  14. Piracicaba 498
  15. Mogi das Cruzes 473
  16. Cajamar 464
  17. Santa Cruz do Rio Pardo 433
  18. Embu: 431
  19. Atibaia: 428
  20. Cubatão: 415
  21. Franca: 406
  22. Jundiaí: 405
  23. Hortolândia 396
  24. Sorocaba 388
  25. Diadema 385
  26. Campinas 382
  27. Tatuí 382
  28. Cotia 374
  29. Matao 365
  30. Taubaté 354
  31. São Bernardo do Campo: 348
  32. Itápolis 329
  33. Ribeirão Preto: 327
  34. São José do Rio Pardo: 325
  35. Agudos 322
  36. Bebedouro 315
  37. Monte Azul Paulista 294
  38. Cabreúva 279
  39. Paulínia 276
  40. Pirassununga 270
  41. Casa Branca 266
  42. Itapevi 264
  43. São Carlos 264
  44. Araçatuba: 259
  45. Indaiatuba: 257
  46. Pederneiras: 253
  47. Taboão da Serra: 253
  48. Mococa: 252
  49. Mauá: 250
  50. Sumaré: 249

Veja as 50 cidades com maior saldo de vagas no acumulado do ano:

  1. São Paulo: 95.487
  2. Guarulhos: 14.367
  3. Osasco: 13.464
  4. Campinas: 8.292
  5. Sorocaba: 8.049
  6. São José dos Campos: 7.050
  7. Matão: 6.696
  8. Bauru: 6.256
  9. Barueri: 6.171
  10. Santo André: 5.599
  11. Ribeirão Preto: 5.248
  12. Santos: 4.832
  13. Jundiaí 4.657
  14. São Bernardo do Campo: 4.606
  15. Franca 4.106
  16. São José do Rio Preto 3.764
  17. Cajamar 3.449
  18. Piracicaba: 3.360
  19. Limeira 3.135
  20. Mogi-Guaçu 3.069
  21. Bebedouro 3.032
  22. Maua 2.952
  23. São Caetano do Sul 2.849
  24. São José do Rio Pardo 2.734
  25. Taubaté 2.634
  26. Cotia 2.587
  27. Diadema 2.421
  28. Atibaia 2.284
  29. Birigui 2.269
  30. Indaiatuba 2.181
  31. São Carlos 2.087
  32. Paulínia 2.011
  33. Presidente Prudente 2.001
  34. Araraquara 1.978
  35. Pontal 1.906
  36. Sumaré 1.803
  37. Mogi das Cruzes 1.747
  38. Catanduva 1.732
  39. Araçatuba 1.697
  40. Carapicuíba 1.683
  41. Capela do Alto: 1.675
  42. Tatuí: 1.670
  43. Embu: 1.637
  44. Botucatu: 1.631
  45. Rio Claro: 1.608
  46. Itaquaquecetuba: 1.563
  47. Araras: 1.523
  48. Monte Azul Paulista: 1.497
  49. Colômbia: 1.464
  50. Santa Rita do Passa Quatro: 1.424

Veja as 50 cidades com maior saldo de vagas em 12 meses:

  1. São Paulo: 127.654
  2. Osasco: 21.382
  3. Guarulhos: 18.878
  4. Campinas: 9.763
  5. Barueri: 8.969
  6. Sorocaba: 8.957
  7. São José dos Campos: 8.762
  8. Santo André: 7.550
  9. São Bernardo do Campo: 7.106
  10. Santos: 7.041
  11. Ribeirão Preto: 6.654
  12. Jundiaí: 6.340
  13. Cajamar: 5.034
  14. São José do Rio Preto 4.042
  15. Bauru 3.927
  16. Piracicaba: 3.770
  17. Diadema: 3.621
  18. Taubaté: 3.393
  19. Mauá: 3.300
  20. Mogi das Cruzes: 2.546
  21. Botucatu: 2.516
  22. Presidente Prudente 2.479
  23. Matão 2.387
  24. Cotia 2.252
  25. Atibaia 2.206
  26. Tatuí 2.087
  27. Carapicuíba 2.066
  28. Itapecerica da Serra 2.036
  29. Araraquara 2.001
  30. Mogi-Guaçu 1.994
  31. Franca: 1.985
  32. Itaquaquecetuba: 1.935
  33. Araçatuba: 1.926
  34. São Carlos: 1.837
  35. Paulínia: 1.781
  36. São Caetano do Sul: 1.676
  37. Jacareí: 1.620
  38. Louveira: 1.588
  39. Cabreúva: 1.529
  40. Praia Grande: 1.524
  41. Marília: 1.514
  42. Itu: 1.494
  43. Birigui: 1.468
  44. Hortolândia: 1.384
  45. Promissão: 1.383
  46. Santa Rita do Passa Quatro: 1.300
  47. Embu: 1.280
  48. Votorantim: 1.278
  49. Sumaré: 1.264
  50. Jaú: 1.259

Setores com mais contratações

O setor de Serviços foi o responsável por criar o maior número de vagas de emprego em julho. Veja os setores com melhor desempenho:

Serviços: 14.919
Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas: 11.500
Transporte, armazenagem e correio: 6.318
Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas: 6.148
Indústrias de Transformação: 6.109
Indústria geral: 6.056
Construção: 5.168
Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 5.153
Saúde Humana e Serviços Sociais: 4.812
Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 2.562
Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 1.965
Administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: 1.566
Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados: 850
Informação e Comunicação: 806
Alojamento e alimentação: 568
Artes, Cultura, Esporte e Recreação: 464

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Fonte: GESP – Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

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Estado de São Paulo registra mais de 500 mil novas empresas em 12 meses

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O Estado de São Paulo registrou a abertura de 504.766 empresas entre maio de 2024 e abril de 2025, de acordo com levantamento da Fundação Seade baseado em dados do CNPJ da Receita Federal. Neste período, destaca-se o setor de serviços, responsável por quase 70% das novas empresas.

Além dos serviços, que concentraram 350.506 empresas (69,4% do total), os setores que se destacaram foram comércio (102.974), construção civil (26.103), indústria (22.804) e agropecuária (2.379).

A região metropolitana de São Paulo liderou a abertura de empresas no período, com 301.542 registros, o equivalente a quase 60% do total estadual. Na sequência, aparecem as regiões de Campinas (66.130), Sorocaba (22.445), São José dos Campos (22.249), Santos (15.644), Ribeirão Preto (14.221), São José do Rio Preto (13.882) e Bauru (8.343).

Somente no mês de abril de 2025, 31.514 empresas foram abertas no estado – número menor do que em março, quando foram criadas 36.308 empresas, o que representa uma queda de 13,2%.

Crescimento dos MEIs

No mesmo período de 12 meses, o estado também teve a formalização de 850.624 novos Microempreendedores Individuais (MEIs). Assim como no caso das empresas em geral, o setor de serviços liderou com 561.980 registros (66,1%), seguido por comércio (155.213), indústria (69.731), construção (59.888) e agropecuária (3.812).

A Região Metropolitana de São Paulo concentrou quase 50% dos novos MEIs, com 423.467 registros. Em seguida, destacaram-se as regiões de Campinas (133.097), São José dos Campos (47.578), Sorocaba (47.152), Santos (44.357), São José do Rio Preto (26.742), Ribeirão Preto (26.042) e Bauru (18.747).

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Fonte: GESP – Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

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Governo de SP sanciona lei que cria cadastro de estupradores em SP

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O governador Tarcísio de Freitas sancionou a Lei nº 18.157/2025, que cria o Cadastro Estadual de Pessoas Condenadas por Crime de Estupro em São Paulo. A nova norma, publicada no Diário Oficial em 30 de junho, amplia o enfrentamento à violência sexual e contribui para a segurança pública por meio do monitoramento de pessoas com condenação transitada em julgada — que não cabe mais recursos — por esse tipo de crime.

A medida, que será regulamentada ainda pela Secretaria da Segurança Pública, foi publicada no Diário Oficial nesta segunda-feira (30) com vetos parciais, que não comprometem o mérito do projeto.

A nova legislação, de iniciativa parlamentar, determina que pessoas com condenação definitiva por estupro passem a integrar um banco de dados sob responsabilidade da Secretaria de Segurança Pública. O cadastro deve conter informações como dados pessoais, foto, características físicas, identificação datiloscópica e material genético (DNA) dos condenados

“Acolho a iniciativa em seus aspectos principais, por entender que representa uma importante contribuição para o enfrentamento e prevenção da violência e melhoria da segurança pública”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas em mensagem à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

Vetos preservam legalidade

O governador vetou três trechos do projeto original por motivos de inconstitucionalidade ou inadequação técnica:

  • o item 3 do parágrafo 2º do artigo 1º dá tratamento diferente aos inscritos na lista;
  • o artigo 2º impedia a entrada dos indivíduos inscritos no cadastro em cargos públicos da administração pública direta, indireta, autarquias e fundações, no âmbito do Estado de São Paulo, decisão que cabe exclusivamente ao Poder Executivo;
  • o artigo 4º foi vetado porque previa regras para acesso e operacionalização do cadastro, o que será motivo de regulamentação.

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Fonte: GESP – Foto: SSP-SP

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MDB, PP e PSB saem vitoriosos nas eleições suplementares em cidades paulistas

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Os eleitores dos municípios de Panorama, Bocaina e Mongaguá, no estado de São Paulo, foram às urnas neste domingo (8) para escolher seus novos prefeitos e vices em uma eleição suplementar. O novo pleito foi convocado após a cassação dos registros de candidatura dos eleitos nas eleições de 2024 pela Justiça Eleitoral. A votação aconteceu das 8h às 17h, seguindo o horário de Brasília.

Panorama

Com ampla vantagem, Daniel Genova (PSB) foi eleito prefeito de Panorama, no oeste paulista, com 81,88% dos votos válidos, totalizando 5.796 votos. O adversário, Giulio Cesar Lima Pires (PL), ficou com 18,12%, ou 1.283 votos.

Ao todo, 204 votos (2,75%) foram anulados e 137 (1,85%) foram em branco, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Daniel, que havia sido eleito vereador em 2024 e exercia interinamente o cargo de prefeito após a saída de Edson de Assis Maldonado (Progressistas), assume agora seu primeiro mandato efetivo à frente do Executivo. A vice-prefeita eleita é Inês Francisca da Silva Chiararia (Republicanos), de 69 anos.

Bocaina

Em Bocaina, no interior paulista, o novo prefeito é Caio Crepaldi (MDB), que recebeu 2.547 votos, equivalentes a 42,73% dos votos válidos. Ele foi seguido por Jonas Marques (PDT) com 1.825 votos (30,62%), Robertinho (PV) com 1.487 votos (24,95%), e Camila Santos (PL), que teve 101 votos (1,69%).

Dos cerca de 8,6 mil eleitores aptos, 6.395 compareceram às urnas, com 275 votos nulos (4,30%) e 160 em branco (2,50%).

Com 29 anos, Caio é formado em Direito e está no segundo mandato como vereador. Como presidente da Câmara, exercia o cargo de prefeito interinamente desde o início do ano. Seu vice será Japa Motos, também do MDB.

Mongaguá

No litoral paulista, Cristina Wiazowski (PP) foi eleita prefeita de Mongaguá com 66,33% dos votos válidos, somando 17.948 votos. Ela superou Rodrigo Cardoso Biagioni (União Brasil), o Rodrigo Casa Branca, que obteve 9.109 votos (33,67%).

Cristina, empresária de 57 anos, concorreu após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferir a candidatura do marido, Paulinho Wiazowski, vencedor nas eleições de 2024. Ela terá como vice Julio Cezar de Carvalho Silva Santos (PDT).

As posses dos novos prefeitos e vices ocorrerão após a homologação dos resultados pela Justiça Eleitoral.

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Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

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Previsão do tempo para segunda-feira (9), em SP: condições para temporais

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Na segunda (9), a frente fria combinada com um sistema meteorológico no oceano traz uma redução acentuada das temperaturas mínimas e episódios de chuva de moderada a forte, com possibilidade de raios e vento, principalmente, em áreas da capital e faixa leste do Estado.

Durante a madrugada e manhã, a frente fria avança em direção ao norte do Estado, aumentando a possibilidade de temporais nas cidades de Campinas, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Franca.

Até o final da noite, as chuvas reduzem em todo o território Paulista.

Na capital, as temperaturas ficarão na casa dos 17°C a 16°C. Já em Campos do Jordão haverá máxima de 13°C e mínima de 12°C.

Em dias de chuva, consulte a previsão do tempo e programe-se para evitar áreas sujeitas a alagamento.


Fonte/foto: GESP

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SP cria 284 mil vagas com carteira assinada em 4 meses; salário médio é o maior do país, com R$ 2.552

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O estado de São Paulo gerou 284.033 empregos formais entre janeiro e abril de 2025, o que equivale a uma média de 2.400 novas vagas por dia. O dado, divulgado pela Fundação Seade com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, consolida São Paulo como a unidade da Federação com o maior saldo de empregos formais do Brasil.

O número representa 31% de todas as vagas criadas no país no período. No recorte de abril, o saldo paulista foi de 72.283 novos postos com carteira assinada, o que corresponde a 28% do total nacional. Já no acumulado de 12 meses (de maio de 2024 a abril de 2025), foram 452.776 empregos gerados, ou 27,5% de todas as vagas criadas no país nesse intervalo.

Além do desempenho expressivo na geração de empregos, o estado também se destacou pelo maior salário médio de admissão do Brasil em abril: R$ 2.552,62, valor 1,53% superior ao registrado em março. A média nacional foi de R$ 2.251,81. Na sequência de São Paulo, os maiores salários estão no Distrito Federal (R$ 2.349,17), Santa Catarina (R$ 2.283,40) e Rio de Janeiro (R$ 2.272,53).

Crescimento consistente

O avanço da geração de empregos no estado foi registrado em todos os recortes temporais analisados:

  • Abril: crescimento de 0,5%
  • Acumulado do ano: alta de 1,98%
  • Acumulado de 12 meses: expansão de 3,2%

Setores que mais contrataram

O setor de Serviços foi o principal motor da geração de empregos em abril, com 40.166 novas vagas. Veja os setores com melhor desempenho:

  • Serviços: 40.166
  • Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas: 13.474
  • Comércio e reparação de veículos: 12.959
  • Administração pública, educação, saúde e serviços sociais: 10.261
  • Transporte, armazenagem e correio: 9.496
  • Indústria geral: 9.381
  • Atividades administrativas e serviços complementares: 9.086
  • Indústrias de transformação: 9.037
  • Saúde humana e serviços sociais: 6.341
  • Agricultura, pecuária e pesca: 5.345
  • Construção: 4.432
  • Alojamento e alimentação: 4.093
  • Atividades profissionais, científicas e técnicas: 2.470
  • Educação: 2.177

Com esse desempenho, São Paulo reafirma seu papel como motor econômico do país, tanto na geração de emprego quanto na valorização dos salários de admissão.

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Foto: Getty Images

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Com 3.747 casos e 1 morte, Osasco é a cidade mais afetada por dengue na região; confira dados das cidades

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Osasco é, até o momento, o município com maior número de casos confirmados de dengue na Região Oeste Metropolitana de São Paulo. De acordo com dados atualizados nesta terça-feira (8) pelo Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (Nies), a cidade contabiliza 3.747 casos confirmados da doença, além de um óbito registrado e quatro mortes em investigação.

O número de casos em investigação também é alto: 881, segundo o painel do Nies. Ainda foram registrados seis casos graves da doença no município.

Imagem: Reprodução/Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (Nies)

Em comparação com os demais municípios da região, Osasco apresenta uma ampla diferença no número de casos. O segundo colocado, Itapevi, possui 538 casos confirmados, seguido por Santana de Parnaíba, com 517. Veja o ranking completo:

  1. Osasco – 3.747 casos
  2. Itapevi – 538 casos
  3. Santana de Parnaíba – 517 casos
  4. Cotia – 418 casos
  5. São Roque – 311 casos
  6. Barueri – 303 casos
  7. Carapicuíba – 200 casos
  8. Araçariguama – 167 casos
  9. Jandira – 98 casos
  10. Cajamar – 40 casos
  11. Pirapora do Bom Jesus – 32 casos
  12. Vargem Grande Paulista – 26 casos

No panorama estadual, o Estado de São Paulo já soma 418.204 casos confirmados de dengue, com 401 mortes contabilizadas e outras 473 ainda sob investigação. A situação acende um alerta para o avanço da doença e reforça a importância das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti em todo o território paulista.

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Foto: Arquivo/PMO

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