Três municípios de SP elegem prefeito com diferença de até cinco votos em relação ao segundo colocado

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Em três municípios de São Paulo, a diferença de votos entre o eleito ou a eleita e o segundo colocado foi de até cinco votos. Em Fernão, o candidato eleito teve apenas um voto a mais do que o segundo colocado; em Monções, a diferença foi de dois votos e em Bento de Abreu, 5. 

Em Fernão, na região de Bauru, o candidato Bill (PL) foi eleito com 522 votos, o equivalente a 34,68% dos votos válidos. O segundo colocado, Zé Fodra (PSD), foi a opção de 521 pessoas, o que representa 34,62% do total. O município tem 1.754 eleitoras e eleitores aptos a votar. 

Em Monções, cidade com eleitorado de 2.149 pessoas na região de São José do Rio Preto, o eleito Douglas Honorato (PSD) teve 952 votos (50,05% dos votos válidos), enquanto que Erito Camin (PSB) recebeu 950 (49,95%). 

Já em Bento de Abreu, na região de Araçatuba, Terezinha Salesse (PSDB) foi eleita com 637 votos — ou 33,65% dos votos válidos. O segundo colocado na eleição do município, Zé Luiz, foi a escolha de 632 pessoas (33,39%). A cidade tem 2.179 eleitoras e eleitores. 

Pontos percentuais

Fernão e Monções também são os municípios em que a diferença de pontos percentuais de votos válidos entre os dois primeiros colocados foi a menor: 0,06% e 0,1%, respectivamente. 

Em Ibirá, o terceiro colocado em termos de pontos percentuais (0,16%), o prefeito foi eleito com 12 votos a mais do que o adversário. No município, na região de São José do Rio Preto, o candidato Biscoito (Republicanos) foi eleito com 3.816 votos, que representam 50,08% do total de votos válidos. Já Zé Ernesto (PL) teve 3.804 votos, o equivalente a 49,92%. A cidade tem 9.184 eleitoras e eleitores.

Maior diferença

Os três candidatos que foram eleitos em primeiro turno com a maior diferença de pontos percentuais de votos válidos em relação ao segundo colocado são de Lins, Arujá e Cajamar — 93,94%, 88,64% e 87,44%, respectivamente. 

Em Lins, na região de Bauru, Dr. João Pandolfi (PSD) foi eleito com 34.991 votos, ou 96,97% dos votos válidos. O seu adversário, Fidélis (PV), foi escolhido por 1.094 pessoas (3,03%). A cidade tem 53.823 eleitoras e eleitores aptos. 

Em Arujá, na região metropolitana de São Paulo, o prefeito eleito, Dr. Camargo (PSD), teve 47.913 votos (94,32%), enquanto o segundo colocado, Marcio Batista (PT), recebeu 2.887 (5,68%). Votam na cidade 69.543 pessoas.

Outro município da região metropolitana, Cajamar, com eleitorado de 68.051 pessoas, também teve uma das maiores diferenças percentuais de votos válidos entre os primeiros colocados: o eleito Kauan (PSD) recebeu 40.685 votos (92,85%), e Raimundo Nonato (PT) teve 2.369 (5,41%). 

Os prefeitos eleitos de Lins, Arujá e Cajamar também foram os candidatos mais votados no estado em termos percentuais, tirando os eleitos nos 26 municípios do estado que tiveram candidatura única e, portanto, 100% dos votos válidos.

Segundo turno

Para ter segundo turno, é preciso que o município tenha mais de 200 mil eleitores e eleitoras e que nenhum candidato ou candidata à prefeitura alcance a maioria absoluta dos votos, que é atingida quando a votação é equivalente a pelo menos a metade dos votos válidos (sem contar os brancos e nulos) mais um. Essa medida visa dar maior representatividade a quem se elege.

Em 2024, haverá segundo turno em 18 municípios. A nova etapa de votação será realizada no dia 27, último domingo de outubro.

Leia também: Barueri terá segundo turno pela primeira vez na história


Fonte: TRE-SP – Foto: Alejandro Zambrana/TSE

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Toninho Furlan é eleito para o sétimo mandato e faz história em Barueri

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No último domingo (6), o atual presidente da Câmara Municipal de Barueri, vereador Toninho Furlan, foi reeleito e garantiu seu sétimo mandato, a ser iniciado em janeiro de 2025. Com 3.011 votos, o vereador, que concorreu pelo partido Solidariedade, reafirma sua liderança e influência na política da cidade.

Toninho Furlan já havia deixado sua marca ao presidir a Câmara por quatro vezes, demonstrando sua capacidade de articulação e compromisso com o desenvolvimento de Barueri. Agora, com essa nova vitória, ele se consolida como um dos poucos vereadores da cidade a alcançar sete mandatos consecutivos, entrando para a história do município.

Com uma trajetória marcada por projetos de melhoria para a população e apoio incondicional à gestão do prefeito Rubens Furlan, seu irmão, Toninho segue como uma das figuras políticas mais respeitadas da região. Sua reeleição representa a continuidade de sua atuação em prol da cidade, com foco na educação, saúde e infraestrutura, áreas que sempre priorizou em seus mandatos anteriores.

A partir de 2025, Toninho Furlan estará mais uma vez na linha de frente das decisões legislativas de Barueri, reforçando seu legado na política local.

Leia também: Alexandre Frota é eleito vereador em Cotia com 2.893 votos


Foto: Marco Miatelo/CMB

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Elvis Cezar é eleito para terceiro mandato com mais de 70% dos votos e promete foco na educação

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Com 70,87% dos votos, Elvis Cezar foi eleito para o seu terceiro mandato como prefeito, consolidando sua liderança na cidade. Em entrevista concedida nesta segunda-feira (7), o prefeito reeleito destacou os principais pilares de sua nova gestão: educação, qualidade de vida e crescimento sustentável.

“Começamos mais um ciclo de trabalho, focados na educação, qualidade de vida e no crescimento sustentável da nossa cidade”, afirmou Elvis, reiterando seu compromisso em ampliar os investimentos na área educacional, um dos grandes destaques de suas gestões anteriores.

Além da votação expressiva, que reflete a confiança dos eleitores em sua administração, Elvis contará com o apoio da ampla maioria dos vereadores eleitos para a Câmara Municipal, fortalecendo sua base e possibilitando uma governabilidade estável para implementar as políticas públicas que promete.

Com o foco voltado para a educação e o desenvolvimento sustentável, a expectativa é que a nova gestão continue promovendo avanços significativos nas áreas de infraestrutura e bem-estar social, marcas registradas dos mandatos anteriores de Elvis Cezar.

Leia também: Barueri terá segundo turno pela primeira vez na história


Foto: Reprodução/Redes Sociais

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PM de SP prende 82 pessoas por crimes eleitorais, maioria por boca de urna

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Até o final da manhã deste domingo (6), a Polícia Militar de São Paulo prendeu 82 pessoas suspeitas de cometerem crimes eleitorais no estado, a maioria por prática de boca de urna.

A PM destacou que, até o momento, não houve registro de incidentes graves. Em comparação com as eleições de 2022, quando dois policiais foram baleados na zona sul da capital, o clima deste ano é de maior tranquilidade, sem sinais de ataques ligados ao crime organizado.

Leia também: Eleições municipais: horário de Brasília será adotado pela primeira vez em todo o Brasil


Foto: Elza Fiúza/Ag. Brasil

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Eleições 2024: quem é obrigado a votar e o que levar neste domingo (6), dia da votação

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Nas eleições municipais de 2024, o voto continua sendo obrigatório para todos os eleitores com idade entre 18 e 70 anos. Para os jovens de 16 a 18 anos, idosos com mais de 70 anos e analfabetos, o voto é facultativo. Vale lembrar que, para aqueles que têm o voto facultativo, não é necessário justificar a ausência nem há penalidades caso não compareçam às urnas.

Documentos necessários para votar

Para exercer o direito ao voto, o eleitor deve apresentar o título de eleitor ou um documento oficial com foto. São aceitos documentos como:

  • RG
  • CNH
  • Passaporte

Horário de votação

As urnas estarão abertas das 8h às 17h, seguindo o horário de Brasília. Eleitores devem se organizar para chegar dentro desse intervalo, garantindo a participação no pleito que definirá os futuros representantes municipais.

Com essas regras claras, é importante que cada cidadão esteja atento às exigências e horários, contribuindo para um processo eleitoral tranquilo e eficaz.

Leia também: Mais de 34 milhões de eleitores votam neste domingo (6) e decidem futuro das cidades paulistas


Foto: Divulgação/TSE


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Eleições municipais: horário de Brasília será adotado pela primeira vez em todo o Brasil

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Pela primeira vez na história das eleições municipais, o horário de Brasília será adotado como padrão em todo o país, garantindo que as urnas se fechem simultaneamente em todos os municípios brasileiros. As mudanças valem tanto para o primeiro turno, que acontece neste domingo (6 de outubro), quanto para o segundo turno, previsto para o dia 27 de outubro, se necessário.

Horários de votação:

  • Primeiro turno: 6 de outubro, das 8h às 17h (horário de Brasília)
  • Segundo turno: 27 de outubro, das 8h às 17h (horário de Brasília)

Para votar, é necessário apresentar o título de eleitor ou um documento oficial com foto, como o RG, CNH ou passaporte.

O voto segue sendo obrigatório para eleitores com idade entre 18 e 70 anos, enquanto para jovens de 16 a 18 anos, pessoas com mais de 70 anos e analfabetos, o voto é facultativo. Importante destacar que os eleitores que têm voto facultativo não precisam justificar a ausência nem estão sujeitos a sanções caso não compareçam no dia da votação.

A medida de uniformizar o horário de fechamento das urnas tem como objetivo trazer mais organização ao processo eleitoral, além de evitar disparidades regionais no encerramento da votação.

Leia também: Eleições 2024: veja o que pode e o que não pode fazer no dia da votação


Foto: Arquivo/Reprodução

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Mais de 34 milhões de eleitores votam neste domingo (6) e decidem futuro das cidades paulistas

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Neste domingo (6), mais de 34 milhões de eleitores são esperados para votar e escolher prefeitas, prefeitos, vereadoras e vereadores para os 645 municípios paulistas. O momento é de escolher quem o cidadão mais se identifica e mais acredita que pode ser um bom governante e um bom legislador para sua cidade. E, como em todas as democracias, quem toma a decisão é o povo, que tem sonhos, necessidades e esperança de uma vida melhor.

A votação no primeiro turno começa às 8h00 e terminas às 17h00. Para o cargo de vereador, o eleitor deverá digitar cinco números e, para o cargo de prefeito, serão dois dígitos. O voto é obrigatório para quem tem idade entre 18 e 70 anos e facultativo para analfabetos, maiores de 70 anos e para os jovens de 16 a 18 anos.

O segundo turno das eleições, se houver, acontecerá no dia 27 de outubro e apenas nos municípios com mais de duzentos mil eleitores.

Eleitorado paulista

Maior colégio eleitoral do país, o estado de São Paulo possui 22% do eleitorado brasileiro. Só na Capital, são 9 milhões aptos a votar. No restante dos municípios paulistas, são esperados 25 milhões de eleitores.

O voto feminino é maioria no estado, com 18,22 milhões de mulheres (53% do total) habilitadas para a votação. Já os homens são 16,16 milhões, parcela que corresponde a 47% do eleitorado paulista.

As pessoas com mais de 70 anos representam 10% do eleitorado, o equivalente a 3,4 milhões de votos facultativos. Exatamente para incentivar esses eleitores a comparecer para votar, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) preparou mais de 35 mil seções acessíveis em todo o estado.

O voto é a maneira que o cidadão tem para expressar suas escolhas, mas, segundo o cientista político Leandro Consentino, é necessário unir esse voto a outras perspectivas. “Tem que olhar o antes, no sentido de pesquisar sobre o candidato e suas propostas; o presente, que é comparecer pra votar; e o futuro, ou seja, cobrar e fiscalizar o trabalho de quem foi eleito”, explica. “Não adianta ter lutado tanto pelo direito de votar e não comparecer no dia da eleição”, complementa.

Tecnologia

As urnas eletrônicas foram utilizadas pela primeira vez nas eleições municipais de 1996. O feito foi considerado um marco na história do processo eleitoral brasileiro. A estreia dos equipamentos aconteceu em 57 cidades do país, registrando os votos de 32 milhões de cidadãos, um terço do eleitorado da época, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Quatro anos depois, em 2000, as urnas eletrônicas estavam em todo o país, no primeiro pleito totalmente informatizado.

Com o tempo, a tecnologia foi aprimorada e, atualmente, o eleitor nem precisa do título para votar. Ele pode ser identificado pela biometria cadastrada no aplicativo e-Título. Nas eleições deste ano, o TRE-SP vai identificar até 4 milhões de eleitores no estado pela impressão digital, mesmo que a pessoa não tenha registrado a biometria na Justiça Eleitoral.

Quem não tiver a biometria cadastrada poderá votar normalmente apresentando um documento oficial com foto ao mesário da seção eleitoral.

Voto obrigatório

O voto no Brasil é obrigatório e quem não vota tem que justificar a ausência. Se o eleitor está fora do seu domicílio eleitoral, pode apresentar a justificativa pelo aplicativo e-Título ou por meio de formulário preenchido à mão e entregue em qualquer local de votação.

Caso não faça isso no dia, o prazo é até 5 de dezembro para o primeiro turno e até 7 de janeiro para o segundo turno, também pelo aplicativo ou por formulário disponível no site da Justiça Eleitoral. Mas, se o eleitor está na cidade onde mora e, mesmo assim, não conseguir votar, tem que respeitar os prazos e apresentar documentos para justificar a ausência.

Se a justificativa não for aceita ou for feita fora dos prazos, o eleitor paga multa de R$3,51 por cada turno que deixou de votar. Se estava no exterior no dia da eleição, deve apresentar passagens e passaporte em até 30 dias a partir da data de retorno ao Brasil.

Comunidades isoladas

Eleitores das comunidades quilombolas, caiçaras ou que vivem em assentamentos rurais não vão precisar percorrer grandes distâncias para votar. A Justiça Eleitoral instalou seis seções para facilitar a participação de todos e, assim, possibilitar que exerçam seu papel no processo democrático. A iniciativa vai beneficiar cerca de 1.100 eleitores que moram no Mirante de Paranapanema, em Bonete e Castelhanos, no município de Ilhabela, na comunidade caiçara de Camburi, em Ubatuba, e nos quilombos Pedro Cubas e Ivaporunduva, na cidade de Eldorado. Todos os locais são de difícil acesso.

A acessibilidade também está garantida para pessoas surdas ou com deficiência auditiva, que vão poder tirar dúvidas por vídeo chamada por meio da Central de Intermediação de Libras (CIL)

Prisão proibida

Está correndo o prazo de 15 dias que proíbe a detenção ou a prisão de candidatos e candidatas, a não ser em casos de flagrante. A medida vale até o dia 8 de outubro, 48 horas após o pleito, e tem como objetivo manter o equilíbrio eleitoral, não afastar os concorrentes de suas campanhas e não causar constrangimento.

A lei garante o mesmo direito às pessoas que trabalham no dia da votação, como integrantes da mesa e fiscais de partidos. Eleitores e eleitoras também não podem ser presos, mas o prazo do benefício é de cinco dias a contar do dia 1º de outubro.

Eleito e eleitor

As eleições são uma via de mão dupla e precisam contar com uma participação ativa dos cidadãos. “Do ponto de vista do eleito, ele tem que trabalhar melhor, honrar o voto que recebeu e atuar com transparência. Já o eleitor precisa qualificar suas demandas, entender o valor do voto, que é uma ferramenta importante de transformação social”, finaliza Leandro Consentino.

Leia também: Eleições 2024: eleitores não podem ser presos


Fonte: Alesp

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Urnas escoltadas e policiamento em colégios eleitorais: veja esquema de segurança nas eleições

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As Polícias Militar e Civil prepararam um esquema de segurança especial para o primeiro turno das eleições nos municípios do estado de São Paulo, que acontecem no domingo (6). As delegacias permanecerão abertas com o reforço nas equipes para registro de ocorrências, e 100% do efetivo da Polícia Militar estará em ação para prezar pela segurança durante a votação.

O policiamento preventivo iniciou em 24 de setembro, quando as equipes intensificaram a segurança nos cartórios eleitorais. No sábado (5), os policiais vão escoltar as urnas até os locais de votação e ficarão fazendo a segurança dos equipamentos por 24 horas, com trocas de efetivo até o fim do período eleitoral.

No dia da votação, militares estarão empenhados na proteção dos eleitores para garantir o direito ao voto, bem como em inibir qualquer tipo de conflito nas imediações dos colégios eleitorais, garantindo a preservação da ordem pública.

Além disso, o efetivo foi capacitado por meio de uma Instrução Continuada de Comando (ICC), que consiste em reforçar algumas orientações para o período, como:

  • Prisão de eleitores: as autoridades não podem realizar prisões desde cinco dias antes da eleição e até 48 horas depois, com exceção de casos em que há o flagrante delito;
  • Restrições para Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs): é proibido o transporte de armas e munições em todo o território nacional um dia antes e depois do pleito;
  • Crimes eleitorais: no dia da eleição, é considerado crime uso de alto-falantes e amplificadores de som; a realização de comício ou carreata; a persuasão do eleitorado; a propaganda de boca de urna; e a divulgação de propaganda de partido ou candidato

Conforme o coronel Gentil Epaminondas Carvalho Júnior, da Coordenadoria de Operações da Polícia Militar (CoordOp), a preparação prévia das forças de segurança garante a tranquilidade durante todo o pleito, assim como aconteceu em eleições anteriores. “A nossa responsabilidade é fazer com que as pessoas exerçam o seu direito ao voto da melhor maneira possível e que tenham livre acesso e segurança durante os seus deslocamentos”, afirmou.

Policiais civis do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) também estarão de plantão à disposição da população nas ruas. Haverá o acionamento da especializada em caso de ocorrência onde há necessidade de intervenção.

Leia também: Eleições 2024: veja o que pode e o que não pode fazer no dia da votação


Fonte: Governo de SP

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Eleições 2024: veja o que pode e o que não pode fazer no dia da votação

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O primeiro turno das eleições municipais de 2024 acontece neste domingo (6) em todo o Brasil.

Mais de 155,9 milhões de eleitores estão aptos a irem às urnas para eleger mais de 5,5 mil prefeitos e quase 59 mil vereadores. No entanto, se faz extremamente necessário que o cidadão se informe sobre o que pode ou não ser feito.

Na cabine de votação, por exemplo, o uso de celulares, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação ou quaisquer objetos que possam comprometer o sigilo do voto são proibidos. Por isso, a indicação é de que a população leve consigo os números dos candidatos escolhidos anotados em um papel, na chamada “colinha”.

Também não é permitido que o público infantil entre na cabine de votação na companhia da eleitora ou do eleitor, com exceção de crianças de colo, ou digitem os números na urna eletrônica. Porém, pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista ou mobilidade reduzida podem ser auxiliadas por pessoas de confiança.

Vale lembrar que, assim como idosos, gestantes, lactantes, indivíduos com deficiência ou com transtorno do espectro autista, aqueles com crianças de colo têm preferência na hora de votar.

É permitido usar camisetas, botons, adesivos e adereços que indiquem as cores de partidos políticos, candidatas ou candidatos em que a eleitora ou o eleitor irá votar. Toda manifestação silenciosa e individual está liberada.

Entre as proibições, no entanto, estão: a participação em aglomerações de pessoas com roupas ou instrumentos de propaganda eleitoral de determinado partido, coligação ou federação e porte de armas a menos de 100 metros das seções eleitorais, exceto para integrantes das forças de segurança, quando autorizados.

As condutas que interferem na liberdade do direito ao voto ou nos serviços prestados pela Justiça Eleitoral configuram crimes eleitorais, conforme a Resolução TSE nº 23.735/2024. Entre esses comportamentos, a legislação lista os seguintes:

  • usar amplificadores e alto-falantes para promover candidatos ou agremiações partidárias;
  • realizar comícios, carreatas e passeatas;
  • realizar boca de urna ou distribuir “santinhos”;
  • entregar camisetas de candidatos ou partidos políticos;
  • divulgar propaganda de partido ou de candidato.

Leia também: Eleições 2024: eleitores não podem ser presos


Fonte: TV Cultura – Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Eleições 2024: 77% dos eleitores não sabem quem são os vices dos candidatos à Prefeitura de SP

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77% dos eleitores paulistanos não sabem quem são os vices dos candidatos à Prefeitura de São Paulo. A informação é da pesquisa Quaest, divulgada nessa segunda-feira (30).

Segundo o levantamento:

  • 72% não sabem o nome do vice;
  • 5% dizem que sabem, mas erram o nome;
  • 23% conhecem e acertam o nome do vice.

Os eleitores de Guilherme Boulos (PSOL) são os que mais sabem quem é a vice do deputado: 66% acertaram o nome de Marta Suplicy. Por outro lado, 33% não souberam responder e 1% errou o nome.

Os eleitores de Ricardo Nunes (MDB) são os que menos sabem quem é o vice do atual prefeito: 91% não souberam responder, 4% erraram o nome, enquanto apenas 5% acertaram o nome do coronel Mello Araújo.

Entre os apoiadores de Pablo Marçal (PRTB), 81% não souberam responder, 9% acertaram o nome de Antônia de Jesus e 10% erraram o nome dela.

Apesar do desconhecimento, 51% dos cidadãos afirmaram que o cargo importa muito na decisão do voto. 33% dizem que não importa, 14% declararam que importa pouco e 2% não souberam responder.

Leia também: Disputa pela Prefeitura de SP segue polarizada entre Nunes, Boulos e Marçal, diz Paraná Pesquisas


Fonte: TV Cultura – Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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