Lula lança novo Desenrola Brasil com descontos de até 90% nas dívidas

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina nesta segunda-feira (4) a medida provisória que cria o novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas voltado a pessoas que ganham até cinco salários mínimos, atualmente R$ 8.105.

A iniciativa permite renegociar débitos de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, com o objetivo de aliviar o orçamento das famílias, especialmente aquelas com dívidas de alto custo.

O programa terá duração inicial de 90 dias, e os interessados deverão procurar diretamente os canais oficiais de bancos e operadoras de crédito para aderir.

Entre os principais pontos, estão descontos que podem variar de 30% a 90% sobre o valor das dívidas. Também será possível utilizar até R$ 1 mil ou 20% do saldo do FGTS para quitar os débitos.

O novo modelo prevê ainda a concessão de crédito para pagamento das dívidas, com taxa de juros de até 1,99% ao mês e prazo de até 48 meses. O limite por pessoa será de até R$ 15 mil por instituição financeira, com garantia do Fundo Garantidor de Operações.

Poderão ser incluídas dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 90 dias e dois anos.

O programa também contempla renegociação de débitos do Fies, além de dívidas de micro e pequenas empresas e de agricultores familiares.

Uma das regras previstas é o bloqueio, por um ano, do acesso a plataformas de apostas online para quem aderir ao programa.

O lançamento e os detalhes da medida foram apresentados em coletiva no Palácio do Planalto.

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Foto: Ricardo Stucker/PR

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Famílias endividadas – por Celso Tracco

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O crescente endividamento das famílias brasileiras tem dominado o noticiário nacional. O portal G1 de 07/04/26 destaca: “o resultado da pesquisa de endividamento e inadimplência do consumidor realizada pela Confederação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo em março/ 2026 mostra que 80% das famílias brasileiras têm dívidas. Este é o maior índice da série histórica. Apenas como comparação em março de 2025 o índice alcançou 77%. A mesma pesquisa aponta que a inadimplência (famílias com contas em atraso) estabilizou em torno de 29,6%, enquanto 12,3% informam não ter condição de honrar seus compromissos”. O fantasma do endividamento já assombra o Governo Federal que prepara medidas para mitigar o problema.  

Importante lembrar que o consumo das famílias é o principal fator do crescimento do Produto Interno Bruto do Brasil, responde por cerca de 64% do PIB. Apesar da amplitude da oferta de crédito, via consignados, cartões de crédito, compras parceladas em prestações, as taxas de juros, em geral, são muito altas e em alguns casos indecorosas. No cartão de crédito e crédito rotativo, passa fácil de 100% a.a. enquanto a taxa da inflação anual não passa de 5% a.a. O sistema financeiro brasileiro é regulado por normas rígidas, porém, ele não protege o consumidor. Não há uma regulação sobre os juros abusivos; não há uma transparência na oferta de crédito e não há incentivos, juros mais baixos, por exemplo para bons pagadores, aqueles que pagam em dia e não são inadimplentes. As regulações não protegem o consumidor.

Os programas oficiais de transferência de renda, como o Bolsa Família, na minha opinião, ajudam a reduzir a pobreza, mas não atuam no problema estrutural do endividamento. Motivos:  as famílias de baixa renda, comprometem a maior parte do orçamento familiar com itens essenciais; têm menor acesso a crédito barato; são mais vulneráveis para contrair dívidas; sofrem mais com oscilações econômicas. Além disso, não possuem uma educação financeira adequada e isto impede o uso equilibrado e estratégico dos recursos disponíveis. Em geral, não contam com políticas públicas de proteção ao uso do dinheiro, o que amplia sua vulnerabilidade econômica. Infelizmente a educação financeira no Brasil ainda é limitada. Isso se reflete na dificuldade de compreender juros compostos, o chamado juros sobre juros; leva ao uso inadequado do cartão de crédito: o valor da fatura aumenta, e muito, se não for paga na data marcada; a família não se planeja a longo prazo, não considera possíveis declínios das entradas econômicas e o acúmulo de várias prestações no mesmo período.

O endividamento não é apenas um problema econômico, mas social, pois ele afeta: a saúde mental gerando ansiedade, estresse e depressão. Os relacionamentos familiares, ficam abalados com conflitos sobre o uso dinheiro. Cai a produtividade no trabalho, devido à preocupação constante com o pagamento das contas.

Possíveis alternativas para melhorar essa situação: regulação mais rígida contra juros extorsivos e incentivo aos bons pagadores; programas de renegociação de dívidas com juros reduzidos. Expansão de programas de educação financeira nas escolas. Planejamento financeiro familiar, consumo mais consciente e contrair crédito como último recurso.

O endividamento das famílias brasileiras é um fenômeno complexo, que não deve ser visto, apenas por escolhas individuais. Ele é resultado de uma combinação de fatores financeiros, políticos e sociais, que se autossustentam e criam um ciclo difícil de romper. Para enfrentar o problema, é necessário um conjunto de ações coordenadas entre Estado, sistema financeiro, empresas e sociedade civil. Além de reduzir dívidas, o desafio é construir um ambiente econômico que permita às famílias brasileiras viver com dignidade, estabilidade e perspectiva de futuro.


Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante (www.celsotracco.com.br). Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.


*Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Hora de S. Paulo

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Foto destaque: Joédson Alves/Ag. Brasil

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O difícil equilíbrio financeiro – por Celso Tracco

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Recentes pesquisas divulgadas pela imprensa indicam que o endividamento das famílias brasileiras está crescendo. Os números mostram que cerca de 80% das famílias têm alguma dívida a pagar. Porém, 30,5% das famílias que tem dívidas estão inadimplentes, ou seja, tem parcelas ou pagamentos vencidos e não pagos. Número recorde da série histórica que iniciou em 2010. Outro dado da pesquisa revela que a inadimplência é crescente entre as famílias que tem uma renda, considerada média pelo IBGE, entre 5 e 10 salários-mínimos. Das famílias inadimplentes, 13% declaram que não têm como pagar suas dívidas, o que também é um recorde. O principal meio de endividamento, mas não o único, são os cartões de crédito, quer sejam de entidades financeiras, quer sejam de lojas de produtos de varejo. Os carnês vêm em segundo lugar.  Vale sempre lembrar: no Brasil, os juros dos cartões de crédito rotativos, são campeões inquestionáveis quando falamos de compras parceladas.

Importante destacar que ter dívidas, por princípio, não é um problema. Os economistas definem o Crédito com o oxigênio da Economia. Sem crédito a economia não vive.  Porém, deve-se ter muito cuidado e sabedoria antes de tomar um empréstimo. Se contrair dívida não é um problema de per si, não honrar com as parcelas contratadas, sim será um enorme problema. “Se alguém quer construir uma torre, será que não vai primeiro sentar-se e calcular os gastos, para ver se tem o suficiente para terminar?” (cf. Lc 14, 28). Parto deste versículo bíblico para entrar no ponto central desta coluna: todas as famílias devem e precisam ter um orçamento financeiro mensal. Para viver em equilíbrio emocional saudável, o ser humano precisa cuidar de quatro dimensões essenciais: uma vida familiar adequada; uma vocação profissional sustentável, um equilíbrio financeiro e uma espiritualidade transcendente.  Justamente o equilíbrio financeiro requer um esforço constante para não se gastar o que não poderá ser pago. E para isso é preciso um orçamento minimamente estruturado e que deve ser rigorosamente cumprido. Este é o lado econômico e financeiro da questão. Uma proposta simples e superficial. Mas não é o único lado a ser observado.

O outro lado importante é o social. Partindo do princípio que nem todas as situações de inadimplência acontecem “apenas” por um pequeno descontrole passageiro de fluxo de caixa familiar, que poderia ser solucionado por exemplo com: uma redução de despesas ou repactuar a dívida ou ainda conseguir alguma receita extra, devemos analisar casos que são bem mais complexos e sinceramente, não me parecem de fácil solução. De saída deve-se ter em conta que o sistema bancário brasileiro é um dos mais rentáveis do mundo. E o banco existe para emprestar dinheiro, e cobrar taxas e juros de acordo com o risco do empréstimo. Isto está bem explícito, por exemplo, nas faturas do cartão de crédito, e acredito que qualquer ente bancário que opere legalmente no Brasil, explica todos os pormenores das prestações a serem pagas quando alguém toma um empréstimo. Portanto, o que falta a grande parte da população, é a consciência que a economia brasileira tem um grau de previsibilidade muito baixo. Apostar que posso pagar meus empréstimos sem ter um bom lastro financeiro é um erro grave, com consequências que podem ser desastrosas. Cautela e prudência em finanças, não são apenas necessárias são indispensáveis. Como já disse um ex-ministro da economia: no Brasil até o passado é improvável. Ter um equilíbrio financeiro é fundamental para uma vida saudável. Aproveite seu dia.


Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante (www.celsotracco.com.br). Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.


*Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Zero Hora Digital.

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Mutirão da Serasa e Correios oferece até 99% de desconto em dívidas nesta terça-feira (9)

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Cerca de 10 milhões de dívidas registradas na Serasa poderão ser negociadas com até 99% de desconto em mais de 6 mil agências dos Correios, mas apenas nesta terça-feira (9). A iniciativa faz parte de uma ação inédita do programa Serasa Limpa Nome, que reúne mais de 1,6 mil empresas participantes.

Segundo os Correios, a negociação pode beneficiar 2,3 milhões de brasileiros que possuem uma ou mais pendências financeiras. A campanha envolve grandes bancos, varejistas, financeiras, securitizadoras, além de concessionárias de serviços básicos, como água, luz e gás.

Um levantamento da Serasa apontou que, somente entre janeiro e julho deste ano, foram realizados mais de 672 mil acordos com descontos de até 99%, número 7,94% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, destacou a importância do mutirão:

“Para essa ação emergencial, a população pode contar com o atendimento presencial dos Correios para resolver de forma rápida e segura as pendências e assim alcançar mais tranquilidade financeira.”

Onde negociar

Os interessados podem realizar os acordos pelos seguintes canais oficiais da Serasa:

  • Site: www.serasalimpanome.com.br
  • App Serasa (Google Play e App Store)
  • WhatsApp: (11) 99575-2096
  • Agências dos Correios – neste caso, há cobrança de R$ 4,60 por acordo fechado e R$ 3,30 para reimpressão de segunda via de boletos.

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*Com informações Agência Brasil – Foto: Marcos Santos/USP imagens

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Dívidas no programa Desenrola podem ser negociadas nos Correios

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A partir desta quinta-feira (7), consumidores podem negociar dívidas do programa Desenrola Brasil e da Serasa em agências dos Correios. O prazo segue até o próximo dia 28. A proposta, segundo os Correios, é promover uma espécie de mutirão contra a inadimplência, com descontos oferecidos por 700 empresas de todos os segmentos, inclusive concessionárias de energia e água.

Em nota, os Correios informaram que o atendimento presencial nas agências será realizado sem cobrança de taxas ou custos adicionais. Dentre as empresas parceiras estão bancos, financeiras, comércio varejista, operadoras de telefonia e securitizadoras. Os descontos, segundo a empresa, podem chegar a 96% das dívidas do programa Desenrola Brasil, que se encerra no dia 31 de março.

Inadimplência

Em janeiro deste ano, houve aumento no número de consumidores inadimplentes no país, após 2 meses consecutivos de queda, de acordo com levantamento realizado pela Serasa. Em relação ao primeiro mês do ano passado, o número de inadimplentes também subiu, passando de 70,09 milhões para 72,07 milhões em janeiro deste ano.

O cartão de crédito continua sendo o principal tipo de dívida entre os inadimplentes, desde o ano de 2018 até 2023. No ano passado, o cartão de crédito correspondia à principal dívida para 55% dos endividados. Costumam parcelar suas compras sete em cada dez brasileiros.

Desenrola

Dados do Ministério da Fazenda mostram que cerca de 12 milhões de pessoas foram beneficiadas pelo programa Desenrola Brasil, que permitiu a negociação de R$ 36,5 bilhões em dívidas. Os descontos médios na plataforma do programa são de 83%, mas, em alguns casos, chegam a 96%, com pagamento à vista ou parcelado sem entrada e com prazo de até 60 meses para pagar.

Leia também: Unesp oferece 561 vagas para ingresso na graduação em 2024 pela nota do ENEM


Fonte: Agência Brasil – Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

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Desenrola Brasil entra em seu último mês com descontos de até 90%

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Desenrola Brasil – programa do Governo Federal que possibilita a renegociação de dívidas – entrou em seu último mês, com descontos de até 90% e parcelamento. Aqueles que querem negociar suas contas atrasadas têm até o dia 31 de dezembro para aproveitar a iniciativa.

Dados do Ministério da Fazenda (MF) mostram que aproximadamente 3,5 milhões de brasileiros realizaram renegociações por meio do programa. A quitação dessas pendências, por sua vez, movimentou mais de R$ 27 bilhões desde o dia 17 de julho, ao todo.

As novas negociações podem ser feitas tanto pelo site oficial do programa quanto pelo atendimento presencial em agências bancárias.

Recentemente, o MF promoveu o “Dia D — Mutirão Desenrola”. A ação em questão, deflagrada em conjunto com bancos e diversos outros credores, ajudou a renegociar débitos e ampliar o alcance da iniciativa. A intenção era de reduzir o número de endividados no país e melhorar as chances dos brasileiros com CPF negativado de limparem seu nome.

Leia também: Governo de São Paulo inaugura Praça da Cidadania em Itapevi


Fonte: TV Cultura

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7 milhões de pessoas quitaram suas dívidas desde o início do Desenrola Brasil, segundo Haddad

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Fernando Haddad (PT) afirmou nesta terça-feira (21) que 7 milhões de pessoas conseguiram quitar suas dívidas desde o início do Desenrola Brasil, programa do Governo Federal que possibilita a renegociação das pendências. Dentre elas, há 2 milhões de brasileiros que conseguiram limpar seu nome diretamente na plataforma da iniciativa.

“Temos cerca de 1 milhão de brasileiros de baixa renda, outros 2 milhões de brasileiros que conseguiram na plataforma e temos outros 4 milhões de brasileiros que conseguiram junto com a rede bancária na primeira fase do programa, totalizando 7 milhões de pessoas”, disse o atual ministro da Fazenda.

No último dia 6, o Ministério da Fazenda apontou que o programa ajudou a renegociar mais de R$ 22,5 bilhões desde o seu início, ainda em julho. 

Quando a segunda fase do Desenrola foi iniciada, já haviam sido renegociadas aproximadamente 60 milhões de dívidas. No total, a expectativa é de que a iniciativa beneficie até 32 milhões de pessoas.

Por meio de sua conta nas redes sociais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abordou o tema recentemente. Na ocasião, o petista alegou que sua gestão está “trabalhando ainda mais para melhorar a qualidade de vida dos brasileiros”.

Leia também: Plenário do STF reverte condenação de ex-deputado Paulinho da Força


Fonte: TV Cultura – Foto: Diogo Zacarias

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Desenrola Brasil já ajudou a renegociar mais de R$ 22,5 bilhões em dívidas

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Dados do Ministério da Fazenda mostram que o Desenrola Brasil, programa do Governo Federal que visa possibilitar a renegociação de dívidas, ajudou a renegociar mais de R$ 22,5 bilhões entre o seu início, ainda em julho, e o último dia 2.

Além dos acertos feitos diretamente com os bancos na primeira fase do programa, o valor destacado também leva em consideração os acordos realizados diretamente pelo site da iniciativa, lançado no último dia 9.

Quando a segunda fase do Desenrola foi iniciada, há pouco menos de um mês, já haviam sido renegociadas aproximadamente 60 milhões de dívidas. No total, a expectativa é de que a iniciativa beneficie até 32 milhões de pessoas.

Por meio de sua conta nas redes sociais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abordou o tema recentemente. Na ocasião, o petista alegou que sua gestão está “trabalhando ainda mais para melhorar a qualidade de vida dos brasileiros”.

Leia também: Inep informa que 71,9% dos inscritos realizaram a prova do Enem neste domingo


Fonte: TV Cultura – Foto: GettyImages

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Em dois meses, bancos renegociam R$ 13 bilhões em dívidas do Desenrola

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Em dois meses, os bancos brasileiros renegociaram 1,9 milhão de contratos de dívidas do Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes, o Desenrola Brasil. A informação é da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e foi divulgada nesta segunda-feira.

Segundo a federação, a repactuação de dívidas por meio do programa atingiu R$ 13,2 bilhões até este momento, exclusivamente pela Faixa 2.

A Faixa 2 abrange as renegociações de débitos com bancos para quem tem renda de até R$ 20 mil sem limite de valor de dívidas, o que permite o refinanciamento de imóveis e de veículos, por exemplo. Os devedores poderão acionar diretamente as instituições bancárias para negociá-las.

Desde que foi implantado, informou a Febraban, cerca de 1,46 milhão de clientes bancários foram beneficiados com o programa.

Ainda de acordo com a federação, as instituições financeiras limparam o nome de cerca de 6 milhões de clientes que tinham dívidas bancárias de até R$ 100.

O Desenrola Brasil, informou o Ministério da Fazenda, tem o potencial de beneficiar até 70 milhões de pessoas. A adesão ao programa vai até o dia 31 de dezembro.

Leia também: Operação Chuvas de Verão realiza limpeza de córregos e galerias no município de Santana de Parnaíba


Fonte: Agência Brasil

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Bancos alertam para golpes no Programa Desenrola Brasil

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A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou alerta para golpes envolvendo o Programa Desenrola Brasil, que entrou em vigor no último dia 17, que tem como principal objetivo reintroduzir pessoas com restrição de crédito na economia, permitindo melhores condições de renegociação de dívidas bancárias.

Segundo a entidade, criminosos podem aproveitar o programa para aplicar golpes por meio de links falsos e da engenharia social, que usa técnicas para enganar o usuário para que ele forneça dados confidenciais, além de realizar transações financeiras para o golpista.

Nessa primeira fase do programa, as instituições financeiras limpam o nome das pessoas com débitos de até R$ 100. A dívida não é perdoada. Apenas o devedor deixa de ficar com o nome sujo e pode contrair novos empréstimos e fazer operações como fechar contratos de aluguel. Há ainda a possibilidade de renegociação de débitos com bancos por devedores com renda de até R$ 20 mil. O Desenrola só abrange dívidas contraídas até 31 de dezembro do ano passado.

“É muito importante que o cliente não clique em links recebidos por aplicativos de mensagens, de redes sociais e patrocinados em sites de busca. Faça você mesmo o contato com o seu banco. Fique atento para que não sejam aceitas propostas de envio de valores com a finalidade de garantir melhores condições de renegociação das dívidas. Reforçamos que somente é possível renegociar as dívidas nos canais oficiais dos bancos”, disse, em nota, Adriano Volpini, diretor do Comitê de Prevenção a Fraudes da Febraban.

A Febraban orienta que as pessoas interessadas em renegociar as dívidas dentro do Desenrola Brasil busquem informações apenas dentro dos canais oficiais dos bancos que aderiram ao programa, como nas agências, no internet banking ou em seus aplicativos bancários. Se for negociar no internet banking, a entidade orienta que, para o acesso, o próprio usuário digite o endereço da instituição financeira.

Se o cliente desconfiar de alguma proposta ou do valor, ele deve em contato com o banco nos seus canais oficiais. Além disso, somente após a formalização de um contrato de renegociação é que o usuário pode ter os valores debitados da conta, nas datas acordadas. Outro alerta é, em caso de boletos, checar na hora do pagamento se está sendo feito realmente para a instituição financeira com a qual o cliente tem a pendência.

A Febraban acrescenta que não envia comunicado para renegociar dívidas no Desenrola. Caso receba qualquer mensagem com o logotipo da entidade ou de bancos, o cliente deve descartá-la e entrar em contato com os canais oficiais da instituição financeira, como agência, internet banking e aplicativo bancário.

Leia também: Governo de SP sanciona aumento salarial de 6% para o funcionalismo do Estado

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